{"id":45483,"date":"2016-07-11T13:00:03","date_gmt":"2016-07-11T16:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=45483"},"modified":"2016-07-11T11:39:06","modified_gmt":"2016-07-11T14:39:06","slug":"agrotoxicos-70-dos-alimentos-contaminados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/agrotoxicos-70-dos-alimentos-contaminados\/","title":{"rendered":"Agrot\u00f3xicos: 70% dos alimentos in natura consumidos por brasileiros est\u00e3o contaminados"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-45484\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cerca de 70% dos\u00a0alimentos in natura\u00a0consumidos por brasileiros est\u00e3o\u00a0contaminados por agrot\u00f3xicos, sendo que 1\/3 desses produtos, comprovadamente nocivos \u00e0 sa\u00fade humana e ao meio ambiente, t\u00eam seu uso proibido no pa\u00eds. Estas informa\u00e7\u00f5es foram apresentadas pelo\u00a0<em>F\u00f3rum Ga\u00facho de Combate aos Impactos dos Agrot\u00f3xicos<\/em>, em audi\u00eancia p\u00fablica na \u00faltima semana no Rio Grande do Sul, um dos estados que lidera o ranking do consumo desse tipo de subst\u00e2ncia no Brasil \u2013 s\u00e3o em m\u00e9dia 8,3 litros ao ano por habitante, superando a m\u00e9dia nacional, que est\u00e1 em 7,5 litros. O evento reuniu cerca de 200 pessoas, entre ativistas ambientais, agricultores e acad\u00eamicos, no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.<\/p>\n<p>A palestra da audi\u00eancia ficou por conta de\u00a0Karen Friedrich, doutora em Sa\u00fade P\u00fablica pela Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica Sergio Arouca e da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sa\u00fade Coletiva (Abrasco).\u00a0Karen\u00a0refor\u00e7ou que o Brasil \u00e9 o maior consumidor mundial de agrot\u00f3xicos e que nos \u00faltimos anos ocorreu um aumento expressivo do uso desses produtos nas lavouras brasileiras, principalmente do\u00a0Glifosato, muito em fun\u00e7\u00e3o da libera\u00e7\u00e3o das sementes transg\u00eanicas.<\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, quase\u00a070% dos agrot\u00f3xicos\u00a0s\u00e3o destinados \u00e0\u00a0produ\u00e7\u00e3o de monocultivos\u00a0como a\u00a0soja,\u00a0milho\u00a0e\u00a0cana-de-a\u00e7\u00facar, e n\u00e3o para produzir alimento. Isso vem diminuindo, inclusive, o cultivo de arroz, mandioca e feij\u00e3o\u201d, declarou.<\/p>\n<p>Karen\u00a0tamb\u00e9m explicou que o Brasil utiliza em grande escala venenos proibidos nos pa\u00edses onde s\u00e3o fabricados e chamou a aten\u00e7\u00e3o para as incertezas que geram as misturas qu\u00edmicas que muitas vezes s\u00e3o utilizadas pelos agricultores na produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>\u201cFica a d\u00favida sobre o efeito que produz a intera\u00e7\u00e3o dessas misturas, pois testes de laborat\u00f3rios n\u00e3o sintetizam o que vai ocorrer quando usados no campo. Sabemos que o\u00a0Glifosato\u00a0\u00e9 um prov\u00e1vel cancer\u00edgeno e o\u00a02,4-D\u00a0um\u00a0poss\u00edvel cancer\u00edgeno. Ambos podem causar o\u00a0linfoma Non-Hodgkin. Estas misturas muito nos preocupam\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>M\u00e1 orienta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Para\u00a0Karen, os agricultores s\u00e3o mal orientados e n\u00e3o possuem incentivos governamentais para inserir sua produ\u00e7\u00e3o no modelo org\u00e2nico ou agroecol\u00f3gico. Segundo ela, muitos desses produtores acabam se tornado v\u00edtimas do modelo convencional, o que gera, al\u00e9m da\u00a0exposi\u00e7\u00e3o ao veneno e contamina\u00e7\u00e3o, a falsa ideia da depend\u00eancia dos qu\u00edmicos para poder produzir, dificuldades financeiras e depress\u00e3o seguida de suic\u00eddio, entre outras doen\u00e7as.<\/p>\n<p>\u201cOs casos de contamina\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o notificados, mas atingem a maior parte da popula\u00e7\u00e3o, gerando altera\u00e7\u00f5es reprodutivas, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o fetal e efeitos sobre o sistema imunol\u00f3gico. A \u00fanica maneira de n\u00e3o se contaminar \u00e9 consumir\u00a0alimentos org\u00e2nicos\u00a0e agricultor transitar com incentivos para esse modelo limpo de produ\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o mais seguro. O modelo agr\u00edcola do latif\u00fandio s\u00f3 produz a morte no campo e na cidade. S\u00e3o as pequenas propriedades que produzem alimentos, por isso devemos apoiar a\u00a0agroecologia\u00a0e a\u00a0reforma agr\u00e1ria. S\u00f3 assim teremos a seguran\u00e7a alimentar\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>O p\u00fablico que acompanhou as explana\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m se manifestou sobre os temas da audi\u00eancia. O agricultor\u00a0Juarez Pereira, que produz alimentos livres de venenos h\u00e1 mais de 20 anos e participa da feira ecol\u00f3gica do bairro Bom Fim, em Porto Alegre, definiu a\u00a0agricultura org\u00e2nica\u00a0como \u201catividade de esperan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDo lado dos agrot\u00f3xicos temos um quadro absolutamente inverso e de muita tristeza, que vem junto ao alimento que a popula\u00e7\u00e3o recebe em massa na cidade. Os\u00a0agrot\u00f3xicos geram m\u00e1 qualidade de vida\u00a0e deterioram as diferentes rela\u00e7\u00f5es. A terra produz com abund\u00e2ncia, mas com os venenos o ser humano perde a capacidade de perceber essa abund\u00e2ncia e sua generosidade\u201d, complementa.<\/p>\n<p><strong>Atua\u00e7\u00f5es parlamentares<\/strong><\/p>\n<p>A audi\u00eancia p\u00fablica tamb\u00e9m pautou as atua\u00e7\u00f5es parlamentares em rela\u00e7\u00e3o ao\u00a0uso de agrot\u00f3xicos\u00a0no pa\u00eds. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Prote\u00e7\u00e3o ao Ambiente Natural (Agapan),\u00a0Leonardo Melgarejo\u00a0alertou para as investidas de alguns setores da sociedade, representados no Congresso Nacional, de maquiar os verdadeiros\u00a0efeitos dos agrot\u00f3xicos na sa\u00fade humana e meio ambiente, como o\u00a0Projeto de Lei 3200\/15, do deputado federal\u00a0Covatti Filho\u00a0(PP-RS), que substitui o nome agrot\u00f3xico por defensivos fitossanit\u00e1rios e produtos de controle ambiental. Segundo\u00a0Melgarejo, tal medida aumentaria os riscos em rela\u00e7\u00e3o ao uso dessas subst\u00e2ncias. \u201cO que prev\u00ea esse projeto \u00e9 algo muito s\u00e9rio e grave, ele s\u00f3 vem para aumentar nossos problemas\u201d, completou.<\/p>\n<p>O deputado estadual\u00a0Edegar Pretto\u00a0(PT), representando a Assembleia Legislativa, destacou que a Lei 7.747\/1982, que trata sobre o\u00a0controle do uso de agrot\u00f3xicos\u00a0e biocidas no Rio Grande do Sul, j\u00e1 sofreu v\u00e1rias tentativas de ataques por parte de apoiadores do modelo agr\u00edcola convencional, e que iniciativas como o F\u00f3rum Ga\u00facho s\u00e3o fundamentais para fortalecer a luta em defesa da\u00a0produ\u00e7\u00e3o limpa\u00a0e incentivar a cria\u00e7\u00e3o de novas legisla\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cSe o\u00a0c\u00e2ncer\u00a0est\u00e1 cada vez mais presente na vida das pessoas n\u00e3o \u00e9 por acaso. Segundo o Instituto Nacional do C\u00e2ncer, o\u00a0aumento dessa doen\u00e7a\u00a0est\u00e1\u00a0relacionado diretamente aos agrot\u00f3xicos. N\u00f3s queremos que os agricultores vivam no campo com sa\u00fade e n\u00e3o com doen\u00e7a. Nosso desafio \u00e9 buscar cada vez mais oportunidades para debater essas quest\u00f5es, pois temos um problema s\u00e9rio e precisamos coletivamente encontrar um caminho. Hoje, enfrentamos uma cultura que diz que \u00e9 normal o fazendeiro jogar veneno nas lavouras, mas pesquisas mostram que apenas 30% do veneno jogado de avi\u00e3o acerta o alvo, os outros 70% atingem as propriedades vizinhas\u201d, apontou\u00a0Pretto, que \u00e9 autor de tr\u00eas projetos de lei que co\u00edbem o\u00a0uso de agrot\u00f3xicos no RS\u00a0e coordenador da\u00a0<em>Frente Parlamentar Ga\u00facha em Defesa da Alimenta\u00e7\u00e3o Saud\u00e1vel<\/em>.<\/p>\n<p><strong>F\u00f3rum Ga\u00facho<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<em>F\u00f3rum Ga\u00facho de Combate aos Impactos dos Agrot\u00f3xicos<\/em>\u00a0foi criado no segundo semestre de 2013. Atualmente, 51 institui\u00e7\u00f5es fazem parte da iniciativa e est\u00e3o inseridas em estudos por meio de oito comiss\u00f5es tem\u00e1ticas, que tratam desde a regula\u00e7\u00e3o, fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle, at\u00e9 o tratamento e destina\u00e7\u00e3o final das embalagens. De acordo com procuradora da Rep\u00fablica,\u00a0Ana Paula de Medeiros, o Forum j\u00e1 realizou, desde 2015, quatro audi\u00eancias p\u00fablicas para\u00a0debater os impactos dos agrot\u00f3xicos\u00a0na sa\u00fade e no meio ambiente, nos munic\u00edpios de\u00a0Pelotas,\u00a0Iju\u00ed,\u00a0Caxias do Sul\u00a0ePorto Alegre. Um dos seus trabalhos mais recentes diz respeito ao monitoramento eletr\u00f4nico para as aeronaves.<\/p>\n<p>Nesse trabalho coletivo, o promotor do Minist\u00e9rio P\u00fablico,\u00a0Daniel Martini\u00a0disse que a atua\u00e7\u00e3o do Forum Ga\u00facho desvendou uma realidade \u201cmuito dura e cruel\u201d em rela\u00e7\u00e3o aos agrot\u00f3xicos no estado, como o uso de produtos contraindicados para \u00e1reas aqu\u00e1ticas em lavouras irrigadas de arroz; e a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea nas proximidades daBacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Gravata\u00ed, que \u00e9 respons\u00e1vel pelo abastecimento de milhares de pessoas e uma das mais afetadas do RS por problemas relacionados \u00e0 qualidade e quantidade da \u00e1gua. Segundo o promotor, numa semana foram aplicadas mais de 1 milh\u00e3o de multas; encontradas 610 embalagens descartadas no meio ambiente; recolhidos mais de 3 mil quilos\u00a0agrot\u00f3xicos contrabandeados; e suspensas 35 aeronaves utilizadas em pulveriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Martini\u00a0tamb\u00e9m denunciou a falta de incentivos governamentais e de estrutura f\u00edsica, principalmente laboratorial, para estudar os impactos e pensar formas de controlar ou banir o uso dessas subst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 dificuldades de todas as ordens. O poder p\u00fablico \u00e9 ineficiente na fiscaliza\u00e7\u00e3o, pois sequer pode coletar amostras e obter as provas necess\u00e1rias para buscar uma responsabiliza\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 laborat\u00f3rios para an\u00e1lises. Todos n\u00f3s estamos fortemente submetidos a um processo, talvez, irrevers\u00edvel de\u00a0inseguran\u00e7a alimentar\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>O analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama),\u00a0Fernando Falc\u00e3o\u00a0relatou que integrantes da comiss\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum Ga\u00facho t\u00eam sofrido amea\u00e7as de agress\u00e3o e press\u00e3o pol\u00edtica, na tentativa de parar os trabalhos que est\u00e3o sendo realizados de\u00a0combate ao uso dos agrot\u00f3xicos. De acordo com\u00a0Falc\u00e3o, numa atua\u00e7\u00e3o conjunta do Ibama, Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal e Receita Federal, em 2015 foram apreendidas no\u00a0Rio Grande do Sul\u00a010 toneladas de\u00a0veneno contrabandeado, o que vai gerar o preju\u00edzo de R$ 1 milh\u00e3o para a sociedade.<\/p>\n<p>\u201cAgrot\u00f3xico contrabandeado \u00e9 algo grave, os produtores est\u00e3o adquirindo produtos proibidos, e muitas vezes essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 tratada de modo superficial na inst\u00e2ncia judicial. Outro problema que enfrentamos \u00e9 a oculta\u00e7\u00e3o das consequ\u00eancias negativas do\u00a0uso de venenos\u201d, afirmou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 70% dos\u00a0alimentos in natura\u00a0consumidos por brasileiros est\u00e3o\u00a0contaminados por agrot\u00f3xicos, sendo que 1\/3 desses<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":45484,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/agrotoxico.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cerca de 70% dos\u00a0alimentos in natura\u00a0consumidos por brasileiros est\u00e3o\u00a0contaminados por agrot\u00f3xicos, sendo que 1\/3 desses","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45483"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45483"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45483\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45484"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45483"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45483"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}