{"id":44821,"date":"2016-07-01T10:00:42","date_gmt":"2016-07-01T13:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=44821"},"modified":"2016-06-30T20:55:35","modified_gmt":"2016-06-30T23:55:35","slug":"em-relatorio-sobre-sustentabilidade-de-limpeza-urbana-regiao-sul-e-destaque-mas-nenhum-dos-avaliados-tirou-nota-maxima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/em-relatorio-sobre-sustentabilidade-de-limpeza-urbana-regiao-sul-e-destaque-mas-nenhum-dos-avaliados-tirou-nota-maxima\/","title":{"rendered":"Em relat\u00f3rio sobre sustentabilidade de limpeza urbana, regi\u00e3o sul \u00e9 destaque"},"content":{"rendered":"<h4><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-44822\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisa desenvolvida pelo Selur e a PwC avaliou engajamento da sociedade, impacto ambiental, recursos financeiros e coleta de res\u00edduos nos munic\u00edpios brasileiros<\/h4>\n<p>A fim de suprir a falta de informa\u00e7\u00f5es sobre a limpeza urbana das cidades brasileiras e mapear os desafios para o cumprimento das recomenda\u00e7\u00f5es da Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos (PNRS), o Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur) e a PwC anunciam a divulga\u00e7\u00e3o do \u00cdndice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (Islu). O estudo gerou resultados em 1.721 munic\u00edpios brasileiros com base nos crit\u00e9rios da PNRS, aprovada em 2010, e criou um term\u00f4metro onde aponta os problemas e solu\u00e7\u00f5es de cada local, caso a caso, com pontua\u00e7\u00e3o de zero a um. Os dados utilizados foram coletados na base de 2014 do SNIS (Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es sobre Saneamento).<\/p>\n<p>Para chegar aos resultados do Islu, quatro aspectos foram levados em considera\u00e7\u00e3o: engajamento do munic\u00edpio (popula\u00e7\u00e3o atendida x popula\u00e7\u00e3o total); sustentabilidade financeira (despesas com a limpeza urbana x despesas totais); recupera\u00e7\u00e3o dos recursos coletados (material recicl\u00e1vel recuperado x total coletado); e, por fim, impacto ambiental (quantidade destinada incorretamente x popula\u00e7\u00e3o atendida). Esses crit\u00e9rios foram escolhidos por meio de intera\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas, com a mesma metodologia de c\u00e1lculo utilizada pela ONU para o IDH (\u00cdndice de Desenvolvimento Humano).<\/p>\n<p>\u201cO objetivo do Islu n\u00e3o \u00e9 ser um ranking de cidades limpas x cidades sujas. Os resultados dessa an\u00e1lise servir\u00e3o de insumo para os gestores p\u00fablicos e privados de limpeza urbana, assim como associa\u00e7\u00f5es e a sociedade em geral, a tomarem as medidas necess\u00e1rias a fim de atender as exig\u00eancias da PNRS e fomentar um ambiente sustent\u00e1vel e saud\u00e1vel em seus munic\u00edpios\u201d, afirma Ariovaldo Caodaglio, presidente do Selur.<\/p>\n<p>\u201cPara que um munic\u00edpio tenha uma boa pontua\u00e7\u00e3o, ele deve apresentar bons resultados no conjunto total de indicadores utilizados. Com isso, o Islu avalia uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es consolidadas, sem trazer an\u00e1lises tendenciosas para o atendimento de apenas um aspecto da gest\u00e3o da limpeza urbana\u201d, explica Carlos Rossin, diretor de solu\u00e7\u00f5es em sustentabilidade da PwC e coordenador do estudo.<\/p>\n<h3>Destaques<\/h3>\n<p>Entre as dez cidades mais bem avaliadas do Islu, todas s\u00e3o da regi\u00e3o sul do Brasil e possuem uma caracter\u00edstica comum: menos de 30 mil habitantes. A mais bem pontuada \u00e9 Nova Esperan\u00e7a, no Paran\u00e1, com pouco mais de 27.700 moradores. Como um todo, o Paran\u00e1 \u00e9 um estado que se destaca no estudo, por seu pioneirismo em educa\u00e7\u00e3o ambiental desde os anos 80 e conscientiza\u00e7\u00e3o popular, que impactam diretamente as conclus\u00f5es da pesquisa.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito dos locais com mais de 250 mil habitantes, os paulistas se sobressaem, ocupando um ter\u00e7o das 20 primeiras posi\u00e7\u00f5es do ranking, com boas pontua\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Santos, Campinas e Sorocaba. Com arrecada\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica abaixo do necess\u00e1rio, a capital paulistana ficou com classifica\u00e7\u00e3o C, considerada ruim. Por\u00e9m, se atingisse sustentabilidade financeira para os seus gastos com limpeza da cidade, S\u00e3o Paulo teria a pontua\u00e7\u00e3o mais alta entre todas as capitais do pa\u00eds, passando para a classe B.<\/p>\n<p>Mostrando que ser uma \u201ccidade limpa\u201d \u00e9 um processo complexo e com muitas etapas, Bras\u00edlia tamb\u00e9m est\u00e1 na faixa C da an\u00e1lise. Apesar de ter uma apar\u00eancia limpa em suas ruas e avenidas, o Distrito Federal possui um enorme lix\u00e3o, criando um imenso passivo para a sa\u00fade ambiental e p\u00fablica de seus moradores. Com o descarte correto, Bras\u00edlia estaria entre as dez melhores cidades com mais de 250 mil moradores.<\/p>\n<p>Entre os 20 munic\u00edpios com as piores avalia\u00e7\u00f5es, metade se encontra na regi\u00e3o Norte. Em Rio Branco, no Acre, o Islu aponta que elevar a coleta de res\u00edduos em 15% \u00e9 fundamental para que a capital passe para a classe B do estudo.<\/p>\n<p>\u201cAs conclus\u00f5es do Islu pretendem propor solu\u00e7\u00f5es para as cidades avaliadas e nos mostram que ainda h\u00e1 um longo caminho a ser percorrido quando falamos sobre sustentabilidade da limpeza urbana. Temos bons exemplos espalhados pelo Brasil, mas nenhum dos avaliados tirou a nota m\u00e1xima, apontando que existe muito espa\u00e7o para evoluir no setor\u201d, conclui Caodaglio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa desenvolvida pelo Selur e a PwC avaliou engajamento da sociedade, impacto ambiental, recursos financeiros<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":44822,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa_sustentabilidade.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisa desenvolvida pelo Selur e a PwC avaliou engajamento da sociedade, impacto ambiental, recursos financeiros","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44821"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44821"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44821\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44822"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44821"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44821"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44821"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}