{"id":4350,"date":"2014-08-06T15:58:48","date_gmt":"2014-08-06T15:58:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=4350"},"modified":"2014-08-06T15:58:48","modified_gmt":"2014-08-06T15:58:48","slug":"20-coisas-que-a-ciencia-ja-descobriu-sobre-os-cachorros-conheca-algumas-caracteristicas-estudadas-e-comprovadas-dos-animais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/20-coisas-que-a-ciencia-ja-descobriu-sobre-os-cachorros-conheca-algumas-caracteristicas-estudadas-e-comprovadas-dos-animais\/","title":{"rendered":"20 coisas que a ci\u00eancia j\u00e1 descobriu sobre os cachorros; conhe\u00e7a algumas caracter\u00edsticas estudadas e comprovadas dos animais"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/cachorro_caracteristicas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-4351\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/cachorro_caracteristicas.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Ci\u00fames.<\/strong>\u00a0Os c\u00e3es tamb\u00e9m sentem ci\u00fames. Pelo menos, \u00e9 o que aponta um estudo realizado pela cientista Christine Harris, da Universidade da Calif\u00f3rnia. Em um experimento com 36 animais, ela constatou que cachorros procuraram seus donos duas vezes mais quando eles estavam com c\u00e3es de pel\u00facia do que quando interagiam com outro brinquedo ou com um livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cores.<\/strong> Por contarem com apenas dois tipos de c\u00e9lula para distinguir as cores, os c\u00e3es enxergam menos colora\u00e7\u00f5es que os humanos. A descoberta foi feita por Jay Beitz, cientista da Universidade de Washington. Na pr\u00e1tica, \u00e9 como se os cachorros enxergassem como pessoas dalt\u00f4nicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Palavras.<\/strong> Testes mostraram que alguns tipos de cachorro s\u00e3o capazes de compreender at\u00e9 150 palavras. Segundo o estudo de cientistas canadenses da Universidade da Col\u00fambia Brit\u00e2nica, a intelig\u00eancia de um animal desse tipo \u00e9 equivalente a de uma pessoa com dois anos e meio de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Canil.<\/strong> Passar um tempo no canil pode ser divertido para alguns cachorros. A descoberta consta em estudo divulgado pela publica\u00e7\u00e3o Physiology &amp; Behavior. Para chegar a essa conclus\u00e3o, uma equipe de veterin\u00e1rios ingleses analisou os par\u00e2metros de stress relativos a 29 c\u00e3es submetidos a essa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sa\u00fade.<\/strong> Est\u00e1 provado: ter cachorro faz bem \u00e0 sa\u00fade. A especialista em enfermagem da Universidade do Missouri Rebecca Johnson constatou, em um estudo, que pessoas acima de 60 anos que caminhavam com c\u00e3es passaram a andar 28% mais rapidamente do que aquelas que andavam com outras pessoas. Redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial e melhora da sa\u00fade mental foram outros benef\u00edcios notados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relacionamento.<\/strong> Quanto mais um c\u00e3o \u00e9 atencioso a um adulto, mais esse adulto se importar\u00e1 com ele. Por\u00e9m, o mesmo n\u00e3o se repete entre crian\u00e7as \u2013 que adoram os bichinhos de qualquer jeito. Essa curiosa rela\u00e7\u00e3o foi relatada em um estudo realizado por Christy Hoffman, do Canisius College \u2013 que envolveu a an\u00e1lise de 60 fam\u00edlias com cachorro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Personalidade.<\/strong> Um estudo com 600 universit\u00e1rios desenvolvido pela psic\u00f3loga Denise Guastello, da Universidade de Carroll, nos EUA, apontou diferen\u00e7as de personalidade entre donos de c\u00e3es e donos de gatos. Os primeiros seriam mais extrovertidos e menos inteligentes do que os \u00faltimos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Longevidade.<\/strong> C\u00e3es mais d\u00f3ceis vivem mais tempo, segundo um trabalho realizado por bi\u00f3logos da Universidade de Quebec. Para o estudo, foram analizadas 56 ra\u00e7as diferentes. De acordo com os cientistas, c\u00e3es mais agressivos crescem mais rapidamente, gastam mais energia e morrem mais cedo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>C\u00e2ncer.<\/strong> C\u00e3es podem ser capazes de detectar o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 de um estudo produzido pela Associa\u00e7\u00e3o Americana de Urologia. A habilidade foi comprovada num experimento no qual os animais identificaram amostras de urina de homens com a doen\u00e7a com taxa de 98% de acerto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autismo.<\/strong> Conviver com c\u00e3es \u00e9 bom para crian\u00e7as com autismo, segundo estudo assinado por Gretchen Carlisle, da Universidade do Missouri. Ap\u00f3s entrevistar 70 pais com filhos autistas, a cientista constatou que, em 94% dos casos, a presen\u00e7a de um cachorro ajudou no tratamento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Culpa.<\/strong> Em um experimento realizado com 14 c\u00e3es e seus donos por pesquisadores do Barnard College de Nova York, ficou provado que a cara de culpado que cachorros fazem ap\u00f3s serem acusados de alguma coisa \u00e9 s\u00f3 uma rea\u00e7\u00e3o \u00e0 bronca. No teste, tanto c\u00e3es que cumpriram quanto outros que descumpriram uma regra imposta fizeram a cl\u00e1ssica express\u00e3o ap\u00f3s terem sido acusados pelos cientistas de infrigir a norma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voz.\u00a0<\/strong>Quando algu\u00e9m fala, um cachorro pode entender. Foi o que provou um experimento realizado com 24 c\u00e3es pelo Instituto Max Planck, da Alemanha. Na experi\u00eancia, os animais conseguiram localizar comida oculta a partir da dire\u00e7\u00e3o para a qual um cientista projetasse sua voz (o que n\u00e3o aconteceu quando c\u00e3es usaram s\u00f3 o faro para isso).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Albinos.\u00a0<\/strong>Assim como em humanos, um problema gen\u00e9tico causa o albinismo em c\u00e3es. A descoberta \u00e9 fruto de um estudo envolvendo 40 c\u00e3es realizado por veterin\u00e1rios da Universidade do Michigan, nos EUA. Da mesma forma que pessoas albinas, c\u00e3es com o problema n\u00e3o contam com pouca ou nenhuma pigmenta\u00e7\u00e3o nos olhos, pele e cabelo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Emo\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/strong>Um artigo publicado por cientistas h\u00fangaros na publica\u00e7\u00e3o Current Biology ap\u00f3s experimentos envolvendo 11 c\u00e3es e 22 pessoas mostrou que os c\u00e9rebros de cachorros e humanos reagem da mesma forma diante de sons como risadas, choros e vozes. Isso pode explicar a capacidade dos animais de se sintonizarem \u00e0s nossas emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Emo\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/strong>Um artigo publicado por cientistas h\u00fangaros na publica\u00e7\u00e3o Current Biology ap\u00f3s experimentos envolvendo 11 c\u00e3es e 22 pessoas mostrou que os c\u00e9rebros de cachorros e humanos reagem da mesma forma diante de sons como risadas, choros e vozes. Isso pode explicar a capacidade dos animais de se sintonizarem \u00e0s nossas emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Clonagem.\u00a0<\/strong>Winnie, da ra\u00e7a Dachshund, \u00e9 o primeiro cachorro do Reino Unido a ter sido clonado. Realizada pela empresa sul-coreana Sooam Biotech, a clonagem custou mais de 100 mil d\u00f3lares. C\u00e9lulas de Winnie foram introduzidas em outra Dachshund, geraram um embri\u00e3o e depois foram implantadas numa barriga de aluguel canina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>L\u00e3.\u00a0<\/strong>Em sua pesquisa de mestrado na USP, o engenheiro Renato Nogueirol Lobo desenvolveu uma t\u00e9cnica que permite que o pelo resultante da tosa de poodles seja usado para compor um tecido muito parecido com a l\u00e3. No futuro, a novidade pode ser usada para fazer roupas para cachorros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Diversidade. <\/strong>Em um estudo divulgado pela publica\u00e7\u00e3o The American Naturalist, os bi\u00f3logos Abby Drake e Chris Klingenberg constataram que a varia\u00e7\u00e3o do formato do c\u00e9rebro entre 106 ra\u00e7as de c\u00e3es era t\u00e3o grande quanto entre diferentes esp\u00e9cies de carn\u00edvoras. Isso seria reflexo da diversidade dos c\u00e3es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>B\u00fassola.\u00a0<\/strong>Realizado em parceria pelas universidades de Duisburg-Essen e de Praga, um estudo divulgado pela publica\u00e7\u00e3o inglesa Frontiers in Zoology mostrou que c\u00e3es se alinham em fun\u00e7\u00e3o do campo magn\u00e9tico da Terra para defecar e urinar. No levantamento, foram analisados cerca de 7 mil dados de 70 ra\u00e7as diferentes fornecidos por 37 donos de c\u00e3es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Rabo.\u00a0<\/strong>Cachorros reagem de maneira diferente em fun\u00e7\u00e3o do lado que outros c\u00e3es balan\u00e7am seus rabos. Um estudo com 43 animais realizado pela Universidade de Trento provou isso. No experimento, cachorros que viram v\u00eddeos de c\u00e3es movendo a cauda para o lado esquerdo ficaram mais estressados do que outros \u2013 que foram expostos a imagens de c\u00e3es balan\u00e7ando o rabo para o lado direito.<\/p>\n<p>Fonte: AI, adaptado pela equipe C\u00e3es&amp;Gatos VET FOOD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ci\u00fames.\u00a0Os c\u00e3es tamb\u00e9m sentem ci\u00fames. 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