{"id":42801,"date":"2016-05-29T11:00:13","date_gmt":"2016-05-29T14:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=42801"},"modified":"2016-05-28T21:37:04","modified_gmt":"2016-05-29T00:37:04","slug":"efeito-mineracao-faz-desmatamento-na-mata-atlantica-subir-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/efeito-mineracao-faz-desmatamento-na-mata-atlantica-subir-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"\u201cEfeito minera\u00e7\u00e3o\u201d faz desmatamento na Mata Atl\u00e2ntica subir em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-42802\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Minas Gerais \u00e9 o estado que mais destruiu a Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo de 2014 e 2015. \u00c9 o que mostra a nova edi\u00e7\u00e3o do <i>Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atl\u00e2ntica<\/i>, estudo divulgado nesta quarta-feira (25) pela SOS Mata Atl\u00e2ntica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<p>O documento aponta que a Mata Atl\u00e2ntica perdeu 18.433 hectares (ha) no ano passado, taxa 1% maior que a do per\u00edodo anterior, que registrou 18.267 ha. A destrui\u00e7\u00e3o equivale a desmatar 4,6 vezes o tamanho do <a href=\"http:\/\/www.wikiparques.org\/wiki\/Parque_Nacional_da_Tijuca\" target=\"_blank\">Parque Nacional da Tijuca<\/a>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos de queda do desmatamento no estado, Minas Gerais voltou a liderar no ranking do pa\u00eds, com 7.702 ha de perda de Mata Atl\u00e2ntica, uma alta de 37% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo de 2013-2014. A minera\u00e7\u00e3o foi a principal respons\u00e1vel pelo aumento no estado: al\u00e9m do acidente em Mariana, que destruiu 169 hectares de Mata Atl\u00e2ntica, contribuiu o chamado \u201cTri\u00e2ngulo do Desmatamento\u201d, com destaque para a regi\u00e3o de Jequitinhonha, no noroeste do estado. Nessa regi\u00e3o, est\u00e3o concentrados os munic\u00edpios mineiros que mais desmatam a Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DESMATAMENTO NA MATA ATL\u00c2NTICA 2016\" src=\"http:\/\/e.infogr.am\/64020301-db08-4ebd-a67f-d2661a98401c?src=embed\" width=\"640\" height=\"671\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Os maiores desmatadores<\/b><\/p>\n<p>A Bahia ficou em segundo lugar, com 3.997 hectares desmatados, 14% a menos do que o per\u00edodo anterior. O Piau\u00ed veio em seguida, mesmo reduzindo o desmatamento no estado em 48%, de 5.626, no ano anterior, para 2.926 hectares. \u00c9 uma boa not\u00edcia, pois, no per\u00edodo entre 2013 e 2014, o Piau\u00ed liderou o ranking de desmatadores.<\/p>\n<p>Minas, Bahia e Piau\u00ed t\u00eam em comum o fato que o desmatamento da Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 mais forte nas \u00e1reas que fazem limite com o Cerrado, bioma que sofre com o aumento da fronteira agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Os munic\u00edpios que mais desmataram no per\u00edodo foram: Alvorada do Gurgu\u00e9ia (PI), respons\u00e1vel por desmatar 1.972 hectares; Baian\u00f3polis (BA) e Brejol\u00e2ndia (BA), que desmataram 824 ha e 498 ha respectivamente. Em quarto e em quinto lugares v\u00eam os munic\u00edpios mineiros de Curral de Dentro (492 ha) e \u00a0Jequitinhonha (370 ha), &#8211; \u00a00 Tri\u00e2ngulo do Desmatamento, que abriga ainda os munic\u00edpios de \u00c1guas Vermelhas (338 ha), Ponto dos Volantes (208 ha) e Pedra Azul (73 ha).<\/p>\n<p>O estudo destaca a m\u00e1 perfomance do Paran\u00e1, estado que apresentou o aumento mais brusco no per\u00edodo: de 921 ha de florestas nativas derrubadas entre 2013-2014 para 1.988 ha no \u00faltimo per\u00edodo, um aumento de 116%. Segundo o Atlas, o retorno do desmatamento nas florestas com arauc\u00e1ria foi respons\u00e1vel por 89% (1.777 ha) do total destru\u00eddo no estado.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/noticias\/28362-desmatamento-na-mata-atlantica-cresce-9\/dicionario-ambiental\/27214-entendendo-a-mata-atlantica\" target=\"_blank\">Mata Atl\u00e2ntica<\/a> se distribui ao longo da costa do pa\u00eds, \u00a0e cobre \u00e1reas de 17 estados, onde vive mais de 72% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Nessa extensa \u00e1rea, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais com \u00e1reas maiores que 100 hectares.<\/p>\n<p>Em 30 anos, o bioma perdeu 1.887.596 hectares, o equivalente \u00e0 \u00e1rea de 12,4 cidades de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Minas Gerais \u00e9 o estado que mais destruiu a Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo de 2014<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":42802,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/efeito_mineracao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Minas Gerais \u00e9 o estado que mais destruiu a Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo de 2014","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42801"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42801"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42801\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42802"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42801"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42801"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42801"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}