{"id":42746,"date":"2016-05-28T11:29:45","date_gmt":"2016-05-28T14:29:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=42746"},"modified":"2016-05-28T11:29:45","modified_gmt":"2016-05-28T14:29:45","slug":"alfarroba-conheca-os-beneficios-e-nutrientes-desta-semente-para-a-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/alfarroba-conheca-os-beneficios-e-nutrientes-desta-semente-para-a-saude\/","title":{"rendered":"Alfarroba: conhe\u00e7a os benef\u00edcios e nutrientes desta semente para a sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<div class=\"panel-group\">\n<p class=\"textoCorrido \"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-42747\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Os antigos gregos foram os primeiros a cultivar \u00e1rvores de <a href=\"http:\/\/www.minhavida.com.br\/alimentacao\/materias\/20580-alfarroba-conheca-os-beneficios-e-nutrientes-desta-semente\">alfarroba<\/a>, que agora est\u00e3o presentes em diversas regi\u00f5es do mundo. As \u00e1rvores frondosas produzem vagens marrons escuras, com muita polpa e pequenas sementes. Estas vagens s\u00e3o secas e mo\u00eddas em p\u00f3 ou processadas e transformadas em uma esp\u00e9cie de goma. O p\u00f3 de alfarroba tem aspecto e sabor muito semelhante ao p\u00f3 de cacau, sendo naturalmente doce e usado como uma alternativa ao chocolate. A alfarroba pode substituir o cacau no preparo de qualquer receita.<\/p>\n<h3>Nutrientes e muita fibra<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">Cem gramas de alfarroba em p\u00f3 cont\u00eam 220 calorias. A alfarroba \u00e9 rica em vitaminas do complexo B, como riboflavina, piridoxina e folato, e sais minerais como c\u00e1lcio, pot\u00e1ssio, magn\u00e9sio, ferro e mangan\u00eas. Ela cont\u00e9m 90% de carboidratos, 5% de prote\u00ednas e 1% de gordura. Al\u00e9m disso, a alfarroba \u00e9 rica em fibras (40 gramas em 100 gramas) e taninos sol\u00faveis, que ajudam a eliminar toxinas e normalizar o tr\u00e2nsito intestinal.<\/p>\n<h3>Fibras da alfarroba regulam o colesterol<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido publicidadeTeAds\">Em um estudo publicado no European Journal of Nutrition o consumo de produtos alimentares enriquecidos com farinha de alfarroba tem efeitos ben\u00e9ficos sobre o perfil lip\u00eddico, reduzindo o n\u00edvel de colesterol LDL (colesterol ruim) e triglicer\u00eddeos. Isto acontece porque ela \u00e9 rica em fibras insol\u00faveis, e seu uso pode ser eficaz na preven\u00e7\u00e3o e no tratamento da hipercolesterolemia (colesterol alto).<\/p>\n<h3>Atividade antioxidante<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">Segundo uma pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, o conte\u00fado de polifen\u00f3is da alfarroba (taninos, flavon\u00f3is e \u00e1cido g\u00e1lico) exibe uma potente a\u00e7\u00e3o contra radicais livres. Isso mostra que o consumo de alfarroba ajuda a lutar contra a oxida\u00e7\u00e3o, podendo ser considerada um alimento funcional. Outro estudo veiculado na revista cient\u00edfica Plant Foods for Human Nutrition mostrou que extratos de alfarroba s\u00e3o ricos em compostos fen\u00f3licos com atividade antioxidante, ajudando a reparar c\u00e9lulas danificadas por radicais livres, e t\u00eam a capacidade de atacar c\u00e9lulas de c\u00e2ncer do colo do \u00fatero.<\/p>\n<h3>A\u00e7\u00e3o antidiarreica<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">O seu consider\u00e1vel conte\u00fado de taninos \u00e9 o prov\u00e1vel respons\u00e1vel pela efic\u00e1cia da alfarroba no tratamento de diarreia e outros problemas de est\u00f4mago. Os taninos evitam o crescimento de bact\u00e9rias prejudiciais no intestino, enquanto os seus a\u00e7\u00facares naturais ajudam a dar consist\u00eancia ao bolo fecal. Um estudo publicado no Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition mostrou que o p\u00f3 de alfarroba administrado a crian\u00e7as com diarreia melhorou a condi\u00e7\u00e3o ap\u00f3s dois dias de tratamento. Alfarroba \u00e9 uma forma segura e eficaz para tratar a diarreia n\u00e3o s\u00f3 em crian\u00e7as, mas tamb\u00e9m em jovens e adultos.<\/p>\n<h3>Amiga do aparelho digestivo<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">Por ser uma rica fonte de fibra diet\u00e9tica, a alfarroba ajuda as atividades digestivas do corpo. A fibra melhora a digest\u00e3o porque ativa a secre\u00e7\u00e3o de sucos g\u00e1stricos, ajuda na consist\u00eancia das fezes e estimula os movimentos perist\u00e1lticos, o que promove regularidade intestinal. Isso se traduz em um sistema digestivo mais saud\u00e1vel, ajudando a prevenir doen\u00e7as gastrointestinais.<\/p>\n<h3>Vantagens em rela\u00e7\u00e3o ao cacau<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">A alfarroba n\u00e3o cont\u00e9m estimulantes como cafe\u00edna e teobromina, presentes no chocolate, que podem causar altera\u00e7\u00f5es em pessoas sens\u00edveis, e tamb\u00e9m podem passar atrav\u00e9s do leite materno causando c\u00f3licas no beb\u00ea. A alfarroba est\u00e1 livre de outra subst\u00e2ncia presente no chocolate, a feniletilamina, que pode causar crises de enxaqueca em algumas pessoas.<\/p>\n<h3>Como usar<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">A alfarroba \u00e9 um alimento que pode ser usado por todos, incluindo diab\u00e9ticos. A farinha ou p\u00f3 de alfarroba \u00e9 semelhante ao p\u00f3 de cacau, e pode ser usada para fazer um leite &#8216;achocolatado&#8217; frio ou quente. O p\u00f3 de alfarroba pode ser combinado com diferentes farinhas e outros ingredientes no preparo de p\u00e3es, biscoitos, bolos e uma infinidade de receitas. Uma vers\u00e3o mais fina da farinha de alfarroba \u00e9 usada para confec\u00e7\u00f5es, como barras de chocolate e bombons. S\u00f3 n\u00e3o conv\u00e9m exagerar, coma com modera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os antigos gregos foram os primeiros a cultivar \u00e1rvores de alfarroba, que agora est\u00e3o presentes<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":42747,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfarroba.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os antigos gregos foram os primeiros a cultivar \u00e1rvores de alfarroba, que agora est\u00e3o presentes","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42746"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42746"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42746\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42747"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}