{"id":42302,"date":"2016-05-20T14:30:09","date_gmt":"2016-05-20T17:30:09","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=42302"},"modified":"2016-05-19T21:28:18","modified_gmt":"2016-05-20T00:28:18","slug":"veneno-de-centopeias-e-lacraias-e-remedio-mais-eficiente-do-que-morfina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/veneno-de-centopeias-e-lacraias-e-remedio-mais-eficiente-do-que-morfina\/","title":{"rendered":"Veneno de centopeias e lacraias \u00e9 rem\u00e9dio mais eficiente do que morfina"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-42303\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Cientistas de v\u00e1rias partes do mundo realizaram estudos e descobriram que o veneno de algumas esp\u00e9cies de centopeias, lacraias e outros miri\u00e1podes pode ser utilizado para produzir rem\u00e9dios contra a dor, at\u00e9 mesmo mais eficientes do que a morfina. Nos laborat\u00f3rios, os pesquisadores v\u00eam extraindo o veneno das mand\u00edbulas destes animais, que, ao entrarem em contato direto com o ser humano, podem causar fortes dores, incha\u00e7o e erup\u00e7\u00f5es na pele.<\/p>\n<p>Os estudos que analisam o potencial do veneno dos miri\u00e1podes foram elaborados por cientistas australianos, chineses e mexicanos. De acordo com o professor Glenn King, da Universidade de Queensland, na Austr\u00e1lia, algumas experi\u00eancias com o veneno destes animais obtiveram resultados semelhantes \u00e0 a\u00e7\u00e3o da morfina, e, em outras, as propriedades liberadas pelos miri\u00e1podes foram consideradas mais eficientes do que o rem\u00e9dio utilizado para tratar dores intensas.<\/p>\n<p>Segundo informou o site portugu\u00eas Manchete Atual, o estudo australiano tamb\u00e9m comprovou que, ao ser processado em laborat\u00f3rio, o veneno da centopeia chinesa de cabe\u00e7a vermelha consegue inibir em at\u00e9 150 vezes mais do que os rem\u00e9dios convencionais a libera\u00e7\u00e3o da prote\u00edna Nav1.7, respons\u00e1vel pela transmiss\u00e3o da dor pelo organismo.<\/p>\n<p>Experi\u00eancias realizadas na Am\u00e9rica Latina tamb\u00e9m comprovam a efici\u00eancia das subst\u00e2ncias liberadas por estes animais na produ\u00e7\u00e3o de rem\u00e9dios contra fortes dores. De acordo com o site mexicano El Universal, um grupo de pesquisadores da Universidade Nacional Aut\u00f4noma do M\u00e9xico (UNAM) e da Universidade Aut\u00f4noma do Estado de Morelos j\u00e1 aponta para o uso medicinal do veneno dos miri\u00e1podes.<\/p>\n<p>Com o \u00eaxito das experi\u00eancias, a Comiss\u00e3o Nacional para o Conhecimento e Uso da Biodiversidade do M\u00e9xico (CONABIO) autorizou a elabora\u00e7\u00e3o de um cat\u00e1logo de esp\u00e9cies de centopeias e outros miri\u00e1podes que podem ser usados para fabricar rem\u00e9dios. A partir desta compila\u00e7\u00e3o de dados, os cientistas mexicanos v\u00eam estudando arquivos sobre estes animais em museus europeus, e firmando acordos de coopera\u00e7\u00e3o com outros centros de pesquisa, como a Universidade de P\u00e1dua, na It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das recentes pesquisas sobre o potencial do veneno das centopeias, diversas subst\u00e2ncias de animais pe\u00e7onhentos v\u00eam sendo usadas para fins medicinais. Al\u00e9m da inocula\u00e7\u00e3o do veneno de serpentes para amenizar os efeitos das picadas, o veneno do escorpi\u00e3o azul, ao ser processado em laborat\u00f3rios, pode ser aplicado como tratamento alternativo para pacientes com v\u00e1rios tipos de c\u00e2ncer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas de v\u00e1rias partes do mundo realizaram estudos e descobriram que o veneno de algumas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":42303,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/veneno_centopeia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cientistas de v\u00e1rias partes do mundo realizaram estudos e descobriram que o veneno de algumas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42302"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42302"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42302\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42303"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42302"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42302"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42302"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}