{"id":4162,"date":"2014-08-03T09:51:21","date_gmt":"2014-08-03T09:51:21","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=4162"},"modified":"2014-08-03T11:53:03","modified_gmt":"2014-08-03T11:53:03","slug":"terremotos-no-pais-liberaram-energia-de-20-bombas-atomicas-diz-professor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/terremotos-no-pais-liberaram-energia-de-20-bombas-atomicas-diz-professor\/","title":{"rendered":"Terremotos no pa\u00eds liberaram energia de 20 bombas at\u00f4micas, diz professor"},"content":{"rendered":"<div class=\"compartilhamento-materia\"><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" title=\"Mapa mostra registro de terremotos no Brasil; cada ponto vermelho indica um tremor (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/GZh942eCaFukfwG8vhFuN5BytVI=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/07\/21\/mapa-terremoto.jpg\" alt=\"Mapa mostra registro de terremotos no Brasil; cada ponto vermelho indica um tremor (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)\" width=\"620\" height=\"465\" \/><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><strong>Mapa do Sistema Nacional de Registros S\u00edsmicos mostra terremotos no Brasil; cada ponto vermelho indica um tremor (Foto: Sisbra\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parece estranho para quem acredita que o Brasil est\u00e1 imune a esse tipo de evento, mas abaixo dos nossos p\u00e9s, e em uma frequ\u00eancia maior do que a que estamos acostumados a ouvir, tamb\u00e9m nasce aquilo que deixa o mundo todo em polvorosa: terremotos. Ex-chefe do Observat\u00f3rio Sismol\u00f3gico da Universidade de Bras\u00edlia, o professor aposentado Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso diz que h\u00e1 pelo menos um tremor a cada sete dias no pa\u00eds e que eles nem sempre s\u00e3o t\u00e3o inofensivos assim.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 raro decorrer uma semana sem o registro de algum abalo s\u00edsmico no pa\u00eds, mas, geralmente, ele ser\u00e1 um evento pequeno e poder\u00e1 passar despercebido pelas pessoas\u201d, disse ao <strong>G1<\/strong>. &#8220;Pode-se comparar o montante da energia liberada durante a ocorr\u00eancia de um terremoto com uma explos\u00e3o nuclear, mas apenas de forma aproximada. Assim, estimamos que todos os terremotos j\u00e1 registrados no Brasil liberaram energia equivalente a cerca de 20 bombas como a de Hiroshima [lan\u00e7ada pelos EUA no Jap\u00e3o durante a 2\u00aa Guerra Mundial, matando 140 mil pessoas].\u201d<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">Vivemos no meio de tanto progresso cient\u00edfico que \u00e9 dif\u00edcil explicar porque os terremotos ainda n\u00e3o podem ser previstos. Isto n\u00e3o significa que nada pode ser feito. [No entanto] Esta previs\u00e3o, chamada de longo prazo, n\u00e3o traz benef\u00edcios imediatos para quem est\u00e1 sujeito a ocorr\u00eancia de grandes terremotos. Na pr\u00e1tica, o que se quer saber \u00e9, por exemplo, onde acontecer\u00e1 um grande terremoto nos pr\u00f3ximos dois meses. Mas ningu\u00e9m sabe responder isto com seguran\u00e7a.&#8221;<\/div>\n<div class=\"autor\">Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso,<br \/>\nex-chefe do Observat\u00f3rio Sismol\u00f3gico da UnB<\/div>\n<\/div>\n<p>Dados do Sistema Nacional de Registros S\u00edsmicos apontam que Minas Gerais lidera o n\u00famero de casos, com 2.599 tremores. O estado \u00e9 seguido pelo Mato Grosso, que j\u00e1 contabilizou 1.304 terremotos, e Rio Grande do Norte, com 1.245. As medi\u00e7\u00f5es no pa\u00eds come\u00e7aram em 1827, com a cria\u00e7\u00e3o do Observat\u00f3rio Nacional, e at\u00e9 agora\u00a0chegam a quase 8 mil.\u00a0A intensidade dos abalos \u00e9 avaliada por meio da escala Richter \u2013 uma escala logar\u00edtmica de base 10,\u00a0que atribui um n\u00famero de 1 a 9 para quantificar a energia liberada por um sismo.<\/p>\n<p>Em geral, eles come\u00e7am a ser sentidos pela popula\u00e7\u00e3o quando ultrapassam os 3 pontos. Nessa faixa, j\u00e1 s\u00e3o capazes de mover mob\u00edlias e derrubar objetos de prateleiras, al\u00e9m de quebrar pratos e janelas e balan\u00e7ar sinos de igrejas. \u00c1rvores e arbustos tamb\u00e9m sofrem oscila\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando atingem magnitude igual ou maior que 5, os terremotos causam trincas e conseguem derrubar constru\u00e7\u00f5es mais fr\u00e1geis. O \u00faltimo deles aconteceu em abril de 2008, em S\u00e3o Vicente (SP). O tremor, de \u00edndice 5,2 e epicentro no mar, produziu pequenas rachaduras em paredes da capital paulista e provocou o deslocamento de uma adutora em Mogi das Cruzes, deixando mais de 20 mil pessoas sem \u00e1gua.<\/p>\n<p>&#8220;As estat\u00edsticas mostram que, para todo o Brasil, acontece um terremoto de magnitude igual ou maior a 5 a cada cinco anos, em m\u00e9dia, e um de magnitude 7 s\u00f3 a cada 500 anos&#8221;, explica Veloso. &#8220;Os dois maiores tremores registrados atingiram magnitudes 6,1 e 6,2 e aconteceram em 1955. Apesar de tal magnitude ser considerada moderada, um sismo deste tamanho pode produzir muito estrago dependendo de onde aconte\u00e7a e das condi\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas locais e da qualidade das constru\u00e7\u00f5es da \u00e1rea atingida.&#8221;<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" title=\"O professor aposentado da Universidade de Bras\u00edlia, Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso (Foto: Raquel Morais\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/1RSdxUqUXXzRLQoXgVP-rrqgZ00=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/07\/21\/2013-09-26.jpg\" alt=\"O professor aposentado da Universidade de Bras\u00edlia, Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso (Foto: Raquel Morais\/G1)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><strong>O professor aposentado da UnB Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso (Foto: Raquel Morais\/G1)<\/strong><\/div>\n<p>\u201cVivemos no meio de tanto progresso cient\u00edfico que \u00e9 dif\u00edcil explicar por que os terremotos ainda n\u00e3o podem ser previstos. Isso n\u00e3o significa que nada pode ser feito\u201d, diz o especialista. \u201c[No entanto] Esta previs\u00e3o, chamada de longo prazo, n\u00e3o traz benef\u00edcios imediatos para quem est\u00e1 sujeito a ocorr\u00eancia de grandes terremotos. Na pr\u00e1tica, o que se quer saber \u00e9, por exemplo, onde acontecer\u00e1 um grande terremoto nos pr\u00f3ximos dois meses. Mas ningu\u00e9m sabe responder isso com seguran\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>O registro mais antigo que se tem de terremoto no Brasil \u00e9 de 1720, em Salvador (BA) \u2013 ele n\u00e3o chegou a ser mensurado por aparelhos. E, desde\u00a0ent\u00e3o, houve um \u00fanico caso comprovado de morte no pa\u00eds por causa de abalos s\u00edsmicos: um tremor de magnitude 4,9 ocorrido em Cara\u00edbas (MG) provocou o desabamento de casas. O madeiramento do telhado de uma delas atingiu uma menina de 5 anos, que n\u00e3o resistiu aos ferimentos.<\/p>\n<p>Atualmente, os pesquisadores t\u00eam se dedicado a acompanhar a atividade da regi\u00e3o de Montes Claros (MG). Somente em abril passado, foram quatro ocorr\u00eancias. Os mais intensos foram sentidos no dia 6: 3,9, \u00e0s 10h39, e 3,8, \u00e0s 16h31.<\/p>\n<p><strong>Tremores ininterruptos<\/strong><br \/>\nA cidade de Jo\u00e3o C\u00e2mara (RN) foi a que mais sofreu danos materiais e sociais por causa de terremotos brasileiros. A terra tremeu intermitentemente por sete anos. O maior abalo s\u00edsmico atingiu magnitude 5,1, em 30 de novembro de 1986.<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">As estat\u00edsticas mostram que, para todo o Brasil, acontece um terremoto de magnitude igual ou maior a 5 a cada cinco anos, em m\u00e9dia, e um de magnitude 7 s\u00f3 a cada 500 anos.&#8221;<\/div>\n<div class=\"autor\">Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso,<br \/>\nex-chefe do Observat\u00f3rio Sismol\u00f3gico da UnB<\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;Os tremores produziram danos em 4.348 edifica\u00e7\u00f5es, que tiveram de ser reparadas e algumas reconstru\u00eddas totalmente. Mais de 26 mil desabrigados ocasionaram problemas em cidades vizinhas e tamb\u00e9m na capital, Natal. Os preju\u00edzos chegaram a US$ 14 milh\u00f5es&#8221;, explica Veloso.<\/p>\n<p>Quase 25 anos depois, a cidade voltou a registrar uma sequ\u00eancia de tremores. Foram nove casos entre 12 e 24 de outubro de 2011, que assustaram os moradores. O mais intenso deles chegou a 2,8 na escala Richter.<\/p>\n<p>Para acompanhar os abalos na \u00e1rea, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte ampliou o n\u00famero de esta\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o da falha tect\u00f4nica de Samambaia, que fica na cidade. Ela \u00e9 considerada a maior do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Causas<\/strong><br \/>\nOs tremores s\u00e3o geralmente causados pela movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas \u2013 um grupo de 12 grandes blocos da crosta terrestres onde est\u00e3o assentados os oceanos e continentes. O registro mais intenso aconteceu em Vald\u00edvia, no Chile, em 1960. Ele obteve 9,5 graus na escala Richter, provocando um grande tsunami que atingiu ilhas do Hava\u00ed, a dez mil quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\">\n<p><img loading=\"lazy\" title=\"Entenda como acontece um terremoto (Foto: Editoria de arte\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/EWRd26GZRpeJXSL5aZyDG1UtYgE=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/07\/21\/terremoto-arte_1.jpg\" alt=\"Entenda como acontece um terremoto (Foto: Editoria de arte\/G1)\" width=\"620\" height=\"991\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 ainda terremotos induzidos por atividades humanas. Falhas em projetos podem provocar abalos durante o enchimento de lagos artificiais de barragens, perfura\u00e7\u00e3o de minas profundas e extra\u00e7\u00e3o de g\u00e1s e petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>\u201cNa verdade, o aparecimento desses sismos \u00e9 mais exce\u00e7\u00e3o do que regra geral. Por exemplo, das dezenas de milhares de reservat\u00f3rios hidrel\u00e9tricos existentes no mundo, somente alguns produziram sismos\u201d, explica Veloso.<\/p>\n<p><strong>Medi\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nO Observat\u00f3rio Sismol\u00f3gico da UnB foi fundado em 1968, seguindo uma recomenda\u00e7\u00e3o da Unesco. O objetivo era que a Am\u00e9rica do Sul tivesse aparelhos de alta sensibilidade, capazes principalmente de monitorar tremores surgidos na regi\u00e3o andina. Atualmente, o \u00f3rg\u00e3o conta com 49 esta\u00e7\u00f5es nas cinco regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>O \u00f3rg\u00e3o conta\u00a0com uma p\u00e1gina em rede social,\u00a0na qual divulga informa\u00e7\u00f5es a respeito\u00a0e tamb\u00e9m recebe relatos de suspeitas de abalos s\u00edsmicos.\u00a0Coordenadora do \u00f3rg\u00e3o, a ge\u00f3loga M\u00f4nica Von Huelson afirma que os terremotos catalogados costumam ser sentidos em um raio m\u00e1ximo de aproximadamente 150 quil\u00f4metros.<\/p>\n<div id=\"3514816\" class=\"video componente_materia\" style=\"background-color: black; overflow: hidden; width: 320px; height: 240px;\">\n<div class=\"wm-poster-wrapper\" style=\"width: 320px; height: 240px;\">\n<div class=\"wm-poster-inner-wrapper\" style=\"cursor: pointer;\"><img class=\"wm-poster-image\" style=\"width: 320px; height: 240px; margin-left: 0px; margin-top: 0px; visibility: visible;\" src=\"http:\/\/s01.video.glbimg.com\/x240\/3514816.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cMuitos assustam-se e correm para a rua. As pessoas sentem falta de seguran\u00e7a. Os pratos, as lou\u00e7as, os vidros das janelas, os copos partem-se. Objetos ornamentais e livros caem das prateleiras. Os quadros caem das paredes. As mob\u00edlias movem-se ou tombam&#8221;, diz a professora.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da medi\u00e7\u00e3o, foi detectado apenas um abalo s\u00edsmico com epicentro no DF (<strong>veja v\u00eddeo ao lado<\/strong>). Ele ocorreu na manh\u00e3 de 20 de novembro de 2000 e fez com que moradores de S\u00e3o Sebasti\u00e3o acordassem sobressaltados pelo estranho movimento das camas. O tremor atingiu 3,7 pontos na escala Richter.<\/p>\n<p>As causas do terremoto ainda n\u00e3o foram esclarecidas. Segundo o ex-chefe do observat\u00f3rio Jos\u00e9 Alberto Vivas Veloso, a possibilidade de a origem do tremor ter sido o resultado do desabamento do teto de uma caverna subterr\u00e2nea n\u00e3o foi descartada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mapa do Sistema Nacional de Registros S\u00edsmicos mostra terremotos no Brasil; cada ponto vermelho indica<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4165,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/tremores_terra.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Mapa do Sistema Nacional de Registros S\u00edsmicos mostra terremotos no Brasil; cada ponto vermelho indica","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4162\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4165"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}