{"id":40788,"date":"2016-04-25T15:00:33","date_gmt":"2016-04-25T18:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=40788"},"modified":"2016-04-25T07:31:26","modified_gmt":"2016-04-25T10:31:26","slug":"parque-no-chile-incentiva-os-vizinhos-a-respeitar-e-proteger-a-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/parque-no-chile-incentiva-os-vizinhos-a-respeitar-e-proteger-a-natureza\/","title":{"rendered":"Parque Pumalin no Chile incentiva os vizinhos a respeitar e proteger a natureza"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-40789\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\u201cDe um ponto de vista existencial, voc\u00ea tem que fazer o que pode e \u00e9 isso. Estamos todos na mesma estrada\u201d, diz o americano Douglas Tompkins.<\/p>\n<p>H\u00e1 55 anos, Douglas Tompkins escolheu percorrer uma a estrada que leva a paisagens bel\u00edssimas. Ela fica no <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/chile\">Chile<\/a>, na regi\u00e3o dos lagos, na cidade de Chait\u00e9n.<\/p>\n<p>De l\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver o vulc\u00e3o Corcovado e as ruas tranquilas que escondem uma trag\u00e9dia recente.\u00a0 A origem foi outro vulc\u00e3o, com o mesmo nome da cidade.<\/p>\n<p>O vulc\u00e3o Chait\u00e9n entrou em erup\u00e7\u00e3o em 2008 e a explos\u00e3o foi t\u00e3o forte, que muitas \u00e1rvores grandes e antigas foram derrubadas e queimadas. N\u00e3o houve lava, mas o vulc\u00e3o lan\u00e7ou muita cinza por toda a regi\u00e3o e continuou assim por dois anos.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" title=\"mapa_chile_chaiten (Foto: reprodu\u00e7\u00e3o TV Globo)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/huLlRJWJsb5TmldtI068zAETC48=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2016\/04\/23\/mapa-chile.jpg\" alt=\"mapa_chile_chaiten (Foto: reprodu\u00e7\u00e3o TV Globo)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><strong>Cidade de Chait\u00e9n (Foto: reprodu\u00e7\u00e3o TV Globo)<\/strong><\/div>\n<p>De tantos sedimentos depositados em seu leito, o rio Blanco, que margeia a cidade, transbordou. Muitas casas at\u00e9 hoje continuam destru\u00eddas.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, toda a popula\u00e7\u00e3o foi evacuada. Parte do santu\u00e1rio ecol\u00f3gico que o Globo Rural visitou, o Parque Pumalin, ficou fechada.<\/p>\n<p>De cara, o nome do parque nos remete ao animal: o puma. Um felino das am\u00e9ricas que, no Brasil, \u00e9 conhecido como su\u00e7uarana.\u00a0 Alguns povoam os 300 mil hectares do parque.<\/p>\n<p>Suas lindas paisagens atraem turistas do mundo todo.\u00a0 A advogada alem\u00e3, Elke, levou um caminh\u00e3o da Alemanha para o parque, no Chile. \u201cDepois vamos para o norte e esperamos chegar ao Alaska. A natureza aqui \u00e9 fant\u00e1stica. A floresta aut\u00eantica \u00e9 muito linda\u201d.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o \u00e9 de floresta \u00famida temperada, onde a precipita\u00e7\u00e3o de chuva chega a seis mil mil\u00edmetros ao ano. Herardo Quicel, que trabalha no local h\u00e1 12 anos, acompanhou a equipe de reportagem para conhecer uma das trilhas onde as esp\u00e9cies de plantas foram catalogadas.<\/p>\n<p>Em outra trilha \u00e9 poss\u00edvel conhecer alguns exemplares da \u00e1rvore considerada uma das mais antigas do planeta. O alerce \u00e9 uma con\u00edfera, como os pinheiros.\u00a0 Carlos Zambrano, administrador do parque, explica que ela pode chegar a 60 metros de altura.<\/p>\n<p>O alerce \u00e9 um monumento nacional. \u00c9 uma esp\u00e9cie end\u00eamica desta zona, s\u00f3 existe nesta regi\u00e3o do Chile e numa parte da Argentina. Est\u00e1 protegida por lei no Chile e o Pumalin tem uma \u00e1rea importante.\u00a0Cento e sessenta hectares degradados dentro do parque j\u00e1 foram recompostos com novas mudas de alerce.<\/p>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o emoldura lagos, rios de \u00e1gua cristalina, cachoeiras e d\u00e1 abrigo a uma diversidade de animais. Muitas aves, como a bandurria, ou curicaca, no Brasil. \u00c0 noite encontramos o pudu, um pequeno cervo. E pela manh\u00e3 fomos saudados por um casal de golfinhos que nadando tranquilo na Caleta Gonzalo.<\/p>\n<p>A caleta \u00e9 onde atracam barcos de pescadores e balsas que levam e trazem visitantes. A equipe do Globo Rural navegou nesse bra\u00e7o de mar e registrou um grupo de lobos marinhos descansando nas margens.<br \/>\n\u00c9 de barco que se chega \u00e0 maioria dos lugares no Parque Pumalin.<\/p>\n<p>O Campo Pill\u00e0n, fica a 60 quil\u00f4metros por estrada de Chait\u00e9n, mais meia hora de barco. De l\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver, ao fundo, o segundo vulc\u00e3o que fica dentro do parque: o Michinmauida.<\/p>\n<p>Pequenas propriedades ao redor do parque buscam produzir sem agredir a natureza. Al\u00e9m de trazer renda \u00e0 popula\u00e7\u00e3o local, as \u00e1reas funcionariam como um escudo para o parque.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos uma m\u00e1xima: a conserva\u00e7\u00e3o como consequ\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o. Se sua produ\u00e7\u00e3o prejudica a natureza, temos que modificar o m\u00e9todo at\u00e9 que sua atividade seja compat\u00edvel com o ambiente\u201d, explica.<\/p>\n<div id=\"entenda_o_caso_329\" class=\"entenda-o-caso componente_materia\">Em Pill\u00e0n, a atividade \u00e9 a extra\u00e7\u00e3o de mel. Hoje a colheita \u00e9 do mel da flor de ulmo, ou olmo, uma \u00e1rvore nativa. Tr\u00eas mil quilos j\u00e1 est\u00e3o nos dep\u00f3sitos, mas a previs\u00e3o \u00e9 de 12 mil.\u00a0 Victoria Huenchuan \u00e9 a engenheira agr\u00edcola e respons\u00e1vel pelo processamento. \u201cNossa produ\u00e7\u00e3o depende do clima. Se \u00e9 muito rigoroso, muita chuva ou muito vento, isso mata as abelhas e afeta a produ\u00e7\u00e3o. O clima e as dist\u00e2ncias s\u00e3o grandes desafios por aqui\u201d, explica.<\/div>\n<p>Em uma \u00e1rea ainda mais distante fica o campo Vodudahue. German e Luiz Sanchez, pai e filho, cuidam de uma pequena cria\u00e7\u00e3o de ovelhas e gado. A regi\u00e3o chuvosa garante pasto verde o ano inteiro, mas isso tamb\u00e9m traz desvantagens.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um solo muito fr\u00e1gil porque no inverno fica saturado de \u00e1gua. \u00c9 comum a eros\u00e3o. Fazemos a cria\u00e7\u00e3o s\u00f3 na primavera e ver\u00e3o porque s\u00e3o as esta\u00e7\u00f5es em que temos solo firme e maior crescimento das ra\u00edzes do capim. Assim, o solo resiste mais ao pisoteio do animal\u201d, explica.<\/p>\n<p>Melhorar o solo vem sendo o principal trabalho de Julia.\u00a0 Ela e o marido, Carlo, cuidam do campo El Amarillo, do mesmo dono do parque. A horta \u00e9 cultivada h\u00e1 quatro anos. Tem beterraba, abobrinha, repolho, cebolinha, coentro. Na estufa, pepinos, ab\u00f3bora. Entre as frutas, morango, framboesa e mirtilo.<\/p>\n<p>\u201cO solo da Patag\u00f4nia \u00e9 como uma placa de terra praticamente est\u00e9ril, porque n\u00e3o h\u00e1 vida animal. \u00c9 t\u00e3o compacto que impede que as minhocas penetrem. \u00c9 duro como uma pedra e muito \u00e1cido. Fa\u00e7o uma rota\u00e7\u00e3o de culturas e as plantas melhoram o solo. Coloco h\u00famus e revolvo a terra para enriquecer. Hoje se pode dizer que o solo \u00e9 melhor, n\u00e3o bom, porque mais ao fundo tem um solo que chamamos de terrillo, que tem ferro e \u00e9 muito compacto\u201d, explica.<\/p>\n<p>A agricultora Julia Vasquez conta como se apaixonou pela agricultura. \u201cO que mais me impressionava era a transforma\u00e7\u00e3o de uma semente t\u00e3o insignificante como a de uma cenoura, por exemplo, num legume.\u00a0 Ent\u00e3o, o primeiro cultivo de cenoura foi para mim foi como uma hist\u00f3ria que escutei sobre os budistas que conseguiam ver crescer o pasto. Eu me coloquei no campo para ver o crescimento da minha cenoura. E um dia, estava a cenoura e eu com a cabe\u00e7a encostada no ch\u00e3o. Isso pra mim foi m\u00e1gico e comecei a chorar, porque me senti testemunha do crescimento de um vegetal. E esta \u00e9 a hist\u00f3ria da cenoura!\u201d, lembra.<\/p>\n<p>\u00c9 de pessoas especiais como Julia que est\u00e1 cercado o Parque Pumalin. Mas para visitar o lugar onde ele come\u00e7ou, a equipe de reportagem se aventurou em um dos tantos dias chuvosos da regi\u00e3o dentro de um barco e depois em uma carro\u00e7a puxada por cavalos.<\/p>\n<p>No Campo Renihue que come\u00e7ou o Parque Pumalin. Uma \u00e1rea de 16.800 hectares que estava praticamente abandonada, quando foi comprada em 1991, pelo homem que idealizou o parque. Ele \u00e9 carinhosamente chamado de El Grand Jefe ou El Grand Doug. O Grande Chefe ou o Grande Doug.<\/p>\n<p>Douglas Tompkins recebe os visitantes na porta de casa, onde todos tiram os sapatos antes de entrar. Ele conta que a casa foi toda restaurada. \u201cEsta \u00e9 uma casa de fazenda antiga. A chuva entrava pelo teto e n\u00f3s praticamente reconstru\u00edmos tudo\u201d.<\/p>\n<p>As paredes forradas de fotos, at\u00e9 no banheiro, contam um pouco da hist\u00f3ria de Doug, um americano apaixonado por esportes radicais. Foi como esquiador que ele esteve no Chile pela primeira vez em 1961.<\/p>\n<p>\u201cDepois da esta\u00e7\u00e3o de esqui, eu desci pra Patag\u00f4nia e comecei a conhecera \u00a0regi\u00e3o. Voltava pro Chile a cada dois anos\u201d, conta.<\/p>\n<p>Nos anos 1960, Doug criou duas marcas de roupas esportivas. As empresas foram vendidas anos depois, quando passou a se dedicar ao conservacionismo. O Parque Pumalin surgiu, segundo ele, por acaso.<\/p>\n<p>\u201cEm 1989 eu vim aqui e algu\u00e9m me contou que esta fazenda estava \u00e0 venda. Eu vim visitar. Estava em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es e a um pre\u00e7o razo\u00e1vel. Eu comprei sem saber qual seria o destino disso, ou o meu destino&#8230; Descobrimos que havia algo a mais \u00e0 venda ali, l\u00e1 e come\u00e7amos a juntar peda\u00e7os diferentes. Em sete, oito anos, eu reuni o que hoje \u00e9 90% do Parque Pumalin\u201d, conta.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi s\u00f3 no Chile que Douglas e sua esposa, Kristine Tompkins, compraram terras. Na Argentina tamb\u00e9m. Ao todo, eles criaram dez parques. Cinco foram foram doados aos governos dos dois pa\u00edses e se tornaram parques nacionais.<\/p>\n<p>No in\u00edcio, a compra de grandes extens\u00f5es de terra por um americano, claro, gerou resist\u00eancia. Ainda que a ideia fosse preservar ou, principalmente, por isso.<\/p>\n<p>\u201cEm todo lugar do mundo conserva\u00e7\u00e3o e desenvolvimento n\u00e3o convivem t\u00e3o bem. Havia resist\u00eancia de algumas fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, n\u00e3o todas, mas algumas. Estamos fazendo isso com nosso trabalho e temos muitos chilenos nos apoiando\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de comprar e preservar \u00e1reas, a funda\u00e7\u00e3o levanta fundos para produzir livros que promovem o ativismo. Quando visitamos o parque, a esposa de Doug, Kris, estava em viagem justamente pra isso.<\/p>\n<p>\u201cEste livro \u00e9 sobre sistema intensivo de cria\u00e7\u00e3o de animais. Voc\u00ea pode ver pelas fotos os impactos negativos. Esse \u00e9 lobby das grandes ind\u00fastrias para enganar a todos, assim conseguem investidores, boas leis, como se fizessem algo nobre. E, na realidade, isso \u00e9 uma das ra\u00edzes da crise ambiental mundial. Vem da agricultura e da cria\u00e7\u00e3o de animais. O ativismo \u00e9 est\u00e1 no meu DNA\u201d, diz.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo projeto \u00e9 a doa\u00e7\u00e3o do Parque Pumalin ao governo do Chile. \u201cA vida continua. Temos v\u00e1rios projetos. A gente espera ter um fim de vida e dizer adeus a esta terra tendo deixado um bom n\u00famero de parques. Este \u00e9 nosso foco. Eu n\u00e3o planejo me aposentar! Isso com certeza\u201d, declara.<\/p>\n<p>Ainda cheio de projetos, Douglas Tompkins morreu depois desta reportagem, fazendo o que mais gostava: ficar em contato com a natureza. Aos 72 anos, sofreu um acidente quando andava de caiaque num lago chileno.\u00a0Teve bons momentos vividos e um trabalho que, com certeza, impactou a exist\u00eancia de muitos seres vivos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cDe um ponto de vista existencial, voc\u00ea tem que fazer o que pode e \u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":40789,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/chile.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u201cDe um ponto de vista existencial, voc\u00ea tem que fazer o que pode e \u00e9","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40788"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40788"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40788\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40789"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40788"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40788"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40788"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}