{"id":40771,"date":"2016-04-25T13:00:00","date_gmt":"2016-04-25T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=40771"},"modified":"2016-04-24T21:38:47","modified_gmt":"2016-04-25T00:38:47","slug":"banco-mundial-e-governos-lancam-plataforma-para-monitorar-e-combater-secas-no-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/banco-mundial-e-governos-lancam-plataforma-para-monitorar-e-combater-secas-no-nordeste\/","title":{"rendered":"Banco Mundial e governos lan\u00e7am plataforma para monitorar e combater secas no Nordeste"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-40772\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Projeto publica mapas mensais que permitem acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o de estiagens em diferentes \u00e1reas da regi\u00e3o. Iniciativa quer fornecer informa\u00e7\u00f5es precisas para que as autoridades consigam agir de forma preventiva, evitando agravamento de crises.<\/p>\n<p>Com apoio do Banco Mundial, uma iniciativa do governo federal em parceria com os estados do Nordeste quer mudar o olhar convencional que Brasil e mundo t\u00eam sobre a seca na regi\u00e3o. Lan\u00e7ado no final do m\u00eas passado, o Monitor de Secas do Nordeste Brasileiro disponibiliza mapas mensais que acompanham a <a href=\"http:\/\/www.worldbank.org\/pt\/news\/feature\/2016\/04\/18\/mapas-monitor-sequias-brasil\">evolu\u00e7\u00e3o das estiagens nos nove estados<\/a>.<\/p>\n<p>O objetivo do projeto \u00e9 fornecer informa\u00e7\u00f5es precisas para as institui\u00e7\u00f5es do Brasil, que poder\u00e3o agir de modo preventivo e continuado, al\u00e9m de tra\u00e7ar pol\u00edticas p\u00fablicas coordenadas.<\/p>\n<p>Os mapas produzidos cont\u00eam indicadores que expressam cinco n\u00edveis de gravidade das secas, alertando para fen\u00f4menos extremos, mas permitindo principalmente a previs\u00e3o de estiagens mais severas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma mudan\u00e7a de modelo para um pa\u00eds que sempre encarou as secas como uma fatalidade\u201d, afirmou o diretor-presidente da Ag\u00eancia Pernambucana de \u00c1guas e Clima \u2013 uma das parceiras do programa \u2013, Marcelo Asfora.<\/p>\n<p>Mapas semelhantes s\u00e3o usados nos Estados Unidos, no M\u00e9xico e na Espanha, pa\u00edses que inspiraram o Monitor do Nordeste. Com a iniciativa, o Brasil pode se tornar um exemplo para a Am\u00e9rica Latina e o mundo ao mostrar como \u00e9 poss\u00edvel integrar dados e institui\u00e7\u00f5es. O Monitor de Secas recebeu apoio tamb\u00e9m do Fundo Espanhol para a Am\u00e9rica Latina (SFLAC).<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IzT1xF4QaLA?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;autohide=2&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent\" width=\"640\" height=\"286\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>\u201cNos pa\u00edses em desenvolvimento, \u00e9 comum as ag\u00eancias coletarem certos tipos de informa\u00e7\u00f5es e guard\u00e1-las para si mesmas\u201d, explicou o climatologista norte-americano Donald Wilhite, que prestou assessoria ao projeto brasileiro desde sua concep\u00e7\u00e3o, em 2013.<\/p>\n<p>O especialista criticou a maneira como as autoridades de todas as na\u00e7\u00f5es, em desenvolvimento ou n\u00e3o, vinham encarando o problema das estiagens. \u201cElas\u00a0demoraram demais para tomar provid\u00eancias concretas, e isso tem a ver com a pr\u00f3pria natureza das secas\u201d, avaliou Wilhite.<\/p>\n<p>Como esses fen\u00f4menos em geral n\u00e3o causam danos na infraestrutura e se desenvolvem de forma lenta, os formuladores de pol\u00edticas p\u00fablicas tendem a ignorar os impactos nas pessoas e no meio ambiente, segundo o climatologista.<\/p>\n<p>Ao longo do \u00faltimo s\u00e9culo, por\u00e9m, estimativas indicam que estiagens afetaram 2 bilh\u00f5es de pessoas e mataram 11 milh\u00f5es em todo o mundo.<\/p>\n<p>Prevenir a devasta\u00e7\u00e3o causada pelas secas \u00e9 poss\u00edvel por meio de projetos como o Monitor de Secas, al\u00e9m de ser fundamental frente \u00e0 amea\u00e7a crescente das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. De acordo com o relat\u00f3rio \u201cDiminuir o Calor\u201d, elaborado pelo Banco Mundial em 2012, \u201co Nordeste brasileiro sofre particularmente os impactos das secas associadas ao fen\u00f4meno El Ni\u00f1o, que podem se tornar mais frequentes em um planeta 4\u00b0C mais quente\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/monitordesecas.ana.gov.br\/\">Acesse o Monitor aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto publica mapas mensais que permitem acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o de estiagens em diferentes \u00e1reas da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":40772,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/seca-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Projeto publica mapas mensais que permitem acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o de estiagens em diferentes \u00e1reas da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40771"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40771"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40771\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40772"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40771"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40771"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40771"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}