{"id":38555,"date":"2016-03-10T08:00:48","date_gmt":"2016-03-10T11:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=38555"},"modified":"2016-03-09T21:37:10","modified_gmt":"2016-03-10T00:37:10","slug":"agropecuaria-pode-reduzir-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/agropecuaria-pode-reduzir-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa\/","title":{"rendered":"Agropecu\u00e1ria pode reduzir emiss\u00f5es de gases de efeito estufa"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg\" rel=\"attachment wp-att-38556\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-38556\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Ado\u00e7\u00e3o em escala de pr\u00e1ticas de baixo carbono e aumento de cr\u00e9dito para quem as adota s\u00e3o algumas das estrat\u00e9gias no campo que podem contribuir com as metas brasileiras para o clima, sem perda de produtividade.<\/em><\/p>\n<p>Oito propostas que permitem \u00e0 agropecu\u00e1ria brasileira reduzir significativamente suas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa foram listadas em documento rec\u00e9m-lan\u00e7ado pela Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Elaboradas com base em estudos e tecnologias j\u00e1 existentes, elas incluem a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas como recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas, intensifica\u00e7\u00e3o moderada da bovinocultura de corte e fim do desmatamento ilegal. \u201cAl\u00e9m de oferecer contribui\u00e7\u00f5es para o Brasil cumprir os compromissos firmados no \u00e2mbito do Acordo de Paris, esse conjunto de medidas tamb\u00e9m permite manter e mesmo aumentar a competitividade e a produtividade do setor\u201d, afirma Luiz Cornacchioni, diretor executivo da Abag (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Agroneg\u00f3cio).<\/p>\n<p>No entanto, para que tenham \u00eaxito, tais a\u00e7\u00f5es precisam ser adotadas de maneira ampla, com pol\u00edticas p\u00fablicas de longo prazo. \u201cAs tecnologias para baixo carbono no campo j\u00e1 s\u00e3o uma realidade no pa\u00eds, mas precisam ganhar escala a fim de que tragam o resultado desejado\u201d, lembra Marina Piatto, coordenadora da iniciativa de clima e agropecu\u00e1ria do Imaflora. V\u00e1rias pesquisas embasam o documento e permitem estimar que o setor mitigue at\u00e9 50% de suas emiss\u00f5es at\u00e9 2030, se as pr\u00e1ticas adequadas forem aplicadas de forma ampla, principalmente, nas \u00e1reas de pastagens degradadas.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise e a elabora\u00e7\u00e3o das propostas para a agropecu\u00e1ria foram feitas pelo Grupo de Trabalho ABC (Agricultura de Baixo Carbono) da Coaliz\u00e3o, formado por especialistas e t\u00e9cnicos de diversas organiza\u00e7\u00f5es, centros de pesquisas e empresas. O documento aponta, ainda, os obst\u00e1culos para a ado\u00e7\u00e3o dessas pr\u00e1ticas. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio solucionar certos gargalos que dependem de iniciativas e a\u00e7\u00f5es multissetoriais, relacionadas a quest\u00f5es fundi\u00e1rias, log\u00edsticas e de treinamento, entre outras. Seria fundamental tamb\u00e9m ampliar a escala de linhas de financiamento para as pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis\u201d, completa Cornacchioni. Leia a seguir o documento na \u00edntegra.<\/p>\n<p><strong>Contribui\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria para a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Instalada em dezembro de 2014, a Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura \u00e9 uma iniciativa formada por associa\u00e7\u00f5es setoriais, empresas, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade e indiv\u00edduos, interessados em contribuir para o avan\u00e7o e a sinergia das agendas de prote\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel das florestas, agricultura sustent\u00e1vel e mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>O ano de 2015 foi muito importante para a agenda nacional e internacional de mudan\u00e7a do clima, por conta das negocia\u00e7\u00f5es da COP21, que resultaram no Acordo de Paris. Neste sentido, a Coaliz\u00e3o estabeleceu um di\u00e1logo entre diferentes atores, o Governo Federal e as principais organiza\u00e7\u00f5es internacionais envolvidas com o tema, visando contribuir com as negocia\u00e7\u00f5es multilaterais e a agenda econ\u00f4mica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O movimento construiu, ao longo de seis meses, um documento coletivo contendo dezessete propostas para o compromisso de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, em n\u00edvel nacional e internacional. Neste escopo de trabalho, iniciativas para uma agricultura de baixas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE) foram levantadas para dar escala \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o positiva desse setor para as metas de mitiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Como contribui\u00e7\u00e3o aos esfor\u00e7os globais de redu\u00e7\u00e3o dos impactos da mudan\u00e7a do clima, a agropecu\u00e1ria brasileira tem o potencial de apresentar as propostas elencadas a seguir.<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Reduzir de forma cont\u00ednua as emiss\u00f5es de GEE e\/ou o balan\u00e7o l\u00edquido de CO<sub>2<\/sub>eq, por meio da ado\u00e7\u00e3o em escala de pr\u00e1ticas de baixas emiss\u00f5es e alto sequestro de carbono, como: recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas, intensifica\u00e7\u00e3o moderada da bovinocultura de corte, amplia\u00e7\u00e3o de sistemas de integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria (iLP) e lavoura-pecu\u00e1ria-floresta (iLPF), ado\u00e7\u00e3o de sistemas de plantio direto (SPD), uso de cultivares que realizam a fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica do nitrog\u00eanio (FBN), florestas plantadas e tratamento de dejetos animais.<\/li>\n<li>Incluir incentivos para a expans\u00e3o agr\u00edcola e pecu\u00e1ria em \u00e1reas atualmente degradadas: aproveitar o potencial de expans\u00e3o sobre estas \u00e1reas, evitando assim a perda de carbono do solo e a convers\u00e3o de ecossistemas naturais. Essa aspira\u00e7\u00e3o deve orientar os planos plurianuais de investimento e a\u00e7\u00e3o, uma vez que representa o maior potencial de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE pelo setor[1]. Trata-se ainda de uma medida essencial para suprir, de forma sustent\u00e1vel, a demanda por produtos agropecu\u00e1rios.<\/li>\n<li>Aperfei\u00e7oar o Plano ABC, de forma a garantir o cumprimento das metas atuais e sua expans\u00e3o no per\u00edodo p\u00f3s-2020: manter, implementar, monitorar e dar maior transpar\u00eancia ao Plano, incluindo a estrat\u00e9gia de capacita\u00e7\u00e3o de gestores estaduais e todas as atividades de apoio ao produtor previstas.<\/li>\n<li>Aumentar os recursos destinados ao Programa ABC dentro do Plano Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio.<\/li>\n<li>Eliminar das cadeias produtivas brasileiras produ\u00e7\u00e3o oriunda de desmatamento ilegal ou de explora\u00e7\u00e3o ilegal.<\/li>\n<li>Destacar a contribui\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria brasileira em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa conservada e a ser restaurada nas propriedades rurais por conta das exig\u00eancias do C\u00f3digo Florestal e dos compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil. Uma vez que se encontra dentro das propriedades agr\u00edcolas e sob responsabilidade dos produtores rurais, o carbono retido ou sequestrado nas \u00e1reas de conserva\u00e7\u00e3o deve ser valorizado como um esfor\u00e7o do setor agropecu\u00e1rio<\/li>\n<li>Incentivar a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel, a inova\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico no setor de agroenergia, considerando o potencial dessa fonte na substitui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis e na diversifica\u00e7\u00e3o da matriz energ\u00e9tica nacional.<\/li>\n<li>Refor\u00e7ar a integra\u00e7\u00e3o intersetorial para que os gargalos para implementa\u00e7\u00e3o dessas propostas sejam contornados e todo o potencial de redu\u00e7\u00e3o do setor agropecu\u00e1rio seja de fato atingido. Dentre os setores que necessitam de integra\u00e7\u00e3o com as pol\u00edticas agropecu\u00e1rias, destacam-se: infraestrurura, log\u00edstica, energia, regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e ambiental e assist\u00eancia t\u00e9cnica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma s\u00e9rie de estudos recentes demonstra o grande potencial da agropecu\u00e1ria brasileira em contribuir de forma significativa para a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. No entanto, indefini\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao ritmo lento de ado\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas de baixo carbono ao longo do tempo, n\u00e3o permitiram inserir neste documento um volume espec\u00edfico de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE pelo setor agropecu\u00e1rio para o novo per\u00edodo de compromisso no \u00e2mbito do Acordo de Paris. Al\u00e9m do potencial de mitiga\u00e7\u00e3o j\u00e1 apresentado pelo Plano ABC, an\u00e1lises do Observat\u00f3rio do Clima e do Observat\u00f3rio ABC tamb\u00e9m demonstram que aagropecu\u00e1ria brasileira pode ser crucial na redu\u00e7\u00e3o do aquecimento global. As propostas demonstram o seguinte potencial:<\/p>\n<ul>\n<li>O Plano Setorial de Mitiga\u00e7\u00e3o e de Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas para a Consolida\u00e7\u00e3o de uma Economia de Baixa Emiss\u00e3o de Carbono na Agricultura (Plano ABC) indica que a ado\u00e7\u00e3o das tecnologias previstas at\u00e9 2020 tem o potencial de mitigar de 133,9 a 162,9 MtCO<sub>2<\/sub> eq.[2]<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>O Observat\u00f3rio do Clima[3] em parceria com o Imaflora[4] calcula que com a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias de baixas emiss\u00f5es de carbono, a agropecu\u00e1ria brasileira tem o potencial de reduzir em 50% a emiss\u00e3o projetada para 2030 em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2013, passando de 520 MtCO<sub>2<\/sub>eq (2013) para 280 MtCO<sub>2<\/sub>eq (2030). A proposta considera um aumento de 30% na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e prev\u00ea, dentre outras a\u00e7\u00f5es, a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens e seu uso para expans\u00e3o agr\u00edcola e cria\u00e7\u00e3o de bovinos. Os c\u00e1lculos tamb\u00e9m consideram o balan\u00e7o de emiss\u00f5es e remo\u00e7\u00f5es de CO<sub>2<\/sub> por solos agr\u00edcolas e de pastagens.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>O Observat\u00f3rio ABC calcula que, de 2012 at\u00e9 2023, o potencial de mitiga\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1riabrasileira pode chegar a 1.8 bilh\u00e3o tCO<sub>2<\/sub> eq. Este n\u00famero \u00e9 10 vezes maior do que a meta de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es estipulada pelo Plano ABC e considera apenas a ado\u00e7\u00e3o de tr\u00eas tecnologias (recupera\u00e7\u00e3o de pastagens, iLP e iLPF), por\u00e9m de forma ampla, em 52 milh\u00f5es de hectares de pastagens degradadas.[5]<\/li>\n<\/ul>\n<p>As refer\u00eancias citadas refor\u00e7am o enorme potencial da agropecu\u00e1ria brasileira em reduzir emiss\u00f5es, se conciliado a pol\u00edticas p\u00fablicas multisetoriais e mecanismos que garantam a atratividade da ado\u00e7\u00e3o das tecnologias de baixo carbono dispon\u00edveis. \u00c9 preciso, contudo, ressalvar que a realiza\u00e7\u00e3o de todo esse potencial depende da solu\u00e7\u00e3o de entraves e gargalos que fogem ao controle do setor agropecu\u00e1rio, relacionados a quest\u00f5es fundi\u00e1rias, log\u00edsticas, de treinamento, entre outras.<\/p>\n<p>A Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura est\u00e1 comprometida com a promo\u00e7\u00e3o e proposi\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, a\u00e7\u00f5es e mecanismos financeiro\/econ\u00f4micos para o est\u00edmulo \u00e0 agricultura, pecu\u00e1ria e economia florestal que impulsionem o Brasil para lideran\u00e7a global da economia sustent\u00e1vel e de baixo carbono, gerando prosperidade para todos, com inclus\u00e3o social, gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda. Colocamo-nos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Governo brasileiro para contribuir com esta agenda, assim como para esclarecer quaisquer pontos do presente documento.<\/p>\n<p>[1]<em>De acordo com o Observat\u00f3rio da Agricultura de Baixo Carbono (Observat\u00f3rio ABC), as pastagens degragadas emitem, em m\u00e9dia, 4tCO2e ha-1 ano-1.\u00a0<\/em><em>(Carvalho et al., 2010; Salton, 2005; Alvez et al., 2006; Lima et al., 2001; Souza et al., 1997).<\/em><em>Uma s\u00e9rie de dados e estudos compilados por Bustamante et al. (2006) indicam que a recupera\u00e7\u00e3o e o manejo correto de pastagens degradadas no Cerrado resultariam em um ac\u00famulo m\u00e9dio de 5,5 tCO<sub>2<\/sub>e ha-1 ano-1. Estes dados corroboram an\u00e1lilses realizadas pela Embrapa e refor\u00e7am o grande potencial de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE pela recupera\u00e7\u00e3o e uso inteligente das pastagens degradadas no Brasil.<\/em><\/p>\n<p><em>2Plano ABC (2012): <a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\/arq_editor\/download.pdf\" target=\"_blank\">http:\/\/www.agricultura.gov.br\/arq_editor\/download.pdf<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong><em>[3]<\/em><\/strong><em>\u00a0<\/em><em>Proposta do Observat\u00f3rio do Clima para a Contribui\u00e7\u00e3o Nacionalmente Determinada Pretendida do Brasil (Observat\u00f3rio do Clima, 2015): <a href=\"http:\/\/www.observatoriodoclima.eco.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/proposta-indc-oc.pdf\" target=\"_blank\">http:\/\/www.observatoriodoclima.eco.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/proposta-indc-oc.pdf<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong><em>[4]<\/em><\/strong><em>\u00a0<\/em><em>Iniciativa de clima e agricultura do Imaflora: <a href=\"http:\/\/www.imaflora.org\/\" target=\"_blank\">www.imaflora.org<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong><em>[5]<\/em><\/strong><em>\u00a0<\/em><em>Invertendo o sinal de carbono da agropecu\u00e1ria brasileira (2015): <a href=\"http:\/\/mediadrawer.gvces.com.br\/original\/sumario-atualizado.pdf\" target=\"_blank\">http:\/\/mediadrawer.gvces.com.br\/original\/sumario-atualizado.pdf<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ado\u00e7\u00e3o em escala de pr\u00e1ticas de baixo carbono e aumento de cr\u00e9dito para quem as<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":38556,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/agropecuaria.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Ado\u00e7\u00e3o em escala de pr\u00e1ticas de baixo carbono e aumento de cr\u00e9dito para quem as","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38555"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38555"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38555\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38556"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38555"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38555"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}