{"id":37254,"date":"2016-02-17T12:00:41","date_gmt":"2016-02-17T15:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=37254"},"modified":"2016-02-16T18:26:10","modified_gmt":"2016-02-16T21:26:10","slug":"tamar-celebra-marca-de-25-milhoes-de-filhotes-de-tartarugas-marinhas-protegidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tamar-celebra-marca-de-25-milhoes-de-filhotes-de-tartarugas-marinhas-protegidos\/","title":{"rendered":"Tamar celebra marca de 25 milh\u00f5es de filhotes de tartarugas marinhas protegidos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg\" rel=\"attachment wp-att-37255\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-37255\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O Tamar ir\u00e1 comemorar no s\u00e1bado, 20 de fevereiro, a marca de 25 milh\u00f5es de filhotes de tartarugas marinhas protegidos. Os n\u00fameros analisados pela institui\u00e7\u00e3o entre 2010 e 2015 indicam um crescimento de 86,7% no n\u00famero de filhotes com rela\u00e7\u00e3o aos cinco anos anteriores. \u201cNada ser\u00e1 como antes, pois tem muito mais tartarugas no mar\u201d, destacou Guy Marcovaldi, fundador e coordenador do projeto, ao blog Curiosidade Animal.<\/p>\n<p>\u201cMuitos nascimentos significam mais chances de sobreviv\u00eancia para as cinco esp\u00e9cies de tartarugas marinhas que ocorrem em nosso pa\u00eds\u201d, ressaltou o ocean\u00f3grafo.<\/p>\n<p>Em 1981, no primeiro ano do projeto, um pequeno grupo de ocean\u00f3grafos conseguiu viabilizar o nascimento de 2 mil filhotes. Hoje, em uma \u00fanica noite no auge do ver\u00e3o, cerca de 25 mil filhotes de tartarugas marinhas nascem no litoral brasileiro, observou Marcovaldi. A conquista \u00e9 comemorada com ressalva. No \u00faltimo ano apenas 7.350 f\u00eameas estiveram em processo de reprodu\u00e7\u00e3o. Um n\u00famero ainda pequeno, segundo o coordenador do Tamar, mas que simboliza uma grande vit\u00f3ria para o projeto.<\/p>\n<p>O filhote n\u00famero 25 milh\u00f5es ir\u00e1 come\u00e7ar sua caminhada em dire\u00e7\u00e3o ao mar \u00e0s 17h30, no Tamar da Praia do Forte, Bahia (filhotes rec\u00e9m-nascidos e tartarugas reabilitadas ser\u00e3o soltos no mesmo hor\u00e1rio em mais oito estados onde o projeto est\u00e1 presente). O evento ser\u00e1 seguido pelo lan\u00e7amento do CD Tamarear de Milton Nascimento e Dudu Lima Trio, feito em homenagem aos 35 anos da ONG. \u201cDo Cear\u00e1 a Santa Catarina, este 20 de fevereiro de 2016 ficar\u00e1 para sempre na mem\u00f3ria dessa gera\u00e7\u00e3o de aliados dos oceanos, que viu o sonho do in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o das tartarugas marinhas se tornar realidade\u201d, comemorou Marcovaldi.<\/p>\n<p><strong>\u00c9poca de reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Quatro das cinco esp\u00e9cies de tartarugas-marinhas que ocorrem no pa\u00eds visitam o litoral brasileiro de setembro a mar\u00e7o durante a \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o (a tartaruga-verde se reproduz em ilhas oce\u00e2nicas de dezembro a julho). As m\u00e3es voltam \u00e0s mesmas praias onde deram seus primeiros passos para deixarem seus ovos enterrados na areia.<\/p>\n<div id=\"attachment_205902\" class=\"wp-caption alignleft\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-205902\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tartarugainterna-ecod.jpg\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tartarugainterna-ecod-300x183.jpg 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tartarugainterna-ecod.jpg 450w\" alt=\"A tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) tamb\u00e9m \u00e9 considerada criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o pela IUCN\" width=\"340\" height=\"208\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">A tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) tamb\u00e9m \u00e9 considerada criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o pela IUCN<\/p>\n<\/div>\n<p>Assim que as tartaruguinhas nascem, come\u00e7am uma jornada em dire\u00e7\u00e3o ao oceano e \u00e0 maturidade. Durante o caminho enfrentam o risco de serem pisoteadas, a amea\u00e7a de predadores em busca de uma refei\u00e7\u00e3o f\u00e1cil, o perigo de ficarem enroscadas em redes de pesca e a desorienta\u00e7\u00e3o causada pela ilumina\u00e7\u00e3o artificial que as guia em sentido contr\u00e1rio ao do mar. Somente um ou dois em cada mil filhotes chegar\u00e3o a fase adulta.<\/p>\n<p><strong>Lixo como amea\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O lixo \u00e9 outro problema. Em terra, atrapalha as f\u00eameas a construir o ninho e dificulta a chegada dos filhotes ao oceano. Na \u00e1gua, um saco pl\u00e1stico boiando \u00e9 muito semelhante a uma \u00e1gua-viva. Pode ser confundido como alimento e engolido por engano, o que pode levar o animal \u00e0 morte.<\/p>\n<p>Para garantir o sucesso da temporada reprodutiva, o Tamar protege cerca de 1.100 quil\u00f4metros de praias por meio de 25 bases de pesquisa em \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o, desova, crescimento e descanso de tartarugas marinhas, no litoral e ilhas oce\u00e2nicas dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Santa Catarina.<\/p>\n<p>A equipe \u2013 composta por bi\u00f3logos, ocean\u00f3grafos e pescadores locais \u2013 identifica as m\u00e3es que chegam \u00e0s praias para desovar, coletam amostras de pele para a realiza\u00e7\u00e3o de estudos gen\u00e9ticos, escavam ninhos para coleta e an\u00e1lise de dados e, se algum ninho estiver em local perigoso, transferem os ovos para outros trechos mais seguros da praia ou os colocam em cercados de incuba\u00e7\u00e3o nas bases do projeto.<em><br \/>\n<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tamar ir\u00e1 comemorar no s\u00e1bado, 20 de fevereiro, a marca de 25 milh\u00f5es de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":37255,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tamar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Tamar ir\u00e1 comemorar no s\u00e1bado, 20 de fevereiro, a marca de 25 milh\u00f5es de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37254"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37254"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37254\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37255"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37254"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37254"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37254"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}