{"id":3628,"date":"2014-07-26T11:22:55","date_gmt":"2014-07-26T11:22:55","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=3628"},"modified":"2014-07-26T11:22:55","modified_gmt":"2014-07-26T11:22:55","slug":"ave-recem-descoberta-no-brasil-esta-ameacada-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/ave-recem-descoberta-no-brasil-esta-ameacada-de-extincao\/","title":{"rendered":"Ave rec\u00e9m descoberta no Brasil est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"lazy\" style=\"display: inline-block;\" title=\"Sporophila corvina, ave brasileira\" src=\"http:\/\/exame2.abrilm.com.br\/assets\/images\/2014\/7\/503790\/size_590_Sporophila-corvina-.jpg?1406243508\" alt=\"Sporophila corvina, ave brasileira\" width=\"636\" height=\"442\" data-original=\"http:\/\/exame2.abrilm.com.br\/assets\/images\/2014\/7\/503790\/size_590_Sporophila-corvina-.jpg?1406243508\" \/><\/p>\n<p>O patativa-tropeira (<em>Sporophila beltoni<\/em>), uma nova esp\u00e9cie de ave descrita no final do ano passado no Brasil, est\u00e1 em perigo de extin\u00e7\u00e3o, alertaram nesta quinta-feira os <strong>bi\u00f3logos<\/strong> que a estudaram e catalogaram.<\/p>\n<p>&#8220;Ela j\u00e1 pode ser considerada globalmente em perigo de <strong>extin\u00e7\u00e3o<\/strong>&#8220;, afirmou o <strong>bi\u00f3logo<\/strong> e zo\u00f3logo Marcio Repenning da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e um dos autores do artigo cient\u00edfico em que a ave foi apresentada mundialmente, que acrescentou que a captura de exemplares silvestres desta esp\u00e9cie para abastecer o mercado clandestino de aves agrava a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora Carla Suertegaray Fontana, tamb\u00e9m da PUC-RS e co-autora do artigo, a esp\u00e9cie \u00e9 &#8220;naturalmente vulner\u00e1vel&#8221;, j\u00e1 que sua popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 reduzida a 4.500 casais em idade reprodutiva. A esp\u00e9cie se alimenta de sementes de capins nativos e vive em campos naturais altos e de vegeta\u00e7\u00e3o densa.<\/p>\n<p>A ave \u00e9 considerada nativa do Brasil e foi identificada apenas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran\u00e1, assim como em algumas \u00e1reas do Cerrado, para onde migram ap\u00f3s a reprodu\u00e7\u00e3o na primavera e no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Ela foi descrita em artigo publicado no final de 2013 no jornal especializado &#8220;The Auk&#8221; e seu nome cient\u00edfico, Sporophila beltoni, \u00e9 uma homenagem ao ornit\u00f3logo William Belton.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie sempre foi confundida com a <em>Sporophila plumbea<\/em>, uma ave da fam\u00edlia Thraupidae com habitat em v\u00e1rios pa\u00edses sul-americanos e popularmente conhecida no Brasil como patativa. O bico amarelo, no entanto, distingue claramente o patativa-tropeira dos demais.<\/p>\n<p>Fonte: Exame<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O patativa-tropeira (Sporophila beltoni), uma nova esp\u00e9cie de ave descrita no final do ano passado<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O patativa-tropeira (Sporophila beltoni), uma nova esp\u00e9cie de ave descrita no final do ano passado","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3628"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3628\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}