{"id":3588,"date":"2014-07-25T19:00:23","date_gmt":"2014-07-25T19:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=3588"},"modified":"2014-07-24T13:41:40","modified_gmt":"2014-07-24T13:41:40","slug":"coma-frutas-vermelhas-para-proteger-o-cerebro-e-evite-os-apagoes-de-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/coma-frutas-vermelhas-para-proteger-o-cerebro-e-evite-os-apagoes-de-memoria\/","title":{"rendered":"Coma frutas vermelhas para proteger o c\u00e9rebro e evite os apag\u00f5es de mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-3589\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Morango, framboesa, amora&#8230; Uma \u00fanica por\u00e7\u00e3o delas por semana garante um c\u00e9rebro mais protegido contra as adversidades que podem pintar com o passar dos anos, como os apag\u00f5es na mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Por Tha\u00eds Manarini<\/p>\n<p>Com o aumento da expectativa de vida de homens e mulheres, a comunidade cient\u00edfica j\u00e1 mapeia h\u00e1bitos que ajudam a estender a vida \u00fatil das capacidades cognitivas &#8211; que tendem falhar com o avan\u00e7ar da idade. E alguns desses h\u00e1bitos come\u00e7am \u00e0 sua mesa. Nesse sentido, chama a aten\u00e7\u00e3o uma pesquisa com mais de 15 mil mulheres apresentada no \u00faltimo congresso da Sociedade Americana para Nutri\u00e7\u00e3o, que ocorreu abril de 2014, nos Estados Unidos. Ela indica que uma estrat\u00e9gia certeira para parar o rel\u00f3gio (ao menos no que diz respeito \u00e0 sa\u00fade cerebral) \u00e9 um tanto prazerosa: comer pelo menos uma por\u00e7\u00e3o semanal de frutas vermelhas e arroxeadas.<\/p>\n<p>Num estudo que come\u00e7ou em 1980, a autora da descoberta, a epidemiologista Francine Grodstein, da Universidade Harvard (EUA), notou que as volunt\u00e1rias que comiam uma por\u00e7\u00e3o de mirtilo ou duas de morango por semana (frutas que se inserem no grupo das <em>berries<\/em>) aparentavam ter, em m\u00e9dia, 2,5 anos a menos do que sua idade real, em termos de <strong>comprometimento cognitivo<\/strong>. &#8220;Percebemos que, quanto maior o consumo de flavonoides, subst\u00e2ncias fornecidas por frutas em geral, melhor estava a <strong>mem\u00f3ria<\/strong> das participantes&#8221;, revelou Francine. &#8220;E, quando elas eram provenientes das <em>berries<\/em>, a rela\u00e7\u00e3o se mostrava ainda mais forte.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Como os flavonoides beneficiam o c\u00e9rebro<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 se comprovou que essas subst\u00e2ncias ultrapassam a barreira hematoencef\u00e1lica, tecido que filtra o que pode chegar \u00e0 massa cinzenta. Dessa forma, conseguem tocar, por assim dizer, nos neur\u00f4nios. Com o caminho livre, as subst\u00e2ncias das frutas vermelhas colocam seus talentos em pr\u00e1tica. &#8220;Elas apresentam atividade antioxidante, favorecem a circula\u00e7\u00e3o do sangue e interferem na atua\u00e7\u00e3o de neurotransmissores&#8221;, lista a nutricionista Selma Sanches Dovichi, professora da Universidade Federal do Tri\u00e2ngulo Mineiro. Tudo o que colabora para um c\u00e9rebro mais afiado.<\/p>\n<h3>\nO que cada uma das berries tem a oferecer<\/h3>\n<div class=\"destaque_materia\" style=\"width: 620px;\"><img class=\"destaque_materia\" src=\"http:\/\/mdemulher.abril.com.br\/imagem\/saude\/galeria\/saude-frutas-vermelhas-cerebro-70407.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"destaque_materia\">Apesar de outras frutas conterem flavonoides, os das <em>berries<\/em> mostraram maior afinidade com o c\u00e9rebro.<br \/>\nFoto: Alex Silva<\/p>\n<\/div>\n<p><strong>Morango<\/strong><br \/>\nEle d\u00e1 show em <strong>vitamina C<\/strong>. Pena que \u00e9 um dos maiores redutos de agrot\u00f3xicos. Quer dribl\u00e1-los? Se tiver paci\u00eancia, deixe a fruta de molho e retire a pele. Aproveitar sua \u00e9poca de colheita (o inverno) \u00e9 uma boa, j\u00e1 que recebe menos defensivos agr\u00edcolas. Outra eventual sa\u00edda \u00e9 comprar a vers\u00e3o org\u00e2nica.<br \/>\n<strong>Mirtilo<\/strong><br \/>\nA cor quase azulada indica que, al\u00e9m da antocianina, ali tem um carotenoide chamado<strong> lute\u00edna<\/strong>, que tamb\u00e9m entra na briga contra os radicais livres. Se n\u00e3o encontrar a fruta in natura, aposte sem medo na congelada.<br \/>\n<strong>Groselha<\/strong><br \/>\nRe\u00fane pot\u00e1ssio, fibras e vitaminas A e C. Ao natural, \u00e9 um tanto \u00e1cida. Por aqui, costuma ser consumida em forma de doces e xarope, que t\u00eam pouca fruta e muito a\u00e7\u00facar. No Brasil, melhor maneirar nessa op\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Amora<\/strong><br \/>\nEla esbanja vitamina E e fibras. Tem mais um ponto positivo: carrega \u00e1cido el\u00e1gico, que tem propriedade antimutag\u00eanica, ou seja, inibe o aparecimento de tumores.<br \/>\n<strong>Framboesa<\/strong><br \/>\nTamb\u00e9m possui o bem-vindo \u00e1cido el\u00e1gico. Se quiser provar sua geleia, facilmente encontrada nas g\u00f4ndolas dos supermercados, prefira aquelas que listam a fruta como o primeir\u00edssimo de seus ingredientes.<br \/>\n<strong>Cranberry<\/strong><br \/>\nGanhou fama devido \u00e0 capacidade de evitar a infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria &#8211; a subst\u00e2ncia respons\u00e1vel pelo feito \u00e9 a proantocianidina. H\u00e1 ch\u00e1s e sucos com a fruta. A polpa congelada \u00e9 outra boa pedida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Refer\u00eancias:<\/strong> Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em S\u00e3o Paulo; Elaine de P\u00e1dua, nutricionista da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo e da cl\u00ednica DNA Nutri<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morango, framboesa, amora&#8230; Uma \u00fanica por\u00e7\u00e3o delas por semana garante um c\u00e9rebro mais protegido contra<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3589,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/futas_vermelhas1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Morango, framboesa, amora&#8230; Uma \u00fanica por\u00e7\u00e3o delas por semana garante um c\u00e9rebro mais protegido contra","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3588"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3588"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3588\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3589"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3588"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3588"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3588"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}