{"id":34612,"date":"2016-01-05T16:00:50","date_gmt":"2016-01-05T19:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=34612"},"modified":"2016-01-05T13:54:52","modified_gmt":"2016-01-05T16:54:52","slug":"cometas-gigantes-podem-ameacar-vida-na-terra-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cometas-gigantes-podem-ameacar-vida-na-terra-diz-estudo\/","title":{"rendered":"\u201cCometas gigantes\u201d podem amea\u00e7ar vida na Terra, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-34613\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>&#8220;Cometas&#8221; gigantescos poder\u00e3o, em milhares de anos, colidir com a Terra e acabar com a vida no planeta, alerta um estudo publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da <em>Astronomy &amp; Geophysics<\/em>, revista da Sociedade Real de Astronomia da Inglaterra. Segundo os pesquisadores da Universidade de Buckingham e do Observat\u00f3rio Arnagh, centenas desses corpos celestes que costumam viajar al\u00e9m da \u00f3rbita de J\u00fapiter foram descobertos nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas &#8211; o que significa que existem em grande quantidade no espa\u00e7o e podem representar uma amea\u00e7a \u00e0 vida terrestre.<\/p>\n<p>&#8220;Se estivermos certos, esses cometas long\u00ednquos podem ser um s\u00e9rio perigo e chegou a hora de entend\u00ea-los melhor&#8221;, disse o astr\u00f4nomo Bill Napier, um dos autores do estudo, em comunicado. De acordo com os cientistas, o n\u00famero desses corpos celestes era subestimado pelos astr\u00f4nomos.<\/p>\n<p>Os enormes &#8220;cometas&#8221; s\u00e3o objetos que re\u00fanem as caracter\u00edsticas de asteroides e cometas &#8211; t\u00eam entre 50 a 100 quil\u00f4metros de di\u00e2metro e possuem \u00f3rbitas inst\u00e1veis que se aproximam de planetas como J\u00fapiter, Saturno, Urano e Netuno. Por apresentarem um comportamento duplo, essas rochas foram batizadas pelos astr\u00f4nomos de &#8220;centauros&#8221;, alus\u00e3o aos seres mitol\u00f3gicos que eram metade humano e metade cavalo.<\/p>\n<p><strong>Objetos pr\u00f3ximos \u00e0 Terra &#8211;<\/strong> Os astr\u00f4nomos costumam vasculhar a regi\u00e3o do espa\u00e7o entre Marte e J\u00fapiter em busca de objetos capazes de colidir com a Terra, os chamados Neo (Near Earth Objects, na sigla em ingl\u00eas), mas, de acordo com o novo estudo, olhar para os limites do Sistema Solar em busca de rochas capazes de colidir com nosso planeta tamb\u00e9m \u00e9 importante.<\/p>\n<p>Segundo os c\u00e1lculos dos cientistas, os centauros costumam circular por regi\u00f5es do espa\u00e7o afastadas da superf\u00edcie terrestre, mas cruzam a \u00f3rbita de nosso planeta uma vez a cada 40.000 ou 100.000 anos &#8211; ou seja, ainda n\u00e3o h\u00e1 motivo para se preocupar com eles. O &#8220;encontro&#8221; ocorre porque os campos gravitacionais dos planetas gigantes ao redor dos quais circulam os centauros podem alterar sua \u00f3rbita e desvi\u00e1-los em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra. Uma vez pr\u00f3ximos de nosso planeta, eles devem se desintegrar em p\u00f3 e fragmentos maiores, que podem colidir com a superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que vest\u00edgios dos centauros atingiram a Terra em 10.800 a.C. e em 2.300 a. C. e podem ter causado a extin\u00e7\u00f5es em massa, como a dos dinossauros, h\u00e1 65 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso trabalho sugere que precisamos olhar al\u00e9m de nossa vizinhan\u00e7a imediata e estarmos atentos ao que existe al\u00e9m da \u00f3rbita de J\u00fapiter para encontrarmos centauros e analisar o risco de colis\u00f5es&#8221;, afirma Napier.<\/p>\n<h4>Tr\u00eas objetos que passar\u00e3o perto da Terra no futuro<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1103\/pe6Cx\/alx_asteroid_2469300b_original.jpeg?1446123780\" alt=\"85.990 1999JV6: 6 de janeiro de 2016\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>85.990 1999JV6: 6 de janeiro de 2016<\/h3>\n<p>O maior asteroide conhecido a passar perto da Terra mede 498 metros de di\u00e2metro e estar\u00e1 a uma dist\u00e2ncia equivalente a 12,5 vezes a dist\u00e2ncia da Terra \u00e0 Lua, na data de sua maior aproxima\u00e7\u00e3o, 6 de janeiro de 2016. N\u00e3o h\u00e1 chances de colis\u00e3o com o nosso planeta.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/20\/1102\/pe6Cx\/nasa-original.jpeg?1445346134\" alt=\"2012 RU16: 24 de junho de 2016\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>2012 RU16: 24 de junho de 2016<\/h3>\n<p>O 2012 RU16 \u00e9 um dos asteroides mais r\u00e1pidos j\u00e1 conhecidos. Em 24 de junho de 2016, essa rocha, que mede 32 metros, passar\u00e1 pr\u00f3ximo \u00e0 Terra a uma dist\u00e2ncia 3,6 vezes maior que o espa\u00e7o entre o nosso planeta e a Lua. Esse objeto tamb\u00e9m n\u00e3o oferece qualquer risco para a humanidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pe6Cx\/alx_asteroid-hits-earth-2_original.jpeg?1446123893\" alt=\"410777 2009 FD: 3 de mar\u00e7o de 2185\" width=\"642\" height=\"482\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>410777 2009 FD: 3 de mar\u00e7o de 2185<\/h3>\n<p>Este \u00e9 o \u00fanico asteroide conhecido que justifica qualquer n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o. Em 3 de mar\u00e7o de 2185, a rocha far\u00e1 uma passagem muito pr\u00f3xima da Terra, ainda n\u00e3o se sabe de que dist\u00e2ncia. A raz\u00e3o da incerteza \u00e9 que, at\u00e9 l\u00e1, o caminho da rocha pode mudar muito por causa da maneira como que ela \u00e9 aquecida pelo Sol ou por outros fatores espaciais, aumentando ou diminuindo as chances de um poss\u00edvel impacto. O 410777 2009 FD, que mede 160 metros de di\u00e2metro, est\u00e1 sendo monitorado bem de perto pelos astr\u00f4nomos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Cometas&#8221; gigantescos poder\u00e3o, em milhares de anos, colidir com a Terra e acabar com a<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":34613,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/cometa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"&#8220;Cometas&#8221; gigantescos poder\u00e3o, em milhares de anos, colidir com a Terra e acabar com a","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34612"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34612"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34612\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34613"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}