{"id":34469,"date":"2016-01-03T11:00:34","date_gmt":"2016-01-03T14:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=34469"},"modified":"2016-01-03T12:38:01","modified_gmt":"2016-01-03T15:38:01","slug":"mas-noticias-e-esperanca-para-o-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mas-noticias-e-esperanca-para-o-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"M\u00e1s not\u00edcias e esperan\u00e7a para o meio ambiente no relat\u00f3rio final da C\u00fapula do Clima"},"content":{"rendered":"<div id=\"parent-fieldname-text\" class=\"plain\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-34471\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O ano em que o mundo sentiu mais uma vez os efeitos do calor e da seca terminou com o relat\u00f3rio final da C\u00fapula do Clima, a COP-21, <span class=\"link-external\">celebrado como um acordo hist\u00f3rico<\/span>, embora question\u00e1vel. No Brasil, al\u00e9m do desastre ambiental em Mariana (MG), resultados do presente e proje\u00e7\u00f5es para o futuro pr\u00f3ximo apontam para uma conclus\u00e3o em comum: \u00e9 preciso correr contra o tempo para preservar as florestas e a biodiversidade de que tanto nos orgulhamos. Confira algumas das mat\u00e9rias publicadas sobre meio ambiente pela Ci\u00eancia Hoje\u00a0<em>On-line<\/em> ao longo de 2015.<\/p>\n<h3>Peixe das cavernas<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/copy_of_peixedascavernas01.jpg\/image_mini\" alt=\"Peixe das cavernas\" \/><\/p>\n<p>Apesar de rec\u00e9m-descoberto, o peixe <em>Ituglanis boticario<\/em>,\u00a0que vive exclusivamente em cavernas e foi encontrado na Gruna da Tarimba, em Mamba\u00ed (GO),\u00a0j\u00e1 est\u00e1 amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o: tem dificuldade de encontrar alimento devido aos desmatamentos e ao uso de agrot\u00f3xicos e pesticidas no entorno de seu h\u00e1bitat.<\/p>\n<h3>Raridade capixaba<\/h3>\n<div><\/div>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/Raridadecapixaba011.jpg\/image_mini\" alt=\"Raridade capixaba\" \/>Pequena e com a maior parte do corpo de cor branca, a sa\u00edra-apunhalada apresenta, logo abaixo do bico, uma mancha vermelha que se derrama como sangue pelo seu peito. A mancha \u2013 que lhe atribui o nome popular \u2013 \u00e9 fruto de um golpe fict\u00edcio; o perigo de extin\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, no entanto, \u00e9 uma pancada cada vez mais contundente. A estimativa dos especialistas \u00e9 que menos de 50 sa\u00edras-apunhaladas ainda existam. Para proteg\u00ea-las, a <span class=\"link-external\">Associa\u00e7\u00e3o para Conserva\u00e7\u00e3o das Aves do Brasil<\/span>\u00a0(Save Brasil) e o Governo do Estado do Esp\u00edrito Santo pretendem criar uma \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o, prevista para mar\u00e7o de 2016.<\/p>\n<h3>Tempo de despertar<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/Umbomnegcio01.jpg\/image_mini\" alt=\"Um bom neg\u00f3cio\" \/>A discuss\u00e3o \u00e9 antiga: h\u00e1 d\u00e9cadas, governos, ambientalistas, cientistas e empresas buscam alternativas para diminuir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa sem prejudicar o desenvolvimento econ\u00f4mico e social das na\u00e7\u00f5es. Entretanto, um estudo coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica que, ao menos no Brasil, esse impasse pode estar pr\u00f3ximo do fim. De acordo com o relat\u00f3rio, a ado\u00e7\u00e3o de medidas para o desenvolvimento sustent\u00e1vel do pa\u00eds poderia adicionar at\u00e9 cerca de R$ 600 bilh\u00f5es ao PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2030.<\/p>\n<h3>Para prever o futuro<\/h3>\n<dl class=\"image-right captioned image-inline\">\n<dt><img loading=\"lazy\" class=\"link-overlay\" title=\"Para prever o futuro\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/Parapreverofuturo01.jpg\/image_mini\" alt=\"Para prever o futuro\" width=\"200\" height=\"150\" \/><\/dt>\n<dd class=\"image-caption\"><\/dd>\n<\/dl>\n<p>Para compreender o que acontecer\u00e1 com a costa brasileira se \u2013 ou quando \u2013 as previs\u00f5es de aquecimento das \u00e1guas e aumento da polui\u00e7\u00e3o se concretizarem, n\u00e3o \u00e9 preciso usar uma bola de cristal. No sul da Bahia, um sistema experimental denominado mesocosmo marinho tem possibilitado a simula\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es ambientais diversas para avaliar como a vida marinha se transformar\u00e1 a partir de mudan\u00e7as relacionadas principalmente ao aquecimento global. Caso a temperatura dos oceanos aumente apenas dois graus Celsius, as consequ\u00eancias ser\u00e3o catastr\u00f3ficas para os recifes de corais.<\/p>\n<h3>Radiografia das florestas<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/Radiografiadasflorestas01.jpg\/image_mini\" alt=\"Radiografia das florestas\" \/>O total de \u00e1rvores existentes no planeta \u00e9 bem maior do que os cientistas estimavam. Segundo\u00a0<span class=\"link-external\">pesquisa publicada em setembro na revista\u00a0<em>Nature<\/em><\/span>, aproximadamente 3,04 trilh\u00f5es de \u00e1rvores povoam a superf\u00edcie terrestre. Se n\u00e3o houvesse interfer\u00eancia humana, no entanto, esse n\u00famero seria ainda mais expressivo: em outra estimativa igualmente impressionante, o trabalho revela que quase metade das \u00e1rvores desapareceu da Terra desde o in\u00edcio da nossa civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>O boto vai virar lenda?<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/botolenda01.jpg\/image_mini\" alt=\"Boto-cor-de-rosa\" \/>O famoso mam\u00edfero amaz\u00f4nico corre o risco de desaparecer: ele vem sendo morto em especial para a pesca da piracatinga,\u00a0uma esp\u00e9cie de peixe que se alimenta de carni\u00e7a e gordura. De forma geral, os jacar\u00e9s s\u00e3o os animais mais utilizados como isca, devido ao seu grande n\u00famero e \u00e0 facilidade de encontr\u00e1-los na regi\u00e3o. Por\u00e9m, s\u00e3o os botos as iscas mais valorizadas pelos pescadores. Segundo especialistas, a morat\u00f3ria da ca\u00e7a do boto-cor-de-rosa por cinco anos, iniciada em 2015, pode ser pouco para salv\u00e1-lo.<\/p>\n<h3>Rec\u00e9m-descoberta, j\u00e1 amea\u00e7ada<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/recemdescoberta01.jpg\/image_mini\" alt=\"Patativa-tropeira \" \/>Uma ave que sequer era conhecida j\u00e1 luta contra sua pr\u00f3pria extin\u00e7\u00e3o. \u00c9 a patativa-tropeira (<em>Sporophila beltoni<\/em>), uma esp\u00e9cie rec\u00e9m-descoberta, que vive exclusivamente no Brasil. Ela corre s\u00e9rio risco de desaparecer antes mesmo de ser estudada pela ci\u00eancia.\u00a0\u00c9 durante a migra\u00e7\u00e3o que a ave est\u00e1 mais exposta aos ca\u00e7adores ilegais de animais silvestres. Outro problema que a esp\u00e9cie enfrenta \u00e9 a degrada\u00e7\u00e3o do seu local de reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>No rastro do lixo marinho<\/h3>\n<p><img class=\"image-right image-inline\" src=\"http:\/\/cienciahoje.uol.com.br\/blogues\/bussola\/2015\/12\/imagens\/rastrolixo02.jpg\/image_mini\" alt=\"No rastro do lixo marinho\" \/>A famosa grande mancha de lixo do Pac\u00edfico foi\u00a0<span class=\"link-external\">descrita pelo ocean\u00f3grafo Charles Moore<\/span>\u00a0como um verdadeiro lix\u00e3o em mar aberto, duas vezes maior do que o estado norte-americano do Texas. No entanto, mais do que uma ilha flutuante de detritos, sua parte principal e mais perigosa \u00e9 composta, na verdade, por milim\u00e9tricas part\u00edculas de pl\u00e1stico que formam uma\u00a0esp\u00e9cie de sopa t\u00f3xica\u00a0quase invis\u00edvel a olho nu, mas muito prejudicial \u00e0 vida marinha. Agora, cientistas australianos desenvolveram um m\u00e9todo matem\u00e1tico que rastreou em detalhes como se formam essa e outras quatro \u2018manchas\u2019 similares e que pode ser capaz de apontar \u2018culpados\u2019 pelo ac\u00famulo de lixo no mar.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano em que o mundo sentiu mais uma vez os efeitos do calor e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":34471,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/lixo_oceano.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O ano em que o mundo sentiu mais uma vez os efeitos do calor e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34469"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34469"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34469\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34471"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34469"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34469"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34469"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}