{"id":34239,"date":"2015-12-30T09:00:50","date_gmt":"2015-12-30T12:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=34239"},"modified":"2015-12-29T21:25:37","modified_gmt":"2015-12-30T00:25:37","slug":"apos-73-anos-pais-registra-primeira-morte-por-febre-amarela-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/apos-73-anos-pais-registra-primeira-morte-por-febre-amarela-urbana\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 73 anos, pa\u00eds registra primeira morte por febre amarela urbana"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-34240\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Natal &#8211; Depois de 73 anos sem nenhum registro de febre amarela urbana no Pa\u00eds, um novo caso foi confirmado. A auxiliar de enfermagem Rita de C\u00e1ssia da Silva Santos, de 53 anos, moradora de Natal, morreu em decorr\u00eancia da doen\u00e7a, informou nesta ter\u00e7a-feira, 29, a Secretaria Municipal de Sa\u00fade da capital potiguar. O \u00f3bito aconteceu em julho, mas foi divulgado somente agora, ap\u00f3s os resultados dos exames laboratoriais feitos no Instituto Evandro Chagas, no Par\u00e1, e no Adolfo Lutz, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>No entanto, mesmo com o resultado desses dois laborat\u00f3rios, o Setor de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica da Secretaria de Sa\u00fade da prefeitura de Natal solicitar\u00e1 contraprovas. O \u00f3rg\u00e3o estranhou o fato de que a v\u00edtima n\u00e3o esteve em \u00e1rea de risco e que nenhum familiar ou vizinho registrou a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Outro fato apontado pela Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica de Natal \u00e9 que, na coleta de ovos do mosquito Aedes aegypti, onde s\u00e3o espalhadas 500 &#8220;armadilhas&#8221; pela cidade, n\u00e3o foi identificado o v\u00edrus da febre amarela. O caso da doen\u00e7a na capital potiguar \u00e9 visto como &#8220;intrigante&#8221; pelas autoridades locais.<\/p>\n<p>O irm\u00e3o da auxiliar de enfermagem, Milton Alexandre da Silva, relatou que a Rita teve como sintomas iniciais as manchas no corpo, depois chegaram \u00e2nsia de v\u00f4mito e dores no corpo.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Norte \u00e9 o quarto Estado com o maior n\u00famero de notifica\u00e7\u00f5es de microcefalia, que teria sido provocado pelo zika v\u00edrus, transmitido pelo Aedes aegypti. Foram notificadas 154 casos no Estado.<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira, a Secretaria Estadual de Sa\u00fade instalou uma sala de situa\u00e7\u00e3o para monitorar focos do mosquito. O servi\u00e7o vai funcionar junto com estruturas semelhantes montadas em outros Estados da regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nesta ter\u00e7a-feira, o secret\u00e1rio estadual de Sa\u00fade, Ricardo Lagreca, reuniu-se com o arcebispo metropolitano de Natal, dom Jaime Vieira Rocha. Na reuni\u00e3o, o secret\u00e1rio exp\u00f4s a gravidade da situa\u00e7\u00e3o com o aumento do n\u00famero de casos de microcefalia causados pelo zika, e a sua preocupa\u00e7\u00e3o com o surgimento de uma nova epidemia de dengue, principalmente com as chuvas que j\u00e1 come\u00e7am a cair no Estado.<\/p>\n<p>Foi sugerido ainda que a Arquidiocese oriente aos p\u00e1rocos que nas suas homilias falem da import\u00e2ncia de se prevenir contra o Aedes aegypti, tendo em vista a credibilidade da Igreja Cat\u00f3lica diante da sociedade. O pr\u00f3prio arcebispo se colocou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para participar de um Dia D de combate ao vetor juntamente com o secret\u00e1rio de Sa\u00fade, a ser ainda agendado para o in\u00edcio de janeiro.<\/p>\n<p><i> ANNA RUTH DANTAS, especial para AE<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Natal &#8211; Depois de 73 anos sem nenhum registro de febre amarela urbana no Pa\u00eds,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":34240,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/febre_amarela.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Natal &#8211; Depois de 73 anos sem nenhum registro de febre amarela urbana no Pa\u00eds,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34239"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34239"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34239\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}