{"id":33964,"date":"2015-12-25T15:00:46","date_gmt":"2015-12-25T18:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33964"},"modified":"2015-12-24T21:03:55","modified_gmt":"2015-12-25T00:03:55","slug":"grupo-independente-de-cientistas-afirma-que-ha-metais-pesados-no-rio-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/grupo-independente-de-cientistas-afirma-que-ha-metais-pesados-no-rio-doce\/","title":{"rendered":"Grupo independente de cientistas afirma que h\u00e1 metais pesados no rio Doce"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-33965\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>An\u00e1lises feitas por uma equipe independente de pesquisadores mostram que h\u00e1 n\u00edveis elevados de metais pesados no curso do rio Doce. Os dados s\u00e3o conflitantes com os de outro <a href=\"http:\/\/www.dw.com\/pt\/%C3%A1gua-do-rio-doce-n%C3%A3o-tem-metais-t%C3%B3xicos\/a-18920857\">relat\u00f3rio divulgado nesta semana pelo governo<\/a> , que nega a presen\u00e7a desses metais. A d\u00favida permanece: qual \u00e9 a qualidade das \u00e1guas atingidas pela enxurrada de rejeitos?<\/p>\n<p>O Grupo Independente para Avalia\u00e7\u00e3o do Impacto Ambiental (Giaia), formado por cientistas volunt\u00e1rios de v\u00e1rias universidades, analisou amostras de \u00e1gua coletadas entre os dias 4 e 8 de dezembro, em dez pontos ao longo dos tr\u00eas rios mais afetados pelo rompimento da Barragem do Fund\u00e3o, em Mariana, em 5 de novembro: Gualaxo do Norte, do Carmo e Doce.<\/p>\n<p>\u201cEm v\u00e1rias dessas amostras, encontramos n\u00edveis de mangan\u00eas, ars\u00eanio e chumbo acima do considerado seguro pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira\u201d, afirma a toxicologista Vivian da Silva Santos, do laborat\u00f3rio de nanotecnologia verde da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e integrante do Giaia, que realizou as coletas e an\u00e1lises. Nesse laudo preliminar, foram medidas as concentra\u00e7\u00f5es de dez metais.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio divulgado pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia nesta ter\u00e7a-feira (15\/12) analisou a presen\u00e7a desses mesmos metais em amostras de \u00e1gua coletadas de 12 a 23 de novembro em v\u00e1rios pontos do rio Doce pelo Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM). O laudo diz que a qualidade da \u00e1gua \u00e9 compat\u00edvel com os dados colhidos antes do desastre.<\/p>\n<p>Um terceiro relat\u00f3rio, divulgado na mesma data pelo Instituto Mineiro de Gest\u00e3o das \u00c1guas (Igam), detectou metais pesados em concentra\u00e7\u00f5es acima dos limites considerados seguros para o rio, mas principalmente nos dias em que a enxurrada de lama passava pelos pontos de coleta. Alguns dias depois, segundo o \u00f3rg\u00e3o, esses n\u00edveis se reduziam e voltavam \u00e0 normalidade. Os dados tamb\u00e9m s\u00e3o conflitantes com os encontrados pelo Giaia.<\/p>\n<p><strong>DW: Como se encontravam as regi\u00f5es pesquisadas?<\/strong><\/p>\n<p>Coletamos amostras de \u00e1gua entre os dias 4 e 8 de dezembro desde o distrito de Bento Rodrigues, o primeiro a ser impactado, at\u00e9 a foz do rio Doce. Ainda tinha muita lama. <strong>O<\/strong>s rios t\u00eam uma cor barrenta e alaranjada. A lama n\u00e3o sedimentou, e continua avan\u00e7ando mar adentro. Como \u00e9 uma lama muito fina, com part\u00edculas muito finas, acredito que elas estejam com dificuldade de sedimenta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, como algumas faixas do rio Doce t\u00eam uma correnteza e um fluxo de \u00e1guas muito altos, isso est\u00e1 contribuindo para que a lama n\u00e3o se sedimente t\u00e3o f\u00e1cil.<\/p>\n<p><strong>E o que voc\u00eas conclu\u00edram sobre a presen\u00e7a de metais nas \u00e1guas?<\/strong><\/p>\n<p>Nossos dados s\u00e3o parciais, e ainda vamos avaliar outros metais. Mas em rela\u00e7\u00e3o aos que foram analisados, n\u00f3s encontramos, em v\u00e1rias das amostras, n\u00edveis de mangan\u00eas, ars\u00eanio e chumbo acima do considerado seguro pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, que \u00e9 a resolu\u00e7\u00e3o Conama 357. Outra coisa que percebemos \u00e9 que a concentra\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas tamb\u00e9m estava acima da permitida em um trecho do rio Gualaxo do Norte que n\u00e3o recebeu a lama. Ou seja, o mangan\u00eas existe ali, possivelmente por conta da pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o mineradora da regi\u00e3o. A partir do ponto do rio que recebeu os rejeitos, o mangan\u00eas aumentou drasticamente, mostrando que o rompimento da barragem piorou a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mas pode-se dizer que o mangan\u00eas veio da barragem? Ou ele poderia j\u00e1 estar submerso no rio, e ter sido apenas ressuspenso com a enxurrada de lama?<\/strong><\/p>\n<p>Com os dados atuais, n\u00e3o temos como comprovar isso. Mas continuamos com as pesquisas, das formas que gente consegue. At\u00e9 o momento n\u00e3o temos recursos, ent\u00e3o vivemos com um pouco de limita\u00e7\u00e3o. Os pesquisadores s\u00e3o volunt\u00e1rios, por isso as coisas est\u00e3o andando um pouco mais devagar do que gostar\u00edamos. Mas mais especialistas est\u00e3o se engajando com informa\u00e7\u00f5es diferentes, e assim conseguiremos complementar alguns dados. A nossa ideia \u00e9 tirar conclus\u00f5es melhores nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p><strong>Por que os dados do Giaia s\u00e3o conflitantes com os do governo?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 preciso ver qual foi o preparo das amostras que eles fizeram, os pontos de coleta, entre outros fatores. Eu li alguns argumentos que dizem que eles analisaram metais dissolvidos, e n\u00f3s analisamos metais totais, por isso os resultados s\u00e3o diferentes. Mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. N\u00f3s analisamos metais dissolvidos apenas para alum\u00ednio e ferro, porque a lei [Conama 357] prev\u00ea isso. J\u00e1 para os outros metais usamos a \u00e1gua bruta, porque na legisla\u00e7\u00e3o tem escrito o valor permitido para o mangan\u00eas total, por exemplo. Ent\u00e3o temos que analisar o total, a \u00e1gua bruta, para poder comparar. Mas, mesmo que eu utilizasse os dados de mangan\u00eas dissolvido, por exemplo, ele ainda estaria acima do permitido pela legisla\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um argumento muito v\u00e1lido.<\/p>\n<p><strong>Tecnicamente \u00e9 poss\u00edvel que os resultados sejam diferentes porque as amostras foram coletadas em locais e datas diferentes?<\/strong><\/p>\n<p>Com datas diferentes, \u00e9 poss\u00edvel, sim. \u00c9 por isso que temos que deixar claro para a popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o adianta fazer uma an\u00e1lise pontual. As coletas t\u00eam que ser peri\u00f3dicas. O ideal seria fazer coletas di\u00e1rias para poder controlar a qualidade da \u00e1gua e ver o que acontece com o passar do tempo, porque esse rio seria impactado de qualquer forma.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea concorda em algum ponto com o relat\u00f3rio do governo?<\/strong><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o li o relat\u00f3rio na \u00edntegra ainda, mas h\u00e1 algumas coisas que eu n\u00e3o concordo. Nas partes que eu li, vi alguns erros t\u00e9cnicos. Pela leitura que eu fiz, eles n\u00e3o usaram a legisla\u00e7\u00e3o correta que trata dos rios, a Conama 357, para comparar os dados. Mas h\u00e1 um ponto que eu concordo com o relat\u00f3rio, que diz que essa \u00e1gua \u00e9 trat\u00e1vel. Realmente \u00e9. Tanto que, em nosso relat\u00f3rio, fizemos uma coleta pontual da \u00e1gua de Governador Valadares, que est\u00e1 sendo tratada, e vimos que o mangan\u00eas \u2013 que estava elevado nesse trecho do rio Doce \u2013 voltou a n\u00edveis normais. Ent\u00e3o o tratamento foi eficiente para esse metal.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o a \u00e1gua do rio Doce poder\u00e1 voltar a ser consumida?<\/strong><\/p>\n<p>Sim. O tratamento tem que ser mais elaborado, mas a \u00e1gua pode ser tratada. Na \u00e1gua de Governador Valadares, o ars\u00eanio ainda est\u00e1 elevado. Pode ser que o tratamento n\u00e3o esteja sendo eficiente para esse elemento espec\u00edfico, mas seja eficiente para os outros. A popula\u00e7\u00e3o dessa cidade me informou que se sente muito mal quando toma essa \u00e1gua. Ent\u00e3o temos que fazer um estudo melhor sobre a potabilidade dessa \u00e1gua e tratamentos espec\u00edficos.<\/p>\n<p><strong>E o relat\u00f3rio do Igam? Ele diz que os metais estavam elevados, mas muitos j\u00e1 voltaram aos n\u00edveis normais?<\/strong><\/p>\n<p>Contradiz com o nosso estudo porque nossa coleta foi feita mais ou menos um m\u00eas depois do evento, e a concentra\u00e7\u00e3o ainda estava elevada. Eu tenho experi\u00eancia com an\u00e1lises de metais h\u00e1 oito anos. Nesse momento, eu tenho a consci\u00eancia de que n\u00f3s temos que validar esses resultados para dar mais seguran\u00e7a, mas tenho toda a confian\u00e7a e experi\u00eancia para dizer que nossos dados est\u00e3o corretos. A realidade no momento da coleta era aquela.<\/p>\n<p><strong>Que mal fazem esses metais?<\/strong><\/p>\n<p>O mangan\u00eas, o ars\u00eanio e o chumbo, que estavam acima do permitido pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, podem causar efeitos de longo prazo quando encontrado em excesso na alimenta\u00e7\u00e3o ou no contato em concentra\u00e7\u00f5es n\u00e3o apropriadas. Depois de 20 anos de exposi\u00e7\u00e3o, por exemplo, o mangan\u00eas pode ser neurot\u00f3xico, aumentando a incid\u00eancia de doen\u00e7as neurodegenerativas, como Doen\u00e7a de Alzheimer e Parkinson. Existem v\u00e1rios estudos epidemiol\u00f3gicos em outras regi\u00f5es do mundo demonstrando isso. O ars\u00eanio \u00e9 um elemento que favorece o desenvolvimento de c\u00e2ncer. Ele foi listado pela IARC<em> [sigla em ingl\u00eas para Ag\u00eancia Internacional de Pesquisa em C\u00e2ncer, \u00f3rg\u00e3o da ONU]<\/em>, que classifica subst\u00e2ncias carcinog\u00eanicas para humanos. Ent\u00e3o ele \u00e9 comprovadamente carcinog\u00eanico.<\/p>\n<p>Tudo tem que ser monitorado, porque a popula\u00e7\u00e3o pode estar sendo exposta ao risco de desenvolver algumas doen\u00e7as e sintomas de longo prazo. Se daqui a 20 anos, por exemplo, aumentar a incid\u00eancia de c\u00e2ncer, de depress\u00e3o ou de outro dano neurodegenerativo na popula\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 muito dif\u00edcil achar a correla\u00e7\u00e3o de que foi por causa do impacto ambiental dessa lama. Ent\u00e3o temos que estudar isso agora e alertar a popula\u00e7\u00e3o para preven\u00e7\u00e3o. N\u00e3o podemos deixar que isso aconte\u00e7a \u2013 nem mesmo a possibilidade disso.<\/p>\n<p>E n\u00e3o podemos pensar apenas na \u00e1gua para capta\u00e7\u00e3o e uso humano. Sabemos que na Bacia Hidrogr\u00e1fica do rio Doce existem os animais, a biota, que podem sofrer um desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico muito grande. Os animais que t\u00eam contato com a \u00e1gua n\u00e3o v\u00e3o beber uma \u00e1gua tratada. Eles v\u00e3o beber direto do rio.<\/p>\n<p><strong>Como continuam os trabalhos do Gaia?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s temos que terminar as an\u00e1lises em outros pontos, porque coletamos \u00e1gua em todo o rio Doce, mas analisamos somente at\u00e9 Governador Valadares. Falta analisar as \u00e1guas de Governador Valadares at\u00e9 a foz. N\u00f3s vamos divulgar tamb\u00e9m as an\u00e1lises de outros metais <em>[Antim\u00f4nio, B\u00e1rio, C\u00e1lcio, C\u00e9sio, Cromo, Cobalto, Cobre, Magn\u00e9sio, Merc\u00fario, Rub\u00eddio, Prata, Estr\u00f4ncio, Ur\u00e2nio e Van\u00e1dio]<\/em> e vamos passar as amostras para outros laborat\u00f3rios para que eles fa\u00e7am as mesmas an\u00e1lises, para validar nossos resultados. Ent\u00e3o divulgaremos os dados todos juntos num relat\u00f3rio final, que vai ser bastante completo sobre essa caracteriza\u00e7\u00e3o inicial de como est\u00e1 a Bacia do Rio Doce ap\u00f3s o impacto que ela sofreu. A expectativa \u00e9 de divulgar esse laudo final nos primeiros meses de 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>An\u00e1lises feitas por uma equipe independente de pesquisadores mostram que h\u00e1 n\u00edveis elevados de metais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33965,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rio_doce.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"An\u00e1lises feitas por uma equipe independente de pesquisadores mostram que h\u00e1 n\u00edveis elevados de metais","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33964"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33964"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33964\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33965"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33964"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33964"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}