{"id":33831,"date":"2015-12-23T11:00:11","date_gmt":"2015-12-23T14:00:11","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33831"},"modified":"2015-12-23T08:56:00","modified_gmt":"2015-12-23T11:56:00","slug":"estudo-mostra-comprometimento-do-solo-em-areas-afetadas-por-lama-de-barragem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-mostra-comprometimento-do-solo-em-areas-afetadas-por-lama-de-barragem\/","title":{"rendered":"Estudo mostra comprometimento do solo em \u00e1reas afetadas por lama de barragem"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-33832\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O solo da \u00e1rea afetada pela lama do rompimento da barragem de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela BHP Bilinton, no munic\u00edpio mineiro de Mariana, n\u00e3o est\u00e1 apto para o desenvolvimento da agropecu\u00e1ria, revela estudo preliminar feito em parceria pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig).<\/p>\n<p>O levantamento foi feito a pedido da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento.<\/p>\n<p>Segundo Jos\u00e9 Carlos Polidoro, pesquisador da Embrapa Solos, foram coletadas amostras em 10 pontos dentro da \u00e1rea de 1.430 hectares afetados pela lama.<\/p>\n<p>Polidoro disse que a lama que cobriu a regi\u00e3o n\u00e3o tem nutrientes que possibilitem o plantio. \u201cO material, quimicamente, \u00e9 quase inerte. N\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00e3o nenhuma de crescer uma planta [nessa \u00e1rea]. Ou seja, a agropecu\u00e1ria, nesse ponto, com o material que foi depositado nessa \u00e1rea, n\u00e3o tem a m\u00ednima condi\u00e7\u00e3o de voltar a ocorrer, pelo menos por enquanto\u201d, afirmou o pesquisador.<\/p>\n<p>De acordo com Polidoro, outra quest\u00e3o analisada na primeira fase do estudo foi a presen\u00e7a de metais pesados nas amostras. \u201cPrimeiramente, a nossa investiga\u00e7\u00e3o foi sobre a presen\u00e7a, ou n\u00e3o, de metais pesados em concentra\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas. N\u00f3s n\u00e3o detectamos isso. Detectamos que n\u00e3o h\u00e1 nenhum ind\u00edcio de metais pesados em concentra\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas nesse material que se espalhou nos 1.430 hectares, aproximadamente, que foram atingidos pela lama da barragem de rejeitos.\u201d<\/p>\n<p>Quanto ao reflorestamento da regi\u00e3o, Polidoro informou que est\u00e1 sendo estudada a possibilidade de recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea atingida. \u201cO estudo \u00e9 preliminar. A princ\u00edpio, h\u00e1 possibilidade de recupera\u00e7\u00e3o. Existem v\u00e1rias tecnologias para recuperar \u00e1reas impactadas por v\u00e1rios problemas, mas a solu\u00e7\u00e3o, como ser\u00e1 a recupera\u00e7\u00e3o, temos que estudar um pouco mais. A princ\u00edpio, \u00e9 a revegeta\u00e7\u00e3o com reflorestamento, mas \u00e9 um pouco cedo para ter um diagn\u00f3stico definitivo.\u201d<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador, est\u00e1 sendo feito outro levantamento para avaliar os demais danos causados pelo rompimento da barragem. Com as informa\u00e7\u00f5es, ser\u00e3o analisadas as a\u00e7\u00f5es a serem adotadas. \u201cH\u00e1 t\u00e9cnicas para fazer isso [recuperar], mas ainda n\u00e3o definimos, porque estamos apoiando o governo de Minas Gerais, e isso n\u00e3o \u00e9 uma compet\u00eancia s\u00f3 da Embrapa. Temos que juntar uma s\u00e9rie de \u00f3rg\u00e3os para definir [o qu\u00ea fazer]\u201d, explicou.<\/p>\n<div class=\"node-info\">Edi\u00e7\u00e3o: <strong>N\u00e1dia Franco<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O solo da \u00e1rea afetada pela lama do rompimento da barragem de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33832,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lama_mariana.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O solo da \u00e1rea afetada pela lama do rompimento da barragem de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33831"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33831"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33831\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}