{"id":33821,"date":"2015-12-23T09:00:28","date_gmt":"2015-12-23T12:00:28","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33821"},"modified":"2015-12-23T08:36:40","modified_gmt":"2015-12-23T11:36:40","slug":"o-que-sao-produtos-biodegradaveis-eles-sao-a-solucao-para-a-questao-do-lixo-nas-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-que-sao-produtos-biodegradaveis-eles-sao-a-solucao-para-a-questao-do-lixo-nas-cidades\/","title":{"rendered":"O que s\u00e3o produtos biodegrad\u00e1veis? Eles s\u00e3o a solu\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o do lixo nas cidades?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-33822\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A preocupa\u00e7\u00e3o a respeito dos impactos ambientais causados pela atividade humana vem crescendo nos \u00faltimos anos. Dessa forma, surgem medidas que visam mudar h\u00e1bitos ou diminuir os impactos ambientais causados por humanos, principalmente na quest\u00e3o do lixo urbano. Muitas s\u00e3o as solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes para diminuir o volume de lixo gerado nas grandes cidade, como reciclagem, <a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/67\/2368-o-que-e-como-fazer-compostagem-compostar-composteira-tecnica-processo-reciclagem-decomposicao-destino-util-solucao-materia-organica-residuos-solidos-lixo-organico-urbano-domestico-industrial-rural-transformacao-adubo-natural.html\" target=\"_blank\">compostagem<\/a>, incinera\u00e7\u00e3o, reutiliza\u00e7\u00e3o de embalagens (refil, retorn\u00e1vel, entre outras) e uso dos pol\u00eamicos produtos biodegrad\u00e1veis &#8211; termo que vem sendo muito utilizado em diversos itens, pois agrega um valor \u201cecologicamente correto\u201d e atrai mais consumidores.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><a href=\"file:\/\/\/C:\/Documents%20and%20Settings\/Administrador.SKL033\/Meus%20documentos\/Downloads\/MateusEugenioBoscaro_revisada%20%281%29.pdf\" target=\"_blank\">A biodegrada\u00e7\u00e3o<\/a> \u00e9 definida como o processo de transforma\u00e7\u00e3o qu\u00edmica promovida pela a\u00e7\u00e3o de micro-organismos sob condi\u00e7\u00f5es adequadas de temperatura, umidade, luz, oxig\u00eanio e nutrientes. A biodegrada\u00e7\u00e3o pode ser aer\u00f3bica ou anaer\u00f3bica. Nesse processo, o material original \u00e9 alterado e, em geral, transformado em mol\u00e9culas menores &#8211; em alguns casos, em \u00e1gua, CO2 e biomassa. Um par\u00e2metro muito importante que define se um material \u00e9 ou n\u00e3o biodegrad\u00e1vel \u00e9 o tempo que ele leva para ser decomposto por a\u00e7\u00e3o de micro-organismos. Normalmente, considera-se que um material \u00e9 biodegrad\u00e1vel quando este se decomp\u00f5em em uma escala de tempo de semanas ou meses. Para que a degrada\u00e7\u00e3o de um material biodegrad\u00e1vel seja efetiva, o material deve ser levado, junto com o lixo org\u00e2nico, a uma unidade de compostagem, pois, nesse ambiente, o material encontrar\u00e1 condi\u00e7\u00f5es \u00f3timas para se decompor.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Um material pode at\u00e9 ser decomposto por a\u00e7\u00e3o microbiana, por\u00e9m o tempo para que isso ocorra \u00e9 muito grande, dessa forma, esse material n\u00e3o \u00e9 classificado como biodegrad\u00e1vel. Por exemplo: alguns tipos de pl\u00e1sticos (<a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/35\/900-pvc-material-muito-usado-na-industria-pode-trazer-problemas-ambientais.html\" target=\"_blank\">PVC<\/a>, polietileno e polipropileno), que podem ser decompostos por a\u00e7\u00e3o microbiana, mas levam de dez a 20 anos para desaparecerem &#8211; dependendo da espessura, esse tempo pode ser ainda maior -, assim, n\u00e3o s\u00e3o classificados como biodegrad\u00e1veis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para ser considerado biodegrad\u00e1vel, um material ou produto deve atender a algumas normas internacionais, como as estadunidenses ASTM 6400, 6868, 6866, a europeia EN 13432, ou a brasileira <a href=\"http:\/\/www.abntcatalogo.com.br\/norma.aspx?ID=609\" target=\"_blank\">ABNT NBr 15448<\/a> de biodegrada\u00e7\u00e3o e compostagem, e comprovar suas propriedades por meio de testes em laborat\u00f3rios certificados. Em seguida, s\u00e3o apresentadas as etapas da certifica\u00e7\u00e3o biodegrad\u00e1vel (compost\u00e1vel) para um pl\u00e1stico e suas respectivas normas:<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">1. Caracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do material<\/span>: esta etapa inclui an\u00e1lise de metais pesados e s\u00f3lidos vol\u00e1teis na composi\u00e7\u00e3o do material.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">2. Biodegrada\u00e7\u00e3o:<\/span>\u00a0\u00e9 aferida por meio da rela\u00e7\u00e3o entre a quantidade de CO2 emitida pelo pl\u00e1stico compost\u00e1vel com a quantidade emitida por uma amostra padr\u00e3o, durante sua biodegrada\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s um per\u00edodo de tempo (ASTM D5338).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">3. Desintegra\u00e7\u00e3o:<\/span> o material deve, fisicamente, desintegrar-se (mais de 90%) em peda\u00e7os menores que 2 mm em 90 dias (ISO 16929 e ISO 20200).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">4. Ecotoxidade:<\/span> verifica-se se nenhum material t\u00f3xico, que atrapalharia o desenvolvimento de plantas, pode ser gerado durante o processo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/images\/stories\/selos%20biodegradavel.jpg\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"202\" \/><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Atualmente, um material que vem sendo substitu\u00eddo por uma variante biodegrad\u00e1vel \u00e9 o pl\u00e1stico derivado do petr\u00f3leo. A principal justificativa para isso \u00e9 a alta resist\u00eancia que esse material apresenta \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o, sendo que alguns tipos de pl\u00e1stico levam mais de 100 anos para serem degradados. Desse modo, o ac\u00famulo de material em dep\u00f3sitos de lixo e ambientes naturais \u00e9 cada vez maior. Os pl\u00e1sticos biodegrad\u00e1veis s\u00e3o classificados, de uma maneira simples, em naturais ou sint\u00e9ticos.<\/p>\n<h3>Pl\u00e1sticos biodegrad\u00e1veis naturais<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Os pol\u00edmeros biodegrad\u00e1veis naturais, tamb\u00e9m chamados de biopol\u00edmeros, s\u00e3o todos aqueles produzidos a partir de recursos naturais e renov\u00e1veis. Compreendem os polissacar\u00eddeos produzidos pelas plantas (amido de milho, mandioca, entre outros), poli\u00e9steres produzidos por microrganismos (principalmente por diversos tipos de bact\u00e9rias), borrachas naturais, entre outros.<\/p>\n<h3>Pl\u00e1sticos biodegrad\u00e1veis sint\u00e9ticos<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Neste grupo est\u00e3o alguns tipos de pol\u00edmeros sint\u00e9ticos que s\u00e3o degradados naturalmente, ou pela adi\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que podem acelerar sua degrada\u00e7\u00e3o. Entre estes pl\u00e1sticos destacam-se os oxi-biodegrad\u00e1veis e os poli (\u03b5-caprolactona) (PCL). Os pl\u00e1sticos oxi-biodegrad\u00e1veis s\u00e3o pl\u00e1sticos sint\u00e9ticos em que foram incorporados aditivos qu\u00edmicos pr\u00f3-oxidantes em sua composi\u00e7\u00e3o, capazes de iniciar ou acelerar o processo de degrada\u00e7\u00e3o oxidativa, gerando produtos que s\u00e3o biodegrad\u00e1veis. O PCL \u00e9 um poli\u00e9ster termopl\u00e1stico biodegrad\u00e1vel e biocompat\u00edvel com aplica\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas.<\/p>\n<h3>Detergentes<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Entretanto, os pl\u00e1sticos n\u00e3o s\u00e3o os primeiros produtos a sofrerem altera\u00e7\u00f5es ou substitui\u00e7\u00e3o devido ao seu impacto ambiental. Os detergentes, at\u00e9 1965, utilizavam como mat\u00e9ria-prima alquilado ramificado (<a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/35\/728-saiba-como-ser-mais-sustentavel-ao-comprar-sabao-.html\" target=\"_blank\">tensoativo<\/a>\u00a0&#8211; por defini\u00e7\u00e3o, o tensoativo \u00e9 uma subst\u00e2ncia sint\u00e9tica usada na fabrica\u00e7\u00e3o de produtos de limpeza e cosm\u00e9ticos e que provoca a jun\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que, em seu estado natural, n\u00e3o seriam misturadas, como \u00e9 o caso da \u00e1gua e do \u00f3leo), cuja pouca biodegrada\u00e7\u00e3o gerava um fen\u00f4meno de produ\u00e7\u00e3o de espuma nos cursos de \u00e1gua e nas esta\u00e7\u00f5es de tratamento. Dessa forma, os alquilados ramificados foram substitu\u00eddos pelos alquilados lineares, classificados como biodegrad\u00e1veis &#8211; em seguida, foram criadas leis que proibiram a utiliza\u00e7\u00e3o de alquilados ramificados. No Brasil, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade proibiu, a partir de janeiro de 1981 ( <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto\/Antigos\/D79094.htm\" target=\"_blank\">Art. 68 do decreto n\u00b079.094,<\/a> revogado pelo <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2013\/Decreto\/D8077.htm#art25\" target=\"_blank\">Decreto n\u00b08.077, de 2013<\/a>), a fabrica\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o ou importa\u00e7\u00e3o de saneantes de qualquer natureza (detergentes) contendo tensoativo ani\u00f4nico n\u00e3o biodegrad\u00e1vel.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A biodegrada\u00e7\u00e3o de agentes tensoativos lineares pode ser divida em primaria e total (ou mineraliza\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">\u2022 Biodegrada\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\">A biodegrada\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e9 aquela que ocorre quando a mol\u00e9cula foi oxidada ou alterada pela a\u00e7\u00e3o de uma bact\u00e9ria, de maneira que tenha perdido as suas caracter\u00edsticas de tensoativo ou que n\u00e3o mais responda a procedimentos anal\u00edticos espec\u00edficos para a detec\u00e7\u00e3o do tensoativo original. Este processo se faz rapidamente na maioria dos casos, diversas bact\u00e9rias especializadas s\u00e3o capazes de metabolizar tensoativos. Inicialmente, a biodegrada\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria foi aceita como suficiente, contudo, os res\u00edduos org\u00e2nicos s\u00e3o considerados estranhos ao meio ambiente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span class=\"Apple-style-span\">\u2022 Biodegrada\u00e7\u00e3o total ou mineraliza\u00e7\u00e3o<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\">A biodegrada\u00e7\u00e3o total, ou mineraliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 aquela definida como sendo a convers\u00e3o completa da mol\u00e9cula do tensoativo em CO2, H2O, sais inorg\u00e2nicos e produtos associados com o processo metab\u00f3lico normal da bact\u00e9ria.<\/p>\n<h3>Biodegrada\u00e7\u00e3o \u00e9 a salva\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Atualmente, com o aumento da demanda por produtos biodegrad\u00e1veis, surgem novas alternativas de produtos no mercado. As empresas est\u00e3o aumentando suas pesquisas para o desenvolvimento de produtos convencionais, como\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/42-eco-design\/1668-fralda-biodegradavel-feita-de-papelao-pode-reduzir-impactos-ambientais.html\" target=\"_blank\">fralda<\/a>s, <a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/37\/372-caneta-biodegradavel-vira-humus.html\" target=\"_blank\">caneta<\/a>s, utens\u00edlios de cozinha,<a href=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/component\/content\/article\/73-vestuario\/3541-eco-moda-freitag-lanca-linha-de-roupas-100-biodegradaveis.html\" target=\"_blank\"> roupa<\/a>s, entre outros, em suas vers\u00f5es biodegrad\u00e1veis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Apesar das vantagens propostas pelos mat\u00e9rias biodegrad\u00e1veis, alguns pesquisadores consideram que essa n\u00e3o \u00e9 a melhor alternativa para alguns tipos de res\u00edduos. <a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-14282007000300004\" target=\"_blank\">Segundo o professor doutor Jos\u00e9 Carlos Pinto<\/a>, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os ecologistas se equivocam quando tratam o material pl\u00e1stico como lixo. Para o pesquisador, o res\u00edduo deve ser tratado como mat\u00e9ria-prima. Todo material pl\u00e1stico \u00e9, potencialmente, recicl\u00e1vel e reutiliz\u00e1vel. Para Jos\u00e9 Carlos, as Secretarias Estaduais de Meio Ambiente deveriam lutar, portanto, pela populariza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental e pela implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de coleta seletiva e reciclagem de lixo; al\u00e9m disso, o governo federal deveria implementar pol\u00edticas que obrigassem as grandes produtoras de pl\u00e1sticos a investir na reciclagem e reutiliza\u00e7\u00e3o de seus produtos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 importante que se perceba que, se o material pl\u00e1stico se degradasse, como os alimentos e dejetos org\u00e2nicos, o material resultante da degrada\u00e7\u00e3o (por exemplo, metano e g\u00e1s carb\u00f4nico) iria parar na atmosfera e nos mananciais aqu\u00edferos, contribuindo sobremaneira com o aquecimento global e com a degrada\u00e7\u00e3o da qualidade das \u00e1guas e dos solos.<\/p>\n<p>A caracter\u00edstica de biodegrada\u00e7\u00e3o\u00a0de um material pode ser muito vantajoso para o meio ambiente, por\u00e9m essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para a diminui\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos. \u00c9 necess\u00e1rio que sejam estudados todos os efeitos que a degrada\u00e7\u00e3o de um determinado material pode causar ao meio ambiente, e, al\u00e9m disso, ponderar qual \u00e9 o destino \u00a0mais eficaz para determinado produto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A preocupa\u00e7\u00e3o a respeito dos impactos ambientais causados pela atividade humana vem crescendo nos \u00faltimos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33822,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lixo_praia1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A preocupa\u00e7\u00e3o a respeito dos impactos ambientais causados pela atividade humana vem crescendo nos \u00faltimos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33821"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33821"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33821\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33822"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33821"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33821"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33821"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}