{"id":33592,"date":"2015-12-19T10:00:23","date_gmt":"2015-12-19T13:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33592"},"modified":"2015-12-19T08:46:37","modified_gmt":"2015-12-19T11:46:37","slug":"cientistas-acreditam-ter-desvendado-misterio-de-dois-seculos-sobre-fossil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-acreditam-ter-desvendado-misterio-de-dois-seculos-sobre-fossil\/","title":{"rendered":"Cientistas acreditam ter desvendado mist\u00e9rio de dois s\u00e9culos sobre f\u00f3ssil"},"content":{"rendered":"<div class=\"map-body\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-33593\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cientistas fizeram uma reconstitui\u00e7\u00e3o de como se movimentava um antigo r\u00e9ptil marinho, que povoava os oceanos na \u00e9poca dos dinossauros.<\/p>\n<div class=\"hide-wrapper extra-content\">\n<p>E de quebra, podem ter resolvido um debate que j\u00e1 dura 200 anos: segundo simula\u00e7\u00f5es de computador, o plessiossauro, predador marinho que j\u00e1 se especulou ser o monstro do Lago Ness, nada de forma semelhante a um pinguim &#8211; basicamente, usa apenas os membros dianteiros como propulsores e as traseiras como lemes, tal como fazem as aves marinhas.<\/p>\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o do animal era uma fonte de mist\u00e9rio e disc\u00f3rdia na comunidade cient\u00edfica desde que o primeiro f\u00f3ssil de plessiossauro fora escavado em um despenhadeiro da regi\u00e3o brit\u00e2nica de Dorset, em 1821, pela exploradora Mary Anning &#8211; em uma \u00e9poca em que sequer o nome dinossauro havia sido definido.<\/p>\n<p>Anos mais tarde, um estudo relatando a descoberta levantou a quest\u00e3o sobre como a criatura nadava, j\u00e1 que suas quatro nadadeiras pareciam asas. Os paleont\u00f3logos se dividiram em duas correntes: uma sugerindo que ele se movia feito um barco, usando as quatro nadadeiras como &#8220;remos&#8221;; outra, sugerindo que ele se moveria como pinguins ou tartarugas; ou uma combina\u00e7\u00e3o de ambos.<\/p>\n<p>Agora, a simula\u00e7\u00e3o de computador baseada na an\u00e1lise do f\u00f3ssil jur\u00e1ssico indica que o movimento se parece ao do pinguim.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso estudo sugere que um movimento vertical \u00e9 o mais prov\u00e1vel, como se o animal &#8216;voasse&#8217; na \u00e1gua&#8221;, explica Adam Smith, do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Nottingham, um dos participantes do estudo, que foi publicado na revista cient\u00edfica <i>PLOS ONE<\/i>.<\/p>\n<p>A anima\u00e7\u00e3o por computador foi feita a partir de an\u00e1lises de um f\u00f3ssil de plessiossauro encontrado na Alemanha, o mais completo j\u00e1 encontrado at\u00e9 hoje e o \u00fanico com as quatro &#8220;asas&#8221; preservadas. A criatura media apenas 3m de comprimento &#8211; alguns plessiossauros poderiam ser cinco vezes maiores.<\/p>\n<p>Smith trabalhou com cientistas do Instituto de Tecnologia da Ge\u00f3rgia, nos EUA, e os especialistas conclu\u00edram que as nadadeiras traseiras do plessiossauro tinham pouco empuxo, sendo usadas especificamente para dar mais estabilidade e servir de leme.<\/p>\n<p>Os plessiossauros eram vorazes r\u00e9pteis marinhos que viveram h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos. Paleont\u00f3logos acreditam que eles matavam suas presas por afogamento e giravam na \u00e1gua para desmembr\u00e1-las.<\/p>\n<p>&#8220;Eles provavelmente faziam os mesmo que os crocodilos de hoje. Isso faria com que os membros traseiros fossem usados para fazer plessiossauros mais ferozes girarem&#8221;, acredita David Martill, da Universidade de Portsmouth.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas fizeram uma reconstitui\u00e7\u00e3o de como se movimentava um antigo r\u00e9ptil marinho, que povoava os<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33593,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/fossil_dino.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cientistas fizeram uma reconstitui\u00e7\u00e3o de como se movimentava um antigo r\u00e9ptil marinho, que povoava os","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33592"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33592"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33592\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33593"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33592"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33592"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33592"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}