{"id":33310,"date":"2015-12-13T13:49:23","date_gmt":"2015-12-13T16:49:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33310"},"modified":"2015-12-13T14:08:03","modified_gmt":"2015-12-13T17:08:03","slug":"cientistas-criam-sensor-para-ajudar-no-combate-ao-aedes-aegypti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-criam-sensor-para-ajudar-no-combate-ao-aedes-aegypti\/","title":{"rendered":"Cientistas criam sensor para ajudar no combate ao Aedes aegypti"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-33311\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cientistas de S\u00e3o Carlos, no interior de S\u00e3o Paulo, inventaram uma engenhoca que consegue analisar o barulho que o mosquito faz. E isso pode ter uma utilidade enorme.<br \/>\nMuito antes de ser um risco para a sa\u00fade p\u00fablica, mosquitos j\u00e1 eram irritantes. Muito irritantes. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o fique maluco com o barulho deles.<\/p>\n<p>Mas um pesquisador prepara uma esp\u00e9cie de vingan\u00e7a. Quer usar o zumbido insuport\u00e1vel contra o pr\u00f3prio mosquito. Ele desenvolveu um sensor que identifica o mosquito pelo barulho que ele faz.<\/p>\n<p>Antes de explicar para que serve o sensor, vamos explicar como ele funciona. Para tentar ajudar, usamos uma superc\u00e2mera lenta. Por mais que se pare\u00e7am, quando a gente v\u00ea a olho nu os mosquitos voando, eles s\u00e3o muito diferentes.<\/p>\n<p>\u201cA gente sabe que diferentes insetos batem asas de formas diferentes, em diferentes quantidades de asas, diferentes formatos de asa. Ent\u00e3o, as caracter\u00edsticas de voo, a gente acaba identificando e criando o sistema de reconhecimento\u201d, explica Gustavo Batista, pesquisador do ICMC-USP S\u00e3o Carlos.<\/p>\n<p>O Aedes aegypti bate as asas muito mais r\u00e1pido que outros mosquitos e quando passa em frente ao laser, o barulhinho fica registrado.<\/p>\n<p>No v\u00eddeo, tem dois sons captados pelo sensor. Veja a diferen\u00e7a. O som \u00e9 bem rapidinho, porque ele capta quando o inseto passa em frente ao laser. Voc\u00ea pode perceber que o primeiro \u00e9 bem diferente do segundo som. D\u00e1 pra distinguir os dois pelo ouvido mesmo. Isso porque o primeiro \u00e9 um mosquito \u2013 o Aedes aegypti, da dengue, zika e chikungunya. J\u00e1 o segundo, \u00e9 um besouro. S\u00e3o insetos bem diferente e fazem, claro, barulhos diferentes. A gente consegue distinguir pelo ouvido.<\/p>\n<p>Agora, o sensor que os cientistas est\u00e3o desenvolvendo, \u00e9 capaz de identificar e distinguir at\u00e9 o Aedes aegypti macho da f\u00eamea.<\/p>\n<p>\u201cA f\u00eamea e o macho do Aedes t\u00eam batimento de asa bem diferente. Ent\u00e3o, a gente consegue acertar com quase 99% de acerto entre f\u00eameas e machos\u201d, conta o pesquisador.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 importante porque, no caso do Aedes, quem transmite as doen\u00e7as \u00e9 sempre a f\u00eamea. Com sensores colocados em armadilhas, os pesquisadores querem poder monitorar em que \u00e1reas da cidade tem o mosquito.<\/p>\n<p>E tamb\u00e9m dizer, em tempo real, se a quantidade est\u00e1 aumentando ou diminuindo.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma forma de voc\u00ea economizar os recursos e centrar todos os recursos que a gente tem nas \u00e1reas de maior interesse. Ent\u00e3o voc\u00ea v\u00ea exatamente quais \u00e1reas de maior densidade do mosquito, manda as equipes pra essas \u00e1reas prioritariamente pra fazer o primeiro, primeiro controle do mosquito\u201d, diz o pesquisador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas de S\u00e3o Carlos, no interior de S\u00e3o Paulo, inventaram uma engenhoca que consegue analisar<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33311,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/engenhoca.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cientistas de S\u00e3o Carlos, no interior de S\u00e3o Paulo, inventaram uma engenhoca que consegue analisar","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33310"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33310"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33310\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33311"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}