{"id":33192,"date":"2015-12-12T08:48:37","date_gmt":"2015-12-12T11:48:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=33192"},"modified":"2015-12-12T08:48:37","modified_gmt":"2015-12-12T11:48:37","slug":"mais-de-420-mil-pessoas-morreram-por-doencas-transmitidas-por-alimentos-em-2010-revela-oms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mais-de-420-mil-pessoas-morreram-por-doencas-transmitidas-por-alimentos-em-2010-revela-oms\/","title":{"rendered":"Mais de 420 mil pessoas morreram por doen\u00e7as transmitidas por alimentos em 2010, revela OMS"},"content":{"rendered":"<h4>Sudeste da \u00c1sia e \u00c1frica s\u00e3o as regi\u00f5es com os \u00edndices mais altos de doen\u00e7as advindas de alimentos<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.ecycle.com.br\/images\/materias\/Nomundo\/2015-12\/alimentacao-doencas-risco-525.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"391\" \/><\/p>\n<p><i>Imagem: Fotos P\u00fablicas\/Acervo Monteiro Lobato<\/i><\/p>\n<p>No ano de 2010, de todas as v\u00edtimas de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.un.org\/apps\/news\/story.asp?NewsID=52721#.VmHXWdKrSM9\" target=\"_blank\">doen\u00e7a de origem alimentar<\/a>, 420 mil morreram; entre elas, 125 mil crian\u00e7as abaixo de cinco anos, de acordo com relat\u00f3rio publicado no dia 3 de dezembro pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 agora, as estimativas de doen\u00e7as de origem alimentar eram vagas e imprecisas. Isso ocultava os verdadeiros custos humanos da comida contaminada\u201d, afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. Para ela, o\u00a0<a href=\"http:\/\/apps.who.int\/iris\/bitstream\/10665\/199350\/1\/9789241565165_eng.pdf?ua=1\" target=\"_blank\">relat\u00f3rio<\/a> coloca a informa\u00e7\u00e3o nos trilhos, j\u00e1 que a detec\u00e7\u00e3o dos principais agentes patog\u00eanicos e sua a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em partes do mundo permite a elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias mais precisas por parte do p\u00fablico, do governo e da ind\u00fastria aliment\u00edcia.<\/p>\n<p>A \u00c1frica e o Sudeste Asi\u00e1tico s\u00e3o as regi\u00f5es com maior incid\u00eancia de doen\u00e7as de origem alimentar e com maior n\u00famero de v\u00edtimas, incluindo crian\u00e7as abaixo de cinco anos. No caso do Brasil, as taxas de mortalidade infantil em decorr\u00eancia de doen\u00e7as associadas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 baixa, e, entre adultos, ainda menor.<\/p>\n<p>No entanto, a incid\u00eancia de casos de doen\u00e7a de chagas transmitidos por alimentos no Brasil \u00e9 citada no relat\u00f3rio. No pa\u00eds, 70% dos casos agudos registrados entre 2000 e 2010 foram associados ao consumo de alimentos. Segundo o relat\u00f3rio, estes indicadores reabrem o debate sobre qual seria a principal fonte de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a, associada at\u00e9 o momento a via vetorial.<\/p>\n<p>\u201cO risco das doen\u00e7as relacionadas a alimentos \u00e9 mais severo em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda, ligado ao preparo de comida com \u00e1gua contaminada; m\u00e1 higiene e condi\u00e7\u00f5es inadequadas na produ\u00e7\u00e3o de alimentos e no armazenamento; baixos n\u00edveis de alfabetiza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o; e legisla\u00e7\u00e3o sobre seguran\u00e7a alimentar insuficiente\u201d, segundo relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O documento enfatiza a amea\u00e7a global gerada pelas doen\u00e7as de origem alimentar e refor\u00e7a a necessidade de que governos, ind\u00fastria de alimentos e indiv\u00edduos fa\u00e7am mais para tornar os alimentos seguros e prevenir doen\u00e7as deste tipo.<\/p>\n<p>Para acessar o relat\u00f3rio (em ingl\u00eas), clique <a href=\"http:\/\/apps.who.int\/iris\/bitstream\/10665\/199350\/1\/9789241565165_eng.pdf?ua=1\" target=\"_blank\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><i> Fonte: ONUBr<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sudeste da \u00c1sia e \u00c1frica s\u00e3o as regi\u00f5es com os \u00edndices mais altos de doen\u00e7as<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Sudeste da \u00c1sia e \u00c1frica s\u00e3o as regi\u00f5es com os \u00edndices mais altos de doen\u00e7as","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33192"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33192"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33192\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}