{"id":32456,"date":"2015-11-29T10:00:29","date_gmt":"2015-11-29T13:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=32456"},"modified":"2015-11-28T21:31:45","modified_gmt":"2015-11-29T00:31:45","slug":"professor-da-ufrj-diz-que-rio-doce-ressuscitara-em-5-meses-ambientalista-contesta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/professor-da-ufrj-diz-que-rio-doce-ressuscitara-em-5-meses-ambientalista-contesta\/","title":{"rendered":"Professor da UFRJ diz que rio Doce &#8216;ressuscitar\u00e1&#8217; em 5 meses; ambientalista contesta"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-32457\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma mat\u00e9ria publicada pela BBC Brasil neste s\u00e1bado (28) surpreendeu os leitores com a afirma\u00e7\u00e3o de que o rio Doce poder\u00e1 \u201cressuscitar\u201d em apenas cinco meses, ao contr\u00e1rio do que v\u00eam dizendo especialistas desde o rompimento da barragem Fund\u00e3o, da Samarco, em 5 de novembro.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio otimista foi desenhado pelo professor de Engenharia Costeira do Instituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Paulo Rosman, autor de um estudo que teria sido encomendado pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente para dimensionar o impacto e a extens\u00e3o da chegada da lama ao mar capixaba.<\/p>\n<p>Segundo o professor, acidentes mais graves do que o epis\u00f3dio de Mariana, na regi\u00e3o Central de Minas, j\u00e1 foram registrados e n\u00e3o impediram o restabelecimento da fauna e da flora locais. Ele cita como exemplo a erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica do monte Santa Helena, nos Estado Unidos, em 1980.<\/p>\n<p>\u201cAs fortes chuvas entre novembro e abril &#8216;lavar\u00e3o&#8217; o rio Doce, num processo natural\u201d, afirma Rosman na entrevista.<\/p>\n<p><strong>Contraponto<\/strong><\/p>\n<p>O gerente-geral do departamento de Meio Ambiente da Funda\u00e7\u00e3o Gorceix, professor Wilson Jos\u00e9 Guerra, contesta essa teoria. Uma semana ap\u00f3s a enxurrada de lama descer pelo curso d&#8217;\u00e1gua a caminho do Esp\u00edrito Santo, ele percorreu o rio Doce, da foz \u00e0 montante, em Minas, coletando amostras e conferindo de perto a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo ele, apenas a chuva n\u00e3o seria capaz de reverter a situa\u00e7\u00e3o. \u201cSe a montante do rio e a mata ciliar estiverem limpas, naturalmente a \u00e1gua que descer ser\u00e1 limpa tamb\u00e9m. Mas se estiverem sujas, a chuva vai fazer com que a lama que est\u00e1 mais perto do local do impacto siga pelo rio. A chuva, hoje, a montante, n\u00e3o seria ideal\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com Guerra, cinco meses seria um \u201ctempo milagroso\u201d, levando em considera\u00e7\u00e3o que quase 30 dias ap\u00f3s o rompimento da barragem ainda h\u00e1 muita lama depositada no rio e nas imedia\u00e7\u00f5es dele. O professor ainda ressalta que \u00e9 preciso ir al\u00e9m do foco principal.<\/p>\n<p>\u201cTodo mundo fala muito no rio Doce, mas os afluentes e as respectivas nascentes tamb\u00e9m t\u00eam que ser cuidados, para que des\u00e7a muita \u00e1gua limpa e acelere a recupera\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma mat\u00e9ria publicada pela BBC Brasil neste s\u00e1bado (28) surpreendeu os leitores com a afirma\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":32457,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/peixe_rio_doce.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma mat\u00e9ria publicada pela BBC Brasil neste s\u00e1bado (28) surpreendeu os leitores com a afirma\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32456"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32456"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32456\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32457"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32456"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32456"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32456"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}