{"id":32367,"date":"2015-11-27T19:58:11","date_gmt":"2015-11-27T22:58:11","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=32367"},"modified":"2015-11-27T19:58:11","modified_gmt":"2015-11-27T22:58:11","slug":"estudo-da-wwf-aponta-degradacao-de-nascentes-do-rio-acre-e-judia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-da-wwf-aponta-degradacao-de-nascentes-do-rio-acre-e-judia\/","title":{"rendered":"Estudo da WWF aponta degrada\u00e7\u00e3o de nascentes do Rio Acre e Judia"},"content":{"rendered":"<div id=\"materia-letra\" class=\"materia-conteudo entry-content\">\n<div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Rio Acre na manh\u00e3 desta quinta-feira (24) (Foto: Aline Nascimento\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/NnRjdR5K0tfi8M0sRFfAVmj8f_Y=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/09\/24\/rio_ii.jpg\" alt=\"Rio Acre na manh\u00e3 desta quinta-feira (24) (Foto: Aline Nascimento\/G1)\" width=\"415\" height=\"311\" \/><strong>Estudo sobre bacias hidrogr\u00e1ficas detectou<br \/>\ndegrada\u00e7\u00e3o de nascentes no Acre<br \/>\n(Foto: Aline Nascimento\/G1)<\/strong><\/div>\n<p>Um estudo divulgado pela WWF-Brasil pode ajudar o Acre na redu\u00e7\u00e3o do impacto causado por enchentes durante o per\u00edodo de chuvas.<\/p>\n<p>O projeto intitulado &#8220;An\u00e1lise das vulnerabilidades ambientais das bacias hidrogr\u00e1ficas do rio Acre e do igarap\u00e9 Judia&#8221; coletou e analisou dados\u00a0 das cheias que ocorreram entre 1972 a 2012.<\/p>\n<p>Segundo \u00c2ngelo Lima, especialista em conserva\u00e7\u00e3o de \u00e1gua doce da WWF-Brasil, dados apontam que mais da metade da bacia hidrogr\u00e1fica do rio Acre, de 310 mil quil\u00f4metros quadrados, e do igarap\u00e9 Judia apresentam altos n\u00edveis de degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um dos problemas detectados pelo estudo, foi a ocupa\u00e7\u00e3o irregular de \u00e1reas de risco e \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) pr\u00f3ximas ao rio. Al\u00e9m da falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os ambientais e lan\u00e7amento de dejetos e esgoto<\/p>\n<p>&#8220;A \u00e1gua est\u00e1 relacionada a 80% dos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e quer\u00edamos tratar isso do ponto de vista das bacias hidrogr\u00e1ficas. Nessa an\u00e1lise pegamos primeiro os poss\u00edveis motivadores que causam esses tipos de impacto. Entre os v\u00e1rios motivos, est\u00e3o tamb\u00e9m a constru\u00e7\u00e3o de estradas, por exemplo, caso sejam constru\u00eddas incorretamente podem aterrar nascentes e causar assoreamentos&#8221;, explica.<\/p>\n<p><strong>Acre sofre consequ\u00eancias de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><br \/>\nSegundo Lima, o Acre foi escolhido para realiza\u00e7\u00e3o do estudo por apontar altos contrastes em per\u00edodos de enchentes e secas. Para o pesquisador, isso demonstra que o estado vive as consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, por isso, precisa atuar executando pol\u00edticas de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Infelizmente as cidades do Acre, que t\u00eam uma pol\u00edtica ambiental muito forte, refletem um pouco o modelo de cidades do Sul e Sudeste, que \u00e9 a ocupa\u00e7\u00e3o desordenada sem olhar inclusive as nascentes e rios que existem dentro dos munic\u00edpios. \u00c0s vezes as pessoas culpam os rios pela enchente em \u00e1reas urbanas, mas todo rio tem a margem de alagamento natural&#8221;, destaca.<\/p>\n<p><strong>Melhoria no saneamento est\u00e1 entre medidas<\/strong><br \/>\nEntre as a\u00e7\u00f5es que devem ser tomadas para a diminui\u00e7\u00e3o dos impactos nos per\u00edodos de cheias e secas, est\u00e3o a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental, limpeza das nascentes, com\u00e9rcio com estrutura de tratamento que seja adequada para causar menos impacto ao curso da \u00e1gua.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" title=\"Rio Acre voltou a subir nesta quinta, ap\u00f3s vazante (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Secom\/Acre)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/PM1ZzBI6OaXUlH1BcWoPBxi66pM=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/03\/12\/foto_secom.jpg\" alt=\"Rio Acre voltou a subir nesta quinta, ap\u00f3s vazante (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Secom\/Acre)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><strong>Acre foi escolhido por apresentar per\u00edodos de<br \/>\nenchente e grande seca<br \/>\n(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Secom\/Acre)<\/strong><\/div>\n<p>Segundo Lima, n\u00e3o h\u00e1 como prever quando ou qual o n\u00edvel das enchentes e secas, como o caso da cheia hist\u00f3rica de 2015. Para ele, o trabalho ainda deve ser atualizado pelas institui\u00e7\u00f5es do estado, para que hajam medidas especificas para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Esse documento precisa ser trabalhado, queremos que seja cada vez mais atualizado para avan\u00e7ar encontrando mais solu\u00e7\u00f5es. Os grandes rios s\u00e3o formados atrav\u00e9s das nascentes, por isso, elas precisam ser protegidas. Essas medidas de adapta\u00e7\u00e3o devem ser tomadas para garantir a regularidade da quantidade de \u00e1gua nos rios especialmente em per\u00edodos secos&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p>O especialista destaca tamb\u00e9m, que o documento ambiental deve ser complementado com\u00a0 an\u00e1lises de vulnerabilidade social, institucional e econ\u00f4mica para verificar se nos locais de risco existem grupos que possam auxiliar nessas a\u00e7\u00f5es. &#8220;Essas pessoas podem ser capacitadas e informadas para que possam ajudar inclusive em momentos de problemas como enchentes, entre outros. &#8220;.<\/p>\n<p class=\"vcard author\">Fonte: G1\u00a0<span class=\"adr\"><span class=\"locality\">AC<\/span><\/span> &#8211;<strong class=\"fn\">Qu\u00e9sia Melo<\/strong><span class=\"adr\"><span class=\"locality\"><br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo sobre bacias hidrogr\u00e1ficas detectou degrada\u00e7\u00e3o de nascentes no Acre (Foto: Aline Nascimento\/G1) Um estudo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Estudo sobre bacias hidrogr\u00e1ficas detectou degrada\u00e7\u00e3o de nascentes no Acre (Foto: Aline Nascimento\/G1) Um estudo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32367"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32367"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32367\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32367"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32367"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32367"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}