{"id":32162,"date":"2015-11-24T07:00:01","date_gmt":"2015-11-24T10:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=32162"},"modified":"2015-11-23T20:30:23","modified_gmt":"2015-11-23T23:30:23","slug":"tecnologia-ajuda-agroindustrias-a-diminuir-danos-ao-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tecnologia-ajuda-agroindustrias-a-diminuir-danos-ao-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"Tecnologia ajuda agroind\u00fastrias a diminuir danos ao meio ambiente"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-32163\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>No Paran\u00e1, um sistema transforma em riqueza os res\u00edduos poluentes da fabrica\u00e7\u00e3o do polvilho da mandioca. Essa tecnologia vem ajudando agroind\u00fastrias a evitar danos ao meio ambiente e, mais ainda, fazendo economia e gerando renda.<\/p>\n<p>O cultivo de mandioca vem ganhando espa\u00e7o no Paran\u00e1. J\u00e1 s\u00e3o mais de 170 mil hectares, especialmente na regi\u00e3o entre o norte e o oeste do estado. Uma safra anual estimada em cerca de 4 milh\u00f5es de toneladas, o que representa 17 % da produ\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia de Jos\u00e9 An\u00edsio Pasquini planta mandioca h\u00e1 duas d\u00e9cadas. \u201cNa \u00e9poca surgiu a oportunidade de trabalhar com mandioca, porque soja na nossa regi\u00e3o n\u00e3o ia, pasto tamb\u00e9m j\u00e1 estava dif\u00edcil e a\u00ed come\u00e7amos com mandioca, achando um bom neg\u00f3cio. A gente est\u00e1 a\u00ed j\u00e1 h\u00e1 22 anos na mandioca\u201d.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia Pasquini planta 1.400 hectares de mandioca na regi\u00e3o de Nova Esperan\u00e7a e colhem cerca de 70 toneladas ao dia.<\/p>\n<p>Nessa regi\u00e3o do Paran\u00e1, a mandioca tem tratamento de cultura nobre e se usa muita tecnologia. O plantio j\u00e1 \u00e9 praticamente todo mecanizado.<\/p>\n<p>A plantadeira leva 4 trabalhadores, que s\u00f3 t\u00eam que abastecer o implemento com as manivas, o caule da mandioca que \u00e9 usado para a reprodu\u00e7\u00e3o da planta. A m\u00e1quina corta a maniva no tamanho certo, coloca no ch\u00e3o e j\u00e1 cobre com terra.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 muito cuidado na escolha das variedades. \u00c9 que quase toda a produ\u00e7\u00e3o paranaense \u00e9 destinada \u00e0 ind\u00fastria, que precisa de mat\u00e9ria prima o ano todo. Como, naturalmente, a mandioca produz melhor entre os meses de maio e agosto. Para ter colheita o ano inteiro, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 plantar variedades com ciclos diferentes, como explica o agr\u00f4nomo A\u00edlton Vantini. \u201cA gente usa variedades para poder fazer um escalonamento de produ\u00e7\u00e3o. Tem mandioca que voc\u00ea arranca com um ano, ano e meio e dois anos. Com isso voc\u00ea vai ter mandioca ao longo do ano inteiro\u201d.<\/p>\n<p>O Paran\u00e1 responde por quase 70% da f\u00e9cula ou amido de mandioca produzido no brasil. Tamb\u00e9m chamado de polvilho, o pozinho branco, bem fininho, tem diversos usos. \u201cA f\u00e9cula tem um bom mercado tanto na ind\u00fastria aliment\u00edcia como ind\u00fastria papeleira, ind\u00fastria qu\u00edmica, entre outras\u201d, explica Andrew Pasquini, gerente da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria, no munic\u00edpio de Nova Esperan\u00e7a, tamb\u00e9m pertence \u00e0 fam\u00edlia Pasquini. Ela processa 400 toneladas de mandioca por dia.\u00a0 Para a extra\u00e7\u00e3o da f\u00e9cula, a raiz \u00e9 mo\u00edda e a massa tem que ser lavada para soltar o amido.<\/p>\n<p>O caldo que sai da lavagem vai\u00a0 para um equipamento que desidrata e seca a mistura\u00a0 at\u00e9 virar p\u00f3.\u00a0 Para aquecer a \u00e1gua e os secadores, a ind\u00fastria precisa de calor, que nos sistemas tradicionais \u00e9 gerado com a queima de madeira.<\/p>\n<p>Em todo processo, desde a lavagem at\u00e9 a extra\u00e7\u00e3o do amido, se usa \u00e1gua, muita \u00e1gua. Em torno de 1 milh\u00e3o de litros por dia.<\/p>\n<p>Cada 100 quilos de mandioca rendem, em m\u00e9dia, 25 quilos de f\u00e9cula. O que sobra \u00e9 res\u00edduo. Essa massa pode ser usada na alimenta\u00e7\u00e3o animal, mas a \u00e1gua proveniente do processo, que \u00e9 chamada de manipueira, \u00e9 poluente. \u201cEssa \u00e1gua que vem da ind\u00fastria, no processo de moagem da mandioca, tem tudo o que tem dentro da raiz da mandioca. Amido sol\u00favel, que n\u00e3o foi transformado em amido s\u00f3lido na f\u00e9cula que eles extraem, tem mat\u00e9ria org\u00e2nica que vem da casquinha da mandioca, tem a\u00e7\u00facares que n\u00e3o foram convertidos em amido e tamb\u00e9m o cianeto. O cianeto \u00e9 altamente t\u00f3xico e n\u00e3o pode ser liberado no meio ambiente diretamente\u201d, explica Eduardo Ferreira, agr\u00f4nomo.<\/p>\n<p>Eduardo Ferreira presta servi\u00e7os de licenciamento ambiental na regi\u00e3o. Ele trabalha com diversas fecularias e explica que o cianeto \u00e9 um veneno presente na mandioca industrial ou mandioca brava, como \u00e9 conhecida. Ele pode causar s\u00e9rios danos \u00e0 sa\u00fade das pessoas e do meio ambiente.\u00a0 Por isso, a manipueira e n\u00e3o pode ser descartada diretamente na natureza. \u201cSe voc\u00ea lan\u00e7ar direto nos corpos de \u00e1gua, nos rios, voc\u00ea vai utilizar o oxig\u00eanio para decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica e vai prejudicar a fauna aqu\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p>Para tratar a manipueira, o sistema mais comum s\u00e3o lagoas, constru\u00eddas em sequ\u00eancia.\u00a0 Dentro delas, a parte s\u00f3lida da mistura decanta e vai para o fundo. Com a\u00e7\u00e3o do sol e de bact\u00e9rias presentes no ambiente, os compostos org\u00e2nicos e t\u00f3xicos v\u00e3o se degradando. A \u00e1gua mais limpa vai passando para as outras lagoas, at\u00e9 alcan\u00e7ar o n\u00edvel de pureza exigido pela legisla\u00e7\u00e3o ambiental. Esse processo libera mal cheiro e g\u00e1s metano, que vai direto para a atmosfera.\u00a0 \u201cEle \u00e9 21 vezes mais poluente comparado ao g\u00e1s carb\u00f4nico\u201d, diz Eduardo.<\/p>\n<p>Para se ter ideia, uma lagoa com 5 mil metros quadrados pode produzir por ano polui\u00e7\u00e3o equivalente \u00e0 queima de 5 milh\u00f5es de litros de gasolina.<\/p>\n<p>A manipueira \u00e9 poluente, mas tamb\u00e9m tem uma grande capacidade de gerar energia. Foi da\u00ed que surgiu a ideia de transformar a lagoa de tratamento em um gigantesco biodigestor.<\/p>\n<p>Foi o Eduardo que levou esse modelo de biodigestor para a f\u00e1brica. \u201cA quantidade gerada \u00e9 grande, a carga org\u00e2nica que ela tem, o que vai virar biog\u00e1s, \u00e9 grande tamb\u00e9m e a solubilidade, a taxa de decomposi\u00e7\u00e3o, de degrada\u00e7\u00e3o dela \u00e9 muito alta. Ent\u00e3o, voc\u00ea consegue com biodigestores, teoricamente pequenos, extrair 95% do potencial do biog\u00e1s dessa \u00e1gua\u201d, explica.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o do biodigestor \u00e9 relativamente simples e barata. Ele \u00e9 instalado sobre a primeira lagoa, que recebe a manipueira bruta, do jeito que sai da f\u00e1brica. Ela tem que ser cobertura com um pl\u00e1stico especial para isso, bem resistente. \u201cEsse aqui \u00e9 o polietileno de alta densidade. A garantia de f\u00e1brica \u00e9 de cinco anos, mas ele pode durar at\u00e9 mais tempo. A gente tem locais que j\u00e1 tem seis, sete anos que est\u00e1 trabalhando tranquilo\u201d.<\/p>\n<p>Cobrindo e vendando bem a lagoa, todo o g\u00e1s metano produzido pelo processo de fermenta\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica, fica retido. Depois o g\u00e1s \u00e9 enviado para a ind\u00fastria por uma tubula\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea.\u00a0 Leva em torno de 10 dias para manipueira ser transformada em g\u00e1s. \u201cA gente est\u00e1 produzindo 250kg de GNV por hora\u201d.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o equivale a 19 botij\u00f5es de g\u00e1s de cozinha por hora. O suficiente para alimentar os equipamentos da ind\u00fastria que aquecem a \u00e1gua e desidratam o amido. Com isso, a empresa praticamente eliminou a queima de lenha. \u201cA gente gastou aproximadamente R$ 400 mil para montar toda a estrutura e a gente est\u00e1 tendo uma economia de aproximadamente R$ 40 mil por m\u00eas na queima da lenha na caldeira. Em 10 meses n\u00f3s pagamos o\u00a0 investimento e depois a gente foi tendo s\u00f3 o benef\u00edcio\u201d, garante Andrew.<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o do biodigestor n\u00e3o elimina a necessidade do complexo de lagoas de tratamento. S\u00f3 que agora, a \u00e1gua que \u00e9 devolvida para o rio sai muito mais limpa e em menos tempo. \u201cMensalmente \u00e9 feita an\u00e1lise no laborat\u00f3rio, para analisar todos os par\u00e2metros que o \u00f3rg\u00e3o ambiental exige para poder lan\u00e7ar essa \u00e1gua no rio. Ela entra com potencial poluidor alto, digamos 100%.\u00a0 Desses 100%, 1% ou 2% \u00e9 o que sobra aqui no final. Esses 2% que sobram n\u00e3o vai mais agredir o meio ambiente\u201d, explica Eduardo.<\/p>\n<p>Outra empresa, que tem tr\u00eas fecularias na regi\u00e3o, est\u00e1 fazendo mais. Paulo Lopes, dono da empresa, conta que j\u00e1 implantou o biodigestor em todas as f\u00e1bricas. \u201cA gente gastou aproximadamente, em torno de R$ 1,2 milh\u00e3o. \u00c9 bastante, mas valeu a pena, porque ele trouxe uma economia bastante numerosa, mais de R$ 100 mil mensal\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da gera\u00e7\u00e3o de energia, o pessoal est\u00e1 aproveitando tudo o que sobra da produ\u00e7\u00e3o da f\u00e9cula.<\/p>\n<p>Depois da extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s, nesse processo ainda sobra \u00e1gua e uma \u00e1gua muito rica em nutrientes. Por isso, ela \u00e9 ideal para ser usada em sistemas de fertirriga\u00e7\u00e3o. \u201cA gente tem todos os nutrientes, os macro e micros. Mas os caros, mais pesados da aduba\u00e7\u00e3o, s\u00e3o nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio, que a gente tem em grande quantidade. Essa \u00e1gua seria interessante na pr\u00f3pria mandioca, em pastagem, caf\u00e9, coqueiro. Tudo que precisa de pot\u00e1ssio ela faz. Pot\u00e1ssio \u00e9 um dos elementos mais caros e a gente tem sobrando\u201d.<\/p>\n<p>Em um sistema integrado com a cria\u00e7\u00e3o de gado de corte, a massa da mandioca, que fica livre do cianeto, depois do processamento, vai para o cocho alimentar os animais.\u00a0 O biofertilizante \u00e9 usado na aduba\u00e7\u00e3o das pastagens. \u201cA expectativa \u00e9 jogar em torno de 350 kg de nitrog\u00eanio, 50 kg de f\u00f3sforo e 400 kg de pot\u00e1ssio. \u00c9 uma excelente aduba\u00e7\u00e3o. E a gente consegue irrigar uma \u00e1rea de 250 hectares com essa \u00e1gua\u201d, explica Eduardo Ferreira.<\/p>\n<p>Na fertirriga\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de nutriente as plantas recebem \u00e1gua e o pasto fica verde e produtivo o ano todo. Inclusive no per\u00edodo do inverno. Neno Lopes, filho de Paulo, conta que agora tamb\u00e9m pode plantar capins mais exigentes em aduba\u00e7\u00e3o, como a grama estrela e o thifiton. Assim, vem conseguindo aumentar a lota\u00e7\u00e3o dos piquetes. \u201cA gente mantinha aqui, sem a fertirriga\u00e7\u00e3o, uma m\u00e9dia de duas cabe\u00e7as por hectares. Hoje com fertirriga\u00e7\u00e3o e mais a massa, consigo ter 10 cabe\u00e7as por hectare\u201d.<\/p>\n<p>Menos polui\u00e7\u00e3o, menos desmatamento, integra\u00e7\u00e3o e economia. Com tantas vantagens, hoje j\u00e1 existem mais de 40 biodigestores instalados em fecularias do paran\u00e1. Empresas que est\u00e3o aprendendo que produzir com sustentabilidade \u00e9 bom para todo mundo.<\/p>\n<p>Essa tecnologia tamb\u00e9m pode ser usada por outras ind\u00fastrias que produzem res\u00edduos semelhantes aos da mandioca. Al\u00e9m dos quarenta biodigestores instalados no Paran\u00e1, j\u00e1 existem mais 20 espalhados em fecularias pelo Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Paran\u00e1, um sistema transforma em riqueza os res\u00edduos poluentes da fabrica\u00e7\u00e3o do polvilho da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":32163,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/tecnologia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"No Paran\u00e1, um sistema transforma em riqueza os res\u00edduos poluentes da fabrica\u00e7\u00e3o do polvilho da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32162\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32163"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}