{"id":32087,"date":"2015-11-22T13:00:42","date_gmt":"2015-11-22T16:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=32087"},"modified":"2015-11-21T21:53:30","modified_gmt":"2015-11-22T00:53:30","slug":"o-desafio-de-ser-vegano-no-brasil-com-poucas-opcoes-de-alimentos-sem-origem-animal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-desafio-de-ser-vegano-no-brasil-com-poucas-opcoes-de-alimentos-sem-origem-animal\/","title":{"rendered":"O desafio de ser vegano no Brasil com poucas op\u00e7\u00f5es de alimentos sem origem animal"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-32088\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O veganismo \u00e9 um estilo de vida que busca eliminar, na medida do poss\u00edvel e pratic\u00e1vel, todas as formas de crueldade e explora\u00e7\u00e3o contra os animais. Quando fui desafiada pela DW Brasil a adotar uma dieta vegana durante uma semana no Rio de Janeiro, achei que seria simples. Mesmo em um pa\u00eds conhecido mundo afora por suas churrascarias rod\u00edzio e pela tradicional feijoada, bastaria n\u00e3o comer carne e suprir as necessidades de prote\u00edna atrav\u00e9s de gr\u00e3os como soja, feij\u00e3o, lentilha e gr\u00e3o de bico. Restaurantes de comida a quilo, encontrados em qualquer cidade brasileira, eram minha principal aposta para sobreviver com dignidade ao experimento. Mas eu estava errada. A tarefa se mostrou desafiadora e, muitas vezes, frustrante.<\/p>\n<p>Foi preciso estabelecer limites. Eu sabia que, para uma alimenta\u00e7\u00e3o 100% vegana, teria de substituir toda a despensa de casa e at\u00e9 produtos de higiene e beleza, que precisariam da certifica\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o foram testados em animais. Mas, como mudan\u00e7as profundas devem ser feitas aos poucos, o combinado era deixar de lado o radicalismo e focar na alimenta\u00e7\u00e3o, sobretudo fora de casa, registrando os obst\u00e1culos enfrentados pela comunidade vegana.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 o sexto maior consumidor de carne do mundo. A cada ano, o brasileiro consome 78 quilos de carnes bovina, su\u00edna, ovina e aves, indica o relat\u00f3rio \u201cPerspectivas Agr\u00edcolas 2015-2024\u201d, elaborado pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), em parceria com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO).<\/p>\n<p>Escolhi um restaurante a quilo no centro da cidade para meu primeiro almo\u00e7o vegano. Depois de observar bem o buf\u00ea e perguntar ao gerente se n\u00e3o havia carne no feij\u00e3o, caprichei no prato: arroz integral, feij\u00e3o preto, folhas e legumes variados, al\u00e9m de rodelas de uma convidativa berinjela assada com especiarias. Tinha certeza de que o jogo estava ganho at\u00e9 a primeira mordida nas berinjelas: l\u00e1 estavam, escondidos sob o molho de tomate e as rodelas, pequenos cubinhos de presunto. A paix\u00e3o nacional pela carne logo ficou clara: ela se esconde sorrateiramente, em diversas formas, nos mais variados pratos. Separei o presunto e n\u00e3o comi. Mas falhei na miss\u00e3o.<code> <\/code><\/p>\n<div id=\"slideshow-wrappergallery17668\" class=\"slideshow-wrapper\"><\/div>\n<div id=\"slideshow-wrappergallery17668\" class=\"slideshow-wrapper\">\n<div id=\"fullsizegallery17668\" class=\"slideshow-fullsize\">\n<div id=\"imagegallery17668\" class=\"slideshow-image\"><img loading=\"lazy\" id=\"imagesgallery17668img6\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.revistaecologica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Vegetariano-Corbis-42-759149681.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/div>\n<div id=\"informationgallery17668\" class=\"slideshow-information\">\n<h3 class=\"slideshow-info-heading\">Vegetariano estrito<\/h3>\n<p>Diferente do vegetariano comum, que n\u00e3o come nada que implique tirar a vida de um animal, mas consome produtos origin\u00e1rios de animais vivos (como leite, ovos e mel), o vegetariano estrito n\u00e3o consome nenhum tipo de carne, latic\u00ednios ou ovos. Essa categoria se confunde, \u00e0s vezes, com o veganismo, que se trata antes de uma postura \u00e9tica.<code><br \/>\n<\/code><b>Confus\u00e3o conceitual: \u201cAh, mas frango n\u00e3o \u00e9 carne, mo\u00e7a!\u201d<\/b><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No dia seguinte, em outro restaurante, perguntei se havia op\u00e7\u00f5es veganas. Nada. Escolhi para o almo\u00e7o um macarr\u00e3o integral com molho de tomate sem gra\u00e7a \u2013 e sem queijo, claro. Desafio vencido, mas tive uma alimenta\u00e7\u00e3o pobre em nutrientes que me deixou com fome \u2013 e mal-humorada \u2013 a tarde toda. No terceiro dia, enfrentei o desafio social: um happy hour com amigos. Depois de ter me alimentado corretamente no almo\u00e7o, \u00e0 noite, no bar, meus companheiros devoravam generosas po\u00e7\u00f5es de bolinhos de bacalhau. Perguntei se havia alguma op\u00e7\u00e3o vegana de petisco, al\u00e9m de gordurosas batatas fritas. A resposta foi, no m\u00ednimo, curiosa. \u201cOlha, tem pastel de frango e de queijo\u201d, disse o prestativo gar\u00e7om.<\/p>\n<p>Mas como assim, frango e queijo? \u201cAh, mo\u00e7a, frango n\u00e3o \u00e9 carne!\u201d, retrucou o gar\u00e7om, convicto. Descobri, ent\u00e3o, que uma grande confus\u00e3o conceitual impera por aqui: para a maioria dos brasileiros, vegetariano e vegano s\u00e3o a mesma coisa. E \u201ccarne\u201d significa apenas carne bovina. Peixes e frangos n\u00e3o entram nessa categoria, segundo o entendimento popular. A trapalhada se repetiu outras vezes.<\/p>\n<p>Faminta, sucumbi a um \u00fanico pastel, de queijo. E falhei de novo. J\u00e1 estava perdendo por 2 x 0 e n\u00e3o estava nem na metade da empreitada. Comecei a temer que meu experimento seria derrota por goleada, t\u00e3o sofrida quanto o lend\u00e1rio 7 x 1 da Alemanha na Copa do ano passado.<\/p>\n<p>Eu precisava virar o jogo. Fui atr\u00e1s de apoio na internet. Al\u00e9m de sites de receitas, encontrei diversas comunidades sobre veganismo no Facebook. Encontrei, entre outras, o \u201cVeganismo Popular\u201d, com mais de 10 mil integrantes. A ideia \u00e9 dividir experi\u00eancias e compartilhar receitas simples, veganas e, principalmente, baratas. Ali, produtos caros de marcas industrializadas especializadas, como queijos e leites vegetais, n\u00e3o entram.<\/p>\n<p>A ordem \u00e9 botar a m\u00e3o na massa com simplicidade, explicou uma das moderadoras, a psic\u00f3loga mineira Roberta Rodrigues, de 28 anos. Ela abra\u00e7ou o vegetarianismo aos 16 anos de idade, mas ainda consumia leite, derivados e ovos. Este ano, quando soube de um grave acidente envolvendo uma carreta que levava porcos numa rodovia paulista, revoltou-se. O caso exp\u00f4s a crueldade com que os animais eram transportados. E, sensibilizada, decidiu ir al\u00e9m e virar vegana em respeito aos bichos.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas acham que \u00e9 dific\u00edlimo, car\u00edssimo. N\u00e3o \u00e9. Na comunidade ficou provado que \u00e9 poss\u00edvel comer bem, gastando pouco. O que existe \u00e9 um pouco de acomoda\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 f\u00e1cil consumir prote\u00edna animal sem fazer esfor\u00e7o. \u00c9 f\u00e1cil colocar um queijo no p\u00e3o e comer. Como vegana, pensamos mais na qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o e no sofrimento dos bichos. Comecei a estudar a ideologia. Mas n\u00e3o foi da noite para o dia. N\u00e3o gosto de radicalismo. Cada pessoa tem seu tempo\u201d, conta Roberta, que prepara em casa todos os dias seu almo\u00e7o.<\/p>\n<p><b>Eu marmito, tu marmitas, ele marmita<\/b><\/p>\n<p>A entrevista foi um alento. Senti-me menos derrotada. Ela relatou os mesmos problemas de incompreens\u00e3o nos restaurantes de Minas Gerais. Quando vai a festas ou \u00e9 convidada para churrascos \u2013 evento social onipresente na vida do brasileiro \u2013, leva a pr\u00f3pria marmita de casa.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0s vezes, os amigos querem fazer um agrado e preparam alguma coisa. Mas a\u00ed, de repente, tem maionese! Preciso explicar que n\u00e3o como maionese porque cont\u00e9m ovo. Agrade\u00e7o e recuso. As pessoas come\u00e7am a questionar. \u00c9 revolucion\u00e1rio, porque surge o debate. O papo de uma noite inteira pode girar em torno da ideologia vegana. Acabamos plantando uma sementinha na cabe\u00e7a das pessoas. Mas sem doutrina\u00e7\u00e3o\u201d, diz ela.<\/p>\n<p>Roberta deu, ainda, algumas dicas importantes. Uma delas \u00e9 sempre prestar aten\u00e7\u00e3o nos r\u00f3tulos dos produtos industrializados para saber se h\u00e1 algum tra\u00e7o de sust\u00e2ncia animal na composi\u00e7\u00e3o. E revelou outro truque: a batata palha \u00e9 uma grande amiga dos veganos.<\/p>\n<p>\u201cD\u00e1 uma croc\u00e2ncia, um toque \u2018ogro\u201d ao prato. N\u00e3o me considero natureba, gosto de junk food, mas aprendi que posso comer hamb\u00farguer e tudo o que gosto sendo vegana\u201d, garante.<\/p>\n<p><b>Um mercado que ainda engatinha<\/b><\/p>\n<p>Motivada, fui para a cozinha e aproveitei para testar receitas simples, como arroz e lentilhas cozidos juntos, ao estilo \u00e1rabe, acompanhado de saladas variadas. Perdi algum tempo, mas nada que atrapalhasse minha rotina. Ficou gostoso, embora a apar\u00eancia n\u00e3o tenha sido das melhores. Pensei em fotografar o resultado, mas ficou bem feio. Senti vergonha da minha total falta de intimidade com as panelas, confesso.<\/p>\n<p>Nos supermercados, em busca de op\u00e7\u00f5es veganas, me deparei com poucos produtos. Caros. Muito caros. Isso acontece porque o mercado est\u00e1 apenas despertando para o surgimento deste p\u00fablico, explica o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Vegetariana Brasileira (SVB), Ricardo Laurino. H\u00e1 25 anos, ele parou de consumir carnes e, h\u00e1 12, tornou-se vegano, com a ado\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o vegetariana estrita, sem nenhum derivado de origem animal.<\/p>\n<p>\u201cExiste uma demanda crescente para este mercado e leva um tempo at\u00e9 que as empresas se deem conta da necessidade de investir em produtos para o p\u00fablico vegano. Desde meados de 2013, quando houve um epis\u00f3dio grave de viol\u00eancia animal no Brasil, com uma empresa que fazia testes em c\u00e3es da ra\u00e7a Beagle em S\u00e3o Paulo, vemos um despertar maior para o veganismo. Uns chegam preocupados com a pr\u00f3pria sa\u00fade, outros querem agir com mais compaix\u00e3o frente aos animais e se relacionar melhor com o planeta\u201d, assegura Laurino.<\/p>\n<p><b>IBGE: 16 milh\u00f5es de brasileiros se dizem vegetarianos<\/b><\/p>\n<p>Segundo o censo do IBGE, 8% da popula\u00e7\u00e3o se consideram vegetarianos, o que significaria cerca de 16 milh\u00f5es de pessoas no Brasil. \u00c9 imposs\u00edvel saber, por\u00e9m, que tipo de vegetarianismo elas praticam. Ou quantos s\u00e3o veganos. Mas, segundo Laurino, campanhas como o \u201cDesafio 21 Dias sem Carne\u201d t\u00eam chamado a aten\u00e7\u00e3o. Lan\u00e7ado pela SVB nas redes sociais, a iniciativa j\u00e1 tem 20 mil inscritos em apenas um m\u00eas. Qualquer um pode participar e receber por e-mail, diariamente, dicas e receitas para uma alimenta\u00e7\u00e3o vegetariana e at\u00e9 vegana.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 muita informa\u00e7\u00e3o. Quando se adota uma alimenta\u00e7\u00e3o vegana, presta-se mais aten\u00e7\u00e3o ao valor da nutri\u00e7\u00e3o e n\u00e3o ao fato de comer. Se a pessoa souber cozinhar, vai ser melhor. Mas, se for comer fora, a base para qualquer prato vegano \u00e9 arroz integral, feij\u00e3o, lentilha e gr\u00e3o de bico. Depois vai-se modelando com outros legumes, outros vegetais, fazendo o prato mais bonito\u201d, diz Laurino.<\/p>\n<p>Dei outra bola fora no pen\u00faltimo dia, quando encontrei um pouco de frango desfiado numa singela salada de quinoa \u2013 que o gerente tinha me garantido ser \u201cvegana\u201d. Entre erros e acertos, passei a observar mais o que coloco no prato e perguntar tudo. Mas ainda era preciso encerrar a experi\u00eancia em grande estilo.<\/p>\n<p>Fui a um restaurante vegano onde comi a mais deliciosa feijoada da minha vida \u2013 e sem nenhuma carne. Em vez dos cortes su\u00ednos, havia tofu, salsichas veganas e legumes bem temperados. O \u00fanico por\u00e9m foi o pre\u00e7o salgado: gastei R$ 30 com a comilan\u00e7a. Realmente, \u00e9 mais barato enfrentar as panelas em casa. E j\u00e1 que estamos preservando os animais, para mergulhar no veganismo basta apenas deixar de lado o mais importante deles: o bicho-pregui\u00e7a.<\/p>\n<p>Fonte: DW\/Renata Malkes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O veganismo \u00e9 um estilo de vida que busca eliminar, na medida do poss\u00edvel e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":32088,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/vergano.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O veganismo \u00e9 um estilo de vida que busca eliminar, na medida do poss\u00edvel e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32087"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32087\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32088"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}