{"id":3184,"date":"2014-07-19T00:00:13","date_gmt":"2014-07-19T00:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=3184"},"modified":"2020-06-10T22:04:16","modified_gmt":"2020-06-11T01:04:16","slug":"o-mascote-da-copa-e-a-falta-de-recursos-a-conservacao-da-especie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-mascote-da-copa-e-a-falta-de-recursos-a-conservacao-da-especie\/","title":{"rendered":"O mascote da Copa e a falta de recursos \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"contentheading\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-87705\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Entrevista especial com Felipe Melo<\/h2>\n<div id=\"texto-aumenta\">\n<div class=\"article_text\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO tatu-bola \u00e9 uma esp\u00e9cie de bandeira para falar da situa\u00e7\u00e3o de diversas esp\u00e9cies da fauna brasileira, especialmente das que vivem na Caatinga, um ecossistema extremamente brasileiro\u201d, assinala o bi\u00f3logo.<\/p>\n<table border=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img style=\"margin: 15px; float: right;\" src=\"http:\/\/cdn.zonadeportiva.net\/cms\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/fuleco-3.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">Foto: www.zonadeportiva.net<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tatu-bola, que inspirou a cria\u00e7\u00e3o do mascote Fuleco da Copa do Mundo 2014, \u00e9 uma esp\u00e9cie caracter\u00edstica da Caatinga e est\u00e1 na lista das esp\u00e9cies brasileiras amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Felipe Melo, professor da Universidade Federal de Pernambuco \u2013 UFPE, \u201co tatu-bola chegou nesta situa\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o porque a Caatinga j\u00e1 perdeu praticamente metade da sua \u00e1rea em termos de cobertura vegetal\u201d. O desmatamento e a ca\u00e7a, explica, s\u00e3o os principais motivos que dificultam a preserva\u00e7\u00e3o do tatu-bola.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA ca\u00e7a no Nordeste sempre foi usada como uma fonte complementar de prote\u00edna, e o tatu-bola \u00e9 uma das v\u00edtimas mais f\u00e1ceis da ca\u00e7a, uma vez que ele n\u00e3o cava buracos e \u00e9 facilmente ca\u00e7ado por cachorros ou ca\u00e7adores individuais. Quando encontrado, se enrola como uma bola e \u00e9 facilmente capturado\u201d, afirma o bi\u00f3logo em entrevista concedida \u00e0 IHU On-Line por telefone.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A jun\u00e7\u00e3o das palavras futebol e ecologia, formando o nome Fuleco, diz o professor, foi uma tentativa de a Fifa chamar aten\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o da ecologia. \u201cMas obviamente a mensagem ficou muito curta: Fuleco foi escolhido como mascote da Copa, aparece na maioria dos produtos ligados ao mundial, mas nenhum recurso foi dedicado \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie por parte da Fifa\u201d, critica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, menciona, est\u00e1 prevista a cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Boqueir\u00e3o da On\u00e7a, com 700 mil hectares, no norte da Bahia, para preservar os tatus-bolas e as on\u00e7as-pintadas. \u201cNesse sentido, h\u00e1 uma medida para proteger a Caatinga, que \u00e9 o ecossistema menos protegido do Brasil, principalmente em termos de unidades de conserva\u00e7\u00e3o integral, que s\u00e3o os parques nacionais e as reservas ecol\u00f3gicas\u201d, assinala.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Felipe Melo \u00e9 graduado em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e mestre em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE e doutor em Ecologia pela Universidad Nacional Aut\u00f3noma de M\u00e9xico. \u00c9 membro do corpo docente permanente do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biologia Vegetal da UFPE e pesquisador colaborador do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste. \u00c9 chefe do Laborat\u00f3rio de Ecologia Aplicada e revisor de diversos peri\u00f3dicos cient\u00edficos internacionais e filiado \u00e0 Society for Conservation Biology &#8211; SCB, \u00e0 Association for Tropical Biology and Conservation &#8211; ATBC e \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ecologia &#8211; ABECO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Confira a entrevista.<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img style=\"margin: 15px; float: right;\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-mgJnYlg7cQ8\/UD6Y1L28KMI\/AAAAAAAALuM\/kMkGuZ7E3-M\/s1600\/PicMonkey+CollagTATU+BOLA.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">Foto: papjerimum.blogspot.com.br<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Qual \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o do tatu-bola? Essa esp\u00e9cie j\u00e1 est\u00e1 em extin\u00e7\u00e3o? Quais s\u00e3o os fatores que t\u00eam contribu\u00eddo para a extin\u00e7\u00e3o do animal?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> O tatu-bola \u00e9 uma esp\u00e9cie de bandeira para falar da situa\u00e7\u00e3o de diversas esp\u00e9cies da fauna brasileira, especialmente das que vivem na Caatinga, um ecossistema extremamente brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fortuitamente o tatu-bola foi escolhido como o mascote da Copa, o que nos deu a oportunidade de falar do estado de conserva\u00e7\u00e3o tanto da pr\u00f3pria esp\u00e9cie quanto da Caatinga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tatu-bola chegou nesta situa\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o porque a Caatinga j\u00e1 perdeu praticamente metade da sua \u00e1rea em termos de cobertura vegetal. Hoje ela \u00e9 habitada por mais de 20 milh\u00f5es de brasileiros, que praticamente sobrevivem da agricultura e de v\u00e1rios tipos de extrativismo. Portanto, o tatu-bola \u00e9 v\u00edtima de um extrativismo hist\u00f3rico no Brasil: a ca\u00e7a. A ca\u00e7a no Nordeste sempre foi usada como uma fonte complementar de prote\u00edna, e o tatu-bola \u00e9 uma das v\u00edtimas mais f\u00e1ceis da ca\u00e7a, uma vez que ele n\u00e3o cava buracos e \u00e9 facilmente ca\u00e7ado por cachorros ou ca\u00e7adores individuais. Quando encontrado, se enrola como uma bola e \u00e9 facilmente capturado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Qual a import\u00e2ncia do tatu-bola para o ecossistema da Caatinga?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> Os tatus em geral s\u00e3o uma esp\u00e9cie de engenheiros do ecossistema, pela capacidade que t\u00eam de cavar. O tatu-bola n\u00e3o cava como os outros, mas mesmo assim \u00e9 um gerador de fertilidade para o solo, porque ao remexer nele, traz nutrientes das camadas mais superficiais para as camadas mais interiores do solo, fazendo com que as plantas tenham mais acesso a esses nutrientes. Eles tamb\u00e9m controlam popula\u00e7\u00f5es de formigas e cupins e de outros organismos do solo, o que ajuda a manter os ecossistemas em equil\u00edbrio, uma vez que as formigas estragam as lavouras, principalmente as formigas cortadeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, os tatus t\u00eam uma import\u00e2ncia fundamental na Caatinga, porque s\u00e3o como engenheiros que criam ambientes mais f\u00e9rteis e controlados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 press\u00e3o de outros insetos.<\/p>\n<table style=\"width: 225px; height: 120px; margin: 15px;\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">\n<h2><span style=\"font-size: medium;\"><img style=\"margin: 1px; vertical-align: bottom;\" src=\"http:\/\/oi60.tinypic.com\/2qmm2l5.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" \/><\/span><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">\n<h2><span style=\"font-size: medium;\">&#8220;As novas gera\u00e7\u00f5es, inclusive, pouco conhecem o tatu-bola, uma vez que ele est\u00e1 desaparecendo por conta do desmatamento e da ca\u00e7a&#8221;<\/span><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Como o tatu-bola se insere na cultura regional da Caatinga?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> Ele n\u00e3o tem um papel especial na cultura regional da Caatinga, uma vez que \u00e9 visto como qualquer outro tipo de ca\u00e7a. Obviamente \u00e9 um bichinho simp\u00e1tico, mas n\u00e3o \u00e9 o tatu mais abundante. As novas gera\u00e7\u00f5es, inclusive, pouco conhecem o tatu-bola, uma vez que ele est\u00e1 desaparecendo por conta do desmatamento e da ca\u00e7a. Assim, n\u00e3o h\u00e1 um papel especial para o tatu-bola, a n\u00e3o ser de que \u00e9 mais um dos habitantes da Caatinga, que sobrevive \u00e0 seca, ou seja, \u00e9 forte como o sertanejo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Quais s\u00e3o suas cr\u00edticas \u00e0 escolha do tatu-bola como s\u00edmbolo da Copa do Mundo de 2014?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> A maior parte das cr\u00edticas que ouvi em rela\u00e7\u00e3o ao tatu-bola foi por conta do nome dele: Fuleco. Soou um pouco esquisito para n\u00f3s brasileiros, mas como era um nome internacional, que seria divulgado internacionalmente, me pareceu adequado, uma vez que Fuleco \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o das palavras futebol e ecologia. A mensagem que a Fifa queria dar era essa, mas, obviamente, ficou muito curta: Fuleco foi escolhido como mascote da Copa, aparece na maioria dos produtos ligados ao mundial, mas nenhum recurso foi dedicado \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie por parte da Fifa. O governo brasileiro tentou fazer alguma coisa ao publicar o Plano de A\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie no final de abril. A Fifa ficou muito atr\u00e1s, porque ganhou muito dinheiro vendendo produtos com a imagem do mascote, mas pouco contribuiu de fato com a preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e do ecossistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line \u2013 Em que consiste o Plano de A\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> O <strong>Plano de a\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 um conjunto de a\u00e7\u00f5es que focam na redu\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade da esp\u00e9cie. Os especialistas se re\u00fanem e elencam quais s\u00e3o as principais amea\u00e7as e as principais a\u00e7\u00f5es que devem ser tomadas para reverter o quadro de extin\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, o Plano de a\u00e7\u00e3o \u00e9 um guia para a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n<table style=\"width: 162px; height: 109px; margin: 15px;\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">\n<h2><span style=\"font-size: medium;\"><img style=\"margin: 1px; vertical-align: bottom;\" src=\"http:\/\/oi60.tinypic.com\/2qmm2l5.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" \/><\/span><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">\n<h2><span style=\"font-size: medium;\">&#8220;Na Caatinga existem v\u00e1rias esp\u00e9cies em situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel&#8221;<\/span><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Como a dire\u00e7\u00e3o do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade recebeu o abaixo-assinado que pediu a cria\u00e7\u00e3o de um parque nacional na Caatinga para preservar o tatu-bola?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> Entregamos o abaixo-assinado ao S\u00e9rgio Brant, diretor de cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o do Instituto, em uma solenidade, e ouvimos que a meta principal do ICMBio para este ano \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Boqueir\u00e3o da On\u00e7a, com 700 mil hectares, no norte da Bahia, muito pr\u00f3ximo \u00e0 barragem de Sobradinho, onde existem tatus-bolas e on\u00e7as-pintadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ICMBio, dentro dos seus limites or\u00e7ament\u00e1rios e burocr\u00e1ticos, foi receptivo e atendeu a demanda. Nesse sentido, h\u00e1 uma medida para proteger a Caatinga, que \u00e9 o ecossistema menos protegido do Brasil, principalmente em termos de unidades de conserva\u00e7\u00e3o integral, que s\u00e3o os parques nacionais e as reservas ecol\u00f3gicas. O governo deve isso \u00e0 sociedade brasileira e nordestina, ou seja, proteger a Caatinga. Recebemos com bons olhos o an\u00fancio da inten\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o do parque. A proposta t\u00e9cnica deve ficar pronta ainda neste m\u00eas, depois tem a tramita\u00e7\u00e3o, mas esperamos que seja criado um bom parque, que conserve uma boa parte da flora e da fauna da Caatinga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IHU On-Line &#8211; Que outras esp\u00e9cies est\u00e3o em extin\u00e7\u00e3o na Caatinga, al\u00e9m da on\u00e7a e do tatu-bola?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Felipe Melo \u2013<\/strong> Na Caatinga existem v\u00e1rias esp\u00e9cies em situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel, entre elas uma esp\u00e9cie end\u00eamica de arara-azul, que est\u00e1 restrita em algumas regi\u00f5es, e \u00e9 muito cobi\u00e7ada por traficantes de animais silvestres. Tamb\u00e9m tem a ararinha-azul, que est\u00e1 extinta na natureza, mas h\u00e1 um programa para reintroduzi-la ao ecossistema. Al\u00e9m disso, existem outras esp\u00e9cies que est\u00e3o em extin\u00e7\u00e3o, como os peixes e r\u00e9pteis, e parte da flora, como cactos e brom\u00e9lias da Caatinga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Unisinos<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista especial com Felipe Melo \u201cO tatu-bola \u00e9 uma esp\u00e9cie de bandeira para falar da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":87705,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tatu.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Entrevista especial com Felipe Melo \u201cO tatu-bola \u00e9 uma esp\u00e9cie de bandeira para falar da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3184"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3184"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3184\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/87705"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3184"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3184"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3184"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}