{"id":31756,"date":"2015-11-17T11:00:21","date_gmt":"2015-11-17T14:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=31756"},"modified":"2015-11-16T21:42:47","modified_gmt":"2015-11-17T00:42:47","slug":"convivencia-com-a-seca-e-qualidade-de-vida-no-semiarido-nordestino-evitam-migracoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/convivencia-com-a-seca-e-qualidade-de-vida-no-semiarido-nordestino-evitam-migracoes\/","title":{"rendered":"Conviv\u00eancia com a seca e qualidade de vida no semi\u00e1rido nordestino evitam migra\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-31757\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisa e difus\u00e3o de conhecimentos fazem do Centro Xing\u00f3 uma refer\u00eancia mundial em tecnologias sociais e pol\u00edticas p\u00fablicas de conviv\u00eancia em regi\u00f5es semi\u00e1ridas do mundo.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Por Dal Marcondes<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A grande seca de 1877 pode ter matado cerca de meio milh\u00e3o de pessoas no Nordeste brasileiro. Esse cen\u00e1rio de trag\u00e9dia levou o ent\u00e3o imperador D. Pedro II a afirmar que gastaria at\u00e9 a \u00faltima joia da coroa para garantir que jamais nenhum outro nordestino morreria de sede ou fome. A promessa caiu no vazio por mais de um s\u00e9culo e, ainda hoje, a conviv\u00eancia das pessoas com o semi\u00e1rido brasileiro \u00e9 um desafio que necessita de um enfrentamento cotidiano. Algumas coisas, no entanto, mudaram. Enquanto durante todo o s\u00e9culo 20 as sucessivas secas na regi\u00e3o expulsaram milh\u00f5es de pessoas em intermin\u00e1veis correntes migrat\u00f3rias, neste s\u00e9culo n\u00e3o apenas essas migra\u00e7\u00f5es foram drasticamente reduzidas, como em alguns casos, revertidas, com o retorno ao Nordeste de antigos moradores.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos o Nordeste vive uma das piores secas em 30 anos, mesmo assim n\u00e3o houve emigra\u00e7\u00e3o em massa. Para entender esse novo cen\u00e1rio e ajudar na constru\u00e7\u00e3o de conhecimentos que apoiem a uma nova abordagem sobre a seca foi criado o Centro Xing\u00f3 de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, pr\u00f3ximo \u00e0 hidrel\u00e9trica de Xing\u00f3, e \u00e0 cidade de Piranhas, no semi\u00e1rido alagoano. Contando com o apoio da CHESF \u2013 Cia Hidrel\u00e9trica do S\u00e3o Francisco, o Centro Xing\u00f3 atua sob a gest\u00e3o do IABS \u2013 Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade, que atrav\u00e9s de parcerias com universidades nacionais e estrangeiras, como a Universidade Polit\u00e9cnica de Madrid, vem criando um ambiente de refer\u00eancia para pesquisas sobre conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido Nordestino. \u201cO que est\u00e1 sendo feito aqui no interior de Alagoas pode ser a base de pol\u00edticas p\u00fablicas em diversas partes do planeta\u201d, explica Lu\u00eds Tadeu Assad, diretor presidente do IABS.<\/p>\n<p>Os estudos de campo, que s\u00e3o realizados com apoio de pesquisadores brasileiros e espanh\u00f3is, tem foco no desenvolvimento de tecnologias sociais que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos moradores da regi\u00e3o. Para garantir a intensa troca de conhecimentos, no final de outubro o Centro Xing\u00f3 realizou o 2\u00ba Semin\u00e1rio Internacional de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, um evento de tr\u00eas dias que antecedeu ao 2\u00ba Curso Internacional de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, de 02 a 20 de novembro. Nos tr\u00eas dias do semin\u00e1rio foram abordados temas como seguran\u00e7a h\u00eddrica, seguran\u00e7a alimentar, inser\u00e7\u00e3o produtiva e gest\u00e3o do conhecimento, al\u00e9m de dos desafios que as regi\u00f5es semi\u00e1ridas t\u00eam para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1veis (ODS), metas de sustentabilidade definidas pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) em setembro \u00faltimo.<\/p>\n<p>Alguns estudos sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas apontam que as regi\u00f5es semi\u00e1ridas do mundo, e tamb\u00e9m do Nordeste brasileiro, devem aprender a conviver com per\u00edodos ainda mais intensos de seca. Portanto, o dom\u00ednio de tecnologias e comportamentos que permitam a conviv\u00eancia com a escassez s\u00e3o parte importante para a sustentabilidade das popula\u00e7\u00f5es atingidas. \u00c9 necess\u00e1rio ampliar os sistemas de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, como as tecnologias de cisternas, a implanta\u00e7\u00e3o de mecanismos que v\u00e3o al\u00e9m de simplesmente garantir \u00e1gua para consumo das pessoas. O passo seguinte, e que tem sido implantado com sucesso em diversas regi\u00f5es, \u00e9 a coleta de \u00e1gua de chuva para irriga\u00e7\u00e3o de culturas resilientes \u00e0 seca, algumas de subsist\u00eancia, outras para garantir alimentos para a cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do semi\u00e1rido brasileiro est\u00e1 inserida no bioma Caatinga, pouco valorizado pela m\u00eddia, mas muito rico em biodiversidade, al\u00e9m de ter plantas com uma grande caracter\u00edstica de resili\u00eancia \u00e0 seca e uma forte capacidade de regenera\u00e7\u00e3o, a regi\u00e3o \u00e9 rica em elementos que podem render elementos e subst\u00e2ncias \u00fateis em produtos de biotecnologia, como cosm\u00e9ticos e rem\u00e9dios. Segundo Marcel Bursztyn, professor do Centro de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Universidade de Bras\u00edlia, a degrada\u00e7\u00e3o desse habitat pela a\u00e7\u00e3o humana pode estar ajudando a destruir os elementos que poderiam garantir a sustentabilidade econ\u00f4mica e social da regi\u00e3o. \u201cSociedades que abusaram da natureza entraram em colapso\u201d, alertou em sua palestra de abertura do semin\u00e1rio. Pol\u00eamico, Bursztyn colocou o dedo em uma das quest\u00f5es chave da preserva\u00e7\u00e3o da caatinga, a cria\u00e7\u00e3o de bodes. Parte da cultura sertaneja, o bode est\u00e1 inserido na economia da regi\u00e3o, no entanto, sua sobreviv\u00eancia se deve \u00e0 capacidade de comer absolutamente qualquer coisa que brote no solo seco do semi\u00e1rido, refor\u00e7ando o processo de desertifica\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. Nordestinos presentes protestaram, mas as evid\u00eancias parecem apontar o bode como um grande predador da biodiversidade local.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma mudan\u00e7a importante na abordagem da seca no sert\u00e3o nordestino. Desde D. Pedro II se fala em obras \u201ccontra\u201d a seca, projetos irrigados por verdadeiros rios de dinheiro e que deixaram poucos resultados de legado. Para o engenheiro florestal Francisco Campello, diretor do Departamento de Combate \u00e0 Desertifica\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, um novo enfoque tem sido adotado em pol\u00edticas p\u00fablicas, o da \u201cconviv\u00eancia\u201d com o semi\u00e1rido. \u201cisso significa adotar pr\u00e1ticas que se adaptam \u00e0 realidade da regi\u00e3o, buscar melhorar a vida atrav\u00e9s da ado\u00e7\u00e3o de medidas mitigat\u00f3rias\u201d, explica. E d\u00e1 como exemplo a melhoria na constru\u00e7\u00e3o de fog\u00f5es de lenha, que n\u00e3o podem emitir fuma\u00e7a dentro das casas, \u201cUma das mais importantes causas de doen\u00e7as e mortes de mulheres no sert\u00e3o \u00e9 a cont\u00ednua intoxica\u00e7\u00e3o por fuma\u00e7a enquanto cozinham\u201d, explica. Campello mediou o debate sobre a conviv\u00eancia do semi\u00e1rido no contexto dos ODS.<\/p>\n<p>Anos atr\u00e1s a regi\u00e3o do Cariri, no sert\u00e3o cearense, era lembrada pela seca e pela m\u00fasica de Luiz Gonzaga. Hoje um avan\u00e7ado centro de pesquisa sobre o semi\u00e1rido funciona na Universidade Federal do Cariri, de onde veio a pesquisadora e professora Poliana Lana Nunes Barreto, diretora de articula\u00e7\u00e3o institucional da UFCA. Para ela a presen\u00e7a de uma universidade no semi\u00e1rido \u00e9 a oportunidade de oferecer uma educa\u00e7\u00e3o emancipadora. \u201cAntes os estudantes tinham de deixar o semi\u00e1rido para estudar e muitos nunca mais voltaram\u201d, explica. \u201cAgora podem estudar em cursos tradicionais, mas abordando temas de interesse para o desenvolvimento da regi\u00e3o, realizando pesquisas que t\u00eam impacto positivo nas comunidades\u201d, diz. As pesquisas realizadas na universidade se integram com outras pol\u00edticas p\u00fablicas de impacto.<\/p>\n<p>Uma das atividades que mais produziu resultados em termos de fixa\u00e7\u00e3o do homem ao campo e reduziu a fome e a mortalidade na regi\u00e3o foi a implanta\u00e7\u00e3o de cisternas para a capta\u00e7\u00e3o de \u00e1guas de chuva. Muitas organiza\u00e7\u00f5es atuam na constru\u00e7\u00e3o dessas cisternas, que mudaram a paisagem do semi\u00e1rido, entre elas a ASA \u2013Articula\u00e7\u00e3o Semi\u00e1rido Brasileiro, uma das organiza\u00e7\u00f5es mais antigas a atuar na regi\u00e3o. Um dos coordenadores da entidade, Albani Vieira da Rocha, explica que o sucesso do modelo de cisterna vem da participa\u00e7\u00e3o das comunidades na elabora\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o das unidades. \u201cA conviv\u00eancia com o semi\u00e1rido est\u00e1 baseada em estoques\u201d, explica. Para ele \u00e9 importante que as comunidades tenham uma reserva capaz de garantir as necessidades b\u00e1sicas para consumo e para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 tamb\u00e9m a opini\u00e3o do coordenador de acesso \u00e0 \u00e1gua do Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social e Combate \u00e0 Fome, Vitor Leal Santana, que ressaltou a import\u00e2ncia de programas de 2\u00aa \u00e1gua, aquela captada n\u00e3o apenas para o consumo humano, mas para animais e para irriga\u00e7\u00e3o. \u201cEssa \u00e9 a \u00e1gua que permite uma atividade econ\u00f4mica que vai al\u00e9m da subsist\u00eancia\u201d, explica. Essa tecnologia tem uma import\u00e2ncia vital n\u00e3o apenas no semi\u00e1rido brasileiro, mas para todas as regi\u00f5es do mundo que enfrentam problemas com a escassez de \u00e1gua. Segundo o pesquisador da Universidade Polit\u00e9cnica de Madrid, David Pereira Jerez, as pol\u00edtica p\u00fablicas de conviv\u00eancia que est\u00e3o sendo desenvolvidas no semi\u00e1rido brasileiro podem servir como refer\u00eancia na \u00c1frica e at\u00e9 mesmo na Europa, onde regi\u00f5es mais secas tendem a se tornar ainda mais \u00e1ridas por conta das Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas. \u201cMuitos dos conflitos hoje no mundo tem como pano de fundo a escassez h\u00eddrica\u201d, conta.<\/p>\n<p>Jerez acredita que as a\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia de conhecimentos s\u00e3o fundamentais para o sucesso de pol\u00edticas p\u00fablicas, seja entre atores de um mesmo pa\u00eds, como \u00e9 feito no Centro Xing\u00f3, ou em cen\u00e1rios internacionais, como os acordos com universidades espanholas, que envolvem, al\u00e9m da Polit\u00e9cnica de Madrid, a Universidade Complutense, tamb\u00e9m de Madrid.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Sem10.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-202838\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Sem10.jpg\" alt=\"Sem10\" width=\"340\" height=\"227\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os dois dias de debates levaram ao semi\u00e1rido expertises distintas, como Renata Barreto, pesquisadora da COPPE UFRJ, que destacou a seca no Brasil nos \u00faltimos anos como o 5\u00ba maior evento clim\u00e1tico do planeta. Para ela h\u00e1 uma disputa pela \u00e1gua e \u00e9 preciso investir \u00a0mais em tecnologia para equilibrar o jogo entre os principais atores. \u201cEnquanto o agroneg\u00f3cios utiliza 72% da \u00e1gua dispon\u00edvel, as pessoas precisam de apenas 6%, mas quando se fala em economia s\u00e3o as casas que sofrem mais\u201d, conclui.<\/p>\n<p>Cerca de 200 pessoas acompanharam os debates e puderam conhecer os ganhos das pol\u00edticas de conviv\u00eancia com o semi\u00e1rido que v\u00eam sendo implantadas com apoio de diversas organiza\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas, sociais e de governo. Programas de pesquisa como o da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde s\u00e3o trabalhadas qualidades de plantas do semi\u00e1rido com potencial para a elabora\u00e7\u00e3o de antibi\u00f3ticos potentes, capazes de substituir alguns j\u00e1 contornados por superbact\u00e9rias. A professora M\u00e1rcia Vanusa da Silva conta que j\u00e1 foram feitos testes de laborat\u00f3rio com diversos princ\u00edpios ativos de plantas da regi\u00e3o com muito sucesso. \u201cOs resultados s\u00e3o t\u00e3o bons que j\u00e1 estamos atraindo a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores de universidades estrangeiras e talvez at\u00e9 de laborat\u00f3rios multinacionais\u201d, diz.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio no qual atua o Centro Xing\u00f3 de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido \u00e9 um vislumbre do que pode ser o futuro da regi\u00e3o, com o desenvolvimento de ci\u00eancia aplicada e amplia\u00e7\u00e3o do conhecimento atrav\u00e9s de colabora\u00e7\u00e3o e parceria. Para Luis Tadeu Assad a busca por difus\u00e3o dos estudos realizados, atrav\u00e9s de trabalhos com estagi\u00e1rios e pesquisadores visitantes \u00e9 uma voca\u00e7\u00e3o. \u201cPrecisamos ampliar conhecimentos e espalhar tecnologias sociais capazes de transformar a realidade dos sertanejos\u201d, explica.<\/p>\n<p>Assad conta que muitas escolas da regi\u00e3o procuram o Centro Xing\u00f3 para programas de est\u00e1gio e que a amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de atendimento est\u00e1 nos planos do IABS, mas que para isso ser\u00e1 preciso tamb\u00e9m conseguir mais apoiadores. Para ele, uma das dificuldades \u00e9 que o Brasil das capitais, das cidades ricas do sul\/sudeste desconhece os impactos das a\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas e tecnologias sociais sobre a qualidade de vida das popula\u00e7\u00f5es do semi\u00e1rido. \u201cS\u00e3o quase 25 milh\u00f5es de pessoas que vivem em \u00e1rea de influ\u00eancia do semi\u00e1rido e da caatinga\u201d, conta. Para ele essa regi\u00e3o n\u00e3o pode continuar a ser tratada como um bioma de segunda categoria, as pesquisas mostram o potencial que a regi\u00e3o tem e o investimento no Centro Xing\u00f3 tem ajudado a demonstrar que a pesquisa e o trabalho de campo oferecem resultados de impacto na qualidade de vida na regi\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa e difus\u00e3o de conhecimentos fazem do Centro Xing\u00f3 uma refer\u00eancia mundial em tecnologias sociais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31757,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/seca_semiarido.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisa e difus\u00e3o de conhecimentos fazem do Centro Xing\u00f3 uma refer\u00eancia mundial em tecnologias sociais","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31756"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31756"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31756\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31757"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}