{"id":31649,"date":"2015-11-15T10:36:02","date_gmt":"2015-11-15T13:36:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=31649"},"modified":"2015-11-15T10:36:02","modified_gmt":"2015-11-15T13:36:02","slug":"livro-retrata-900-especies-de-animais-encontrados-na-regiao-de-conceicao-do-mato-dentro-em-minas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/livro-retrata-900-especies-de-animais-encontrados-na-regiao-de-conceicao-do-mato-dentro-em-minas\/","title":{"rendered":"Livro retrata 900 esp\u00e9cies de animais encontrados na regi\u00e3o de Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro, em Minas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-31650\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Os olhos da coruja-buraqueira parecem nos espiar bem de perto, enquanto a m\u00e3e gamb\u00e1-de-orelha-branca caminha com seis filhotes nas costas. A jaguatirica, uma esp\u00e9cie que nossos av\u00f3s conhecem, mas que nossos olhos urbanos j\u00e1 n\u00e3o veem mais, nos observa com olhar profundo, t\u00edpico dos felinos. Enquanto isso, a borboleta conhecida como capit\u00e3o-do-mato colore as matas com suas asas azuis.<\/p>\n<p>Personagens de um mundo (ainda) real que parecem voar, caminhar e rastejar num passar de p\u00e1ginas do livro <strong>\u201cFauna \u2013 Leste Atl\u00e2ntico do Espinha\u00e7o Meridional\u201d<\/strong>, produzido pela Bicho do Mato Editora.<\/p>\n<p>A obra foi elaborada para atender uma das condicionantes da fase de implanta\u00e7\u00e3o do projeto Minas Rio, da AngloAmerican, na regi\u00e3o de Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro (MG). E \u00e9 fruto de quase cinco anos de pesquisa de 12 bi\u00f3logos, entre eles Tudy C\u00e2mara e Bruno Pimenta, respons\u00e1veis pela organiza\u00e7\u00e3o do volume. O livro \u00e9 ilustrado com imagens feitas tanto pelos bi\u00f3logos quanto pelo fot\u00f3grafo Roberto Murta.<\/p>\n<p>O trabalho em equipe resultou num bel\u00edssimo livro de 300 p\u00e1ginas, no formato 35x25cm, com fotografias minuciosas, al\u00e9m de mapas, nomes cient\u00edficos e populares, comportamentos e fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas de insetos, peixes, anf\u00edbios, r\u00e9pteis, aves e mam\u00edferos. Todos encontrados na Serra do Espinha\u00e7o, mais especificamente no entorno das cidades de <strong>Alvorada de Minas<\/strong>, <strong>Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro<\/strong> e <strong>Dom Joaquim<\/strong>. \u201cO livro tem tr\u00eas finalidades \u2013 \u00e9 did\u00e1tico, poder\u00e1 ser usado pelas escolas de ensino fundamental e m\u00e9dio dos munic\u00edpios; \u00e9 um guia de esp\u00e9cies faun\u00edsticas; e \u00e9 um belo livro de mesa, para quem gosta simplesmente de contemplar a beleza da nossa fauna\u201d, afirma Tudy. Cerca de mil exemplares da obra ser\u00e3o entregues \u00e0s escolas dos munic\u00edpios da \u00e1rea de pesquisa. Em BH, o livro tamb\u00e9m ser\u00e1 enviado para todas as institui\u00e7\u00f5es de ensino superior que possuem o curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>\u201cA ideia era registrar todo e qualquer animal que surgisse no caminho da pesquisa e isso nos proporcionou boas surpresas. Entre elas, o registro de esp\u00e9cies que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o haviam sido identificadas em trabalhos cient\u00edficos anteriores na regi\u00e3o\u201d, completa Murta. As imagens dessas maravilhas naturais tamb\u00e9m estampam o calend\u00e1rio 2016 da Revista <strong>Ecol\u00f3gico<\/strong>. Confira:<\/p>\n<p><embed src=\"https:\/\/photos.gstatic.com\/media\/slideshow.swf\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"638\" height=\"425\"><\/embed><\/p>\n<div class=\"complemento\">\n<div class=\"saibaMais\">\n<p><strong>Fique por dentro:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>Serra do Espinha\u00e7o<\/strong>, cujo nome foi criado pelo naturalista e engenheiro Willhelm Ludwig von Eschwege em 1822, representa a \u00fanica cordilheira localizada em territ\u00f3rio brasileiro. \u00c9 uma longa cadeia montanhosa de cerca de 1.200 km, constitu\u00edda por blocos de surpreendentes dimens\u00f5es, que afloram em meio a um mosaico natural, cortada por vales, rios, lagos e picos, desde a Serra de Ouro Branco, na Regi\u00e3o Central do estado de Minas Gerais, perto de Belo Horizonte, at\u00e9 a Serra de Jacobina, no norte da Bahia, pr\u00f3ximo \u00e0 divisa com os estados de Pernambuco e Piau\u00ed.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os olhos da coruja-buraqueira parecem nos espiar bem de perto, enquanto a m\u00e3e gamb\u00e1-de-orelha-branca caminha<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31650,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/coruja.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os olhos da coruja-buraqueira parecem nos espiar bem de perto, enquanto a m\u00e3e gamb\u00e1-de-orelha-branca caminha","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31649"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31649"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31649\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31650"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31649"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31649"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31649"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}