{"id":31510,"date":"2015-11-13T11:00:19","date_gmt":"2015-11-13T14:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=31510"},"modified":"2015-11-12T20:08:25","modified_gmt":"2015-11-12T23:08:25","slug":"infograficos-traduzem-relevancia-e-as-principais-ameacas-do-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/infograficos-traduzem-relevancia-e-as-principais-ameacas-do-pantanal\/","title":{"rendered":"Infogr\u00e1ficos traduzem relev\u00e2ncia e as principais amea\u00e7as do Pantanal"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-31511\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um pouco da Amaz\u00f4nia, uma parte do Cerrado, outra da Mata Atl\u00e2ntica e uma por\u00e7\u00e3o do Charco boliviano, assim \u00e9 o Pantanal. Sua paisagem \u00e9 conhecida por ser um mosaico de ecossistemas com muita \u00e1gua. \u00c9 considerado uma das maiores plan\u00edcies de inunda\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do planeta e tamb\u00e9m um dos biomas brasileiros com maior fonte de vida de diversas esp\u00e9cies animais e vegetais.<\/p>\n<p>Estima-se que o bioma abriga 656 tipos diferentes de aves, 325 de peixes, 159 de mam\u00edferos, 98 de r\u00e9pteis, 53 de anf\u00edbios e, ainda 3,5 mil tipos de plantas. Somando tudo s\u00e3o 4,7 mil esp\u00e9cies que vivem na regi\u00e3o, sendo duas end\u00eamicas e v\u00e1rias amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, como o tamandu\u00e1-bandeira, o lobo-guar\u00e1 e a arara-azul. Mesmo com imensa relev\u00e2ncia ecol\u00f3gica, o brasileiro sabe pouco sobre o Pantanal.<\/p>\n<p>Como comemora\u00e7\u00e3o ao 12 de novembro, Dia do Pantanal, o WWF-Brasil criou infogr\u00e1ficos para apresentar um pouco desse bioma e mostrar sua import\u00e2ncia para o Brasil e o mundo, as amea\u00e7as que pairam sobre a regi\u00e3o e as alternativas para proteg\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Embora seja o bioma com a menor extens\u00e3o territorial no Brasil, o Pantanal \u00e9 um dos mais exuberantes e o menos afetado: ainda mant\u00eam 85% de sua cobertura vegetal nativa. A maior parte dos mais de 15% suprimidos foram alterados pela a\u00e7\u00e3o humana. As principais amea\u00e7as \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do Pantanal s\u00e3o o monocultivos de soja, cana-dea\u00e7\u00facar e eucalipto, as eros\u00f5es do solo, a cria\u00e7\u00e3o extensiva de gado em pastos plantados e a implementa\u00e7\u00e3o de obras de infraestrutura, por exemplo, barragens e hidrovias.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanalespecies.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-202730\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanalespecies.png\" alt=\"No Pantanal vivem mais de 4,7 mil esp\u00e9cies animais e vegetal. Foto: \u00a9 Adriano Gambarini\/WWF-Brasil\" width=\"340\" height=\"197\" \/><\/a><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa, que o Pantanal \u00e9 considerado Patrim\u00f4nio da Humanidade e Reserva da Biosfera pela UNESCO. Essas reservas, declaradas pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), s\u00e3o instrumentos de gest\u00e3o e manejo sustent\u00e1vel integrados que permanecem sob a jurisdi\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses nos quais est\u00e3o localizados.<\/p>\n<p>S\u00e3o 170.500,92 km\u00b2 totais \u2013 62% da \u00e1rea est\u00e1 no Brasil distribu\u00edda pelos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, 20% est\u00e1 na Bol\u00edvia e 18% no Paraguai -, sendo que a por\u00e7\u00e3o do Pantanal brasileiro equivale \u00e0 soma das \u00e1reas de quatro pa\u00edses europeus: B\u00e9lgica, Su\u00ed\u00e7a, Portugal e Holanda.<\/p>\n<p><strong>O ciclo das \u00e1guas do Pantanal<\/strong><\/p>\n<p>A Plan\u00edcie do Pantanal, que tamb\u00e9m se estende pela Bol\u00edvia e Paraguai, possui seus limites marcados por variadas forma\u00e7\u00f5es de chapadas com at\u00e9 1 mil metros de altitude. A depress\u00e3o geogr\u00e1fica da parte mais baixa varia de 80 a 150 metros de altitude e \u00e9 cortada por rios pertencentes \u00e0 Bacia do Alto Paraguai, onde a vegeta\u00e7\u00e3o predominante \u00e9 a de Cerrado. O que significa que qualquer impacto no Cerrado afeta de forma dr\u00e1stica o Pantanal.<\/p>\n<p>As plan\u00edcies t\u00eam declive t\u00e3o pequeno que ret\u00eam as \u00e1guas da chuva e as \u00e1guas que descem nas cabeceiras nos rios pantaneiros. O volume \u00e9 impressionante: s\u00e3o 180 milh\u00f5es de litros despejados por dia nos rios pantaneiros, dentre os quais o Cuiab\u00e1, o S\u00e3o Louren\u00e7o, o Aquidauana e o Paraguai.<\/p>\n<p>No per\u00edodo da cheia, o aguaceiro eleva o n\u00edvel das ba\u00edas permanentes; os rios transbordam, alagando 80% dos campos no entorno, transformando a regi\u00e3o em um impressionante len\u00e7ol d\u00b4\u00e1gua, e os morros isolados sobressaem como verdadeiras ilhas cobertas de vegeta\u00e7\u00e3o, onde animais buscam ref\u00fagio contra a subida das \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as no Pantanal<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da exuber\u00e2ncia das paisagens, esta importante regi\u00e3o sofre amea\u00e7as comuns nos tr\u00eas pa\u00edses ocasionadas pelas atividades de maneira n\u00e3o respons\u00e1vel. At\u00e9 o momento, apenas 3,19% do Pantanal brasileiro encontra-se protegido por Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, dos quais 2,88% correspondem a unidades de prote\u00e7\u00e3o integral, o que coloca ainda mais em risco o bioma.<\/p>\n<p>As fragilidades a que est\u00e3o expostas a regi\u00e3o do Pantanal \u00e9 o tema do estudo do WWF-Brasil sobre monitoramento das altera\u00e7\u00f5es da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai (BAP), que avaliou que a regi\u00e3o j\u00e1 perdeu aproximadamente 50% de cobertura original.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanalpecuaria.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-202731\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanalpecuaria.png\" alt=\"A pecu\u00e1ria \u00e9 uma das principais fontes de renda e faz parte da cultura pantaneira. Foto: \u00a9 Adriano Gambarini\/WWF-Brasil\" width=\"340\" height=\"201\" \/><\/a><\/p>\n<p>Restam ainda 85,1% de cobertura vegetal na plan\u00edcie e de 39,5% no planalto. A pecu\u00e1ria segue como forma de uso preponderante, mas vem perdendo espa\u00e7o para a agricultura, que cresce sobre antigas \u00e1reas de pastagem. As terras plantadas com eucalipto aumentaram em 61 km2, entre 2012 e 2014, segundo o estudo, inclusive sobre \u00e1reas antes ocupadas por agricultura e pastagens.<\/p>\n<p>Sem falar que as paisagens pantaneiras est\u00e3o em constante risco pelas obras de infraestrutura, como a hidrovia Paran\u00e1-Paraguai, meta dos pa\u00edses da Bacia do Rio da Prata, desde os anos 1990, para tornar os rios Paraguai e Paran\u00e1 canais de navega\u00e7\u00e3o industrial. Para isso, seriam necess\u00e1rias interven\u00e7\u00f5es de engenharia, derrocamento e dragagem ao longo 3.400 km desde o Brasil (C\u00e1ceres) at\u00e9 o Uruguai (Nova Palmira).<\/p>\n<p>O WWF do Brasil, da Bol\u00edvia e do Paraguai t\u00eam uma vis\u00e3o integrada de conserva\u00e7\u00e3o para o Pantanal, como forma de mitigar os impactos identificados em toda e qualquer regi\u00e3o do bioma, seja no Planalto ou na Plan\u00edcie.<\/p>\n<p>Segundo Julio C\u00e9sar Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal, \u201co trabalho desenvolvido busca envolver a conserva\u00e7\u00e3o e a prote\u00e7\u00e3o dos ecossistemas aqu\u00e1ticos, o desenvolvimento de cadeias produtivas, o planejamento sistem\u00e1tico do territ\u00f3rio e o desenvolvimento de h\u00e1bitos respons\u00e1veis de consumo\u201d.<\/p>\n<p>Sampaio explica que o trabalho consiste, por exemplo, na realiza\u00e7\u00e3o de estudos de impacto sobre o uso do solo, al\u00e9m do c\u00e1lculo da pegada ecol\u00f3gica, o monitoramento da cobertura vegetal e o apoio \u00e0 gest\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o, principalmente, estimulando a cria\u00e7\u00e3o de Reservas Privadas do Patrim\u00f4nio Natural. \u201cTamb\u00e9m ajudamos a conservar nascentes e \u00e1reas degradadas e buscamos estimular a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de carne com a promo\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas para o fortalecimento da pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel, entre diversos outros projetos\u201d, ressalta.<\/p>\n<p><strong>O Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal<\/strong><\/p>\n<p>O Pacto \u00e9 uma alian\u00e7a na qual a sociedade civil, o setor privado (usu\u00e1rios de \u00e1gua) e o poder p\u00fablico se comprometem a promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel por meio da forma\u00e7\u00e3o de parcerias e a gest\u00e3o compartilhada de a\u00e7\u00f5es e atividades, sempre com o foco na recupera\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o das Cabeceiras \u2013 rios Jaur\u00fa, Sepotuba, Caba\u00e7al e Paraguai, respons\u00e1veis pelo fornecimento de 30% das \u00e1guas do Pantanal \u2013 uma \u00e1rea que abrange 25 munic\u00edpios de Mato Grosso. A meta \u00e9 recuperar 700 quil\u00f4metros de rios, pelo menos 70 nascentes e a mata ciliar de 23 mil hectares com 11 milh\u00f5es de mudas, o que gerar\u00e1 mais de mil empregos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanal4.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-202732\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Pantanal4.png\" alt=\"Na \u00e9poca da cheia a \u00e1rea do Pantanal fica 80% alagada. Foto: \u00a9 Adriano Gambarini\/WWF-Brasil\" width=\"340\" height=\"204\" \/><\/a><\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, a parceria entre as diversas entidades do Pacto possibilitou algumas conquistas, como por exemplo a instala\u00e7\u00e3o de 40 biofossas na zona rural da \u00e1rea abrangida, evitando que dejetos humanos cheguem aos rios e melhorando a qualidade de vida dos produtores que passam a ter saneamento b\u00e1sico e um biofertilizante para regar \u00e1rvores frut\u00edferas.<\/p>\n<p>Outro resultado positivo \u00e9 que os munic\u00edpios de Tangar\u00e1 da Serra e Mirassol d\u2019Oeste foram selecionados pela Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) para receber recursos financeiros que ser\u00e3o destinados \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de projetos de Pagamento por Servi\u00e7os Ambientais (PSA), por meio do Programa Produtor de \u00c1gua. Assim, em breve, os produtores dos dois munic\u00edpios ser\u00e3o remunerados financeiramente pela prote\u00e7\u00e3o das nascentes e dos recursos h\u00eddricos locais, pela conserva\u00e7\u00e3o das matas ciliares e pela implementa\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias e do manejo do uso do solo.<\/p>\n<p>Cada entidade que adere ao Pacto se compromete voluntariamente a implementar em sua localidade pelo menos tr\u00eas a\u00e7\u00f5es que preservem as nascentes e os rios, como por exemplo: a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, a adequa\u00e7\u00e3o ambiental de estradas rurais e estaduais at\u00e9 2020, a melhoria do saneamento b\u00e1sico, a implanta\u00e7\u00e3o de biofossas nas zonas rurais e melhoria da gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos e da gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos.<em><br \/>\n<\/em><\/p>\n<p>Acesse os infogr\u00e1ficos \u201c<a href=\"http:\/\/d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net\/img\/original\/infografico_pantanal_reino_das_aguas.pdf\" target=\"_blank\">Pantanal: Reino das \u00c1guas<\/a>\u201d e \u201c<a href=\"http:\/\/d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net\/img\/original\/infografico_pantanal_solucoes_sustentaveis.pdf\" target=\"_blank\">Pantanal: Solu\u00e7\u00f5es Sustent\u00e1veis<\/a>\u201c.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um pouco da Amaz\u00f4nia, uma parte do Cerrado, outra da Mata Atl\u00e2ntica e uma por\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31511,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pantanal1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um pouco da Amaz\u00f4nia, uma parte do Cerrado, outra da Mata Atl\u00e2ntica e uma por\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31510"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31510"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31510\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31511"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31510"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31510"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31510"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}