{"id":31327,"date":"2015-11-09T18:00:37","date_gmt":"2015-11-09T21:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=31327"},"modified":"2015-11-08T20:52:26","modified_gmt":"2015-11-08T23:52:26","slug":"no-norte-da-australia-ave-tem-papel-crucial-na-sobrevivencia-da-floresta-tropical","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/no-norte-da-australia-ave-tem-papel-crucial-na-sobrevivencia-da-floresta-tropical\/","title":{"rendered":"No norte da Austr\u00e1lia, ave tem papel crucial na sobreviv\u00eancia da floresta tropical"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-31328\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Logo a minha frente, topo com um mont\u00edculo de algo que mais parece lama arroxeada. Do tamanho de um bon\u00e9 de beisebol, est\u00e1 recheado de frutinhas e sementes \u2013 mais de 50 delas, sem d\u00favida. Algumas s\u00e3o maiores que a de um abacate.<\/p>\n<p>Eu me ajoelho para examinar melhor. Com o rosto mais pr\u00f3ximo, tento sentir algum cheiro. O aroma \u00e9 de fruta, mesclado a um toque avinagrado. Tamb\u00e9m h\u00e1 uma sugest\u00e3o do sabor adstringente e \u00e1cido que o ch\u00e1 preto forte deixa na boca. Estranho. Mas n\u00e3o desagrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Afinal, o que \u00e9 isso? \u00c9 um volumoso excremento de ave. De um p\u00e1ssaro de grande porte.<\/p>\n<p><object width=\"639\" height=\"360\"><embed allowfullscreen=\"allowfullscreen\" allowscriptaccess=\"always\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/z89XwdJwyjQ?hl=pt_BR&amp;version=3\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" height=\"360\" width=\"639\" \/><\/object><\/p>\n<p>Volto a ficar em p\u00e9 e olho ao redor. Estou na <strong>floresta tropical<\/strong> <strong>\u00famida de Daintree<\/strong>, a duas horas de carro da cidade costeira de Cairns, no extremo norte da <strong>Austr\u00e1lia<\/strong>. Aqui e ali, raios de sol trespassam as copas e salpicam o terreno de manchas luminosas. Em uma \u00e1rvore, identifico um lagarto de crista elegante e espinhos no dorso. E, mais perto, ou\u00e7o insetos zunirem. Mas nada de uma <strong>ave <\/strong>grande. Nenhum sinal.<\/p>\n<p>Acredito que nem se estivesse bem ali, em meio \u00e0quelas \u00e1rvores, eu conseguiria not\u00e1-la. Pois, apesar de seu tamanho, o <em>Casuarius casuarius<\/em>, o <strong>casuar-do-sul<\/strong>, a maior ave frug\u00edvora das<strong> florestas \u00famidas da Austr\u00e1lia<\/strong>, \u00e9 capaz de se confundir com as sombras da floresta.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31329\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar1.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar1-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os <strong>casuares <\/strong>s\u00e3o aves de grande porte e n\u00e3o voadoras, aparentadas aos emus e, de modo mais distante, aos avestruzes, aos nandus-dedarwin e aos quivis. Hoje existem tr\u00eas esp\u00e9cies de casuar. Duas delas se restringem \u00e0s florestas \u00famidas da Nova Guin\u00e9 e de ilhas pr\u00f3ximas. A terceira e maior \u2013 o casuar-do-sul \u2013 tamb\u00e9m \u00e9 encontrada na regi\u00e3o tropical \u00famida do norte de Queensland, a por\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia que aponta para a Nova Guin\u00e9. Alguns esp\u00e9cimes habitam trechos remotos da floresta, como em Daintree, e outros vivem na borda da mata e, por vezes, passeiam pelos quintais dos moradores.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31330\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar2.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar2.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar2-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Mas nem de longe essa \u00e9 uma ave de jardim normal. Um macho adulto pode muito bem contemplar de cima para baixo uma pessoa com 1,65 metro de altura \u2013 eu, por exemplo \u2013 e pesar mais de 50 quilos. As f\u00eameas adultas chegam a ser ainda maiores e atingem mais de 70 quilos. Entre as aves vivas, s\u00f3 os avestruzes s\u00e3o maiores. Quase sempre, contudo, os casuares parecem menores do que s\u00e3o, pois n\u00e3o se movem eretos, mas curvados, com as costas paralelas ao ch\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"ri_b\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"NG - Como parte do ritual de acasalamento, esta f\u00eamea transforma uma po\u00e7a em banho nupcial, o que atrai prov\u00e1veis parceiros\" src=\"http:\/\/msalx.viajeaqui.abril.com.br\/2013\/09\/03\/0956\/3.jpeg?1378216429\" alt=\"NG - Como parte do ritual de acasalamento, esta f\u00eamea transforma uma po\u00e7a em banho nupcial, o que atrai prov\u00e1veis parceiros\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/div>\n<p><em>Como parte do ritual de acasalamento, esta f\u00eamea transforma uma po\u00e7a em banho nupcial, o que atrai prov\u00e1veis parceiros. F\u00eameas mais velhas e de grande porte exibem as cristas mais imponentes &#8211; Foto: Christian Ziegler<\/em><\/p>\n<p>Suas penas s\u00e3o de um preto retinto, e as pernas, recobertas de escamas. Cada pata tem apenas tr\u00eas dedos, sendo que o mais interno adquiriu, ao longo da evolu\u00e7\u00e3o, o formato de um poderoso espor\u00e3o. As asas s\u00e3o min\u00fasculas, tendo atrofiado quase at\u00e9 o ponto de sumir. O pesco\u00e7o \u00e9 comprido, quase nu, coberto apenas por leve penugem curta. A pele exibe surpreendentes tonalidades avermelhadas e alaranjadas, arroxeadas e azuladas. Na parte dianteira e inferior do pesco\u00e7o, pendem dobras generosas de pele colorida, conhecidas como barbelas. Os casuares t\u00eam grandes olhos castanhos e um bico longo e curvo. Na cabe\u00e7a, ostenta uma crista \u00f3ssea alta e parecida com um chifre.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31331\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar3.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar3.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar3-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Basta ver apenas um ou dois esp\u00e9cimes para saber que \u2013 diferentemente dos pardais, por exemplo \u2013 os casuares podem ser reconhecidos como indiv\u00edduos. Um tem magn\u00edficas barbelas longas e uma crista reta. Outro exibe um penacho que, elegante, se curva para a direita. Essa not\u00e1vel individualidade, associada ao tamanho e ao fato de que n\u00e3o voam, torna os casuares, de certa forma, parecidos com os seres humanos: eles se movem como pessoas, t\u00eam tamanho parecido, e cada um pode ser reconhecido com facilidade.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31332\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar4.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"419\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar4.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar4-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 bastante comum que recebam nomes \u2013 como Crinklecut, Big Bertha e Dad \u2013, o que talvez explique, tamb\u00e9m, o fato de, h\u00e1 muito tempo, serem personagens da mitologia dos povos da floresta. H\u00e1 quem acredite que os casuares s\u00e3o primos dos homens; alguns, que s\u00e3o pessoas reencarnadas; outros, que os seres humanos foram criados das penas de uma f\u00eamea da esp\u00e9cie. Todavia, ao contr\u00e1rio do que costuma acontecer conosco, s\u00e3o os machos que cuidam dos filhotes: eles chocam os ovos e depois tomam conta da prole durante, pelo menos, nove meses.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31333\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar5.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"426\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar5.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar5-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para torn\u00e1-los ainda mais intrigantes, os casuares t\u00eam a fama de ser perigosos. Claro que, se voc\u00ea prend\u00ea-los em um cercado e persegui-los com um rastelo \u2013 a julgar por v\u00eddeos colocados no YouTube \u2013, eles se tornam amea\u00e7adores. Afinal, s\u00e3o grandes, t\u00eam espor\u00f5es agudos, d\u00e3o chutes fortes e, se necess\u00e1rio, recorrem a tudo isso. Quando passam a associar os seres humanos \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de alimentos, tendem a se tornar agressivos e exigentes. Se voc\u00ea se aproximar de um macho com filhotes pequenos, ele pode atac\u00e1-lo a fim de proteger sua prole. Tentar prender ou matar um casuar \u00e9 bastante arriscado: as aves costumam resistir e podem levar a melhor sobre as pessoas. \u00c0s vezes, matam c\u00e3es.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar6.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31334\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar6.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar6.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar6-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Mas vamos esclarecer as coisas. Quando s\u00e3o deixados em paz e tratados com respeito, os casuares s\u00e3o t\u00edmidos, pacatos e inofensivos. Na Austr\u00e1lia, o \u00faltimo registro de um ataque fatal a um ser humano \u00e9 de 1926 \u2013 e foi em defesa pr\u00f3pria.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar7.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31335\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar7.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"422\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar7.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar7-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Logo a minha frente, topo com um mont\u00edculo de algo que mais parece lama arroxeada.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31328,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/casuar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Logo a minha frente, topo com um mont\u00edculo de algo que mais parece lama arroxeada.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31327"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31327"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31327\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31328"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31327"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31327"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31327"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}