{"id":30724,"date":"2015-10-31T09:00:33","date_gmt":"2015-10-31T12:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=30724"},"modified":"2015-10-30T20:46:37","modified_gmt":"2015-10-30T23:46:37","slug":"conheca-o-asteroide-que-passara-raspando-a-terra-neste-sabado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-o-asteroide-que-passara-raspando-a-terra-neste-sabado\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a o asteroide que passar\u00e1 \u2018raspando\u2019 a Terra neste s\u00e1bado"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-30725\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A atmosfera da Terra \u00e9 diariamente atingida por algo que vem do espa\u00e7o, como meteoros (conhecidos como estrelas cadentes), partes perdidas de miss\u00f5es espaciais ou, ocasionalmente, asteroides. Neste s\u00e1bado (31), por volta das 19h (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), um <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/nasa-grande-asteroide-passara-proximo-a-terra-as-vesperas-do-halloween\" rel=\"\">asteroide de grandes propor\u00e7\u00f5es<\/a> passar\u00e1 muito pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie terrestre &#8211; pr\u00f3ximo em termos espaciais, pois estar\u00e1 a 499 000 quil\u00f4metros do planeta, o equivalente a pouco mais que a dist\u00e2ncia entre a Terra e a Lua. Felizmente, esses objetos vindos do cosmo normalmente est\u00e3o a uma dist\u00e2ncia considerada segura pelos astr\u00f4nomos.<\/p>\n<p>A rocha espacial, chamada TB145, ganhou o apelido de &#8220;Grande Ab\u00f3bora&#8221;, pois vai passar pela Terra pouco antes do Dia das Bruxas, festa popular nos pa\u00edses de l\u00edngua inglesa. O asteroide foi descoberto em 10 de outubro pela Nasa e tem di\u00e2metro de 470 metros &#8211; de acordo com os c\u00e1lculos dos cientistas, \u00e9 cerca de 20 vezes maior que o meteorito que se despeda\u00e7ou no c\u00e9u de <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/meteorito-cai-na-russia-e-fere-dezenas-veja-o-video\/\" rel=\"\">Chelyabinsk<\/a>, na R\u00fassia, em 2013, estilha\u00e7ando vidra\u00e7as, sacudindo pr\u00e9dios e ferindo mais de 1.500 pessoas,<\/p>\n<p>Em comunicado, a ag\u00eancia espacial americana afirmou que a influ\u00eancia gravitacional da &#8220;Grande Ab\u00f3bora&#8221;, que se movimenta a 35 quil\u00f4metros por segundo, n\u00e3o ter\u00e1 efeito detect\u00e1vel na Terra. Em outras palavras, n\u00e3o oferece perigo algum, seja de colis\u00e3o ou dist\u00farbios nas mar\u00e9s terrestres e placas tect\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Para os astr\u00f4nomos, contudo, ele ser\u00e1 uma excelente oportunidade de estudos &#8211; outro objeto t\u00e3o grande assim s\u00f3 passar\u00e1 t\u00e3o perto da Terra em 2027. Os pesquisadores pretender fazer imagens e medi\u00e7\u00f5es para analisar sua superf\u00edcie, massa e densidade.<\/p>\n<p><strong>Monitoramento &#8211;<\/strong> Apesar de a maioria dos objetos n\u00e3o oferecerem riscos \u00e0 humanidade, ocasionalmente, somos surpreendidos por rochas cuja desintegra\u00e7\u00e3o pode causar danos. Por isso, os astr\u00f4nomos destacam que \u00e9 preciso monitorar todos os tipos de objetos espaciais. No Hemisf\u00e9rio Sul, esse servi\u00e7o \u00e9 feito pelo <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/ciencia\/brasileiros-descobrem-primo-do-cometa-halley-3\" rel=\"\">Sonear<\/a> (sigla para Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research), um observat\u00f3rio particular perto de Oliveira, cidade a 120 quil\u00f4metros de Belo Horizonte e composto por tr\u00eas astr\u00f4nomos amadores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de constantes monitoramentos, astr\u00f4nomos do Centro de Coordena\u00e7\u00e3o de Objetos Pr\u00f3ximos \u00e0 Terra da ESA (NEOCC), categorizam esses objetos em uma lista, especificando se oferecem muito ou pouco sinal de perigo. Atualmente, esse \u00edndice possui 524 nomes.<\/p>\n<p>Confira outros quatro objetos que chegar\u00e3o muito perto do planeta no futuro:<\/p>\n<h4>Cinco objetos que passar\u00e3o perto da Terra no futuro<\/h4>\n<section id=\"galeria_lista-cinco-objetos-que-passarao-perto-da-terra-no-futuro\" class=\"galeriaUbbersite\">\n<div class=\"galeria-multimidia galeria-multimidia-embedada galeria-lista-embedada galeria-multimidia-focused\" data-per-page=\"6\" data-controls-pos=\"after\" data-publicidade=\"none\">\n<div class=\"galeria-multimidia-inner\">\n<div class=\"navigators\"><\/div>\n<ul>\n<li class=\"galeria-multimidia-item active\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pe6Cx\/alx_asteroide_original.jpeg?1446123924\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pNJcp\/alx_asteroide_original.jpeg?1446123924\" data-titulo=\"WT1190F: 13 de novembro de 2015\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pe6Cx\/alx_asteroide_original.jpeg?1446123924\" alt=\"WT1190F: 13 de novembro de 2015\" width=\"639\" height=\"480\" \/><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>WT1190F: 13 de novembro de 2015<\/h3>\n<p>Este \u00e9 o \u00fanico objeto que os astr\u00f4nomos t\u00eam certeza de que atingir\u00e1 a Terra. Acredita-se que ele \u00e9 um peda\u00e7o perdido de um foguete que entrar\u00e1 na atmosfera terrestre. O material de \u00f3rbita el\u00edptica, que cair\u00e1 a 65 quil\u00f4metros do Sri Lanka, no Oceano \u00cdndico, poder\u00e1 ser observado queimando no c\u00e9u das praias da regi\u00e3o. A queda ser\u00e1 \u00e0s 4h20 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia) de 13 de novembro, uma sexta-feira.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1103\/pe6Cx\/alx_asteroid_2469300b_original.jpeg?1446123780\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1103\/pNJcp\/alx_asteroid_2469300b_original.jpeg?1446123780\" data-titulo=\"85.990 1999JV6: 6 de janeiro de 2016\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1103\/pe6Cx\/alx_asteroid_2469300b_original.jpeg?1446123780\" alt=\"85.990 1999JV6: 6 de janeiro de 2016\" width=\"639\" height=\"480\" \/><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>85.990 1999JV6: 6 de janeiro de 2016<\/h3>\n<p>O maior asteroide conhecido a passar perto da Terra mede 498 metros de di\u00e2metro e estar\u00e1 a uma dist\u00e2ncia equivalente a 12,5 vezes a dist\u00e2ncia da Terra \u00e0 Lua, na data de sua maior aproxima\u00e7\u00e3o, 6 de janeiro de 2016. N\u00e3o h\u00e1 chances de colis\u00e3o com o nosso planeta.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/20\/1102\/pe6Cx\/nasa-original.jpeg?1445346134\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/20\/1102\/pNJcp\/nasa-original.jpeg?1445346134\" data-titulo=\"2012 RU16: 24 de junho de 2016\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/20\/1102\/pe6Cx\/nasa-original.jpeg?1445346134\" alt=\"2012 RU16: 24 de junho de 2016\" width=\"639\" height=\"480\" \/><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>2012 RU16: 24 de junho de 2016<\/h3>\n<p>O 2012 RU16 \u00e9 um dos asteroides mais r\u00e1pidos j\u00e1 conhecidos. Em 24 de junho de 2016, essa rocha, que mede 32 metros, passar\u00e1 pr\u00f3ximo \u00e0 Terra a uma dist\u00e2ncia 3,6 vezes maior que o espa\u00e7o entre o nosso planeta e a Lua. Esse objeto tamb\u00e9m n\u00e3o oferece qualquer risco para a humanidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pe6Cx\/alx_asteroid-hits-earth-2_original.jpeg?1446123893\" alt=\"410777 2009 FD: 3 de mar\u00e7o de 2185\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pe6Cx\/alx_asteroid-hits-earth-2_original.jpeg?1446123893\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2015\/10\/29\/1105\/pNJcp\/alx_asteroid-hits-earth-2_original.jpeg?1446123893\" data-titulo=\"410777 2009 FD: 3 de mar\u00e7o de 2185\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>410777 2009 FD: 3 de mar\u00e7o de 2185<\/h3>\n<p>Este \u00e9 o \u00fanico asteroide conhecido que justifica qualquer n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o. Em 3 de mar\u00e7o de 2185, a rocha far\u00e1 uma passagem muito pr\u00f3xima da Terra, ainda n\u00e3o se sabe de que dist\u00e2ncia. A raz\u00e3o da incerteza \u00e9 que, at\u00e9 l\u00e1, o caminho da rocha pode mudar muito por causa da maneira como que ela \u00e9 aquecida pelo Sol ou por outros fatores espaciais, aumentando ou diminuindo as chances de um poss\u00edvel impacto. O 410777 2009 FD, que mede 160 metros de di\u00e2metro, est\u00e1 sendo monitorado bem de perto pelos astr\u00f4nomos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A atmosfera da Terra \u00e9 diariamente atingida por algo que vem do espa\u00e7o, como meteoros<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30725,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/asteroide1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A atmosfera da Terra \u00e9 diariamente atingida por algo que vem do espa\u00e7o, como meteoros","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30724"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30724"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30724\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30725"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30724"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30724"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30724"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}