{"id":30245,"date":"2015-10-22T16:00:07","date_gmt":"2015-10-22T19:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=30245"},"modified":"2015-10-21T21:14:33","modified_gmt":"2015-10-22T00:14:33","slug":"conheca-as-dez-cidades-perdidas-pela-humanidade-que-emergiram-do-passado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-as-dez-cidades-perdidas-pela-humanidade-que-emergiram-do-passado\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a as dez cidades perdidas pela humanidade que emergiram do passado"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"intro\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-30246\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O<\/span> mito de Atl\u00e2ntida, criado por <strong>Plat\u00e3o<\/strong>, \u00e9 incr\u00edvel, mas existem outras cidades que realmente foram perdidas pela humanidade. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de algumas que foram redescobertas com o tempo.<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">1 &#8211; Ir\u00e3 dos Pilares<\/div>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 uma vers\u00e3o mu\u00e7ulmana do continente perdido de Atl\u00e2ntida. De acordo com o <strong>Alcor\u00e3o<\/strong>, ela seria uma cidade perdida na regi\u00e3o sul do deserto da <strong>Ar\u00e1bia<\/strong>. Tamb\u00e9m conhecido como <strong>Atl\u00e2ntida das Areias<\/strong>, o local supostamente teria sido destru\u00eddo por um desastre natural enviado como puni\u00e7\u00e3o por Deus.<\/p>\n<p>A Atl\u00e2ntida das Areias \u00e9 descrita no Alcor\u00e3o como cheia de pr\u00e9dios e populada por um povo conhecido como Ad. As pessoas foram se afastando dos ensinamentos de Al\u00e1 que, para reverter a situa\u00e7\u00e3o, enviou o profeta Hud. A popula\u00e7\u00e3o do <strong>Ir\u00e3 dos Pilares<\/strong> reagiu com hostilidade, acreditando n\u00e3o precisar das palavras do enviado.<\/p>\n<p>Os Ad foram ent\u00e3o punidos por Al\u00e1, que fez com que a cidade fosse tomada por uma tempestade de areia que durou oito dias e sete noites. Ao fim, s\u00f3 restou areia.<\/p>\n<p>No come\u00e7o da d\u00e9cada de 1990, uma equipe liderada pelo arque\u00f3logo americano Nicholas Clapp anunciou ter encontrado a cidade de <strong>Ubar<\/strong>, a suposta Ir\u00e3 dos Pilares. Isso ocorreu a partir do estudo de imagens captadas sat\u00e9lites da <a href=\"http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/Espaco\/noticia\/2015\/08\/nasa-saiba-mais-sobre-agencia-espacial-americana.html\" target=\"_blank\"><strong>Nasa<\/strong><\/a>. Esses recursos permitiram que o grupo identificasse velhas rotas de camelos e seus pontos de convers\u00e3o. Um deles era a cisterna de Shisr, no sul do deserto da Ar\u00e1bia. Ao conduzir uma escava\u00e7\u00e3o no local, um forte octagonal foi descoberto. Apesar de a equipe ter confirmado que a evid\u00eancia fazia parte do Ir\u00e3 dos Pilares, ainda h\u00e1 d\u00favidas a respeito da hist\u00f3ria.<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">2 &#8211; Helike<\/div>\n<\/div>\n<p>Localizada em Acaia, regi\u00e3o da pen\u00ednsula do Peloponeso, na Gr\u00e9cia, Helike foi um importante centro cultural, econ\u00f4mico e religioso entre as doze cidades da Liga de Acaia.<\/p>\n<p><strong>Poseidon<\/strong>, deus do mar e dos terremotos, era o padroeiro de Helike e, curiosamente, a cidade foi uma das zonas com mais terremotos na Europa. Uma noite, durante o inverno de 373 a.C., o local foi destru\u00eddo por colunas imensas de chamas, seguidas de um tsunami. N\u00e3o sobrou ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo 19, especula\u00e7\u00f5es sobre a verdadeira localiza\u00e7\u00e3o de Helike come\u00e7aram a circular. Em 1988, os arque\u00f3logos Dora Katsonopoulou, presidente da Sociedade de Helike, na Gr\u00e9cia, e Steven Soter, do Museu de Hist\u00f3ria Natural dos Estados Unidos, lan\u00e7aram o Projeto Helike, com o objetivo de encontrar o local.<\/p>\n<p>A partir do estudo de textos antigos, eles compreenderam que a cidade estava enterrada entre montanhas. Ela foi encontrada em 2001, em Acaia na Gr\u00e9cia. Onze anos depois, em 2012, foi confirmado que o local era de fato Helike.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-661\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Helike (Foto: Wikimedia\/Drekis)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/0fJqHbSiPKf6Tj2Myten4VuCp1U=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/helikeaus_wikimedia_drekis.jpg\" alt=\"Helike (Foto: Wikimedia\/Drekis)\" width=\"638\" height=\"479\" \/><label class=\"foto-legenda\">Helike (Foto: Wikimedia\/Drekis)<\/label><\/div>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">3 &#8211; Heracleion<\/div>\n<\/div>\n<p>A cidade, onde o templo de <strong>Cle\u00f3patra<\/strong> foi inaugurado, certa vez foi um dos principais centros comerciais do Mediterr\u00e2neo. H\u00e1 cerca de 1200 anos atr\u00e1s, ela afundou no Mar Mediterr\u00e2neo, na costa do Egito.<\/p>\n<p>Por muito tempo se acreditou que a cidade era um mito, como Atl\u00e2ntida. At\u00e9 que, em 2001, o arque\u00f3logo Franck Goddio, em conjunto com o Instituto Europeu de Arqueologia Mar\u00edtima, ao buscar navios franceses de guerra afundados, trombou com os restos de <strong>Heracleion<\/strong>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s retirar camadas de areia e lama, os mergulhadores da miss\u00e3o descobriram que n\u00e3o s\u00f3 a cidade estava bem preservada, como continha gigantes est\u00e1tuas de far\u00f3s, deuses, esfinges e pedras com escrituras em grego e eg\u00edpcio.<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">4 &#8211; Urkesh<\/div>\n<\/div>\n<p>Urkesh foi, entre 4000 e 1300 a.C., uma cidade em ascens\u00e3o. Centro pol\u00edtico e religioso, era uma rota comercial entre a S\u00edria e a Mesopot\u00e2mia, al\u00e9m de servir como lar dos hurritas.<\/p>\n<p>O local ficou enterrado na areia por milhares de anos, at\u00e9 que, em 1980, arque\u00f3logos encontraram o Tell Mozan, aterro elevado no qual estavam escondidos restos do pal\u00e1cio, templo e da pra\u00e7a. Uma d\u00e9cada depois, os pesquisadores descobriram que o <strong>Tell Mozan era, na verdade, a cidade perdida de Urkesh<\/strong>.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-1200\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Urkesh (Foto: Wikimedia\/Zoeperkoe)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/EpQvaIrDDON_vsLFdL9dBcpM9Oc=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/urkesh_wikimedia_zoeperkoe.jpg\" alt=\"Urkesh (Foto: Wikimedia\/Zoeperkoe)\" width=\"640\" height=\"433\" \/><label class=\"foto-legenda\">Urkesh (Foto: Wikimedia\/Zoeperkoe)<\/label><\/div>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">5 &#8211; Terra de Gwyddno<\/div>\n<\/div>\n<p>Reza a lenda que, no s\u00e9culo seis, um reino conhecido como Cantre\u2019r Gwaelod, no Pa\u00eds de Gales, era conduzido por um monarca chamado Gwyddno Garanhir. At\u00e9 o s\u00e9culo 17, a cidade era conhecida como Maes Gwyddno (<strong>Terra de Gwyddno<\/strong>). Dizem que o reino inteiro inundou quando a sacerdotisa Mererid ordenou que isso acontecesse.<\/p>\n<p>D\u00e9cadas atr\u00e1s, florestas pr\u00e9-hist\u00f3ricas come\u00e7aram a emergir em Cardigan Bay, no Reino Unido. F\u00f3sseis humanos e ferramentas tamb\u00e9m foram encontrados. A partir de investiga\u00e7\u00f5es, foi confirmado que o local \u00e9 o mesmo onde a Terra de Gwyddno um dia existiu.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-1200\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Terra de Gwyddno (Foto: Wikimedia\/Richerman)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/hBCISbi50KBTnlTj2DsE2XfF_Ho=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/terra_de_gwyddno_wikimedia_richerman.jpg\" alt=\"Terra de Gwyddno (Foto: Wikimedia\/Richerman)\" width=\"639\" height=\"479\" \/><label class=\"foto-legenda\">Terra de Gwyddno (Foto: Wikimedia\/Richerman)<\/label><\/div>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">6 &#8211; La Ciudad Blanca<\/div>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 dois anos, durante uma expedi\u00e7\u00e3o a\u00e9rea nas florestas de Honduras, foi descoberta a <strong>La Ciudad Blanca<\/strong>, a \u201cCidade Branca\u201d ou \u201cCidade Perdida do Deus Macaco\u201d, como tamb\u00e9m \u00e9 conhecida. Trata-se de um local que, at\u00e9 ent\u00e3o, parecia ser constru\u00eddo basicamente a partir de lendas e relatos de aventureiros.<\/p>\n<p>A expedi\u00e7\u00e3o revelou imagens a\u00e9reas que mostravam tra\u00e7os de uma civiliza\u00e7\u00e3o perdida. A partir disso, foram enviadas outras miss\u00f5es nas quais os arque\u00f3logos descobriram pra\u00e7as, aterros, pir\u00e2mides e v\u00e1rios outros artefatos dessa cultura misteriosa.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-597\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"La Ciudad Blanca (Foto: Wikimedia\/Virgil Finlay)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/O4AA7SPs0O51ZNUZ0PZYRBcgw5I=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/la_ciudad_blanca_wikimedia_virgil_finlay.png\" alt=\"La Ciudad Blanca (Foto: Wikimedia\/Virgil Finlay)\" width=\"640\" height=\"634\" \/><label class=\"foto-legenda\">Ilustra\u00e7\u00e3o representando a Ciudad Blanca (Foto: Wikimedia\/Virgil Finlay)<\/label><\/div>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">7 &#8211; Musasir<\/div>\n<\/div>\n<p>Foi constru\u00eddo nas montanhas arm\u00eanias, que ultrapassam os territ\u00f3rios da Turquia, Ir\u00e3 e Iraque, o <strong>templo da cidade de Musasir<\/strong>.<\/p>\n<p>Estima-se que a cidade tenha sido constru\u00edda em 825 a.C. e seu templo, dedicado a Haldi, deus supremo do reino de Urartu, na Arm\u00eania. Al\u00e9m disso, Musasir causou bastante disc\u00f3rdia entre os povos da regi\u00e3o, todos queriam conquist\u00e1-la.<\/p>\n<p>Com o passar dos anos, v\u00e1rias expedi\u00e7\u00f5es foram lan\u00e7adas com o objetivo de localizar o templo antigo de Musasir. Em julho de 2014, um grupo finalmente foi bem sucedido: eles encontraram esculturas e colunas dedicadas ao deus Haldi parecidas com as do suposto templo no Curdist\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">8 &#8211;\u00a0 Mahendraparvata<\/div>\n<\/div>\n<p>Em 2014, arque\u00f3logos australianos usaram a \u201cLidar\u201d, uma tecnologia sofisticada que solta v\u00e1rios raios de luz por segundo para captar varia\u00e7\u00f5es na topografia da superf\u00edcie, para encontrar uma cidade perdida em <strong>Camboja<\/strong>.<\/p>\n<p>Ao sobrevoar a selva, a equipe conseguiu capta\u00e7\u00f5es com os sensores, de forma a reconhecer a cidade de <strong>Mahendraparvata<\/strong>, perdida h\u00e1 mais de 1200 anos que pr\u00e9-data o templo Angkor Wat, em Siem Reap.<\/p>\n<p>Nas ru\u00ednas os arque\u00f3logos encontraram templos, est\u00e1tuas do Buda e evid\u00eancia de v\u00e1rias trilhas e aterros que uma vez fizeram parte da cidade.<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">9 &#8211; Caral<\/div>\n<\/div>\n<p>A civiliza\u00e7\u00e3o de Supe, no Peru, foi uma das primeiras do mundo. Sua capital, a cidade sagrada de <strong>Caral<\/strong>, era uma metr\u00f3pole com pr\u00e1ticas complexas de agricultura, obras arquitet\u00f4nicas estonteantes, pir\u00e2mides, plataformas, templos, pra\u00e7as, \u00e1reas residenciais e muita cultura.<\/p>\n<p>Localizada ao norte de Lima, no Peru, a cidade foi pesquisada primeiro pelo arque\u00f3logo alem\u00e3o Max Uhle em 1905. No entanto, as escava\u00e7\u00f5es no local s\u00f3 come\u00e7aram na d\u00e9cada de 70. A partir delas foram descobertas <strong>pir\u00e2mides<\/strong> e, com mais trabalho na regi\u00e3o ao longo dos anos 90, foram encontradas seis pir\u00e2mides organizadas em torno de uma pra\u00e7a. A arquitetura p\u00fablica continha escadas, salas, p\u00e1tios e anfiteatros.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-673\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Caral (Foto: Wikimedia\/Percy Meza)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/R7plkewykT7L50rNK1gHoVoOBGY=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/caral_wikimedia_percy_meza.jpg\" alt=\"Caral (Foto: Wikimedia\/Percy Meza)\" width=\"640\" height=\"348\" \/><label class=\"foto-legenda\">Caral (Foto: Wikimedia\/Percy Meza)<\/label><\/div>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">10 &#8211; Lagunita<\/div>\n<\/div>\n<p>Duas cidades maias foram encontradas na selva mexicana em 2014. Altares, pir\u00e2mides e templos incr\u00edveis ainda estavam por l\u00e1.<\/p>\n<p>Uma das cidades foi identificada d\u00e9cadas atr\u00e1s, mas todas as tentativas de encontrar as ru\u00ednas, conhecidas como <strong>Lagunita<\/strong>, foram em v\u00e3o. A segunda cidade foi uma surpresa para os pesquisadores e os fez se questionarem mais sobre a <strong>magnitude da civiliza\u00e7\u00e3o maia<\/strong>.<\/p>\n<p><em>*Com supervis\u00e3o de Andr\u00e9 Jorge de Oliveira<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mito de Atl\u00e2ntida, criado por Plat\u00e3o, \u00e9 incr\u00edvel, mas existem outras cidades que realmente<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30246,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_perdida.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O mito de Atl\u00e2ntida, criado por Plat\u00e3o, \u00e9 incr\u00edvel, mas existem outras cidades que realmente","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30245"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30245"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30245\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}