{"id":30167,"date":"2015-10-20T14:00:45","date_gmt":"2015-10-20T17:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=30167"},"modified":"2015-10-20T11:42:49","modified_gmt":"2015-10-20T14:42:49","slug":"chineses-ficaram-apavorados-com-uma-cidade-flutuante-que-surgiu-no-ceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/chineses-ficaram-apavorados-com-uma-cidade-flutuante-que-surgiu-no-ceu\/","title":{"rendered":"Chineses ficaram apavorados com uma &#8216;cidade flutuante&#8217; que surgiu no c\u00e9u"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"intro\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-30168\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O<\/span> que poderia ser o primeiro par\u00e1grafo de um conto de terror <em>sci-fi<\/em> \u00e9 um relato objetivo do que aconteceu em uma regi\u00e3o da China h\u00e1 algumas semanas: \u201cNo in\u00edcio de outubro, moradores da prov\u00edncia de Jiangxi e da cidade de Foshan, na China, levaram um susto ao contemplar o horizonte. Havia uma cidade ali. N\u00e3o a cidade inteira, mas o topo ou a silhueta do topo de pr\u00e9dios imensos. Abaixo do topo n\u00e3o havia o restante dos andares ou a base dos pr\u00e9dios, mas nuvens. Nuvens espessas e cinzentas.\u201dPara alguns, \u00e9 o primeiro ato do fim do mundo. <strong>Para outros \u00e9 uma rachadura na parede invis\u00edvel que nos separa dos universos paralelos que nos rodeiam<\/strong>. Para os cientistas \u00e9 um fen\u00f4meno que, apesar de natural, continua sendo quase t\u00e3o bizarro quanto as outras teorias. Teorias conspirat\u00f3rias e divertidas.<\/p>\n<p>No v\u00eddeo abaixo d\u00e1 pra ter uma no\u00e7\u00e3o do que aconteceu. A hip\u00f3tese mais prov\u00e1vel \u00e9 de que se trata de uma miragem causada por <strong>uma ilus\u00e3o de \u00f3tica chamada Fata Morgana<\/strong> (a explica\u00e7\u00e3o desse nome que parece sa\u00eddo da Santa Inquisi\u00e7\u00e3o ou do Castelo R\u00e1-Tim-Bum vem mais adiante).<\/p>\n<p>Quando uma camada da atmosfera \u00e9 aquecida pelo Sol mas a camada de baixo permanece fria, essa diferen\u00e7a de temperatura gera diferentes densidades. Quando o raio de luz solar passa de uma densidade pra outra <strong>ele \u00e9 refratado<\/strong>, fazendo com que seu \u00e2ngulo mude. Apesar da luz estar \u201centortada\u201d, <strong>nosso c\u00e9rebro n\u00e3o enxerga dessa maneira<\/strong>, interpretando a imagem como se os objetos estivessem no local que estariam se o trajeto da luz tivesse permanecido inabalado.<\/p>\n<div class=\"youtube componente_materia\"><object width=\"640\" height=\"464\"><embed allowfullscreen=\"allowfullscreen\" allowscriptaccess=\"always\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/UoP1sh1WXm8\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" height=\"464\" width=\"640\" \/><\/object><\/div>\n<p>Acredita-se que Morgana foi uma sacerdotisa que viveu na Gr\u00e3-Bretanha no s\u00e9culo V \u2013 ela \u00e9 uma figura recorrente nas f\u00e1bulas do Rei Artur. A raz\u00e3o dela ter servido de inspira\u00e7\u00e3o para batizar o fen\u00f4meno \u00e9 porque, por muito tempo, homens e mulheres acreditavam <strong>estar diante de uma experi\u00eancia m\u00edstica quando testemunhavam com os pr\u00f3prios olhos a miragem<\/strong> \u2013 algo n\u00e3o muito diferente da rea\u00e7\u00e3o das pessoas hoje ap\u00f3s o ocorrido em Jiangxi e Foshan.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-800\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"&quot;Morgan Le Fay&quot; (1864), pintura de Frederick Sandys retratando a mulher que inspirou o nome do fen\u00f4meno  (Foto: Wikimedia Commons)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/-j6bdwuGPBqrRWzZnyPIbbykTOM=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/19\/fata_morgana.jpg\" alt=\"&quot;Morgan Le Fay&quot; (1864), pintura de Frederick Sandys retratando a mulher que inspirou o nome do fen\u00f4meno  (Foto: Wikimedia Commons)\" width=\"639\" height=\"898\" \/><label class=\"foto-legenda\">&#8220;Morgan Le Fay&#8221; (1864), pintura de Frederick Sandys retratando a mulher que inspirou o nome do fen\u00f4meno (Foto: Wikimedia Commons)<\/label><\/div>\n<p>Uma das principais lendas dos mares, por exemplo. O <em>Flying Dutchman<\/em>, ou Holand\u00eas Voador, \u00e9 um <strong>navio-fantasma amaldi\u00e7oado a navegar contra o vento para sempre, sem jamais conseguir aportar<\/strong>. A lenda foi criada \u2013 ou come\u00e7ou a se popularizar \u2013 no s\u00e9culo XVII e j\u00e1 foi citada e replicada em tudo que \u00e9 tipo de express\u00e3o da cultura pop. Nada mais que Fata Morgana.<\/p>\n<p>Hoje, no lugar da lenda temos algumas hip\u00f3teses um pouco mais elaboradas. H\u00e1 quem diga que o que foi visto na China faz parte do <a href=\"http:\/\/www.bibliotecapleyades.net\/sociopolitica\/esp_sociopol_bluebeam01.htm\" target=\"_blank\">Blue Beam Project<\/a> (algo como Projeto Feixe Azul). A cidade levitante faria parte do segundo passo (de um total de quatro) desse projeto que teria sido <strong>criado pela Nasa para implementar a \u201cnova ordem mundial\u201d<\/strong>, uma era dominada por uma nova religi\u00e3o cujo l\u00edder ser\u00e1 o anticristo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que poderia ser o primeiro par\u00e1grafo de um conto de terror sci-fi \u00e9 um<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30168,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cidade_flutuante.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O que poderia ser o primeiro par\u00e1grafo de um conto de terror sci-fi \u00e9 um","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30167"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30167"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30167\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30167"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30167"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30167"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}