{"id":30010,"date":"2015-10-17T12:25:32","date_gmt":"2015-10-17T15:25:32","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=30010"},"modified":"2015-10-17T12:52:22","modified_gmt":"2015-10-17T15:52:22","slug":"animais-selvagens-encontros-memoraveis-com-elefantes-na-tanzania-e-na-namibia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/animais-selvagens-encontros-memoraveis-com-elefantes-na-tanzania-e-na-namibia\/","title":{"rendered":"Animais Selvagens: encontros memor\u00e1veis com elefantes na Tanz\u00e2nia e na Nam\u00edbia"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"chamada\"><a class=\"chamada\" href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/elefante.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-26886  alignnone\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/elefante.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/elefante.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/elefante-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 639px) 100vw, 639px\" \/><\/a><\/h3>\n<p>Os dois pa\u00edses ainda t\u00eam uma popula\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel desses animais, reduzida principalmente pelo valor econ\u00f4mico de suas presas<\/p>\n<p>HAROLDO CASTRO (TEXTO E FOTOS)<\/p>\n<p>O maior mam\u00edfero terrestre possui uma lista volumosa de superlativos. O maior indiv\u00edduo da esp\u00e9cie beirou a marca de 11 toneladas e tinha uma altura de 4 metros! Qualquer macho adulto, com um corpo t\u00e3o gigantesco, precisa ingerir 300 quilos de comida e 160 litros de \u00e1gua por dia. At\u00e9 mesmos os filhotes s\u00e3o imensos: um rec\u00e9m-nascido \u2013 depois de 22 meses de gesta\u00e7\u00e3o \u2013 chega com 90 a 120 quilos e logo come\u00e7a a andar.<\/p>\n<p>Elefantes s\u00e3o queridos por muitas raz\u00f5es, mas suas trombas e suas presas s\u00e3o os atributos que melhor definem a esp\u00e9cie. A tromba \u00e9 uma fus\u00e3o entre o nariz e o l\u00e1bio superior para formar um \u00f3rg\u00e3o que serve para respirar, cheirar, arrancar galhos, fazer carinho e produzir sons. Usando a tromba como um snorkel, o elefante pode nadar ou caminhar totalmente submerso no leito de um rio, deixando apenas seu longo ap\u00eandice para fora d\u2019\u00e1gua. Com mais de 40 mil m\u00fasculos, a tromba pode levantar at\u00e9 350 quilos.<\/p>\n<div class=\"row\">\n<article class=\"conteudo\">\n<div class=\"corpo-materia colunas-e-blogs\">\n<div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"As trombas e as presas dos elefantes s\u00e3o os atributos que melhor definem a esp\u00e9cie. Na foto no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, dois adolescentes fazem um corpo-a-corpo para testar suas for\u00e7as. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/vayu7ux1P3fRi_bU3QSKxfpPUWE=\/top\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-nmet_1047-web56.jpg\" alt=\"As trombas e as presas dos elefantes s\u00e3o os atributos que melhor definem a esp\u00e9cie. Na foto no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, dois adolescentes fazem um corpo-a-corpo para testar suas for\u00e7as. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">As trombas e as presas dos elefantes s\u00e3o os atributos que melhor definem a esp\u00e9cie. Na foto no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, dois adolescentes fazem um corpo-a-corpo para testar suas for\u00e7as. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Ainda no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, um macho adulto caminha em dire\u00e7\u00e3o a um ponto de \u00e1gua, fazendo que qualquer outro animal \u2013 como a zebra \u2013 deixe o espa\u00e7o para o paquiderme. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/KmlIesWBoUV0YSVZKTi6zvfaAco=\/top\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-nb2_0981-web56.jpg\" alt=\"Ainda no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, um macho adulto caminha em dire\u00e7\u00e3o a um ponto de \u00e1gua, fazendo que qualquer outro animal \u2013 como a zebra \u2013 deixe o espa\u00e7o para o paquiderme. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">Ainda no Parque Nacional Etosha, na Nam\u00edbia, um macho adulto caminha em dire\u00e7\u00e3o a um ponto de \u00e1gua, fazendo que qualquer outro animal \u2013 como a zebra \u2013 deixe o espa\u00e7o para o paquiderme. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<p>As <strong>presas<\/strong> dos elefantes tamb\u00e9m s\u00e3o impressionantes. Os imensos incisivos superiores possuem diversas fun\u00e7\u00f5es, como escavar a terra \u00e0 procura d\u2019\u00e1gua, rasgar a casca de \u00e1rvores, tombar e mover troncos e at\u00e9 mesmo servir como arma em um combate. Como os <strong>marfins<\/strong> n\u00e3o param de se desenvolver \u2013 podem crescer at\u00e9 15 cm por ano \u2013 um adulto pode possuir presas de at\u00e9 3 metros que pesam cerca de 90 quilos.<\/p>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas do <strong>marfim <\/strong>\u00e9 ser facilmente <strong>esculpido<\/strong>. Desde a antiguidade, eg\u00edpcios, gregos e romanos usaram o material para entalhar objetos religiosos, joias e estatuetas. Assim, o consumo do produto nos \u00faltimos mil\u00eanios n\u00e3o parou de crescer. Pesquisadores calcularam que, apenas no ano 1831, a Gr\u00e3-Bretanha usou uma quantidade de marfim que teria custado a vida de <strong>4 mil elefantes<\/strong>. Mais tarde, na primeira metade do s\u00e9culo 20, grandes manadas de elefantes foram dizimadas no Qu\u00eania com o objetivo de usar o marfim para criar as <strong>teclas brancas de piano<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>ca\u00e7a ilegal <\/strong>diminuiu apenas quando o animal foi inclu\u00eddo na lista da <strong>Cites<\/strong> (Conven\u00e7\u00e3o sobre o Com\u00e9rcio Internacional das Esp\u00e9cies da Fauna e da Flora Selvagens Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o), proibindo a venda, a compra e o transporte do marfim. A Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN, na sigla em ingl\u00eas) calcula que, em 2014, existiam entre <strong>470 mil a 690 mil elefantes africanos<\/strong>. Um n\u00famero muito pequeno quando comparado aos <strong>5 milh\u00f5es<\/strong> que viviam nos anos <strong>1930<\/strong>. Em oito d\u00e9cadas, o planeta <strong>perdeu cerca de 90% da popula\u00e7\u00e3o de elefantes<\/strong>.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Um jovem elefante usa suas presas para descascar o tronco de uma \u00e1rvore. Depois, com a tromba, leva a casca \u00e0 boca para mastigar e retirar a seiva adocicada. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/pe7vHWCo4POfDMpBDudEWMSDwOI=\/top\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-nmda_0570-web56.jpg\" alt=\"Um jovem elefante usa suas presas para descascar o tronco de uma \u00e1rvore. Depois, com a tromba, leva a casca \u00e0 boca para mastigar e retirar a seiva adocicada. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">Um jovem elefante usa suas presas para descascar o tronco de uma \u00e1rvore. Depois, com a tromba, leva a casca \u00e0 boca para mastigar e retirar a seiva adocicada. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<p>Meus encontros memor\u00e1veis com elefantes ocorreram na <strong>Tanz\u00e2nia<\/strong> e na <strong>Nam\u00edbia<\/strong>, dois pa\u00edses que ainda guardam uma popula\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel de animais. Na Terra Comunit\u00e1ria para a Conserva\u00e7\u00e3o Tora, no centro da Nam\u00edbia, fotografei elefantes-do-deserto. Embora sejam assim chamados, os animais continuam fazendo parte da mesma esp\u00e9cie dos elefantes-de-savana. Mas, na pr\u00e1tica, h\u00e1 quem considere que eles deveriam ser uma subesp\u00e9cie. Os elefantes-do-deserto, devido ao estresse h\u00eddrico e aliment\u00edcio que sofrem, s\u00e3o menores que os animais da savana e se adaptaram ao <strong>ambiente \u00e1rido<\/strong> com uma dieta pr\u00f3pria ao deserto.<\/p>\n<p>Em Tora, existem tr\u00eas grupos de elefantes: um vive nas montanhas, outro no rio Huab e o terceiro dificilmente aparece. Durante um saf\u00e1ri fotogr\u00e1fico, tentamos a sorte no leito seco do Huab. Rodamos v\u00e1rios quil\u00f4metros em uma estrada acidentada que n\u00e3o permitia nem conversar. Uma parada brusca, bin\u00f3culos levantados e nosso guia avista os primeiros elefantes. Ao chegar mais perto, nos damos conta que estamos com sorte, pois s\u00e3o 25 animais. Dois dos grupos est\u00e3o juntos, os elefantes que moram nas montanhas desceram para buscar uma vegeta\u00e7\u00e3o mais verde.<\/p>\n<p>Ficamos em sil\u00eancio, para n\u00e3o provocar os jovens adultos, que gostam de demonstrar que s\u00e3o donos do territ\u00f3rio. Mantemos dist\u00e2ncia, mas como os animais se movimentam em busca de alimentos, ficamos, em v\u00e1rios momentos, cercados por eles.<\/p>\n<p>As fotos se multiplicam. Um elefante alcan\u00e7a, com sua tromba, as folhas mais tenras de uma ac\u00e1cia. Mesmo com espinhos, a \u00e1rvore \u00e9 um dos seus alimentos preferidos. Como sobremesa, outro elefante retira e mastiga a casca de uma \u00e1rvore. Depois de chupar o suco adocicado da casca, ele joga fora o baga\u00e7o.<\/p>\n<p>Assistimos a duas horas de espet\u00e1culo dos elefantes e entendemos melhor seus comportamentos naturais: filhotes brincam de empurra-empurra com suas trombas, machos adolescentes amea\u00e7am os outros abanando suas orelhas e m\u00e3es autorit\u00e1rias separam brigas quando um dos elefantes \u00e9 maior do que outro. Todos aproveitam o fim da tarde at\u00e9 o p\u00f4r do sol para comer o m\u00e1ximo de folhas.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Um filhote de elefante, iluminado pelo \u00faltimo raio do sol, no leito seco do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/U1f4_Dvdz7TN9ZlNPnr1G3kxor4=\/top\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-nam_2558-web56.jpg\" alt=\"Um filhote de elefante, iluminado pelo \u00faltimo raio do sol, no leito seco do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">Um filhote de elefante, iluminado pelo \u00faltimo raio do sol, no leito seco do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Um elefante macho caminha em uma parte mais \u00famida do leito do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/pQQ0lyQxqLmLK9-aOaeVtGW_NAk=\/top\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-nam_1526-web56.jpg\" alt=\"Um elefante macho caminha em uma parte mais \u00famida do leito do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">Um elefante macho caminha em uma parte mais \u00famida do leito do rio Huab. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<p>Outra experi\u00eancia inesquec\u00edvel ocorreu na <strong>Tanz\u00e2nia<\/strong>, na reserva Ngorongoro, uma cratera circular de quase 20 km de di\u00e2metro. Esse \u00e9 um local espontaneamente protegido onde proliferam mais de 25 mil mam\u00edferos. Descemos a estrada que beira uma das paredes da cratera e nosso primeiro encontro foi com um elefante, o maior macho da esp\u00e9cie dentro da cratera.<\/p>\n<p>Na verdade, era o maior elefante que j\u00e1 tinha visto na vida! Sua presa media quase dois metros e o marfim chegava a raspar o solo. Como as presas nunca param de crescer, \u00e9 f\u00e1cil concluir que ele \u00e9 o mais idoso de todos. Como um bom macho velho, ele vive sozinho.<\/p>\n<p>Depois de alguns minutos, descubro outra particularidade do animal: o tamanho de seu p\u00eanis. De longe, calculo que deve medir mais de um metro. Como uma demonstra\u00e7\u00e3o de sua virilidade, o elefante balan\u00e7a o membro com vigor, o qual toma a forma de uma serpente gorda. Uma cena assustadora, mas quase c\u00f4mica.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Um macho adulto idoso \u2013 idade \u00e9 comprovada pelo tamanho das presas \u2013 na cratera de Ngorongoro, na Tanz\u00e2nia (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/V13l3sCTQrQgtyJ7oIvRJiJzmvY=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-dsc_1214-web56.jpg\" alt=\"Um macho adulto idoso \u2013 idade \u00e9 comprovada pelo tamanho das presas \u2013 na cratera de Ngorongoro, na Tanz\u00e2nia (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"457\" \/><label class=\"foto-legenda\">Um macho adulto idoso \u2013 idade \u00e9 comprovada pelo tamanho das presas \u2013 na cratera de Ngorongoro, na Tanz\u00e2nia (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Ainda na Tanz\u00e2nia, no Parque Nacional Ruaha, uma fam\u00edlia de elefantes cruza o rio Ruaha Grande, com a matriarca \u00e0 frente e seu filhote mais jovem logo atr\u00e1s. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/p4gd1OPIbIykpiFkF6kLqbKX8Io=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2015\/10\/13\/ele-dsc_0773-web56.jpg\" alt=\"Ainda na Tanz\u00e2nia, no Parque Nacional Ruaha, uma fam\u00edlia de elefantes cruza o rio Ruaha Grande, com a matriarca \u00e0 frente e seu filhote mais jovem logo atr\u00e1s. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)\" width=\"640\" height=\"426\" \/><label class=\"foto-legenda\">Ainda na Tanz\u00e2nia, no Parque Nacional Ruaha, uma fam\u00edlia de elefantes cruza o rio Ruaha Grande, com a matriarca \u00e0 frente e seu filhote mais jovem logo atr\u00e1s. (Foto: \u00a9 Haroldo Castro\/\u00c9poca)<\/label><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"fb-page fb_iframe_widget\" data-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/epoca\" data-width=\"620\" data-height=\"500\" data-hide-cover=\"true\" data-show-facepile=\"true\" data-show-posts=\"true\"><\/div>\n<div class=\"fb-page fb_iframe_widget\" data-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/epoca\" data-width=\"620\" data-height=\"500\" data-hide-cover=\"true\" data-show-facepile=\"true\" data-show-posts=\"true\">Fonte: \u00c9poca<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dois pa\u00edses ainda t\u00eam uma popula\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel desses animais, reduzida principalmente pelo valor econ\u00f4mico<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os dois pa\u00edses ainda t\u00eam uma popula\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel desses animais, reduzida principalmente pelo valor econ\u00f4mico","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30010"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30010"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30010\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}