{"id":29671,"date":"2015-10-12T08:00:14","date_gmt":"2015-10-12T11:00:14","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=29671"},"modified":"2015-10-11T20:41:58","modified_gmt":"2015-10-11T23:41:58","slug":"astronomos-desenvolvem-indice-de-habitabilidade-para-orientar-a-busca-de-vida-em-outros-planetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/astronomos-desenvolvem-indice-de-habitabilidade-para-orientar-a-busca-de-vida-em-outros-planetas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f4nomos desenvolvem \u201c\u00edndice de habitabilidade\u201d para orientar a busca de vida em outros planetas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-29672\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A recente not\u00edcia do fluxo de \u00e1gua salgada na superf\u00edcie de Marte \u00e9 uma grande descoberta cient\u00edfica que altera substancialmente as perspectivas de encontrar vida alien\u00edgena no planeta vermelho.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, este fato tamb\u00e9m nos diz mais sobre as condi\u00e7\u00f5es da \u00e1gua marciana, um recurso vital e poderoso para a poss\u00edvel habita\u00e7\u00e3o do planeta.<\/p>\n<p>Mas, olhando um pouco al\u00e9m do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, o qu\u00e3o habit\u00e1veis s\u00e3o exoplanetas em gal\u00e1xias distantes? Agora, ser\u00e1 poss\u00edvel saber, gra\u00e7as a um novo \u00edndice de habitabilidade, que n\u00e3o s\u00f3 analisa a capacidade de habita\u00e7\u00e3o em potencial de planetas que orbitam outras estrelas, como tamb\u00e9m pode classific\u00e1-las em escala planet\u00e1ria, ajudando-nos a saber quais mundos devem ser investigados em primeiro lugar na busca de vida fora da Terra.<\/p>\n<p>&#8220;<em>Basicamente, n\u00f3s desenvolvemos uma forma de levar em conta todos os dados observacionais que est\u00e3o dispon\u00edveis e desenvolver um esquema de prioriza\u00e7\u00e3o<\/em>&#8220;, disse Rory Barnes, um professor de astronomia na Universidade de Washington, nos EUA, do Virtual Planetary Laboratory.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise convencional da zona habit\u00e1vel de uma estrela analisa se planetas orbitam dentro de uma regi\u00e3o do espa\u00e7o com a press\u00e3o atmosf\u00e9rica suficiente para possuir \u00e1gua l\u00edquida em sua superf\u00edcie. Assim, portanto, poderia, potencialmente, suportar a vida. O novo sistema, no entanto, permite aos pesquisadores aprofundar outros fatores de habitabilidade para tais mundos. &#8220;<em>Este passo inovador nos permite ir al\u00e9m do conceito de zona habit\u00e1vel bidimensional para gerar uma estrutura flex\u00edvel, priorizando e incluindo v\u00e1rias caracter\u00edsticas observ\u00e1veis \u200b\u200be fatores que afetam a habitabilidade do planeta<\/em>&#8220;, disse a coautora, Victoria Meadows.<\/p>\n<p>O \u00edndice analisa estimativas de terreno e considera sua capacidade de equilibrar a quantidade de energia do planeta, que \u00e9 refletida de sua superf\u00edcie contra a circularidade de sua \u00f3rbita e a recebida pelo circuito orbital. Segundo os pesquisadores, essas duas transfer\u00eancias de energia neutralizam uma a outra, mas o equil\u00edbrio certo entre elas cria um equil\u00edbrio energ\u00e9tico favor\u00e1vel \u00e0 vida que contribui para condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade.<\/p>\n<p>Os planetas mais habit\u00e1veis e, portanto, os melhores candidatos para que os cientistas se concentrem em pesquisas futuras, s\u00e3o aqueles que possuem de 60 a 90% da radia\u00e7\u00e3o solar que a Terra recebe do Sol, tamb\u00e9m analisados pelo novo sistema, que foi divulgado no<em> Astrophysical Journal<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A recente not\u00edcia do fluxo de \u00e1gua salgada na superf\u00edcie de Marte \u00e9 uma grande<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":29672,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/planetas_habitaveis.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A recente not\u00edcia do fluxo de \u00e1gua salgada na superf\u00edcie de Marte \u00e9 uma grande","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29671"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29671"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29671\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}