{"id":2950,"date":"2014-07-14T15:00:50","date_gmt":"2014-07-14T15:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=2950"},"modified":"2014-07-14T11:01:07","modified_gmt":"2014-07-14T11:01:07","slug":"cientistas-estudam-como-estao-os-vulcoes-da-terra-e-se-as-erupcoes-estao-aumentando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-estudam-como-estao-os-vulcoes-da-terra-e-se-as-erupcoes-estao-aumentando\/","title":{"rendered":"Pesquisadores estudam como est\u00e3o os vulc\u00f5es da Terra e se as erup\u00e7\u00f5es est\u00e3o aumentando?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-2951\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Morar perto de um vulc\u00e3o, mesmo que inativo por milhares de anos, \u00e9 sempre um risco, j\u00e1 que n\u00e3o faltam na hist\u00f3ria exemplos de erup\u00e7\u00f5es que pegaram uma popula\u00e7\u00e3o inteira de surpresa e tragaram pessoas e casas para debaixo de sua lava. Este ano, na erup\u00e7\u00e3o do vulc\u00e3o (repita em voz alta) Eyjafjallajokull , na gelada ilha da Isl\u00e2ndia, o assunto voltou a entrar em pauta. Afinal, o que a humanidade deve esperar dos vulc\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos. Est\u00e1 havendo um crescimento na quantidade de erup\u00e7\u00f5es pelo mundo?<\/p>\n<p>A resposta, segundo um cientista do Instituto Smithsoniano (projeto cultural e cient\u00edfico dos Estados Unidos), \u00e9 \u201cn\u00e3o\u201d. Ele explica que o n\u00famero de erup\u00e7\u00f5es, ao longo dos \u00faltimos 200 anos, se manteve est\u00e1vel. O que aumentou ao longo desse tempo foram os registros, j\u00e1 que hoje em dia qualquer acidente natural muito menor do que uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica \u00e9 repercutida atrav\u00e9s do mundo em quest\u00e3o de poucas horas. Antigamente, uma erup\u00e7\u00e3o em determinadas ilhotas da Polin\u00e9sia, no meio do Oceano Pac\u00edfico, dificilmente chegava ao conhecimento de algu\u00e9m nos continentes.<\/p>\n<p>Segundo os cientistas que analisaram o hist\u00f3rico de erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas, a humanidade foi surpreendentemente negligente nesse quesito. Em per\u00edodos como as Guerras Mundiais, por exemplo, houve uma inexplic\u00e1vel queda nos registros de erup\u00e7\u00f5es, porque a humanidade estava concentrada em assuntos mais importantes. E estamos falando de s\u00e9culo XX, quando a comunica\u00e7\u00e3o global deveria j\u00e1 ser suficiente, pelo menos, para que ge\u00f3logos do mundo se informassem a respeito de cada localidade onde h\u00e1 vulc\u00f5es.<\/p>\n<p>Em outro extremo: quando h\u00e1 uma grande erup\u00e7\u00e3o, com muitas mortes em seu bojo e repercuss\u00e3o midi\u00e1tica mundial, o assunto ganha for\u00e7a por um tempo. Durante os meses subsequentes \u00e0s erup\u00e7\u00f5es do Krakatoa (na Indon\u00e9sia), em 1883, e do monte Pel\u00e9e (na ilha de Martinica, col\u00f4nia francesa, e n\u00e3o na cidade mineira de\u00a0Tr\u00eas Cora\u00e7\u00f5es, como voc\u00ea talvez tenha pensado), em 1902, pequenas erup\u00e7\u00f5es ganharam aten\u00e7\u00e3o pelo mundo, que n\u00e3o as observaria em outras \u00e9pocas. Assim como a lava dessas grandes trag\u00e9dias ia resfriando, esfriava a aten\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s erup\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim, n\u00e3o haveria nenhuma raz\u00e3o aparente para que o n\u00famero real de erup\u00e7\u00f5es no planeta esteja aumentando ou diminuindo. As grandes mudan\u00e7as nas placas tect\u00f4nicas, como explicam os ge\u00f3logos, acontecem ao longo de milh\u00f5es de anos. Assim, os blocos de terra sobre a lava, em que todos n\u00f3s habitamos, apresentam a mesma toada de movimentos desde muito antes do surgimento da humanidade. Um per\u00edodo de 200 anos, neste caso, seria um tempo insignificante para se fazer qualquer compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morar perto de um vulc\u00e3o, mesmo que inativo por milhares de anos, \u00e9 sempre um<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2951,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/vulcao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Morar perto de um vulc\u00e3o, mesmo que inativo por milhares de anos, \u00e9 sempre um","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2950"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2950"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2950\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2951"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}