{"id":29228,"date":"2015-10-10T00:00:37","date_gmt":"2015-10-10T03:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=29228"},"modified":"2015-10-10T18:04:22","modified_gmt":"2015-10-10T21:04:22","slug":"do-papel-ao-lixo-eletronico-tudo-o-que-e-descartado-pela-populacao-e-reciclavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/do-papel-ao-lixo-eletronico-tudo-o-que-e-descartado-pela-populacao-e-reciclavel\/","title":{"rendered":"Do papel ao lixo eletr\u00f4nico, tudo o que \u00e9 descartado pela popula\u00e7\u00e3o \u00e9 recicl\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-29229\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quem passa em frente \u00e0 Rua Nova P\u00e1tria, em Cotia (SP), n\u00e3o imagina o que acontece no galp\u00e3o que fica ao lado de uma quadra de esportes. Parte do que \u00e9 descartado pela popula\u00e7\u00e3o da cidade ganha o destino certo: a reciclagem. No local funciona a Coopernova Cotia Recicla, cooperativa fundada em 2008 que re\u00fane 32 participantes (22 mulheres e dez homens).<\/p>\n<p><a class=\"cboxElement\" href=\"http:\/\/i1.wp.com\/www.revistaecologica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cooper-2.jpg\" rel=\"lightbox[8455]\" data-rel=\"lightbox-gallery-3kjR\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-8461\" src=\"http:\/\/i1.wp.com\/www.revistaecologica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cooper-2.jpg?zoom=1.5&amp;resize=640%2C408\" srcset=\"http:\/\/i1.wp.com\/www.revistaecologica.com\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/cooper-2.jpg?zoom=1.5&amp;resize=640%2C408\" alt=\"cooper 2\" width=\"634\" height=\"404\" \/><\/a><\/p>\n<p>No galp\u00e3o, com o apoio de apenas duas prensas e uma empilhadeira, eles reciclam, por m\u00eas, cerca de 40 toneladas de papel\u00e3o; 30 toneladas de papel misto; 10 toneladas de vidro; tr\u00eas toneladas de embalagens cartonadas (caixas de leite, sucos e molhos), 1.500 quilos de latas de alum\u00ednio, e centenas de componentes de lixo eletr\u00f4nico (monitores, computadores, impressoras e mouses).<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancia EducaRES<\/strong> \u2013 A Coopernova foi uma das cooperativas contempladas pelo projeto \u201cLixo Eletr\u00f4nico e Responsabilidade Socioambiental\u201d, apoiado pelo Fundo Socioambiental Caixa e realizado pelo Instituto GEA \u2013 \u00c9tica e Meio Ambiente, reconhecido como pr\u00e1tica de refer\u00eancia EducaRES, ferramenta digital do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA).<\/p>\n<p>Desde a sua cria\u00e7\u00e3o, em 2013, a EducaRES vem divulgando a\u00e7\u00f5es que ajudem a enfrentar os desafios da implanta\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos (PNRS \u2013 Lei 12.305\/10) proporcionando aos gestores, catadores de material recicl\u00e1vel e cidad\u00e3os em geral, a oportunidade de buscar boas iniciativas de todas as regi\u00f5es do Pa\u00eds. Atualmente existem 200 iniciativas cadastradas na plataforma.<\/p>\n<p><strong>Objetivos <\/strong>\u2013 O projeto, que foi iniciado em julho de 2013 e terminou em julho deste ano, teve como objetivo principal gerar renda para cooperativas de catadores, a partir da capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica dos cooperados e estrutura\u00e7\u00e3o f\u00edsica das cooperativas para processamento adequado de res\u00edduos eletr\u00f4nicos (computadores, impressoras e mouses).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a iniciativa teve como meta colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o uma forma ambientalmente segura e socialmente justa de destinar seus equipamentos eletr\u00f4nicos sem uso; facilitar a inser\u00e7\u00e3o das cooperativas na log\u00edstica reversa dos res\u00edduos eletroeletr\u00f4nicos (REE), uma diretriz da PNRS e do Decreto 7.404\/10; e reduzir o risco de contamina\u00e7\u00e3o do meio ambiente por res\u00edduos t\u00f3xicos.<\/p>\n<p><strong>Inspira\u00e7\u00e3o <\/strong>\u2013 De acordo com estudo desenvolvido pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA\/ONU), o Brasil apresenta-se como maior produtor per capita de lixo eletr\u00f4nico entre pa\u00edses emergentes e em desenvolvimento, resultando em 96,8 mil toneladas de lixo eletr\u00f4nico ao ano \u2013 sendo o setor banc\u00e1rio um grande consumidor de equipamentos eletroeletr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Tendo em vista a abrang\u00eancia nacional da Caixa, a sua ampla rede de atendimento e os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, a institui\u00e7\u00e3o identificou que o estoque de equipamentos eletroeletr\u00f4nicos sem uso era elevado, o que demandava uma solu\u00e7\u00e3o ambientalmente correta. Paralelamente, tamb\u00e9m constatou que as cooperativas n\u00e3o estavam preparadas para executar essa atividade.<\/p>\n<p>Somando a isso, havia a necessidade de atender ao marco regulat\u00f3rio de res\u00edduos s\u00f3lidos, a Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos, que estabelece a responsabilidade compartilhada na destina\u00e7\u00e3o final dos REE (fabricantes, distribuidores e consumidores), al\u00e9m do est\u00edmulo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de catadores no processo de gest\u00e3o res\u00edduos s\u00f3lidos. A partir de todas essas quest\u00f5es, a Caixa resolveu desenvolver o projeto em parceria com o GEA.<\/p>\n<p><strong>Capacita\u00e7\u00f5es<\/strong> \u2013 O projeto apresentou resultados em todos os aspectos da sustentabilidade: econ\u00f4mico, social e ambiental. Foram estruturadas e capacitadas sete cooperativas (localizadas em S\u00e3o Paulo, Salvador, Recife e no Distrito Federal) para coletar, processar e comercializar res\u00edduos eletr\u00f4nicos, utilizando parte de res\u00edduos da Caixa.<\/p>\n<p>Foram capacitados 79 catadores pelo Instituto GEA, apoiado pelo Laborat\u00f3rio de Sustentabilidade da Universidade de S\u00e3o Paulo (Lassu). As capacita\u00e7\u00f5es abordaram os seguintes temas: riscos de contamina\u00e7\u00e3o durante a manipula\u00e7\u00e3o de res\u00edduos eletr\u00f4nicos, gest\u00e3o administrativa do neg\u00f3cio e internaliza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre toda a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para comercializar esse material com empresas certificadas.<\/p>\n<p>Segundo a presidente da Coopernova, Marli Monteiro, a partir das capacita\u00e7\u00f5es os cooperados passaram a trabalhar com mais seguran\u00e7a e mais higiene. \u201cO descarte e o manuseio corretos das embalagens proporcionam mais sa\u00fade e mais renda ao trabalhador\u201d, afirmou. \u201cAo higienizar as embalagens antes de descart\u00e1-las, a popula\u00e7\u00e3o mostra uma preocupa\u00e7\u00e3o com quem vai trabalhar com elas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Lixo eletr\u00f4nico <\/strong>\u2013 Ap\u00f3s as capacita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, as cooperativas foram equipadas com ferramentas, mobili\u00e1rio e equipamentos de seguran\u00e7a, para que pudessem atuar com os res\u00edduos eletr\u00f4nicos de forma profissionalizada e segura.<\/p>\n<p>Foi s\u00f3 a partir desse momento que a Caixa passou a destinar os seus res\u00edduos eletr\u00f4nicos a essas cooperativas, que fizeram sua desmontagem e venderam os componentes para empresas especializadas, que fornecem documento comprovando a destina\u00e7\u00e3o final adequada. Segundo Marli Monteiro, durante a vig\u00eancia do projeto a cooperativa passou a receber cerca de 300 monitores e 300 CPUs por m\u00eas da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Todos os cooperados que integram as cooperativas tiveram um aumento da renda proveniente da reciclagem do lixo eletr\u00f4nico. Marli conta que os cooperados da Coopernova recebem, em m\u00e9dia, renda de R$ 1.500,00 e que boa parte do valor vem desse tipo de material, normalmente muito procurado pelo mercado. \u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o de valor\u201d, enfatizou. \u201cO lixo eletr\u00f4nico \u00e9 um dos que mais traz danos ao meio ambiente.\u201d<\/p>\n<p>Foram tamb\u00e9m colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico 26 caixas coletoras nas regi\u00f5es contempladas para res\u00edduos eletr\u00f4nicos provenientes da popula\u00e7\u00e3o, em condom\u00ednios residenciais e comerciais, mercados, aeroportos, empresas p\u00fablicas e privadas.<\/p>\n<p><strong>Resultados <\/strong>\u2013 No total, 17.965 equipamentos eletr\u00f4nicos foram destinados pela Caixa \u00e0s cooperativas e 300 doados pela popula\u00e7\u00e3o. A comercializa\u00e7\u00e3o desses equipamentos, ap\u00f3s tratamento adequado, gerou um total de R$ 220 mil para as cooperativas. O descarte adequado desses equipamentos permitiu que pelo menos duas toneladas de chumbo fossem recicladas, evitando a contamina\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/p>\n<p>Segundo a presidente do Instituto GEA, Ana Maria Luz, o projeto s\u00f3 teve resultados positivos e serviu como exemplo a outras empresas, pois demonstrou, na pr\u00e1tica, que \u00e9 vi\u00e1vel considerar as cooperativas de catadores como destinat\u00e1rios dos seus res\u00edduos eletr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Essa a\u00e7\u00e3o socioambiental tem um grande alcance e beneficia n\u00e3o s\u00f3 os catadores, mas a popula\u00e7\u00e3o em geral. \u201cAdotando esse mesmo procedimento, as empresas podem ainda antecipar-se \u00e0 entrada em vigor da pol\u00edtica nacional de res\u00edduos s\u00f3lidos, implementando a log\u00edstica reversa de eletr\u00f4nicos com vi\u00e9s social\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Considerando os resultados exitosos do projeto, a Caixa iniciar\u00e1 uma segunda fase, que consistir\u00e1 na expans\u00e3o para Bel\u00e9m, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goi\u00e2nia, al\u00e9m de Bras\u00edlia, Recife, Salvador e S\u00e3o Paulo. Ser\u00e3o tratados, al\u00e9m de eletroeletr\u00f4nicos, mobili\u00e1rios, equipamentos de uso, de seguran\u00e7a e de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o (TI). Outras 22 cooperativas participar\u00e3o, sendo capacitados e instrumentalizados 420 cooperados.<\/p>\n<p>As cooperativas e cooperados da primeira fase tamb\u00e9m receber\u00e3o capacita\u00e7\u00e3o. O outro diferencial dessa pr\u00f3xima fase consistir\u00e1 na estrutura\u00e7\u00e3o de uma rede apoio para que a comercializa\u00e7\u00e3o seja realizada de forma integrada com outras cooperativas locais.<\/p>\n<p><strong>Saiba mais<\/strong> \u2013 Mais de 200 experi\u00eancias sobre educa\u00e7\u00e3o ambiental e comunica\u00e7\u00e3o social com res\u00edduos s\u00f3lidos est\u00e3o dispon\u00edveis na plataforma virtual EducaRES. Essa ferramenta digital tem o objetivo de divulgar a\u00e7\u00f5es que ajudem a enfrentar os desafios da implanta\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos (PNRS) proporcionando aos gestores, catadores de material recicl\u00e1vel e cidad\u00e3os em geral, a oportunidade de buscar boas iniciativas de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 2014, o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente lan\u00e7ou edital p\u00fablico que selecionou 84 a\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia. Foram escolhidas at\u00e9 30 experi\u00eancias de cada segmento (sociedade civil, poder p\u00fablico e setor privado).<\/p>\n<p>As propostas selecionadas foram reconhecidas como \u201cPr\u00e1ticas de Refer\u00eancia EducaRES\u201d e aparecerem de forma diferenciada na plataforma. As experi\u00eancias tamb\u00e9m ser\u00e3o recomendadas pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente como refer\u00eancia para compor materiais pedag\u00f3gicos e t\u00e9cnicos de publica\u00e7\u00f5es e processos formativos, presenciais ou a dist\u00e2ncia, produzidos pelos governos no \u00e2mbito federal, distrital, estadual e municipal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem passa em frente \u00e0 Rua Nova P\u00e1tria, em Cotia (SP), n\u00e3o imagina o que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":29229,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/lixo.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quem passa em frente \u00e0 Rua Nova P\u00e1tria, em Cotia (SP), n\u00e3o imagina o que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29228"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29228"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29228\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29229"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29228"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29228"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29228"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}