{"id":28533,"date":"2015-09-22T07:00:24","date_gmt":"2015-09-22T10:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=28533"},"modified":"2015-09-21T20:13:50","modified_gmt":"2015-09-21T23:13:50","slug":"cinco-substancias-toxicas-encontradas-naturalmente-em-frutas-e-verduras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cinco-substancias-toxicas-encontradas-naturalmente-em-frutas-e-verduras\/","title":{"rendered":"Cinco subst\u00e2ncias t\u00f3xicas encontradas naturalmente em frutas e verduras"},"content":{"rendered":"<div id=\"materia-letra\" class=\"materia-conteudo entry-content\">\n<div>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-28534\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que frutas e verduras s\u00e3o parte fundamental de uma dieta saud\u00e1vel e balanceada.<\/p>\n<p>Mas entre as frutas e verduras tamb\u00e9m se encontram, naturalmente, algumas subst\u00e2ncias potencialmente ruins.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 a banana: elas t\u00eam pot\u00e1ssio, um elemento crucial para o bom funcionamento do organismo. Mas, o consumo demasiado de pot\u00e1ssio pode ter efeitos como palpita\u00e7\u00e3o irregular do cora\u00e7\u00e3o, dor de est\u00f4mago, n\u00e1usea e diarreia.<\/p>\n<p>Outras frutas e verduras t\u00eam toxinas que, em quantidades substanciais, podem causar efeitos adversos.<\/p>\n<p>&#8220;As raz\u00f5es de (essas frutas e verduras) terem toxinas nem sempre s\u00e3o conhecidas. \u00c0s vezes \u00e9 (culpa de) um pesticida natural para evitar o ataque de insetos. Ou uma forma de a planta se proteger de danos causados pelo clima, a luz do sul ou micr\u00f3bios&#8221;, explicou o setor de recomenda\u00e7\u00f5es ao consumidor do governo da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p><strong>Sem preocupa\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nOs especialistas afirmam que, apesar destes fatos, n\u00e3o h\u00e1 motivos para preocupa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 a dose que faz o veneno&#8221;, disse o cientista Ed Blonz, em um artigo publicado no site da organiza\u00e7\u00e3o American Cancer Society.<\/p>\n<p>Na maioria dos casos, s\u00f3 haveria danos no caso do consumo de uma enorme quantidade de frutas ou verduras.<\/p>\n<p>Mesmo assim, as autoridades de sa\u00fade em v\u00e1rios pa\u00edses recomendam precau\u00e7\u00e3o com os alimentos que t\u00eam as seguintes subst\u00e2ncias t\u00f3xicas:<\/p>\n<p><strong>1. Glicos\u00eddeos cianog\u00eanicos<\/strong><br \/>\nMuitas pessoas que gostam de suculentas ameixas confessam chupar e morder a semente da fruta at\u00e9 que ela se quebre, revelando uma polpa amarga, com sabor amendoado.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o sabor dos glicos\u00eddeos cianog\u00eanicos, precursores do cianeto de hidrog\u00eanio que \u00e9 potencialmente letal quando \u00e9 processado pelo corpo humano.<\/p>\n<p>Podem ser encontrado nas sementes de ma\u00e7\u00e3s e no interior carnoso das sementes de ameixas, p\u00eassegos, cerejas, entre outros.<\/p>\n<p>Os sintomas de uma intoxica\u00e7\u00e3o por esta subst\u00e2ncia incluem confus\u00e3o, vertigem, dor de cabe\u00e7a e v\u00f4mito.<\/p>\n<p>Em casos extremos, pode haver dificuldades respirat\u00f3rias, fal\u00eancia renal e, em caso de n\u00e3o haver tratamento, at\u00e9 a morte.<\/p>\n<p>Mas, para correr este risco, a pessoa teria que mascar e comer todas as sementes de entre 19 e 24 ma\u00e7\u00e3s de uma s\u00f3 vez.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o oficial canadense Canadian Food Inspection Agency recomenda que as pessoas que &#8220;usam sementes amargas de p\u00eassego para temperar n\u00e3o comam mais de tr\u00eas por dia, mo\u00eddas e misturadas com outras frutas&#8221;.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Batata foi o produto que sofreu a maior queda de pre\u00e7o no m\u00eas de agosto, no ES (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ TV Gazeta)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/9BHP8YpFJYGcEWQB-r4KpNj2PxE=\/620x465\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/09\/04\/economia_feira_01_09_2015_bruto.jpeg\" alt=\"Batata foi o produto que sofreu a maior queda de pre\u00e7o no m\u00eas de agosto, no ES (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ TV Gazeta)\" width=\"640\" height=\"480\" \/><strong>Batata cont\u00e9m sonalina, toxina natural que atua como pesticida (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ TV Gazeta)<\/strong><\/div>\n<p><strong>2. Glicoalcaloides (solanina)<\/strong><br \/>\nA batata assada, frita ou em forma de pur\u00ea \u00e9 um grande acompanhamento para qualquer prato.<\/p>\n<p>\u00c9 um dos alimentos mais populares do mundo e fundamental na dieta de muitas fam\u00edlias de pa\u00edses ocidentais.<\/p>\n<p>Mas a batata tem glicoalcaloides &#8211; especificamente, a solanina. \u00c9 uma toxina natural que atua como pesticida ou fungicida; uma defesa contra animais, insetos e fungos que possam atac\u00e1-las.<\/p>\n<p>Os glicoalcaloides tamb\u00e9m est\u00e3o presentes em berinjelas e tomates, apesar de em menor concentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A solanina \u00e9 muito venenosa em grandes doses. Pode causar desde sintomas gastrointestinais at\u00e9 alucina\u00e7\u00f5es, paralisia e at\u00e9 a morte.<\/p>\n<p>Mas as quantidades em por\u00e7\u00f5es consumidas com os alimentos s\u00e3o inofensivas. Uma pessoa teria que consumir quase 70 tub\u00e9rculos grandes de uma s\u00f3 vez para ficar envenenada.<\/p>\n<p>No entanto, \u00e9 preciso tomar mais cuidado quando s\u00e3o notados certos sinais.<\/p>\n<p>&#8220;As batatas que tenham adquirido uma cor esverdeada, que estejam brotando, que tenham sido danificadas fisicamente ou que estejam apodrecendo podem conter algos n\u00edveis de glicoalcaloides e a maioria das toxinas est\u00e3o presentes na zona verde, na casca ou logo abaixo da casca&#8221;, afirmou o Centro para Seguran\u00e7a Alimentar de Hong Kong.<\/p>\n<p>&#8220;Para evitar a solanina, as batatas devem ser mantidas em um lugar fresco e escuro&#8221;, recomenda Blonz.<\/p>\n<p>Os especialistas advertem que a subst\u00e2ncia n\u00e3o desaparece com o cozimento do alimento.<\/p>\n<p><strong>3. Lectinas<\/strong><\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Pesquisadores descobriram 30 variedades de feij\u00e3o que sobreviveriam ao aquecimento global (Foto: CGIAR\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/YYczmDQhjvmT-LOqWAjGRELkPu8=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/03\/24\/feijoes1.jpg\" alt=\"Pesquisadores descobriram 30 variedades de feij\u00e3o que sobreviveriam ao aquecimento global (Foto: CGIAR\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"639\" height=\"429\" \/><strong>Feij\u00e3o, lentilha, gr\u00e3o-de-bico, ervilha, amendoim, soja e derivados t\u00ea lectinas (Foto: CGIAR\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/div>\n<p>Para as pessoas que n\u00e3o consomem prote\u00edna animal, feij\u00f5es e outras leguminosas s\u00e3o uma grande alternativa para complementar uma dieta saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os feij\u00f5es, lentilhas, gr\u00e3os-de-bico, ervilhas, amendoins, soja e seus derivados proporcionam uma boa quantidade de prote\u00edna, s\u00e3o ricos em fibra e produzem uma sensa\u00e7\u00e3o de satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso s\u00e3o fonte constante de glicose, que d\u00e1 energia, t\u00eam alto conte\u00fado de ferro, \u00e1cido f\u00f3lico e quantidades apreci\u00e1veis de magn\u00e9sio, mangan\u00eas e antioxidantes.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, elas tamb\u00e9m t\u00eam lectinas, que n\u00e3o s\u00e3o processadas pelo sistema digestivo humano.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o podemos digeri-las, frequentemente produzimos anticorpos contra elas, com respostas variadas.<\/p>\n<p>Algumas pessoas desenvolvem intoler\u00e2ncia a estas leguminosas e t\u00eam uma sensa\u00e7\u00e3o de incha\u00e7o e dor no est\u00f4mago quando as consomem.<\/p>\n<p>As lectinas est\u00e3o envolvidas na s\u00edndrome do intestino irrit\u00e1vel, que se manifesta com obstipa\u00e7\u00e3o, v\u00f4mito, diarreia e incha\u00e7o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m podem causar artrite, esclerose m\u00faltipla, \u00falceras p\u00e9pticas, alergias e diabetes tipo 2.<\/p>\n<p>Entretanto, para muitos dos afetados o problema n\u00e3o vai muito al\u00e9m de uma indigest\u00e3o.<\/p>\n<p>Para os que gostam de um bom prato de feij\u00e3o, &#8220;(a lectina) pode ser destru\u00edda ao deixar-se o feij\u00e3o de molho e cozinhar em altas temperaturas&#8221;, informou o Centro para Seguran\u00e7a Alimentar de Hong Kong.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" title=\"Alface hidroponico em RO (Foto: Mary Porfiro\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/se4_F9bOF8FOgn--gU8c7VsDNSQ=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/05\/20\/img_0818.jpg\" alt=\"Alface hidroponico em RO (Foto: Mary Porfiro\/G1)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><strong>Alface cont\u00e9m nitrato (Foto: Mary Porfiro\/G1)<\/strong><\/div>\n<p><strong>4. Nitratos<\/strong><br \/>\nSempre se recomenda comer verduras e hortali\u00e7as frescas, pois s\u00e3o ricas em nutrientes que podem ajudar a prevenir o c\u00e2ncer e as doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n<p>Essas verduras tamb\u00e9m t\u00eam nitratos, que v\u00eam da \u00e1gua utilizada na irriga\u00e7\u00e3o e dos fertilizantes usados no cultivo.<\/p>\n<p>Entre as que t\u00eam alto n\u00edvel de nitrato est\u00e3o a alface, beterraba, cenoura, espinafre, salsa, repolho, rabanetes, aipo e couve.<\/p>\n<p>Segundo estudos recentes, esses nitratos beneficiam a sa\u00fade: atuam controlando a produ\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos vermelhos o que, com o tempo, evita a forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos que podem gerar riscos graves, como o de derrame cerebral.<\/p>\n<p>Mas altos n\u00edveis de nitratos podem ser t\u00f3xicos e s\u00e3o particularmente perigosos durante a inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>5. Cumarina<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica entrar logo de manh\u00e3 no caf\u00e9 ou padaria preferidos do bairro e sentir o cheiro de bolos saindo do forno, em especial os polvilhados com canela.<\/p>\n<p>A canela \u00e9 uma das especiarias mais importantes do mundo para condimentar alimentos e bebidas, mas tem variedades distintas: a canela do Ceil\u00e3o, cultivada no Sri Lanka, Madagascar e nas ilhas Seicheles, \u00e9 conhecida como &#8220;canela verdadeira&#8221; e \u00e9 muito cara.<\/p>\n<p>Por isso, na maioria das comidas e bebidas com canela vendidas na Europa Ocidental e Estados Unidos \u00e9 usada a variedade mais barata, produzida na China e Indon\u00e9sia.<\/p>\n<p>Ambas t\u00eam a cumarina, um agente que est\u00e1 vinculado a danos ao f\u00edgado em um n\u00famero limitado de pessoas.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que a canela do Ceil\u00e3o tem pouca cumarina, em compara\u00e7\u00e3o com a canela mais barata.<\/p>\n<p>Um estudo feito na Alemanha em 2010 descobriu que o p\u00f3 da canela da China tinha at\u00e9 63 vezes mais cumarina do que o p\u00f3 de canela do Ceil\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo especialistas em sa\u00fade, os consumidores n\u00e3o conseguem diferenciar entre o p\u00f3 das duas canelas.<\/p>\n<p>Mas, em lascas, a diferen\u00e7a \u00e9 vis\u00edvel. As lascas da canela mais barata consistem de uma capa grossa enrolada. As lascas da canela do Ceil\u00e3o s\u00e3o capas finas.<\/p>\n<p>Por isso, vale a pena prestar aten\u00e7\u00e3o nesses detalhes da pr\u00f3xima vez que for at\u00e9 a parte de especiarias do supermercado.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que frutas e verduras s\u00e3o parte fundamental de uma dieta saud\u00e1vel<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":28534,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ameixa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que frutas e verduras s\u00e3o parte fundamental de uma dieta saud\u00e1vel","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28533"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28533"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28533\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28534"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}