{"id":28121,"date":"2015-09-14T13:52:59","date_gmt":"2015-09-14T16:52:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=28121"},"modified":"2015-09-14T13:54:23","modified_gmt":"2015-09-14T16:54:23","slug":"conheca-o-antigo-golfinho-de-agua-doce-que-preferia-viver-no-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-o-antigo-golfinho-de-agua-doce-que-preferia-viver-no-mar\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a o antigo golfinho de \u00e1gua doce que preferia viver no mar"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-28122\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Cientistas descobriram f\u00f3sseis de uma antiga esp\u00e9cie de golfinho de \u00e1gua doce (conhecido no Brasil como boto) que vivia nos oceanos. De acordo com os cientistas, o animal que viveu h\u00e1 5,8 milh\u00f5es de anos \u00e9 o parente mais pr\u00f3ximo do boto-cor-de-rosa amaz\u00f4nico e pode ajudar a compreender a transi\u00e7\u00e3o desses animais do oceano para os rios. A descoberta foi publicada no in\u00edcio de setembro no peri\u00f3dico cient\u00edfico <em>PeerJ.<\/em><\/p>\n<p>Os pesquisadores do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos, encontraram o cr\u00e2nio, a mand\u00edbula inferior (com quase todos os dentes), a omoplata direita e pequenos ossos do animal na costa de Pi\u00f1a, no Panam\u00e1. Batizado de <em>Isthminia panamensis<\/em>, a nova esp\u00e9cie, diferente da maioria dos golfinhos de \u00e1gua doce conhecidos at\u00e9 agora, tem quase tr\u00eas metros de comprimento e vivia nos mares.<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 50 milh\u00f5es de anos, baleias e golfinhos evolu\u00edram de ancestrais terrestres e migraram para os oceanos. No entanto, milh\u00f5es de anos depois, os golfinhos desenvolveram membro bastante flex\u00edveis e nadadeiras semelhantes a remos para escapar dos oceanos superpopulosos e sobreviverem nos rios.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 hoje, os registros f\u00f3sseis de golfinhos de \u00e1gua doce n\u00e3o havia revelado muito sobre seu passado marinho. O <em>I. panamensis<\/em> nos d\u00e1 agora uma fronteira geol\u00f3gica precisa para compreender como essa linhagem invadiu a Amaz\u00f4nia&#8221;, afirmou o bi\u00f3logo Nicholas Pyenson, um dos autores do estudo.<\/p>\n<p>Atualmente, existem apenas quatro esp\u00e9cies de golfinhos do rio: todas correm risco de extin\u00e7\u00e3o. De acordo com os cientistas, compreender como se deu a evolu\u00e7\u00e3o do animal pode ajudar a proteger as esp\u00e9cies e salv\u00e1-las do desaparecimento.<\/p>\n<h4>Animais fofos da fauna brasileira que podem desaparecer<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/18\/1859\/pe6Cx\/alx_chelonia_mydas_original.jpeg?1418936361\" alt=\"Tartaruga-verde ('Chelonia mydas')\" width=\"639\" height=\"422\" \/><\/p>\n<h3>Tartaruga-verde (&#8216;Chelonia mydas&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Essa tartaruga, que chega a ter 1,5 metro de comprimento, vive nas zonas costeiras do Brasil, do Rio de Janeiro at\u00e9 as praias da regi\u00e3o Nordeste. A esp\u00e9cie est\u00e1 na lista de esp\u00e9cies amea\u00e7adas da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN) desde 1996 e, no Brasil, entrou para o relat\u00f3rio do Minist\u00e9rio do Meio-Ambiente em 2003. Ela habita o Nordete do Brasil e, no arquip\u00e9lago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, h\u00e1 apenas 17 f\u00eameas e os estudos indicam uma diminui\u00e7\u00e3o de 48% a 67% no n\u00famero de f\u00eameas que se reproduzem nos \u00faltimos anos. Os principais riscos \u00e0 esp\u00e9cie s\u00e3o, al\u00e9m da ca\u00e7a, a captura acidental dos ovos em redes de pesca e a polui\u00e7\u00e3o dos mares, que impede sua reprodu\u00e7\u00e3o. No Brasil, o Tamar, projeto de conserva\u00e7\u00e3o internacionalmente reconhecido, t\u00eam contribu\u00eddo para a manuten\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/2258\/pe6Cx\/boto-cor-de-rosa-original.jpeg?1402461586\" alt=\"Boto-cor-de-rosa ('Inia geoffrensis')\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Boto-cor-de-rosa (&#8216;Inia geoffrensis&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Maior golfinho de \u00e1gua doce do mundo, com o macho que pode medir at\u00e9 2,5 metros de comprimento, o boto-cor-de-rosa era abundante nos rios da Bacia Amaz\u00f4nica. Sua popula\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a diminuir nos anos 1990 por causa da mortalidade acidental, decorrente da pesca e da polui\u00e7\u00e3o dos rios. Nos anos 2000, come\u00e7ou a ser ca\u00e7ado para servir de isca ao peixe piracatinga, muito apreciado na regi\u00e3o, e a popula\u00e7\u00e3o tende a diminuir ainda por causa das secas e da constru\u00e7\u00e3o de hidrel\u00e9tricas no Amazonas, que afetam o habitat do animal e reduzem sua alimenta\u00e7\u00e3o. Estima-se que sua popula\u00e7\u00e3o pode diminuir em 50% nos pr\u00f3ximos 30 anos, o que levou \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cie em perigo na lista do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/1832\/pe6Cx\/brasil-zoo-sp-peca-20130911-025-original.jpeg?1402461248\" alt=\"Lobo-guar\u00e1 ('Chrysocyon brachyurus')\" width=\"638\" height=\"359\" \/><\/p>\n<h3>Lobo-guar\u00e1 (&#8216;Chrysocyon brachyurus&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A popula\u00e7\u00e3o desse lobo, que habita o cerrado brasileiro, tem diminu\u00eddo desde a d\u00e9cada de 1980, devido ao desmatamento da regi\u00e3o central e sul do Brasil. De acordo com os pesquisadores, nos pr\u00f3ximos 21 anos, a esp\u00e9cie deve diminuir quase 30%. O lobo-guar\u00e1 tem longas pernas, orelhas grandes e pelagem avermelhada e chega a ter pouco mais de 1 metro de comprimento, fora a cauda que tem entre 38 e 50 cent\u00edmetros. \u00c9 classificado como vulner\u00e1vel pela Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN) desde 1982 e est\u00e1 na lista de esp\u00e9cies em perigo para o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/19\/1648\/pe6Cx\/animais-20110324-67-original.jpeg?1419014522\" alt=\"Ararinha-azul ('Cyanopsitta spixii')\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Ararinha-azul (&#8216;Cyanopsitta spixii&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> A hist\u00f3ria da ararinha-azul no Brasil \u00e9 tr\u00e1gica. Conhecidas h\u00e1 150 anos, existiam apenas tr\u00eas exemplares em 1986 \u2013 que n\u00e3o se reproduziram. Desde outubro de 2000, ningu\u00e9m mais encontrou nenhuma ararinha-azul na natureza, apesar de terem sido percorridos mais de 55.000 quil\u00f4metros desde 1990 em busca dos p\u00e1ssaros. O que provavelmente levou \u00e0 extin\u00e7\u00e3o da ave de pouco mais de 55 cent\u00edmetros de comprimento e plumagem em v\u00e1rios tons de azul foi o tr\u00e1fico de animais e a degrada\u00e7\u00e3o de seu ambiente, no sert\u00e3o da Bahia e Pernambuco. \u00c9 considerada extinta na natureza pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e a IUCN. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0630\/pe6Cx\/tatu-bola-brasilia-20030224-02-original.jpeg?1402460239\" alt=\"Tatu-bola ('Tolypeutes tricinctus')\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Tatu-bola (&#8216;Tolypeutes tricinctus&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Mascote da Copa deste ano no Brasil, o tatu-bola foi classificado como esp\u00e9cie em perigo em 1994 pela IUCN. \u00c9 animal nativo do Norte e Nordeste brasileiro. Devido \u00e0 ca\u00e7a e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o de 45% da caatinga entre os anos de 1965 e 1985, sua popula\u00e7\u00e3o caiu pela metade. A principal caracter\u00edstica desse bicho, que gosta de cavar buracos e tem um tamanho m\u00e9dio de 36 cent\u00edmetros de comprimento, \u00e9 se enrolar completamente dentro da carapa\u00e7a e virar uma bola para fugir dos predadores. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/19\/1411\/pe6Cx\/alx_mico-leao_dourado_original.jpeg?1419005441\" alt=\"Mico-le\u00e3o-dourado ('Leontopithecus rosalia')\" width=\"640\" height=\"450\" \/><\/p>\n<h3>Mico-le\u00e3o-dourado (&#8216;Leontopithecus rosalia&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> O decl\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o do mico-le\u00e3o-dourado se deve ao desmatamento de seu habitat, na Mata Atl\u00e2ntica fluminense. Acredita-se que, dos 6.000 quil\u00f4metros quadrados, restem apenas 500 quil\u00f4metros quadrados para a esp\u00e9cie habitar. Devido aos esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o, o n\u00famero de animais, que exibe a pelagem ruiva e dourada e tem pouco mais de 26 cent\u00edmetros de comprimento, aumentou nos \u00faltimos anos e deixou de estar criticamente em perigo em 2003.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/19\/1648\/pe6Cx\/animais-20081211-64-original.jpeg?1419014596\" alt=\"Tamandu\u00e1-bandeira ('Myrmecophaga tridactyla')\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Tamandu\u00e1-bandeira (&#8216;Myrmecophaga tridactyla&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Estima-se que, nos \u00faltimos 26 anos, pelo menos 30% da popula\u00e7\u00e3o de tamandu\u00e1s-bandeira tenha desaparecido no Brasil. A esp\u00e9cie, que se alimenta de formigas e pode ultrapassar os 2 metros de comprimento, vive em quase toda a Am\u00e9rica do Sul. Por causa do desmatamento das florestas da regi\u00e3o, \u00e9 considerada uma esp\u00e9cie vulner\u00e1vel desde 1982 pela lista da IUCN. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0841\/pe6Cx\/baleia-azul-balaenoptera-musculus-20121128-01-original.jpeg?1402460438\" alt=\"Baleia-azul ('Balaenoptera musculus')\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h3>Baleia-azul (&#8216;Balaenoptera musculus&#8217;)<\/h3>\n<p><span class=\"description\"> Calcula-se que menos de 1% dos animais tenha resistido \u00e0 ca\u00e7a comercial, que come\u00e7ou em 1904. A baleia-azul \u00e9 tida como esp\u00e9cie em perigo desde 1986 pela IUCN e, no Brasil, recebeu a classifica\u00e7\u00e3o de criticamente em perigo. Com at\u00e9 30 metros de comprimento e 180 toneladas, ela habita todos os oceanos da Terra. De acordo com um relat\u00f3rio de 2002, apenas 5 000 a 12 000 dessas baleias devem ainda existir no mundo. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0529\/pe6Cx\/alx_luis-claudio-marigo-20_original.jpeg?1404321138\" alt=\"On\u00e7a-pintada ('Panthera onca')\" width=\"638\" height=\"421\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>On\u00e7a-pintada (&#8216;Panthera onca&#8217;)<\/h3>\n<p>Apesar de viver em quase todo o Brasil, os pesquisadores estimam que existem menos de 10 000 on\u00e7as pintadas em todo o pa\u00eds. As principais amea\u00e7as \u00e0 esp\u00e9cie s\u00e3o a perda do habitat, relacionada \u00e0 expans\u00e3o agr\u00edcola e urbaniza\u00e7\u00e3o, e a ca\u00e7a. Nos \u00faltimos 27 anos, sua popula\u00e7\u00e3o diminuiu em 30% e um decr\u00e9scimo semelhante deve ocorrer nos pr\u00f3ximos 27 anos. O animal, que chega a cerca de 1,50 metro de comprimento da ponta do focinho \u00e0 cauda, \u00e9 classificado como vulner\u00e1vel pela lista de esp\u00e9cies amea\u00e7adas do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/12\/19\/1534\/pe6Cx\/alx_arara_azul_de_lear_original.jpeg?1419010441\" alt=\"Arara-azul-de-lear ('Anodorhynchus leari')\" width=\"640\" height=\"421\" \/><\/p>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Arara-azul-de-lear (&#8216;Anodorhynchus leari&#8217;)<\/h3>\n<p>Os pesquisadores que existam apenas 228 indiv\u00edduos desse tipo de arara que, no Brasil, habita o nordeste da Bahia. A principal amea\u00e7a \u00e0 esp\u00e9cie \u00e9 o tr\u00e1fico de animais silvestres e a diminui\u00e7\u00e3o do seu habitat. No entanto, iniciativas de conserva\u00e7\u00e3o locais est\u00e3o conseguindo aumentar o n\u00famero de araras na natureza. \u00c9 considerada uma esp\u00e9cie em perigo pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e pela IUCN.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas descobriram f\u00f3sseis de uma antiga esp\u00e9cie de golfinho de \u00e1gua doce (conhecido no Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":28122,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/golfinho.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Cientistas descobriram f\u00f3sseis de uma antiga esp\u00e9cie de golfinho de \u00e1gua doce (conhecido no Brasil","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28121"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28121"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28121\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}