{"id":27873,"date":"2015-09-10T11:00:49","date_gmt":"2015-09-10T14:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27873"},"modified":"2015-09-09T20:42:16","modified_gmt":"2015-09-09T23:42:16","slug":"taxa-de-desmatamento-mundial-cai-mais-de-50-nos-ultimos-25-anos-diz-o-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/taxa-de-desmatamento-mundial-cai-mais-de-50-nos-ultimos-25-anos-diz-o-estudo\/","title":{"rendered":"Taxa de desmatamento mundial cai mais de 50% nos \u00faltimos 25 anos, diz o estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27874\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos \u00faltimos 25 anos, diz o estudo Global Forest Resources Assessment 2015 (Avalia\u00e7\u00e3o de Recursos Florestais Globais 2015, em tradu\u00e7\u00e3o livre), da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO). Segundo o relat\u00f3rio, a taxa anual de perda florestal era de 0,18% no in\u00edcio dos anos 90 e nos \u00faltimos cinco anos essa taxa diminuiu para 0,08%.<\/p>\n<p>\u201cAo longo dos \u00faltimos 25 anos as florestas do mundo t\u00eam mudado das mais diversas e din\u00e2micas formas. Pa\u00edses t\u00eam um maior conhecimento dos seus recursos florestais e, como resultado, temos um quadro melhor da mudan\u00e7a das florestas globais\u201d, diz um trecho do estudo.<\/p>\n<p>Contudo, ainda s\u00e3o observadas perdas florestais em n\u00edveis altos. De acordo com o relat\u00f3rio cerca de 129 milh\u00f5es de hectares de floresta \u2013 uma \u00e1rea quase equivalente em tamanho \u00e0 \u00c1frica do Sul \u2013 se perdeu desde 1990, apesar da desacelera\u00e7\u00e3o no desmatamento.<\/p>\n<p>O documento foi apresentado na abertura 14\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Congresso Florestal Mundial, que ocorre em Durban, na \u00c1frica do Sul, de hoje (7) a sexta-feira (11). Durante o lan\u00e7amento do relat\u00f3rio, o diretor-geral da FAO, Jos\u00e9 Graziano da Silva, destacou a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1reas florestais.<\/p>\n<p>\u201cFlorestas t\u00eam um papel fundamental no combate \u00e0 pobreza rural, garantindo seguran\u00e7a alimentar e proporcionando meios de subsist\u00eancia. E prestam servi\u00e7os ambientais vitais, como ar e \u00e1gua limpos, conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e combatendo as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, disse.<\/p>\n<p>O diretor-geral da FAO, no entanto, acrescentou que ser\u00e1 necess\u00e1rio um trabalho maior na preserva\u00e7\u00e3o das florestas. \u201cA mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o \u00e9 positiva, mas precisamos fazer mais. N\u00e3o teremos sucesso em reduzir o impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e promover desenvolvimento sustent\u00e1vel se n\u00f3s n\u00e3o preservarmos nossas florestas e usarmos sustentavelmente os muitos recursos que elas nos oferecem\u201d.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio mostra ainda que \u00c1frica e Am\u00e9rica do Sul tiveram as maiores perdas anuais de florestas entre 2010 e 2015, com uma taxa de desmatamento de 2,8%, equivalente a dois milh\u00f5es de hectares. Mas o relat\u00f3rio tamb\u00e9m apontou que a taxa de perda tem \u201cca\u00eddo substancialmente\u201d em rela\u00e7\u00e3o a anos anteriores a esse per\u00edodo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos \u00faltimos 25 anos, diz<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27874,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/desmatamento1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos \u00faltimos 25 anos, diz","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27873"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27873"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27873\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27874"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}