{"id":27379,"date":"2015-09-01T07:00:10","date_gmt":"2015-09-01T10:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27379"},"modified":"2015-08-31T21:08:12","modified_gmt":"2015-09-01T00:08:12","slug":"como-gerar-mais-energia-sem-afetar-o-ambiente-e-um-dos-maiores-desafios-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/como-gerar-mais-energia-sem-afetar-o-ambiente-e-um-dos-maiores-desafios-do-brasil\/","title":{"rendered":"Como gerar mais energia sem afetar o ambiente \u00e9 um dos maiores desafios do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27380\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Roberto Rockmann, da Carta Capital<\/em><\/p>\n<p><em>Um dos maiores desafios do Brasil \u00e9 a equa\u00e7\u00e3o entre mais\u00a0energia, crescimento econ\u00f4mico e sustentabilidade. CartaCapital debate o tema nesta segunda-feira.<\/em><\/p>\n<p>Brasil atravessa um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o da sua matriz de energia baseada nas hidrel\u00e9tricas, que dever\u00e3o gradualmente perder participa\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos. Com o avan\u00e7o das t\u00e9rmicas movidas a combust\u00edveis f\u00f3sseis, o setor poder\u00e1 tornar-se o maior respons\u00e1vel por emiss\u00f5es de poluentes a longo prazo e desbancar o desmatamento. Essa possibilidade levanta uma s\u00e9rie de d\u00favidas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro da matriz, cada vez mais dependente das chuvas, e que exigir\u00e1 maior diversifica\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o dos custos para o consumidor final, prejudicado por uma das tarifas mais caras no mundo.<\/p>\n<p>Segundo estudo do Instituto de Energia e Meio Ambiente, as emiss\u00f5es do setor partiram de um patamar de 195 milh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono equivalente (medida da quantidade de gases de efeito estufa) em 1990 para 440 milh\u00f5es de toneladas em 2012, equiparando-se \u00e0s emiss\u00f5es da agropecu\u00e1ria e da mudan\u00e7a de uso da terra.<\/p>\n<p>De apenas 11% das emiss\u00f5es em 2004, as empresas responderam em 2012 por 30%, resultado do intenso uso do modal rodovi\u00e1rio, grande consumidor de diesel e gasolina, para o transporte de cargas, e do crescimento do uso das t\u00e9rmicas na gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. Esse e outros desafios no setor ser\u00e3o discutidos na segunda-feira 31 no semin\u00e1rio \u201c<a href=\"http:\/\/www.dialogoscapitais.com.br\/energia\/\" target=\"_blank\">Energia: Crescimento Sustent\u00e1vel<\/a>\u201d, mais um evento da s\u00e9rie Di\u00e1logos Capitais.<\/p>\n<p>Neste ano de forte estiagem, com o n\u00edvel dos reservat\u00f3rios perto dos 20% na Regi\u00e3o Sudeste, e o aumento do risco de um novo racionamento, as usinas t\u00e9rmicas contribu\u00edram com quase um ter\u00e7o da gera\u00e7\u00e3o de energia do Pa\u00eds. O avan\u00e7o da participa\u00e7\u00e3o dessas unidades coincide com a maior depend\u00eancia das chuvas para gerar eletricidade e a dificuldade de se construirem novas hidrel\u00e9tricas, hoje restritas \u00e0 Regi\u00e3o Norte, detentora de cerca de 70% do potencial hidrel\u00e9trico nacional.<\/p>\n<p>Desde a d\u00e9cada de 1990, o Pa\u00eds constr\u00f3i usinas a fio d\u2019\u00e1gua, ou seja, sem grandes reservat\u00f3rios de armazenagem. Nos anos 1980 e no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, a capacidade dos reservat\u00f3rios possibilitava o armazenamento de energia por at\u00e9 tr\u00eas anos. Um estudo da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio de Janeiro mostra que, em 2001, a capacidade de regulariza\u00e7\u00e3o dos reservat\u00f3rios, ou o quanto de energia o Brasil pode armazenar na forma de \u00e1gua para suprir a demanda de energia, era de pouco mais de seis meses. Em 2012, a capacidade de regulariza\u00e7\u00e3o caiu para 4,9 meses e poder\u00e1 diminuir ainda mais.<\/p>\n<p>Entre 2013 e 2018, per\u00edodo previsto para o in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o de grandes empreendimentos como as usinas do Rio Madeira e de Belo Monte, dever\u00e3o ser acrescentados ao sistema 20 mil megawatts de capacidade h\u00eddrica. Desse total, s\u00f3 200 megawatts t\u00eam reservat\u00f3rios, segundo estimativa do Operador Nacional do Sistema. Isso far\u00e1 com que a capacidade de armazenamento caia para 3,8 meses em 2018, de acordo com algumas estimativas de empresas privadas. Nesse contexto, a energia t\u00e9rmica ganha espa\u00e7o.<\/p>\n<p>A menor \u00e1rea de alagamento reduz os impactos ambientais, mas torna o sistema mais dependente de S\u00e3o Pedro. \u201cNeste ano, n\u00e3o tivemos problemas porque a demanda da ind\u00fastria est\u00e1 muito fraca, por conta da recess\u00e3o\u201d, afirma o f\u00edsico Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras e diretor da Coppe (UFRJ).<\/p>\n<p>Licitar projetos hidrel\u00e9tricos \u00e9 complicado, a exemplo da Usina S\u00e3o Manoel, no Rio Teles Pires, na divisa do Mato Grosso com o Par\u00e1. A Uni\u00e3o tentou por mais de tr\u00eas anos obter o licenciamento do empreendimento. Em 2010, o Ibama apontou uma s\u00e9rie de defici\u00eancias no estudo de impacto ambiental da hidrel\u00e9trica, com capacidade estimada para abastecer mais de 2 milh\u00f5es de resid\u00eancias.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/solarcapa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-198246\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/solarcapa.jpg\" alt=\"A participa\u00e7\u00e3o da energia solar tamb\u00e9m tem sido mais relevante. Foto: Shutterstock\" width=\"340\" height=\"295\" \/><\/a><\/p>\n<p>Em 2011, durante o processo de audi\u00eancia p\u00fablica para discuss\u00e3o do empreendimento, quatro funcion\u00e1rios da Funai, dois da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica e um antrop\u00f3logo foram sequestrados por \u00edndios da aldeia Kururuzinho, contr\u00e1ria \u00e0 constru\u00e7\u00e3o. A usina foi licitada somente em dezembro de 2013. At\u00e9 a hora do leil\u00e3o, a licita\u00e7\u00e3o estava cercada de d\u00favidas. Depois das dificuldades para obter a licen\u00e7a ambiental pr\u00e9via, o projeto chegou a ser retirado por for\u00e7a de uma liminar da Justi\u00e7a. A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o derrubou a liminar e garantiu a licita\u00e7\u00e3o, pouco antes do prazo.<\/p>\n<p>Diante dessas dificuldades, as hidrel\u00e9tricas, que h\u00e1 20 anos geravam mais de 80% da energia, dever\u00e3o contribuir com 65% no in\u00edcio da pr\u00f3xima d\u00e9cada. Com base em tr\u00eas cen\u00e1rios e em proje\u00e7\u00f5es de crescimento da demanda at\u00e9 2040 em cada um deles, a participa\u00e7\u00e3o das hidrel\u00e9tricas poder\u00e1 variar de 46% a 57% da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, segundo estudo da FGV Projetos.<\/p>\n<p>O potencial hidrel\u00e9trico estimado entre 40 a 50 gigawatts dever\u00e1 esgotar-se por volta de 2030, segundo proje\u00e7\u00f5es de algumas empresas. Os principais projetos s\u00e3o os do Rio Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, com destaque para S\u00e3o Lu\u00eds, de 8.040 megawatts de pot\u00eancia e investimentos de 26 bilh\u00f5es de reais, o maior empreendimento futuro de fonte h\u00eddrica no Pa\u00eds. O governo trabalha para licit\u00e1-lo em 2016. A usina ser\u00e1 constru\u00edda a partir de um novo modelo, inspirado parcialmente nas plataformas de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>A hidrel\u00e9trica n\u00e3o seria acompanhada da instala\u00e7\u00e3o de vilas oper\u00e1rias, cidades e centros comerciais no entorno. A ideia \u00e9 criar alojamentos tempor\u00e1rios, que ser\u00e3o totalmente desmontados no fim da obra, com redu\u00e7\u00e3o da possibilidade de grandes migra\u00e7\u00f5es para a regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, vias provis\u00f3rias de acesso ser\u00e3o desfeitas e a vegeta\u00e7\u00e3o, recomposta com o replantio de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Usinas e\u00f3licas, solares e t\u00e9rmicas a g\u00e1s natural dever\u00e3o ganhar espa\u00e7o. A op\u00e7\u00e3o nuclear, favorecida pelo fato de o Brasil deter grandes reservas de ur\u00e2nio, provavelmente voltar\u00e1 a ser discutida. Um destaque dever\u00e1 ser o uso da energia solar, hoje inexpressivo, mas que em 2024 poder\u00e1 representar 3% da gera\u00e7\u00e3o de eletricidade no Brasil. Essa alternativa pode gerar 10% da energia, cerca de 6 mil megawatts m\u00e9dios, apontam estimativas do governo.<\/p>\n<p>Uma resolu\u00e7\u00e3o de 2012 da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica estabelece que clientes residenciais e comerciais podem instalar pain\u00e9is fotovoltaicos e abater de suas contas a microgera\u00e7\u00e3o obtida a partir dessa fonte. O governo trabalha em um projeto para estimular o ingresso da energia solar na matriz. Est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o com o Minist\u00e9rio da Fazenda a redu\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a de PIS\/Cofins sobre os equipamentos importados, enquanto os secret\u00e1rios de Fazenda dos estados dever\u00e3o eliminar o ICMS cobrado sobre os microgeradores de energia.<\/p>\n<p>H\u00e1 15 anos, proje\u00e7\u00f5es de aumento da participa\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica na matriz el\u00e9trica nacional n\u00e3o eram levadas muito a s\u00e9rio. Essa fonte ganhou espa\u00e7o e poder\u00e1 chegar ao fim da d\u00e9cada com uma pot\u00eancia instalada superior a 14 mil megawatts, mais do que a capacidade da Usina Hidrel\u00e9trica de Itaipu, uma das tr\u00eas maiores do mundo. Em 2024, atingiria 20 gigawatts de pot\u00eancia, mais de 10% da matriz el\u00e9trica. Com o aumento do uso das fontes e\u00f3lica e solar, a matriz ser\u00e1 mais bem distribu\u00edda e intermitente, pois essas fontes dependem de sol e vento.<br \/>\nO g\u00e1s ter\u00e1 tamb\u00e9m presen\u00e7a crescente. A produ\u00e7\u00e3o poder\u00e1 dobrar para 180 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia no in\u00edcio da pr\u00f3xima d\u00e9cada, por causa do pr\u00e9-sal, apontam algumas estimativas. Na Bacia de Campos, nos melhores casos fora do pr\u00e9-sal, s\u00e3o produzidos 80 metros c\u00fabicos de g\u00e1s para cada metro c\u00fabico de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>J\u00e1 no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, a m\u00e9dia \u00e9 de 220 metros c\u00fabicos de g\u00e1s para cada metro c\u00fabico de petr\u00f3leo. Uma portaria da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo determina que, a partir de 2015, a queima de g\u00e1s ter\u00e1 de ser apenas de 3% nos campos de petr\u00f3leo. Essa defini\u00e7\u00e3o harmoniza-se com a situa\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal, com o g\u00e1s associado ao \u00f3leo, e \u00e0s promissoras perspectivas de jazidas de g\u00e1s n\u00e3o convencional, como as de xisto.<\/p>\n<p>\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014-<\/p>\n<p><strong>Energia em debate<\/strong><\/p>\n<p>Confira a programa\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio \u201c<a href=\"http:\/\/www.dialogoscapitais.com.br\/energia\/\" target=\"_blank\">Energia: Crescimento Sustent\u00e1vel<\/a>\u201c, promovido por CartaCapital:<\/p>\n<p>Na segunda-feira 31, CartaCapital promove em S\u00e3o Paulo mais um debate da s\u00e9rie Di\u00e1logos Capitais. Desta vez, o tema central ser\u00e1 a perspectiva de amplia\u00e7\u00e3o da oferta de energia. A seguir, a programa\u00e7\u00e3o de \u201cEnergia: Crescimento Sustent\u00e1vel\u201d:<\/p>\n<p>8h Credenciamento e Welcome Coffee<\/p>\n<p>9h Boas-vindas CartaCapital<\/p>\n<p>9h10 Debate: As Oportunidades de Investimento<\/p>\n<p>Renato Sucupira \u2013 Presidente da BF Capital<\/p>\n<p>Nelson Siffert \u2013 Superintendente de Energia do BNDES<\/p>\n<p>Maur\u00edcio Tolmasquim \u2013 Presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica)<\/p>\n<p>10h15 Coffee Break<\/p>\n<p>10h30 Debate: A Diversifica\u00e7\u00e3o da Matriz<\/p>\n<p>Tania Cosentino \u2013 Presidente da Schneider Electric para Am\u00e9rica do Sul<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Carlos de Miranda Farias \u2013 Diretor-presidente da Chesf<\/p>\n<p>11h30 Debate: Mais Intelig\u00eancia na Rede<\/p>\n<p>Sergio Jacobsen \u2013 Gerente-geral de Servi\u00e7os e Solu\u00e7\u00f5es para Smart Grids da Siemens no Brasil<\/p>\n<p>Abel Rochinha \u2013 Presidente da Ampla e da Coelce<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Roberto Rockmann, da Carta Capital Um dos maiores desafios do Brasil \u00e9 a equa\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27380,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/eolica.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Roberto Rockmann, da Carta Capital Um dos maiores desafios do Brasil \u00e9 a equa\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27379"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27379"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27379\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27380"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27379"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27379"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27379"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}