{"id":27191,"date":"2015-08-29T17:00:55","date_gmt":"2015-08-29T20:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27191"},"modified":"2015-08-28T19:41:16","modified_gmt":"2015-08-28T22:41:16","slug":"grande-parte-das-galaxias-mudam-de-forma-conforme-envelhecem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/grande-parte-das-galaxias-mudam-de-forma-conforme-envelhecem\/","title":{"rendered":"Grande parte das gal\u00e1xias mudam de forma conforme envelhecem"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27192\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em forma de disco em sua juventude e ovais quando se tornam mais velhas, as gal\u00e1xias s\u00e3o suscet\u00edveis de mudar de forma durante sua vida, de acordo com uma equipe internacional de cientistas.<\/p>\n<p>Ao observar o c\u00e9u em sua forma atual e, em seguida, voltar no tempo usando os telesc\u00f3pios Hubble e Herschel, uma equipe de pesquisadores liderada por astr\u00f4nomos da Universidade de Cardiff estabeleceu que uma grande parte das gal\u00e1xias passaram por uma &#8220;metamorfose&#8221; desde a sua forma\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n<p>Para o estudo, que foi publicado no Monthly Notices da Royal Astronomical Society, os pesquisadores observaram cerca de 10.000 gal\u00e1xias em sua forma atual e as classificaram em dois grupos: gal\u00e1xias espirais em forma de disco plano em rota\u00e7\u00e3o (como a nossa Via L\u00e1ctea) e gal\u00e1xias el\u00edpticas em forma oval, com estrelas que v\u00eam e v\u00e3o de forma irregular.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as aos telesc\u00f3pios Hubble e Herschel, os investigadores puderam, em seguida, voltar no tempo para observar as gal\u00e1xias tais como eram logo ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n<p>Os pesquisadores descobriram que 83% das estrelas em seus dias de juventude pertenciam a uma gal\u00e1xia em forma de disco. Um n\u00famero que cai para 49% nos dias atuais.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 agora t\u00ednhamos visto apenas casos particulares de transforma\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias espirais em gal\u00e1xias el\u00edpticas&#8221;, disse David Clements do Imperial College de Londres e co-autor do estudo.<\/p>\n<p>&#8220;Este estudo mostra que este tipo de transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 excepcional, mas faz parte da hist\u00f3ria normal da evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p>Duas teorias tentam explicar essas transforma\u00e7\u00f5es. Para alguns cientistas, elas s\u00e3o o resultado da fus\u00e3o de duas gal\u00e1xias em forma de disco em uma \u00fanica gal\u00e1xia em forma oval. Uma fus\u00e3o violenta causada pela gravidade e que destr\u00f3i os dois discos, produzindo uma enorme pilha de estrelas.<\/p>\n<p>Para outros, a transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligada a um processo mais suave. As estrelas trancada em um disco moveriam-se gradualmente para o seu n\u00facleo produzindo uma pilha central de estrelas, modificando gradualmente a forma da gal\u00e1xia.<\/p>\n<p>&#8220;Este estudo \u00e9 um grande passo para a compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias. Ao usar alguns dos dados e das t\u00e9cnicas mais avan\u00e7adas dispon\u00edveis, finalmente vamos come\u00e7ar a compreender os processos que moldaram o nosso universo&#8221;, ressaltou Matthew Allen, membro da equipe e da Universidade de Cardiff.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em forma de disco em sua juventude e ovais quando se tornam mais velhas, as<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27192,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/galaxia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em forma de disco em sua juventude e ovais quando se tornam mais velhas, as","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27191"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27191"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27191\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27192"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27191"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27191"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27191"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}