{"id":27183,"date":"2015-08-29T10:00:56","date_gmt":"2015-08-29T13:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27183"},"modified":"2015-08-28T18:58:56","modified_gmt":"2015-08-28T21:58:56","slug":"desmatamento-cresce-152-em-mato-grosso-depois-de-anos-em-queda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/desmatamento-cresce-152-em-mato-grosso-depois-de-anos-em-queda\/","title":{"rendered":"Desmatamento cresce 152% em Mato Grosso depois de anos em queda"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27184\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Daniela Torezzan\/<strong><a href=\"http:\/\/www.icv.org.br\/\" target=\"_blank\">ICV<\/a><\/strong><\/p>\n<p>O desmatamento em Mato Grosso voltou a crescer depois de anos em queda, registrando alta de 152% no atual calend\u00e1rio de monitoramento, que come\u00e7ou em agosto de 2014 e fechou em julho de 2015, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior. O monitoramento por sat\u00e9lite registrou 1.036 quil\u00f4metros quadrados de desmatamento nestes 12 meses, contra 411, do per\u00edodo anterior (agosto de 2013 a julho de 2014). Com isso, o Mato Grosso lidera o ranking nacional de corte da floresta, sendo respons\u00e1vel por 31% de todo o desmatamento registrado na Amaz\u00f4nia Legal, que tamb\u00e9m teve aumento, de 63%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, pelo Instituto do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon).<\/p>\n<p>Dos oito estados que comp\u00f5e a Amaz\u00f4nia Legal, apenas o Par\u00e1 conseguiu reduzir o desmatamento em compara\u00e7\u00e3o ao calend\u00e1rio anterior. Embora o monitoramento tenha detectado 732 quil\u00f4metros quadrados de desmatamento, os esfor\u00e7os permitiram uma redu\u00e7\u00e3o de 14% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, que totalizou 852 quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n<p>Em Mato Grosso, a maior parte do desmatamento, 61% do total acumulado no \u00faltimo ano, aconteceu em im\u00f3veis rurais n\u00e3o cadastrados no Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (SIMLAM). Uma tend\u00eancia que se repete, j\u00e1 que no per\u00edodo anterior, o total nessa categoria fundi\u00e1ria foi de 62%.<\/p>\n<p>An\u00e1lise do Instituto Centro de Vida (ICV) mostra que o munic\u00edpio de Colniza, na regi\u00e3o noroeste de Mato Grosso, registrou 204% de aumento na compara\u00e7\u00e3o com os dois per\u00edodos, totalizando 171 quil\u00f4metros quadrados de retirada da floresta, entre julho ao ano passado e agosto deste ano, o que representa 17% do total detectado em Mato Grosso. Vale lembrar que, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) o munic\u00edpio tem apenas 43% da \u00e1rea no Cadastro Ambiental Rural (CAR).<\/p>\n<p>O ranking estadual dos munic\u00edpios que mais desmataram \u00e9 composto ainda por Feliz Natal (84 km\u00b2) e Ju\u00edna (62 km\u00b2). Com rela\u00e7\u00e3o ao tamanho, a an\u00e1lise do ICV aponta que 53% da \u00e1rea teve desmatamentos entre 50 e 250 hectares.<\/p>\n<p>Para Alice Thuault, Diretora Adjunta do ICV, a situa\u00e7\u00e3o demonstra um grande desafio que \u00e9 a necessidade de refor\u00e7ar a a\u00e7\u00e3o em n\u00edvel municipal, citando, por exemplo, o fato de Colniza n\u00e3o ter aderido ao Programa Mato-grossense de Munic\u00edpios Sustent\u00e1veis, cuja implementa\u00e7\u00e3o prev\u00ea a elabora\u00e7\u00e3o de um plano de metas para \u00e1rea de gest\u00e3o ambiental, fundi\u00e1ria e desenvolvimento de cadeias produtivas sustent\u00e1veis. \u201cJ\u00e1 est\u00e1 provado que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio mais desmatar para produzir. Mato Grosso, como maior produtor de gr\u00e3os e maior rebanho bovino do Brasil, precisa assumir esse compromisso e empenhar esfor\u00e7os para zerar o desmatamento\u201d, reagiu.<\/p>\n<p>Entre agosto de 2014 e julho de 2015, a Amaz\u00f4nia Legal perdeu 3.322 quil\u00f4metros quadrados de floresta.<\/p>\n<p>Confira os infogr\u00e1ficos interativos aqui.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/e.infogr.am\/sad_ana_v-9673603?src=embed\" width=\"640\" height=\"320\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<div><a href=\"https:\/\/infogr.am\/sad_ana_v-9673603\" target=\"_blank\">ICV_SAD_2014-2015<\/a> | <a href=\"https:\/\/infogr.am\" target=\"_blank\">Create infographics<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Daniela Torezzan\/ICV O desmatamento em Mato Grosso voltou a crescer depois de anos em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27184,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/desmatamento_.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Daniela Torezzan\/ICV O desmatamento em Mato Grosso voltou a crescer depois de anos em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27183"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27183"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27183\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27184"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}