{"id":27131,"date":"2015-08-28T17:00:14","date_gmt":"2015-08-28T20:00:14","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27131"},"modified":"2015-08-27T20:02:55","modified_gmt":"2015-08-27T23:02:55","slug":"em-20-anos-poderemos-determinar-se-ha-vida-em-outros-planetas-afirma-astrofisico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/em-20-anos-poderemos-determinar-se-ha-vida-em-outros-planetas-afirma-astrofisico\/","title":{"rendered":"\u201cEm 20 anos poderemos determinar se h\u00e1 vida em outros planetas\u201d, afirma astrof\u00edsico"},"content":{"rendered":"<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"cuerpo_noticia\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27132\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Grande parte da carreira cient\u00edfica do astrof\u00edsico Mario Livio, ao menos no \u00faltimo quarto de s\u00e9culo, est\u00e1 ligada ao telesc\u00f3pio <em>Hubble<\/em>, que acaba de completar 25 anos em \u00f3rbita. Mas ele observa que \u00e9 um cientista te\u00f3rico, n\u00e3o diretamente envolvido com as observa\u00e7\u00f5es. \u201cEstou acostumado a dizer que praticamente n\u00e3o sei de que lado do telesc\u00f3pio \u00e9 preciso olhar\u201d, diz, com ironia, esse cientista que trabalha com equipes de astr\u00f4nomos observadores e j\u00e1 participou de v\u00e1rias descobertas importantes, como o estudo de long\u00ednquas supernovas que levou \u00e0 detec\u00e7\u00e3o da energia escura, al\u00e9m de diversas pesquisas para determinar as propriedades dessa energia.<\/p>\n<p>Livio nasceu na Rom\u00eania em 1945 e, aos cinco anos, emigrou com a fam\u00edlia para Israel. Em seu pa\u00eds de acolhida estudou, se doutorou e trabalhou durante v\u00e1rios anos, at\u00e9 que, em 1991, entrou para o Instituto Cient\u00edfico do Telesc\u00f3pio Espacial, em Baltimore (EUA). Mais ou menos na mesma \u00e9poca, foi descoberto um defeito garrafal no sistema \u00f3ptico do j\u00e1 famoso telesc\u00f3pio <em>Hubble<\/em>, que tantas esperan\u00e7as cient\u00edficas havia concentrado e sobre o qual, uma vez em \u00f3rbita, ningu\u00e9m sabia \u00e0quela altura se realmente teria muita serventia. \u201cHouve gente que achasse que eu estava louco&#8230; Chegar ao Instituto logo naquela \u00e9poca!&#8221;, recorda.<\/p>\n<p>Agora, ao olhar para tr\u00e1s, destaca os numerosos feitos acumulados pelo <em>Hubble<\/em> desde que o problema foi solucionado. E, olhando para frente, explica as perspectivas que se abrem para a astronomia com os observat\u00f3rios espaciais que vir\u00e3o a substituir aquele que j\u00e1 \u00e9 talvez o mais c\u00e9lebre telesc\u00f3pio da hist\u00f3ria. Entre esses novos aparelhos, encontra-se um de 12 metros de di\u00e2metro, que poder\u00e1 ser lan\u00e7ado por volta de 2030.<\/p>\n<p>Livio desempenhou v\u00e1rios cargos no Instituto, inclusive o de diretor cient\u00edfico e de respons\u00e1vel pelo seu important\u00edssimo arquivo, sempre reunindo seu trabalho com a pesquisa e divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. \u00c9 autor de v\u00e1rios livros, sendo o mais recente deles, <em>Brilliant Blunders<\/em> (\u201cfalhas brilhantes\u201d, de 2013), sobre erros graves cometidos por grandes figuras da ci\u00eancia, como Charles Darwin, Lord Kelvin, Linus Pauling, Fred Hoyle e Albert Einstein. Livio participou, em Madri, das jornadas sobre Arte e Ci\u00eancia organizadas pela rede europeia Invis\u00edveis (coordenada pela Universidade Aut\u00f4noma de Madri) e pelo Museu Thyssen.<\/p>\n<p><strong>Pergunta.<\/strong> Qual foi a chave do sucesso do <em>Hubble<\/em>, n\u00e3o s\u00f3 em n\u00edvel cient\u00edfico, mas tamb\u00e9m social?<\/p>\n<p><strong>Resposta.<\/strong> O que o <em>Hubble<\/em> fez, e praticamente nenhum outro instrumento cient\u00edfico havia feito isso antes, foi provocar a emo\u00e7\u00e3o social da descoberta, uma emo\u00e7\u00e3o da qual antes s\u00f3 os cientistas desfrutavam, e que este telesc\u00f3pio levou para dentro da casa das pessoas. As imagens do c\u00e9u feitas por ele s\u00e3o t\u00e3o fant\u00e1sticas que muitos as tratam quase como obras de arte. Al\u00e9m disso, h\u00e1 o drama que ele causou no come\u00e7o: o telesc\u00f3pio come\u00e7ou sendo um grande fracasso por causa do defeito do espelho e depois, com a engenhosidade dos cientistas e dos engenheiros que conceberam a solu\u00e7\u00e3o, mais a valentia dos astronautas que o consertaram no espa\u00e7o, se tornou um enorme sucesso. \u00c9 uma mistura de tudo isto: as imagens incr\u00edveis, o drama, a emo\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Mudou a percep\u00e7\u00e3o das pessoas a respeito da astronomia?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Absolutamente. As pessoas sempre foram fascinadas pelo c\u00e9u noturno, mas agora, com estas imagens de objetos celestes long\u00ednquos, do universo t\u00e3o distante&#8230; S\u00e3o fotos fant\u00e1sticas, reais. O <em>Hubble<\/em> desempenhou um papel fundamental em alterar a percep\u00e7\u00e3o de nosso lugar no universo. J\u00e1 h\u00e1 toda uma gera\u00e7\u00e3o de 25 anos que n\u00e3o conheceu o c\u00e9u sem o <em>Hubble<\/em>!<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Falando das fotos: s\u00e3o mesmo t\u00e3o bonitas as estrelas e gal\u00e1xias vistas nas fotos do <em>Hubble<\/em>, ou s\u00e3o tratadas com cores falsas?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> O <em>Hubble<\/em> capta imagens com diferentes filtros. Algumas vezes capta em vermelho, azul e verde, e nesse caso s\u00e3o como fotografias normais. Mas outras vezes observa em ultravioleta, que n\u00f3s n\u00e3o vemos com nossos olhos, ou em infravermelho. O que fazemos ent\u00e3o \u00e9 representar, por exemplo, o ultravioleta em azul ou o infravermelho em vermelho para poder v\u00ea-lo, e a imagem resultante n\u00e3o tem as cores reais do objeto, mas sim todos os detalhes.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Que descobertas do <em>Hubble<\/em> voc\u00ea apontaria como as mais importantes?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> S\u00e3o inumer\u00e1veis as suas contribui\u00e7\u00f5es. Entre as mais importantes est\u00e1 a descoberta da energia escura, essa energia misteriosa que permeia todo o espa\u00e7o e que est\u00e1 acelerando a expans\u00e3o do universo. Tamb\u00e9m a composi\u00e7\u00e3o das atmosferas de planetas ao redor de outras estrelas&#8230; E a determina\u00e7\u00e3o, com muita precis\u00e3o, do valor da Constante de Hubble, que nos indica a idade do universo [13,8 bilh\u00f5es de anos], o qual agora conhecemos com uma margem de erro de apenas 3%, e que logo vamos reduzir a 2%. O <em>Hubble<\/em> tamb\u00e9m demonstrou que h\u00e1 buracos negros supergigantes em quase todas as gal\u00e1xias.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> S\u00e3o descobertas exclusivas do <em>Hubble<\/em>, ou em colabora\u00e7\u00e3o com outros telesc\u00f3pios?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> \u00c9 preciso deixar claro que quase todas as descobertas n\u00e3o s\u00e3o exclusividade do <em>Hubble<\/em>. Frequentemente h\u00e1 ind\u00edcios obtidos com outros observat\u00f3rios em terra, e o telesc\u00f3pio espacial os transforma em provas firmes.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> H\u00e1 outros telesc\u00f3pios excelentes. Por que o <em>Hubble<\/em> \u00e9 especial?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> H\u00e1 observa\u00e7\u00f5es que nenhum outro pode fazer, dada a alta precis\u00e3o que o <em>Hubble<\/em> oferece, sua resolu\u00e7\u00e3o, sua acuidade visual. Por exemplo, identificar supernovas em gal\u00e1xias muito long\u00ednquas e determinar seu brilho, descobrindo com isso a acelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o de universo. Isso \u00e9 algo que s\u00f3 o telesc\u00f3pio espacial pode fazer bem.<strong>P.<\/strong> Entretanto, quando voc\u00ea chegou ao Instituto em plena crise, em 1991, n\u00e3o se sabia nem sequer se o telesc\u00f3pio espacial serviria para muita coisa.<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Ele foi lan\u00e7ado ao espa\u00e7o em 1990, e eu cheguei em 1991. At\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o sab\u00edamos se haveria uma solu\u00e7\u00e3o, e precisamos esperar at\u00e9 1993 para comprovar que, sim, ele funcionava. Naquele momento parecia, potencialmente, a maior falha da hist\u00f3ria da ci\u00eancia, e depois se tornou naquele que talvez tenha sido o maior \u00eaxito.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> E agora j\u00e1 \u00e9 um instrumento veterano, com 25 anos de funcionamento.<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Achamos que ele ainda pode funcionar durante pelo menos cinco anos mais, e se em 2020 continuar sendo produtivo cientificamente n\u00e3o h\u00e1 motivo para que n\u00e3o prossiga.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> N\u00e3o est\u00e1 obsoleto?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> O <em>Hubble<\/em> foi recondicionado v\u00e1rias vezes, a \u00faltima em 2009. Assim, \u00e9 preciso considerar que tem seis anos, n\u00e3o 25. E agora esta com o melhor conjunto de instrumentos que j\u00e1 teve. Temos mais de mil solicita\u00e7\u00f5es de tempo de observa\u00e7\u00e3o por ano, e um comit\u00ea muito rigoroso as seleciona. Uma em cada sete propostas \u00e9 aprovada. Al\u00e9m disso, temos um arquivo incr\u00edvel, ao qual qualquer pessoa pode ter acesso de qualquer lugar do mundo.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Mas j\u00e1 est\u00e3o construindo o telesc\u00f3pio espacial <em>James Webb<\/em>, para muitos o sucessor do <em>Hubble<\/em>.<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Cientificamente o <em>James Webb<\/em>, a ser lan\u00e7ado em 2018, \u00e9 o sucessor, embora n\u00e3o diretamente, porque \u00e9 muito diferente. Observar\u00e1 exclusivamente em infravermelho, ao passo que o <em>Hubble<\/em> observa sobretudo a luz vis\u00edvel. E, enquanto este tem um espelho de 2,4 metros de di\u00e2metro, o do <em>James Webb<\/em> tem 6,5 metros, e ele n\u00e3o ficar\u00e1 em \u00f3rbita baixa, a 560 quil\u00f4metros de altura sobre a superf\u00edcie terrestre, como o <em>Hubble<\/em>, e sim a 1,5 milh\u00e3o de quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia da Terra. O <em>James Webb<\/em> ser\u00e1 capaz de ver as primeiras gal\u00e1xias que se formaram no universo, vai nos dizer que planetas extrassolares podem abrigar \u00e1gua em estado l\u00edquido na sua superf\u00edcie&#8230; Mas o telesc\u00f3pio que seria diretamente o sucessor do <em>Hubble<\/em> \u00e9 um que estamos propondo agora, o Telesc\u00f3pio Espacial de Alta Defini\u00e7\u00e3o (HDST), que seria lan\u00e7ado em 2030 e teria um espelho de 12 metros de di\u00e2metro, para trabalhar em luz vis\u00edvel e um pouco no ultravioleta e no infravermelho, como o <em>Hubble<\/em>.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> O <em>James Webb<\/em> tem problemas de s\u00e9rios estouros or\u00e7ament\u00e1rios e atrasos.<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Agora o or\u00e7amento e o calend\u00e1rio j\u00e1 foram ajustados. Todos os seus componentes foram fabricados e est\u00e3o sendo integrados. Esse telesc\u00f3pio realmente leva ao limite tecnologias muito complexas, e o HDST as levar\u00e1 mais longe ainda.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> A NASA tamb\u00e9m seria o s\u00f3cio principal do HDST?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Sim. Mas antes ser\u00e1 lan\u00e7ado outro telesc\u00f3pio que est\u00e1 sendo preparado. A NASA recebeu de presente dos militares dois telesc\u00f3pios similares ao <em>Hubble<\/em>, com espelho de 2,4 metros de di\u00e2metro, que n\u00e3o foram lan\u00e7ados ao espa\u00e7o. Agora um deles est\u00e1 sendo preparado como telesc\u00f3pio de infravermelho. Ser\u00e1 fant\u00e1stico. Assim, antes ser\u00e1 lan\u00e7ado o <em>James Webb<\/em>, que funcionar\u00e1 por cinco anos ou mais, depois o novo de infravermelho, e j\u00e1 estamos concebendo o seguinte, o HDST. Pela primeira vez estamos na perspectiva de sermos capazes, em poucas d\u00e9cadas, de determinar se h\u00e1 vida em outros planetas fora do Sistema Solar. Para isso precisamos do HDST.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grande parte da carreira cient\u00edfica do astrof\u00edsico Mario Livio, ao menos no \u00faltimo quarto de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27132,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/mario_livio.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Grande parte da carreira cient\u00edfica do astrof\u00edsico Mario Livio, ao menos no \u00faltimo quarto de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27131"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27131"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27131\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27132"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27131"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27131"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27131"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}