{"id":27022,"date":"2015-08-26T07:00:43","date_gmt":"2015-08-26T10:00:43","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=27022"},"modified":"2015-08-25T20:01:23","modified_gmt":"2015-08-25T23:01:23","slug":"fenomenos-meteorologicos-multiplicam-se-e-ampliam-riscos-de-escassez-agricola-grave","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/fenomenos-meteorologicos-multiplicam-se-e-ampliam-riscos-de-escassez-agricola-grave\/","title":{"rendered":"Fen\u00f4menos meteorol\u00f3gicos multiplicam-se e ampliam riscos de escassez agr\u00edcola grave"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-27024\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma escassez mundial de alimentos est\u00e1 se tornando tr\u00eas vezes mais prov\u00e1vel, em fun\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, <a href=\"http:\/\/www.foodsecurity.ac.uk\/assets\/pdfs\/extreme-weather-resilience-of-global-food-system.pdf\" target=\"_blank\">afirma o relat\u00f3rio<\/a> da For\u00e7a-Tarefa sobre Eventos Clim\u00e1ticos Extremos e Resili\u00eancia do Sistema Alimentar Global. O grupo, que reuniu cientistas\u00a0dos EUA e Reino Unido, alertou, na semana passada, que a comunidade internacional deve estar pronta para responder a uma futura eleva\u00e7\u00e3o potencialmente dram\u00e1tica dos pre\u00e7os agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>As probabilidades de ocorrerem falta\u00a0de alimentos, volatilidade do mercado ou picos de pre\u00e7os ser\u00e3o excepcionalmente altas at\u00e9\u00a02040, diz o documento.\u00a0Como se prev\u00ea um amento da popula\u00e7\u00e3o mundial (de 7,3 bilh\u00f5es hoje para 9 bilh\u00f5es em 2050), a produ\u00e7\u00e3o de alimentos precisa crescer mais de 60%. Nesse cen\u00e1rio, as quebras no mercado provocadas pelo clima poderiam levar a perturba\u00e7\u00f5es sociais, continua o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cO clima est\u00e1 mudando e recordes meteorol\u00f3gicos est\u00e3o sendo quebrados o tempo todo\u201d, disse David King, representante especial para as Altera\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas do ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Reino Unido.\u00a0\u201cOs riscos de um evento grave est\u00e3o crescendo \u2014 e ele pode ter escala e alcance sem precedentes.\u201d<\/p>\n<p>A globaliza\u00e7\u00e3o e as novas tecnologias tornaram o sistema alimentar global mais eficiente, mas ele tornou-se tamb\u00e9m menos resiliente a riscos, disse King.\u00a0Alguns dos principais riscos incluem um r\u00e1pido aumento de pre\u00e7o do petr\u00f3leo, que elavaria\u00a0o custo dos alimentos; uma redu\u00e7\u00e3o da capacidade de exporta\u00e7\u00e3o do Brasil, dos EUA ou da regi\u00e3o do Mar Negro, devido a defici\u00eancias na infra-estrutura; e a poss\u00edvel desvaloriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, elevando os pre\u00e7os das commodities.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o alimentar mundial provavelmente ser\u00e1 mais impactada, at\u00e9 2040, por eventos clim\u00e1ticos extremos nas Am\u00e9ricas do Norte e do Sul e na \u00c1sia, que produzem a maior parte dos alimentos mais consumidos no\u00a0mundo \u2013 milho, soja, trigo e arroz, revela o relat\u00f3rio.\u00a0Esses choques na produ\u00e7\u00e3o ou aumentos de pre\u00e7o provavelmente impactar\u00e3o duramente algumas das na\u00e7\u00f5es mais pobres, como os pa\u00edses que dependem de importa\u00e7\u00e3o alimentar na \u00c1frica sub-Sahariana.<\/p>\n<p><strong>\u2018Viol\u00eancia ou conflito\u2019<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEm contextos pol\u00edticos fr\u00e1geis,\u00a0onde\u00a0\u00e9 grande a inseguran\u00e7a alimentar das fam\u00edlias, pode haver tens\u00f5es sociais, viol\u00eancia ou conflito \u201c, prossegue o texto.\u00a0\u201cA regi\u00e3o do Oriente M\u00e9dio e Norte da \u00c1frica merece preocupa\u00e7\u00e3o especial, dada a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 volatilidade dos pre\u00e7os internacionais e risco de instabilidade, sua vulnerabilidade \u00e0 quebra da importa\u00e7\u00e3o e o potencial para interromper as exporta\u00e7\u00f5es de energia.\u201d\u00a0Para aliviar o impacto de choques cada vez mais prov\u00e1veis, o relat\u00f3rio encoraja os pa\u00edses a n\u00e3o impor restri\u00e7\u00f5es \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o em caso de condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas extremas, como a R\u00fassia fez em seguida \u00e0 m\u00e1 colheita em 2010.<\/p>\n<p>Os pesquisadores dizem que a pr\u00f3pria agricultura precisa mudar em resposta ao aquecimento global, \u00e0 medida em que a demanda internacional j\u00e1 cresce mais rapidamente que as colheitas agr\u00edcolas e as mudan\u00e7as globais ir\u00e3o pressionar ainda mais a produ\u00e7\u00e3o.\u00a0\u201c\u00c9 necess\u00e1rio aumentar a produtividade, sustentabilidade e resili\u00eancia \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, diz o relat\u00f3rio.\u00a0Isso exigir\u00e1 um investimento significativo dos setores p\u00fablico e privado, assim como novas colabora\u00e7\u00f5es entre m\u00faltiplos setores.\u201d<\/p>\n<p>A Al Jazeera falou com a ativista alimentar Tiffany Finck-Haynes sobre a alarmante morte das abelhas, que\u00a0est\u00e1 colocando em risco os os ecossistemas ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>Como um polinizador essencial, as abelhas s\u00e3o respons\u00e1veis por ajudar a produzir cerca de um ter\u00e7o dos alimentos\u00a0do mundo, de acordo com as Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>A ag\u00eancia\u00a0das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) estima que, das 100 esp\u00e9cies de lavouras que abastecem 90% dos alimentos em todo o mundo, 71% s\u00e3o polinizados por abelhas.\u00a0Mas um fen\u00f4meno global ocorrido na \u00faltima d\u00e9cada, conhecido como Desordem do Colapso das Col\u00f4nias (CCD, na sigla em ingl\u00eas), viu um n\u00famero alarmante de col\u00f4nias de abelhas desapareceram, criando uma s\u00e9ria preocupa\u00e7\u00e3o sobre o futuro da sustentabilidade no mundo.<\/p>\n<p>\u00c0 medida em que a comunidade cient\u00edfica debate as causas principais do colapso, um n\u00famero crescente de movimentos aponta para pesticidas t\u00f3xicos usados nas lavouras convencionais.<\/p>\n<p>Tiffany Finck-Haynes, uma ativista da Friends of the Earth, uma rede de organiza\u00e7\u00f5es ambientais global com base nos EUA, falou sobre os efeitos e causas do CCD.<\/p>\n<p><strong>Qual a import\u00e2ncia das abelhas na produ\u00e7\u00e3o de alimentos e produtos ligados a\u00a0necessidades b\u00e1sicas?<\/strong><\/p>\n<p>As abelhas s\u00e3o essenciais para dois ter\u00e7os das culturas alimentares que os humanos comem diariamente. Uma em cada tr\u00eas garfadas que comemos \u00e9 \u00e9 de alimentos produzidos gra\u00e7as \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o de\u00a0insetos polinizadores.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00e3o grave \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o\u00a0no n\u00fameros de abelhas?<br \/>\n<\/strong>Elas\u00a0est\u00e3o morrendo em taxas alarmantes, em todo o mundo. Nos EUA, os apicultores perderam uma m\u00e9dia de 30% de suas colmeias nos \u00faltimos anos, sendo que alguns tiveram perda de todas as suas colmeias e muitos deixaram o setor. No ano passado, os apicultores perderam quase metade de sua produ\u00e7\u00e3o \u2013 a segunda maior perda registrada at\u00e9 o momento. Isso \u00e9 alto demais para ser sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Como esse decl\u00ednio est\u00e1 afetando o ecossistema e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos?<br \/>\n<\/strong>As enormes\u00a0perdas recentes est\u00e3o tornando dif\u00edcil para os apicultores manter-se no neg\u00f3cio e j\u00e1 prejudicam os cultivadores de alimentos como am\u00eandoas e frutas. Sem abelhas para polinizar as culturas e plantas que d\u00e3o flores, todo o sistema alimentar \u2013 e nosso pr\u00f3prio fr\u00e1gil ecossistema \u2013 est\u00e1 em risco.<\/p>\n<p><strong>Quais as principais causas do decl\u00ednio?<br \/>\n<\/strong>Pragas, doen\u00e7as, perda de forragem e de habitat e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas foram identificados como poss\u00edveis fatores que contribuem para as insustent\u00e1veis perdas de abelhas. Um grupo cada vez maior de cientistas responsabiliza\u00a0os pesticidas neonicotinoides \u2013 um dos tipos mais utilizados no mundo, fabricado pela Bayer e Syngenta \u2013 como um fator-chave.<\/p>\n<p>Os neonicotinoides podem ou eliminar\u00a0as abelhas, ou torn\u00e1-las mais vulner\u00e1veis a pragas, agentes patog\u00eanicos e outros fatores de estresse, ao mesmo tempo em que\u00a0prejudicam sua capacidade de\u00a0se alimentar, reprodu\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria. Os neonicotinoides s\u00e3o amplamente utilizados nos EUA em 140 culturas e para uso cosm\u00e9tico na jardinagem. Podem permanecer no solo, na \u00e1gua e no ambiente durante meses ou anos.<\/p>\n<p><strong>Os transg\u00eancios\u00a0s\u00e3o um fator importante na crise?<\/strong><\/p>\n<p>A maioria das sementes convencionais de milho, soja, trigo e canola \u2013 muitas delas transg\u00eanicas\u00a0\u00a0\u2013 s\u00e3o pr\u00e9-tratadas com neonicotinoides. Basta uma\u00a0semente tratada com neonicotinoide para matar um p\u00e1ssaro.<\/p>\n<p><strong>Em que regi\u00f5es do mundo est\u00e3o crescendo movimentos para proteger abelhas?<br \/>\n<\/strong>T\u00eam surgido movimentos para proteg\u00ea-las em v\u00e1rias regi\u00f5es do mundo, inclusive Am\u00e9rica do Norte e do Sul, Europa, \u00c1sia, \u00c1frica e Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>Como os governos est\u00e3o respondendo a esses movimentos?<br \/>\n<\/strong>Diante das evid\u00eancias cada vez maiores e das demandas dos consumidores, um n\u00famero crescente de empresas e ag\u00eancias governamentais decidiu ser\u00a0parte da solu\u00e7\u00e3o da crise das abelhas e est\u00e1 tomando medidas para eliminar os pesticidas prejudiciais a elas.<\/p>\n<p>Por exemplo, no Reino Unido, os maiores varejistas de jardinagem pararam voluntariamente de vender neonicotinoides.\u00a0Com base nas recomenda\u00e7\u00f5es do \u00d3rg\u00e3o Europeu para a Seguran\u00e7a dos Alimentos, a Uni\u00e3o Europeia (UE) votou a favor de uma suspens\u00e3o, em todo o continente, de v\u00e1rios neonicotinoides.\u00a0A medida entrou em vigor em 1\u00ba de dezembro de 2013.<\/p>\n<p>Nos EUA, no ano passado, mais de vinte grandes produtores de mudas vegetais, empresas de paisagismo e varejistas tomaram medidas para eliminar os pesticidas que prejudicam abelhas de suas plantas de jardim e de suas lojas.\u00a0O Servi\u00e7o de Peixes e Vida Selvagem dos EUA anunciou em 2014 que ir\u00e1 bnir o uso de neonicotinoides em todos as \u00e1reas nacionais que s\u00e3o ref\u00fagio da vida selvagem at\u00e9 2016.<\/p>\n<p>Em junho de 2014, o presidente Barack Obama criou uma For\u00e7a Tarefa para a Sa\u00fade da Poliniza\u00e7\u00e3o para desenvolver uma estrat\u00e9gia nacional.\u00a0Em abril, a Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental dos EUA (ETA, na sigla em ingl\u00eas) anunciou que era improv\u00e1vel que aprovasse usos novos ou ampliados de neonicotinoides, enquanto avalia os riscos que estas subst\u00e2ncias representam para os polinizadores.<\/p>\n<p><strong>A agroecologia pode ajudar a salvar as abelhas?<br \/>\n<\/strong>Precisamos reimaginar o modo como produzimos alimentos e incentivar pr\u00e1ticas agr\u00edcolas locais, sustent\u00e1veis e justas. Para a Universidade de Oxford, a agricultura org\u00e2nica preserva\u00a0as esp\u00e9cies polinizadoras 50% mais que a agricultura convencional intensiva em produtos qu\u00edmicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma escassez mundial de alimentos est\u00e1 se tornando tr\u00eas vezes mais prov\u00e1vel, em fun\u00e7\u00e3o das<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27024,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/fenomeno_climatico.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma escassez mundial de alimentos est\u00e1 se tornando tr\u00eas vezes mais prov\u00e1vel, em fun\u00e7\u00e3o das","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27022"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27022"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27022\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27024"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27022"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27022"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27022"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}