{"id":26906,"date":"2015-08-23T10:35:36","date_gmt":"2015-08-23T13:35:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=26906"},"modified":"2015-08-23T10:35:36","modified_gmt":"2015-08-23T13:35:36","slug":"acampamento-quase-exclusivo-permite-que-voce-conviva-com-ursos-no-alasca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/acampamento-quase-exclusivo-permite-que-voce-conviva-com-ursos-no-alasca\/","title":{"rendered":"Acampamento quase exclusivo permite que voc\u00ea conviva com ursos no Alasca"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-26907\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O Parque Nacional de Katmai se estende por 1,61 milh\u00f5es de hectares no sul do Alasca \u2013 mas ent\u00e3o por que permite que apenas 60 pessoas acampem por l\u00e1 por noite, limite esse que causa um verdadeiro frenesi on-line em janeiro, na hora de fazer as reservas? A resposta \u00e9 uma de suas maiores atra\u00e7\u00f5es e a raz\u00e3o de ter alcan\u00e7ado fama nacional: os ursos. Um monte deles \u2013 cerca de 2.200 pela \u00faltima contagem do Servi\u00e7o Nacional de Parques, com 60 e poucos sendo frequentadores ass\u00edduos do Brooks Camp todo o ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Em teoria, voc\u00ea pode montar sua barraca em qualquer lugar em Katmai, mas o espa\u00e7o \u00e9 protegido por uma cerca el\u00e9trica e tem atividade constante, o que faz com que seja mais dif\u00edcil dar de cara com um deles t\u00e3o perto a ponto de perder o sono.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2014, quando completava um ano como moradora permanente do Alasca, comecei a pensar em passar algum tempo por l\u00e1, h\u00e1 tempos considerado o melhor ponto de observa\u00e7\u00e3o dos ursos. As vagas para julho \u2013 alta temporada, quando \u00e9 poss\u00edvel ver os animais pescando, estabelecendo a hierarquia local e praticando sua vers\u00e3o de azara\u00e7\u00e3o (os machos podem ser terr\u00edveis) \u2013 podem ser reservadas at\u00e9 cinco de janeiro e desaparecem rapidinho. Por isso, no in\u00edcio de maio, tendo perdido a oportunidade, j\u00e1 tinha desistido completamente da ideia, resignando-me a passar outra temporada assistindo aos bichos via webcam.<\/p>\n<p>Em funcionamento desde julho de 2012, as c\u00e2meras de Katmai, instaladas pelo Explore.org, (h\u00e1 quatro s\u00f3 nas \u00e1reas em que os ursos pescam) transformaram os animais em celebridades das redes sociais e, para a maioria de seus seguidores fi\u00e9is, o maior incentivo para embarcar em um hidroavi\u00e3o at\u00e9 Brooks, para onde dezenas voltam todo ver\u00e3o, em busca do salm\u00e3o no rio de mesmo nome. (Volume aqui \u00e9 a palavra de ordem: at\u00e9 novembro, quando come\u00e7am a se preparar para o longo per\u00edodo de hiberna\u00e7\u00e3o, os machos chegam a pesar 450 kg ou mais.)<\/p>\n<p>A linha do tempo do meu perfil no Facebook h\u00e1 semanas estava lotada de not\u00edcias sobre os animais: eram amigos de todas as partes do pa\u00eds querendo saber se o 32, tamb\u00e9m conhecido como Chunk, tinha melhorado sua t\u00e9cnica de pescaria ou se o 814, ou Lurch, ia ficar mais calminho este ano ou continuar a intimidar os outros e espant\u00e1-los de seus pontos de pesca favoritos. Sem contar que as imagens em tempo real interromperam v\u00e1rias horas do meu trabalho tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Acampando no Parque Nacional Denali, um conhecido, do nada, me fez uma oferta quase milagrosa: &#8220;Fiz duas reservas para Brooks em julho, mas a gente n\u00e3o vai poder ir. Est\u00e1 a fim? Acho que foi uns US$50&#8221;. Convidei minha amiga Tara Stevens, pescadora experiente de Anchorage, para me fazer companhia, e l\u00e1 fomos n\u00f3s. A experi\u00eancia virtual finalmente se tornaria realidade.<\/p>\n<p>Depois do voo pela Alaska Airlines de Anchorage para a cidadezinha de King Salmon, pegamos nossas malas lotadas de todo tipo de roupa grossa, prote\u00e7\u00e3o contra chuva, equipamento para acampar e cozinhar e comida e seguimos para o escrit\u00f3rio da Katmai Air Service, para pegar o voo para Brooks, situado na conflu\u00eancia do Lago Naknek com o rio Brooks. Depois da pesagem \u2013 usando o hidroavi\u00e3o no Alaska, voc\u00ea se acostuma com o pessoal pedindo para que suba na balan\u00e7a \u2013 n\u00e3o demorou para nos vermos subindo, em dire\u00e7\u00e3o ao c\u00e9u, em um de Havilland Otter azul e branco de 1962, seu \u00fanico motor, barulhento, impedindo qualquer conversa.<\/p>\n<p>Havia grossas nuvens e at\u00e9 as \u00e1reas mais verdes l\u00e1 embaixo pareciam meio cinzentas. As cores surgiam furtivas, aqui e ali, nos telhados verdes de um pequeno n\u00facleo de constru\u00e7\u00f5es ou no rio azul-esverdeado p\u00e1lido que corria pela paisagem melanc\u00f3lica.<\/p>\n<p>Vinte minutos depois, pousamos no Lago Naknek, com o avi\u00e3o sacolejando na flutua\u00e7\u00e3o rumo \u00e0 praia coberta de peda\u00e7os de madeira e aos funcion\u00e1rios do acampamento que nos aguardavam. (Brooks tamb\u00e9m oferece chal\u00e9s administrados por uma concession\u00e1ria, a Katmailand; s\u00e3o espartanos e caros, mas uma boa op\u00e7\u00e3o para quem n\u00e3o gosta de acampar.) Todo mundo que estava no avi\u00e3o, que leva at\u00e9 dez passageiros, estava empolgado no in\u00edcio de nossa aventura de ver\u00e3o e tamb\u00e9m nos primeiros momentos no acampamento.<\/p>\n<p>Fomos dirigidos ao centro de visitantes para conhecer o &#8220;C\u00f3digo de Etiqueta da Escola de Ursos de Brooks&#8221;, destinado a manter a coexist\u00eancia pac\u00edfica entre os visitantes e os animais. A orienta\u00e7\u00e3o come\u00e7ou com um filme de dez minutos. As roupas e os cabelos eram deliciosamente ultrapassados, mas as instru\u00e7\u00f5es ainda valiam: mantenha-se a 50 metros de todos os ursos, 100 metros se for uma f\u00eamea com filhote. Se ele se aproximar, afaste-se. Nas caminhadas, fique alerta e fa\u00e7a barulho \u2013 falando, batendo palmas \u2013 para que os ursos percebam sua presen\u00e7a. Se um deles chegar muito perto, n\u00e3o corra \u2013 ele vai pensar que voc\u00ea \u00e9 presa. Fale em tom firme, mas calmo e s\u00f3 ent\u00e3o comece a andar devagar. Deixe o urso se movimentar primeiro.<\/p>\n<p>Depois do v\u00eddeo, um guarda refor\u00e7ou os pontos mais importantes, distribuiu os brochinhos que mostravam que t\u00ednhamos feito o &#8220;curso&#8221; e nos dispensou.<\/p>\n<p>Colocamos nossas coisas em um carrinho e seguimos uma trilha direto para o acampamento \u2013 que, embora estivesse a pouco mais de 500 metros da sede, deu a impress\u00e3o de ser muito mais longa. Um bosque cerrado se encontrava \u00e0 esquerda e, \u00e0 direita, um trecho de \u00e1rvores mais esparsas bloqueava a vista da praia onde, como foi t\u00e3o enfatizado, os ursos gostam de passear.<\/p>\n<p>&#8220;Como \u00e9 que ningu\u00e9m foi atacado aqui?&#8221;, perguntou Tara. Continuamos conversando em um tom um pouquinho mais alto que o normal. Pode ser at\u00e9 que tenhamos cantado.<\/p>\n<p>N\u00e3o demorou muito e nos vimos passando pela cerca el\u00e9trica que parecia n\u00e3o ter cacife para afastar nem um gatinho. A tenta\u00e7\u00e3o de p\u00f4r a m\u00e3o nela era quase irresist\u00edvel, mas decidi confiar no servi\u00e7o do parque e me poupar um choque.<\/p>\n<p>Barraca montada, pegamos a trilha de volta para jantar na sede.<\/p>\n<p>S\u00f3 que assim que chegamos l\u00e1: &#8220;Urso no acampamento! Urso no acampamento!&#8221;<\/p>\n<p>O grito do guarda veio do lado de fora do edif\u00edcio principal, alertando as pessoas para ficarem l\u00e1 dentro ou entrarem. As mesas esvaziaram, j\u00e1 que todo mundo correu para as janelas. Dois ursos marrons, com as longas garras expostas, zanzavam pela \u00e1rea, deram umas voltas a alguns metros da varanda e foram embora. Eu j\u00e1 tinha ficado v\u00e1rias vezes em regi\u00f5es cheias de ursos, mas a apari\u00e7\u00e3o da dupla deixou bem claro que ali quem mandava eram eles. E fiquei ainda mais empolgada por saber que teria duas noites para explorar a \u00e1rea.<\/p>\n<p>Para se chegar ao mirante em Brooks Falls \u00e9 preciso atravessar uma ponte de madeira sobre o rio Brooks. Com v\u00e1rias horas de luz natural pela frente, o rio continuava coalhado de pescadores de botas, jogando seus anz\u00f3is. Perto dali, um urso se espalhava no ch\u00e3o. Fiquei imaginando se teria coragem de dividir a \u00e1gua com os animais.<\/p>\n<p>A Trilha de Brooks Falls tem 2 km e atravessa uma floresta de abetos e b\u00e9tulas e parece inteirinha coberta de musgo verde e liquens coloridos. Ao longo do caminho cruzei com um monte de gente que vinha voltando da excurs\u00e3o. Conforme o hidroavi\u00e3o foi embora, Brooks come\u00e7ou a parecer mais isolado e a fazer menos parte da temporada tur\u00edstica de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Os animais, obviamente, n\u00e3o se escondem. Percorremos o passadi\u00e7o, atravessamos v\u00e1rios port\u00f5es &#8220;\u00e0 prova de urso&#8221; rumo \u00e0s cachoeiras, o local mais disputado para v\u00ea-los, e encontramos v\u00e1rios que n\u00e3o estavam nem a\u00ed para as dezenas de pessoas que observavam todos os seus movimentos da plataforma e outros tantos milhares, que os viam atrav\u00e9s das c\u00e2meras.<\/p>\n<p>E v\u00ea-los nunca se torna tedioso: \u00e9 incr\u00edvel acompanhar os grandalh\u00f5es pulando (quase sempre sem sucesso) para pegar um salm\u00e3o ou na parte das &#8220;banheiras de \u00e1gua quente&#8221;, tranquilos, com a \u00e1gua \u00e0 sua volta, com o mesmo olhar satisfeito de um cachorro cochilando ao sol.<\/p>\n<p>O pessoal bateu palmas e deu vivas quando um deles pegava um peixe e at\u00e9 quando um salm\u00e3o conseguiu pular na correnteza. Foi um sacrif\u00edcio e tanto. O urso 47, conhecido pela pelagem avermelhada nos ombros, uma falha nos pelos da testa e o focinho curto, n\u00e3o demorou a aparecer s\u00f3 para expulsar o coitado que estava na banheira, espantar uns outros que estavam pescando e assumir o controle.<\/p>\n<p>No caminho de volta ao acampamento, est\u00e1vamos praticamente s\u00f3s. Quando o \u00faltimo integrante das excurs\u00f5es di\u00e1rias sai, os guardas abandonam seus postos, deixando os que est\u00e3o hospedados nos chal\u00e9s e nas barracas \u00e0 vontade para p\u00f4r em pr\u00e1tica o que aprenderam no in\u00edcio da estadia. Caminhar em uma trilha cheia de ursos, por\u00e9m, acelera o processo de camaradagem entre as pessoas. N\u00f3s nos juntamos aos outros, e nos espalh\u00e1vamos de vez em quando para garantir que n\u00e3o haveria surpresas vindas de nenhuma dire\u00e7\u00e3o, e volt\u00e1vamos a tagarelar sem parar.<\/p>\n<p>No dia seguinte, depois de um passeio ao Vale das Dez Mil Fuma\u00e7as, um despenhadeiro dram\u00e1tico cheio de cinzas e pedra-pomes, voltamos \u00e0s plataformas de observa\u00e7\u00e3o. Foi l\u00e1 que conheci minha primeira superf\u00e3, Pat Nelson de Jackson, Missouri, que ficava sintonizada nas c\u00e2meras do parque enquanto via TV em casa. E ela tinha boas not\u00edcias: Ted tinha voltado. &#8220;O que tem a cicatriz. Esse \u00e9 o Ted. Ele \u00e9 mais velho. O pessoal achava que ele n\u00e3o ia sobreviver ao inverno&#8221;, disse ela.<\/p>\n<p>Ca\u00eda uma chuva fina. Um homem usava um poncho do Mickey para se proteger. Foi a\u00ed que percebi que tinha que me separar dos menos aventureiros. Tinha que ir pescar.<\/p>\n<p>Na manh\u00e3 seguinte, n\u00f3s nos encontramos com nosso guia, Zacari Pacaldo, que trabalhava no acampamento h\u00e1 tr\u00eas anos. Estava dividido entre o amor pela m\u00fasica \u2013 ia come\u00e7ar a faculdade no segundo semestre \u2013 e a paix\u00e3o pela pesca.<\/p>\n<p>Depois de cal\u00e7armos as botas, seguimos Zacari pelo mato, subindo e descendo a margem irregular at\u00e9 que, finalmente, chegamos ao rio. Durante uma hora pescamos (bom, a Tara pescou; eu s\u00f3 fiz uma tentativa meio atrapalhada) at\u00e9 que, l\u00e1 estava ele, um urso pardo vindo na nossa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tenho que admitir que meu cora\u00e7\u00e3o disparou. Zacari deu um passo \u00e0 frente, a lata de spray na m\u00e3o, n\u00f3s duas mais para tr\u00e1s. Puxamos as linhas e, lentamente, nos afastamos. Ele chegou a uma pequena clareira \u00e0 nossa frente e depois voltou para a \u00e1gua, correnteza abaixo, sem olhar para o nosso lado sequer uma vez. Eu n\u00e3o me ofendi, afinal ningu\u00e9m quer ser foco da aten\u00e7\u00e3o de um urso. (Embora fizesse quest\u00e3o, \u00e9 claro, de que Zacari tirasse uma foto minha com o bich\u00e3o por perto.)<\/p>\n<p>Depois de pescar e ver os animais, arrumamos nossas coisas e percorremos a trilha no caminho inverso. Pegamos o hidroavi\u00e3o com cinco integrantes de uma excurs\u00e3o. Uma mulher que usava um moletom onde havia seu nome estampado, perguntava aos outros o que tinham visto. &#8220;Aquela f\u00eamea que ca\u00e7a feito macho&#8230;&#8221;, come\u00e7ou ela. Tive a impress\u00e3o de que estava praticando o que falaria para os amigos que acompanhavam as imagens das c\u00e2meras ao vivo para incentiv\u00e1-los a conferir os ursos pessoalmente no pr\u00f3ximo ver\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 radical?<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o varia de 1 (n\u00e3o mesmo) a 4 (extremamente).<\/p>\n<p><strong>Isolamento: 3<\/strong><\/p>\n<p>O Parque nacional Katmai, que inclui Brooks Camp, \u00e9 acess\u00edvel apenas por barco ou avi\u00e3o. Para chegar a Brooks saindo de Anchorage, fa\u00e7a conex\u00e3o em King Salmon, voo que dura uma hora pela Alaska Airlines ou PenAir. De l\u00e1, s\u00e3o 20 minutos de hidroavi\u00e3o at\u00e9 Brooks Camp. H\u00e1 tamb\u00e9m t\u00e1xis a\u00e9reos saindo de Homer e Kodiak.<\/p>\n<p><strong>Desconforto: 2<\/strong><\/p>\n<p>Quem gosta de acampar vai achar o camping confort\u00e1vel. N\u00e3o conhece muita coisa a respeito? Alugue o equipamento em Anchorage. Por causa dos ursos, toda a prepara\u00e7\u00e3o da comida tem que ser feita em uma \u00e1rea espec\u00edfica. Compre combust\u00edvel na lojinha local ou d\u00ea uma olhada na \u00faltima prateleira do arm\u00e1rio, geralmente h\u00e1 sobras. Se preferir n\u00e3o levar nem comida, nem apetrechos de cozinha, pode comprar as refei\u00e7\u00f5es prontas na sede.<\/p>\n<p><strong>Dificuldade f\u00edsica: 2<\/strong><\/p>\n<p>Os 2 km de caminhada at\u00e9 Brooks Falls s\u00e3o f\u00e1ceis e tem acesso para cadeiras de rodas. Embora a descida \u2013 mas principalmente a subida para sair do Vale das Dez Mil Fuma\u00e7as seja um pouco cansativa, devagar e sempre voc\u00ea chega l\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Parque Nacional de Katmai se estende por 1,61 milh\u00f5es de hectares no sul do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":26907,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/urso_parque.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Parque Nacional de Katmai se estende por 1,61 milh\u00f5es de hectares no sul do","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26906"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26906"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26906\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26907"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26906"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26906"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26906"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}