{"id":26470,"date":"2015-08-15T20:46:56","date_gmt":"2015-08-15T23:46:56","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=26470"},"modified":"2015-08-15T20:46:56","modified_gmt":"2015-08-15T23:46:56","slug":"galapagos-mar-de-ilhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/galapagos-mar-de-ilhas\/","title":{"rendered":"Gal\u00e1pagos: mar de ilhas"},"content":{"rendered":"<div class=\"head-last\">\n<div class=\"chapeu-source\">Por F\u00e1bio Paschoal<\/div>\n<div class=\"chapeu-source\"><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-023.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11330\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-023-620x413.jpg\" alt=\"Vulc\u00e3o Cotopaxi em Quito, Equador - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"640\" height=\"426\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"chapeu-source\"><strong>Vulc\u00e3o Cotopaxi em Quito, Equador \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 2 da s\u00e9rie<em> Gal\u00e1pagos: Ilhas Encantadas<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Cruzamos a Cordilheira dos Andes, deixando Quito e seus vulc\u00f5es para tr\u00e1s, e mergulhamos na imensid\u00e3o do Pac\u00edfico. Aqui n\u00e3o importa para onde voc\u00ea olha, o azul do mar est\u00e1 em todas as dire\u00e7\u00f5es. Ap\u00f3s 965 quil\u00f4metros, a cor come\u00e7a a mudar gradativamente para verde e ondas come\u00e7am a se formar. Ent\u00e3o, o avi\u00e3o come\u00e7a a descer. Hav\u00edamos chegado em um mar de ilhas. Est\u00e1vamos em <strong>Gal\u00e1pagos<\/strong>!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-033.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11331\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-033-620x414.jpg\" alt=\"Gal\u00e1pagos. Vista da janela do avi\u00e3o - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"639\" height=\"427\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-033-620x414.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Gal\u00e1pagos. Vista da janela do avi\u00e3o \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fomos recepcionados por um dos animais mais conhecidos do arquip\u00e9lago: um dos tentilh\u00f5es de Darwin. Apesar de existirem diferentes esp\u00e9cies com bicos variados para realizar tarefas distintas, s\u00e3o muito parecidos uns com os outros e ningu\u00e9m d\u00e1 muita\u00a0import\u00e2ncia\u00a0para eles.<\/p>\n<p>Com <strong>Darwin<\/strong> n\u00e3o foi diferente. Embora ele tivesse coletado diferentes esp\u00e9cies de tentilh\u00f5es em ilhas diferentes, ele n\u00e3o havia anotado a ilha a que cada p\u00e1ssaro pertencia. Mesmo sabendo que eles eram importantes, Darwin n\u00e3o tinha informa\u00e7\u00e3o para utiliz\u00e1-los na constru\u00e7\u00e3o da teoria da evolu\u00e7\u00e3o e eles n\u00e3o s\u00e3o citados em seu livro<em> A Origem das Esp\u00e9cies<\/em>.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/galapagos-173.jpeg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11338\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/galapagos-173-620x411.jpeg\" alt=\"Tentilh\u00f5es de Darwin em Gal\u00e1pagos, Equador - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"640\" height=\"424\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/galapagos-173-620x411.jpeg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Tentilh\u00f5es de Darwin em Gal\u00e1pagos, Equador \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s passar pela imigra\u00e7\u00e3o do aeroporto da ilha de Baltra, nos dirigimos para o \u00f4nibus que nos levou ao porto. Logo que descemos recebemos os coletes para embarcarmos nas pangas, o nome local dos botes, e rumar para o nossa nova casa, o navio <a href=\"http:\/\/www.discovergalapagos.com\/GalapagosLegend\/\" target=\"_blank\">Gal\u00e1pagos Legend<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-120.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11336\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-120-620x415.jpg\" alt=\"Gal\u00e1pagos Legend, nossa nova casa - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"639\" height=\"428\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-120-620x415.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Gal\u00e1pagos Legend, nossa nova casa \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-118.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11335\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-118-620x413.jpg\" alt=\"Pelicano-pardo (Pelecanus occidentalis) - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"640\" height=\"426\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-118-620x413.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Pelicano-pardo (<em>Pelecanus occidentalis<\/em>) \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<p>Assim que chegamos, corri para o deck superior de onde era poss\u00edvel ver pelicanos mergulhando em busca de peixes. Ap\u00f3s o almo\u00e7o fomos para a palestra de abertura do Cruzeiro para conhecer as regras do Parque Nacional. Fomos apresentados a nossa guia, Indy. Sempre sorridente nos passou todas as\u00a0orienta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o nosso primeiro passeio: North Seymour, a casa das fragatas. N\u00e3o perca o cap\u00edtulo 3 da s\u00e9rie Gal\u00e1pagos: Ilhas Encantadas na pr\u00f3xima quinta-feira (20)<\/p>\n<p><strong>Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-604.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11337\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-604-620x414.jpg\" alt=\"Placa no Parque Nacional Gal\u00e1pagos - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"639\" height=\"427\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-604-620x414.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Placa no Parque Nacional Gal\u00e1pagos \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<p>Para proteger o fr\u00e1gil ecossistema e a vulnerabilidade dos animais \u00e9 preciso seguir uma s\u00e9rie de regras estabelecidas pelo Parque Nacional Gal\u00e1pagos, o que pode irritar algumas pessoas. Nenhum item pode ser removido, nem mesmo uma folha, uma pena ou uma pequena pedra. Nada pode ser transportado entre as ilhas e \u00e9 necess\u00e1rio checar sapatos, roupas e mochilas antes de desembarcar em terra ou voltar para o barco. Os animais n\u00e3o podem ser tocados, perseguidos ou amea\u00e7ados e, em nenhuma circunst\u00e2ncia, devem ser alimentados. Os visitantes devem permanecer nas trilhas, sempre acompanhados do guia naturalista, que \u00e9 respons\u00e1vel por manter o grupo, composto por at\u00e9 20 pessoas, unido.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a essas medidas Gal\u00e1pagos foi retirada da lista de patrim\u00f4nios mundiais amea\u00e7ados da Unesco em 2010, mas a press\u00e3o pelo aumento do n\u00famero de turistas cresce a cada ano e \u00e9 preciso que isso seja controlado. S\u00f3 assim poderemos continuar chamando essas ilhas de encantadas.<\/p>\n<p>DICAS<\/p>\n<p><strong>Como chegar<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 voos diretos entre o aeroporto internacional de Quito e o Brasil. As op\u00e7\u00f5es a\u00e9reas s\u00e3o conex\u00f5es via Panama com a Copa, Lima com a Taca ou Bogot\u00e1 com a Avianca.tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel chegar em Gal\u00e1pagos saindo do aeroporto de Guayaquil. O principal aeroporto do arquip\u00e9lago fica na ilha de Baltra e o traslado normalmente \u00e9 oferecido pelas operadoras.<\/p>\n<p><strong>Onde ficar<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/viajeaqui3.abrilm.com.br\/images\/grey.gif\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-081.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-11334\" src=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal%C3%A1pagos-081.jpg\" alt=\"Cruzeiros fazem diferentes rotas e passam por ilhas diferentes. Pesquise antes de fechar um pacote - Foto: F\u00e1bio Paschoal\" width=\"639\" height=\"956\" data-original=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/national-geographic\/blog\/curiosidade-animal\/files\/2015\/08\/Gal\u00e1pagos-081.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cruzeiros fazem diferentes rotas e passam por ilhas diferentes. Pesquise antes de fechar um pacote \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<p>Voc\u00ea pode optar por se hospedar em hot\u00e9is em 4 ilhas: Santa Cruz, San Cristobal, Isabela e Floreana. \u00c9 aconselh\u00e1vel para quem tem enjoo e n\u00e3o consegue ficar o tempo inteiro no barco. O problema \u00e9 que \u00e9 necess\u00e1rio pegar uma embarca\u00e7\u00e3o para fazer os passeios em outras ilhas, o que pode demorar 4 horas para ir e 4 para voltar em alguns casos.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea n\u00e3o tem problemas em dormir com o balan\u00e7o das ondas, vale a pena fazer um cruzeiro. A vantagem de ficar em alto mar \u00e9 o tempo economizado. Enquanto voc\u00ea est\u00e1 sonhando com o que ver\u00e1 no dia seguinte, o navio est\u00e1 rumando para a pr\u00f3xima ilha. Com isso voc\u00ea consegue visitar mais lugares e ver mais esp\u00e9cies do que se ficar hospedado em terra. Mas n\u00e3o pense em nada luxuoso, com v\u00e1rios restaurantes, jantar com o comandante e festas de gala. Em Gal\u00e1pagos a vida selvagem e o relevo esculpido pela atividade vulc\u00e2nica s\u00e3o as principais atra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Atividades noturnas n\u00e3o s\u00e3o muito agitadas, pode ser um workshop de astronomia ou uma palestra sobre as atividades do dia seguinte. Mas voc\u00ea provavelmente vai querer descansar \u00e0 noite, j\u00e1 que \u00e9 necess\u00e1rio acordar cedo para fazer os passeios e pegar uma boa luz para fotografar os animais em sua hora de maior atividade.<\/p>\n<p><strong>Quando ir<\/strong><\/p>\n<p>Gal\u00e1pagos \u00e9 um destino que pode ser visitado durante qualquer per\u00edodo do ano. A melhor \u00e9poca para viajar ao arquip\u00e9lago ir\u00e1 depender das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que voc\u00ea prefere e da paisagem que voc\u00ea deseja encontrar. A alta temporada \u00e9 entre meio de junho e come\u00e7o de setembro e de meio de dezembro at\u00e9 meio de janeiro. Isso n\u00e3o tem nada a ver com a atividade dos animais ou com o clima, mas com as f\u00e9rias na Europa e nos Estados Unidos (de onde vem a maioria dos turistas que visitam a regi\u00e3o). Durante esses per\u00edodos \u00e9 muito dif\u00edcil conseguir uma reserva de \u00faltima hora, ent\u00e3o \u00e9 melhor se preparar com alguns meses de anteced\u00eancia. No entanto, o Parque Nacional Gal\u00e1pagos limita o n\u00famero de turistas que podem visitar cada ilha, ent\u00e3o voc\u00ea nunca vai se sentir como se estivesse em um parque de divers\u00f5es.<\/p>\n<p>Outro fator que deve ser considerado antes de ir \u00e9 o clima. Durante a temporada de chuvas (dezembro a maio), apesar de chover um pouco quase todo dia, a temperatura \u00e9 mais elevada, tornando as atividades aqu\u00e1ticas mais confort\u00e1veis. No entanto, voc\u00ea encontrar\u00e1 menos peixes devido a menor quantidade de alimento dispon\u00edvel nessa parte do oceano. A paisagem nas ilhas muda completamente e as \u00e1rvores e arbustos voltam a produzir folhas verdes.<\/p>\n<p>Quando as chuvas come\u00e7am a se dissipar (em mar\u00e7o e abril) v\u00e1rias plantas come\u00e7am a florir e as ilhas s\u00e3o tomadas por cores diferentes. Durante a temporada de seca (junho a novembro) a Corrente de Humboldt chega \u00e0s ilhas com for\u00e7a total, trazendo nutrientes, pl\u00e2ncton e as \u00e1guas frias do fundo do oceano para a superf\u00edcie. A fartura de peixes, que chegam \u00e0 regi\u00e3o para esse evento, \u00e9 aproveitada pelas aves mar\u00edtimas, que sincronizam seu per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o com esse per\u00edodo para alimentar seus filhotes que esperam famintos nas ilhas. \u00c9 a melhor \u00e9poca para observar a vida marinha, mas voc\u00ea dever\u00e1 enfrentar o mar gelado para alcan\u00e7ar o seu objetivo.<\/p>\n<p>Fonte: National Geographic Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por F\u00e1bio Paschoal Vulc\u00e3o Cotopaxi em Quito, Equador \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal Cap\u00edtulo 2 da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por F\u00e1bio Paschoal Vulc\u00e3o Cotopaxi em Quito, Equador \u2013 Foto: F\u00e1bio Paschoal Cap\u00edtulo 2 da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26470"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26470"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26470\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26470"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26470"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26470"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}