{"id":26263,"date":"2015-08-12T15:00:04","date_gmt":"2015-08-12T18:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=26263"},"modified":"2015-08-11T21:51:37","modified_gmt":"2015-08-12T00:51:37","slug":"o-lago-maracaibo-na-venezuela-e-o-lugar-mais-eletrico-da-terra-28-relampagos-por-minuto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-lago-maracaibo-na-venezuela-e-o-lugar-mais-eletrico-da-terra-28-relampagos-por-minuto\/","title":{"rendered":"O lago Maracaibo, na Venezuela \u00e9 o lugar mais el\u00e9trico da Terra: 28 rel\u00e2mpagos por minuto"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-26264\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O fen\u00f4meno \u00e9 conhecido por v\u00e1rios nomes, entre eles, Farol de Maracaibo, Rel\u00e2mpago do Catatumbo e, mais sugestivamente, Tempestade Eterna. Talvez este \u00faltimo seja um exagero, mas \u00e9 fato que h\u00e1 uma m\u00e9dia de 260 dias de tempestade por ano no local onde o rio Catatumbo encontra o Lago Maracaibo.<\/p>\n<p>Ali, o c\u00e9u noturno \u00e9 iluminado por nove horas por milhares de clar\u00f5es de eletricidade produzida naturalmente.<\/p>\n<p>Tempestades de ver\u00e3o s\u00e3o comuns em v\u00e1rios lugares do mundo, mas ao longo da Linha do Equador, onde as temperaturas s\u00e3o mais altas, o c\u00e9u produz estrondos durante todo o ano.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, acreditava-se que a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, na \u00c1frica Central, fosse a capital mundial das tempestades. \u00c9 l\u00e1 que fica o vilarejo montanhoso de Kifuka, atingido, anualmente, por uma m\u00e9dia de 158 rel\u00e2mpagos por quil\u00f4metro quadrado. Mas, novas pesquisas tiraram o t\u00edtulo do local.<\/p>\n<p>Em 2014, um estudo da Nasa afirmou que o Vale de Brahmaputra, no extremo leste da \u00cdndia, tinha a maior taxa de rel\u00e2mpagos mensais entre abril e maio, quando as mon\u00e7\u00f5es geram intensa atividade el\u00e9trica.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130600_verearth2.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><em><strong>A calma antes da tempestade no rio Brahmaputra, \u00cdndia (Foto: Bernard Castelein\/NPL)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>Mas o lago Maracaibo acabou ganhando lugar no <i>Livro Guinness dos Recordes<\/i> pela &#8220;mais alta concentra\u00e7\u00e3o de rel\u00e2mpagos do mundo&#8221;, com 250 deles por quil\u00f4metro quadrado, todo ano.<\/p>\n<p>O n\u00famero de tempestades diminui nos meses de janeiro e fevereiro, mais secos, e atinge seu ponto mais espetacular no \u00e1pice da esta\u00e7\u00e3o chuvosa, em outubro. Nessa \u00e9poca do ano, \u00e9 poss\u00edvel avistar, em m\u00e9dia, de 28 rel\u00e2mpagos por minuto.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Combina\u00e7\u00e3o explosiva<\/h2>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas, especialistas tentam entender os motivos da intensa atividade de tempestades na regi\u00e3o. Nos anos 60, pensava-se que dep\u00f3sitos de ur\u00e2nio na base rochosa do local atrairiam mais raios. Mais recentemente, alguns cientistas sugeriram que a condutividade do ar sobre a superf\u00edcie do lago \u00e9 aumentada pela abund\u00e2ncia do metano liberado pelas reservas de petr\u00f3leo do subsolo.<\/p>\n<p>Mas nenhuma dessas teorias foi comprovada. Por enquanto, o fen\u00f4meno \u00e9 atribu\u00eddo \u00e0 potente combina\u00e7\u00e3o de topografia e correntes de ar que circulam na \u00e1rea.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130612_vertearth3.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><em><strong>Uma costa curvada pode estimular os raios (Foto: Ben\/CC by 2.0)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>&#8220;Muitos desses lugares cheios de rel\u00e2mpagos apresentam caracter\u00edsticas comuns em seu terreno: cadeias de montanhas acentuadas, uma costa muito entrecortada ou uma combina\u00e7\u00e3o dos dois&#8221;, explicou Daniel Cecil, da equipe de estudos de raios do Centro Global de Hidrologia e Clima da Nasa.<\/p>\n<p>&#8220;Caracter\u00edsticas como estas ajudam a criar um regime de ventos e padr\u00f5es de aquecimento e resfriamento que podem aumentar a probabilidade de tempestades.&#8221;<\/p>\n<p>Localizado no noroeste da Venezuela, o maior lago da Am\u00e9rica do Sul passa pela cidade de Maracaibo para se juntar ao Mar do Caribe. Ele fica em uma bifurca\u00e7\u00e3o dos Andes e, por isso, \u00e9 rodeado por altas cadeias de montanhas em seus outros tr\u00eas lados.<\/p>\n<p>De dia, o forte sol tropical evapora a \u00e1gua do lago e dos p\u00e2ntanos que o cercam. Conforme a noite chega, ventos vindos do mar empurram o ar quente contra o ar frio que desce das montanhas. O ar quente sobe e nuvens c\u00famulo-nimbo se formam como torres que alcan\u00e7am 12 quil\u00f4metros de altura.<\/p>\n<p>De longe, essas nuvens t\u00e3o peculiares parecem calmas, mas dentro delas \u00e9 travada uma batalha: as gotas de \u00e1gua vindas do ar quente e \u00famido se chocam com os cristais de gelo do ar frio, produzindo descargas est\u00e1ticas e dando in\u00edcio a uma tempestade el\u00e9trica.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130621_vertearthnasamap.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><em><strong>O mapa da Nasa mostra a m\u00e9dia de ocorr\u00eancias de raios por ano por quil\u00f4metro quadrao etre 1995 e 2013 (Foto: NASA)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>A eletricidade est\u00e1tica \u00e9 descarregada em raios que atingem o solo, passando pelas nuvens ou eclodindo dentro delas. Os trov\u00f5es s\u00e3o ondas de som criadas quando o calor do raio \u2013 que pode ser tr\u00eas vezes mais quente do que a superf\u00edcie do Sol \u2013 repentinamente comprime o ar \u00e0 sua volta.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do espet\u00e1culo de luz e som, h\u00e1 os efeitos especiais da chuva e do granizo.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Sat\u00e9lites e sondas<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130643_vertearth6.png\" alt=\"\" width=\"642\" height=\"361\" \/><em><strong>Tucson, no Arizona \u00e9 um lugar com alta ocorr\u00eancia de raios (Foto: Robert Harding World Imagery\/Alamy)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>O Rel\u00e2mpago do Catatumbo \u00e9 t\u00e3o resplandecente que pode ser visto a uma dist\u00e2ncia de at\u00e9 400 quil\u00f4metros. No per\u00edodo colonial, navegadores espanh\u00f3is o utilizavam para se guiar. A for\u00e7a e a dura\u00e7\u00e3o dessas tempestades podem ter inspirado muitos &#8220;causos&#8221;, mas os relatos de testemunhas de que os raios t\u00eam v\u00e1rias cores \u00e9 um truque da luz.<\/p>\n<p>Quando a luz branca atravessa a poeira ou a umidade, parte dela \u00e9 absorvida ou refratada, fazendo-a aparecer em cores diferentes.<\/p>\n<p>Quem j\u00e1 assistiu ao espet\u00e1culo tamb\u00e9m garante que ele \u00e9 muitas vezes silencioso, mas isso tamb\u00e9m tem a ver com a perspectiva do espectador: como a velocidade do som \u00e9 bem menor que a da luz, muitos trov\u00f5es s\u00e3o inaud\u00edveis \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130632_vertearth5.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><em><strong>Um raio observado da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (Foto: NASA)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>Para registrar todas essas informa\u00e7\u00f5es sobre raios, os cientistas da Nasa utilizaram por 17 anos os instrumentos a bordo de um sat\u00e9lite que orbita a Terra a 402,5 quil\u00f4metros de altitude, como parte da Miss\u00e3o de Medi\u00e7\u00e3o da Pluviosidade Tropical (TRMM, na sigla em ingl\u00eas), um projeto conjunto com a Ag\u00eancia de Explora\u00e7\u00e3o Aeroespacial do Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Com base nesses dados, os especialistas produziram um mapa dos lugares mais atingidos por raios no mundo.<\/p>\n<p>O sat\u00e9lite agora est\u00e1 esgotando seu combust\u00edvel e voltando \u00e0 Terra, mas os cientistas est\u00e3o otimistas quanto ao futuro da miss\u00e3o. &#8220;Temos planos de instalar instrumentos de mapeamento de raios em alguns sat\u00e9lites geoestacion\u00e1rios localizados acima de diferentes partes do globo&#8221;, explica Cecil. &#8220;Isso vai nos fornecer medi\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas da atividade el\u00e9trica, em vez dos breves retratos que eram obtidos por sat\u00e9lites que ficavam em uma \u00f3rbita mais baixa.&#8221;<\/p>\n<p>A capacidade de prever tempestades tem se tornado cada vez mais importante \u00e0 medida que a popula\u00e7\u00e3o mundial cresce \u2013 principalmente em pa\u00edses em desenvolvimento, onde as pessoas tendem a trabalhar mais ao ar livre e n\u00e3o t\u00eam prote\u00e7\u00e3o suficiente contra raios.<\/p>\n<p>Para nos ajudar a entender melhor esse fen\u00f4meno, as tempestades tamb\u00e9m s\u00e3o analisadas por baixo.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130643_vertearth7.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><em><strong>Raio registrado por leitor da BBC (Foto: James Hendrick Photography)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p>A World Wide Lightning Location Network (&#8220;Rede Mundial de Localiza\u00e7\u00e3o de Raios&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o literal) utiliza sensores instalados em 70 universidades e centros de pesquisa, e que captam os sinais de alt\u00edssima frequ\u00eancia emitidos pelos raios.<\/p>\n<p>Robert H. Holzworth, que comanda a opera\u00e7\u00e3o a partir da Universidade de Washington, afirma que as observa\u00e7\u00f5es em solo complementam os dados obtidos pelos sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso sistema em solo \u00e9 capaz de ver o mundo inteiro instantaneamente e continuamente, o que nenhum sat\u00e9lite pode fazer. Por outro lado, os sensores s\u00f3 captam as descargas de energia mais intensas, sem registrar tempestades menores&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Para aqueles que se interessam em descobrir mais sobre as tempestades, mas n\u00e3o est\u00e1 disposto a abrir m\u00e3o do conforto de um teto, o projeto de sondas produz um mapa em tempo real de todos os raios atingindo o planeta.<\/p>\n<p>Para os mais corajosos, h\u00e1 v\u00e1rios tours organizados no Lago Maracaibo.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape full-width has-caption\"><figcaption class=\"media-caption\"> <span class=\"media-caption__text\"> <img loading=\"lazy\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/ws\/624\/amz\/worldservice\/live\/assets\/images\/2015\/08\/11\/150811130643_vertearth8.png\" alt=\"\" width=\"642\" height=\"361\" \/><em><strong>Leitor da BBC capturou este belo raio no Monument Valley, EUA (Foto: Rob Hill)<\/strong> <\/em><\/span> <\/figcaption><\/figure>\n<p><i>Leia a <a class=\"story-body__link\" href=\"http:\/\/www.bbc.com\/earth\/story\/20150810-the-most-electric-place-on-earth\"> vers\u00e3o original <\/a>desta reportagem em ingl\u00eas no site <a class=\"story-body__link\" href=\"http:\/\/www.bbc.com\/earth\"> BBC Earth.<\/a><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fen\u00f4meno \u00e9 conhecido por v\u00e1rios nomes, entre eles, Farol de Maracaibo, Rel\u00e2mpago do Catatumbo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":26264,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/raio_venezuela.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O fen\u00f4meno \u00e9 conhecido por v\u00e1rios nomes, entre eles, Farol de Maracaibo, Rel\u00e2mpago do Catatumbo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26263"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26263"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26263\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26264"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}