{"id":25839,"date":"2015-08-05T12:00:10","date_gmt":"2015-08-05T15:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=25839"},"modified":"2015-08-04T21:41:56","modified_gmt":"2015-08-05T00:41:56","slug":"segundo-estudo-os-macacos-fazem-os-mesmos-sons-agudos-e-curtos-em-diversos-contextos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/segundo-estudo-os-macacos-fazem-os-mesmos-sons-agudos-e-curtos-em-diversos-contextos\/","title":{"rendered":"Segundo estudo, os macacos fazem os mesmos sons agudos e curtos em diversos contextos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-25840\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quando est\u00e3o aprendendo a falar, os beb\u00eas fazem diversos ru\u00eddos que s\u00e3o interpretados de acordo com o contexto e traduzidos pelos pais. De acordo com um estudo publicado nesta-ter\u00e7a-feira (4) no peri\u00f3dico <em>Peer J<\/em>, n\u00e3o s\u00f3 os beb\u00eas humanos, mas tamb\u00e9m os bonobos, os macacos mais pr\u00f3ximos da linhagem do homem, s\u00e3o capazes de se comunicar dessa maneira. De acordo com o time de pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, essa capacidade pode ajudar a decifrar a evolu\u00e7\u00e3o da linguagem humana.<\/p>\n<p>Os cientistas registraram os sons curtos e agudos de 39 macacos que vivem nas florestas do Congo e catalogaram n\u00e3o s\u00f3 os ru\u00eddos, mas tamb\u00e9m o contexto: o que estavam fazendo e onde e quando os sons eram emitidos. Durante a an\u00e1lise, os pesquisadores descobriram que os mesmos sons s\u00e3o feitos para comunicar situa\u00e7\u00f5es positivas, negativas e neutras. Ou seja, os barulhos eram utilizados enquanto os macacos estavam comendo, descansando ou identificando um predador. De acordo com os pesquisadores, isso demonstra que os bonobos s\u00e3o capazes de comunicar diferentes estados emocionais com os mesmos sons.<\/p>\n<p><strong>Linguagem flex\u00edvel &#8211;<\/strong> Esse recurso, chamado de &#8220;flexibilidade funcional&#8221;, era, at\u00e9 ent\u00e3o, considerada uma caracter\u00edstica exclusivamente humana. N\u00f3s conseguimos usar as mesmas palavras ou sons para expressar diferentes emo\u00e7\u00f5es, dependendo do contexto. Caracter\u00edsticas como a entona\u00e7\u00e3o ou o olhar ajudam na significa\u00e7\u00e3o dos ru\u00eddos. J\u00e1 os animais, acreditava-se, exibiriam a &#8220;funcionalidade fixa&#8221;, com sons diferentes para situa\u00e7\u00f5es distintas, como, por exemplo, chorar, rir ou gritar.<\/p>\n<p>&#8220;Sentimos que era prematuro concluir que essa habilidade era apenas humana, pois ningu\u00e9m ainda havia a estudado nos macacos&#8221;, afirma a psic\u00f3loga Zanna Clay, uma das autoras do estudo.<\/p>\n<p>De acordo com os pesquisadores, a descoberta pode ajudar a compreender como a linguagem humana evoluiu de um ancestral comum h\u00e1 cerca de 6 milh\u00f5es de anos e se diferenciou dos macacos. Os bonobos s\u00e3o conhecidos por serem bastante expressivos e fazerem muitos sons para se comunicarem. Em estudos, alguns se mostraram capazes de aprender algumas palavras e compreender o que significam. Al\u00e9m disso, exibem uma s\u00e9rie de outras caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s humanas, como altru\u00edsmo e as habilidades de rir, chorar e se organizar em comunidades.<\/p>\n<p>&#8220;Parece que, quando mais olhamos, mais similaridades encontramos entre os animais e os humanos&#8221;, concluiu a psic\u00f3loga Zanna Clay.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando est\u00e3o aprendendo a falar, os beb\u00eas fazem diversos ru\u00eddos que s\u00e3o interpretados de acordo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":25840,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/orangotango.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quando est\u00e3o aprendendo a falar, os beb\u00eas fazem diversos ru\u00eddos que s\u00e3o interpretados de acordo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25839"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25839"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25839\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25840"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25839"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25839"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25839"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}